terça-feira, 11 de setembro de 2012

Assembleias dos Bancários acontecem na quarta-feira, 12, em todo o Estado

Empregados de bancos públicos e privados vão definir o rumo da campanha salarial de 2012 O Comando Nacional dos Bancários definiu assembleias em todo o país para quarta-feira, 12. Os representantes consideraram que a atitude da Fenaban foi mais um truque, que cria expectativas, desrespeita e não valoriza os bancários, mantendo uma proposta de 6% de reajuste o que representa somente 0,58% de ganho real. Os banqueiros não avançaram em suas propostas às reivindicações da categoria bancária, na última terça-feira, 04, a rodada de negociações foi frustrante, demorando um pouco mais de meia hora. O INPC/IBGE de agosto divulgado nesta quarta-feira, 05, atingiu 0,45%, acumulando em 12 meses 5,39%. O índice reivindicado pelos bancários prevê o acumulado em 12 meses (5,39%) mais 5% de ganho real, atingindo oficialmente 10.66%, o que esta muito distante dos 6% apresentado pelos banqueiros. Na assembleia bancários de bancos públicos e privados vão definir os rumos da Campanha Salarial de 2012 e podem deliberar greve por tempo indeterminado se os banqueiros não apresentarem nova proposta que correspondam as reivindicações da categoria. O Comando Nacional sugeriu o dia 18, para inicio da greve. Em caso de aprovação, os bancários fazem nova assembleia no dia 17 para organizar o movimento. A Fetrafi-RS publica nesta quinta-feira, 06, no Jornal Correio do Povo, em cumprimento a formalidade da Lei de Greve, edital de convocação das assembleias em todos os seus 38 sindicatos filiados. Caso a greve seja deliberada na assembleia do dia 12, o Aviso de Greve à população será publicado na imprensa e informado aos bancos até o dia 14. Acesse aqui o edital na integra Fetrafi-RS

Banrisul não apresenta nenhuma proposta concreta

Nova reunião acontece no dia 14, sexta-feira O Comando dos Banrisulenses e a direção do Banco se reuniram nesta quinta, dia 6, para dar continuidade aos debates sobre as cláusulas econômicas, emprego e democratização da gestão. Contra todas as expectativas, o Banrisul adotou a postura dos outros bancos públicos, como a Caixa e o BB, e simplesmente se escondeu atrás da mesa da Fenaban para não apresentar nenhuma proposta completa. “A mesa da Fenaban há muito tempo que não é desculpa. Temos uma pauta com diversas cláusulas sociais que podem avançar, independentemente das negociações globais. A mesa do Banrisul é específica por causa disso, para debater as reivindicações dos banrisulenses. Não vamos aceitar essa enrolação. O que queremos é uma proposta de verdade”, deixou claro o presidente do SindBancários, Mauro Salles. A diretora da Fetrafi-RS, Denise Correa, ressaltou que os banrisuleses têm a expectativa de verem suas reivindicações atendidas. “Essa pauta foi definida em um encontro que reuniu centenas de funcionários, a diretoria do banco fala que quer avançar nas demandas dos trabalhadores. Agora, precisa fazer isso com uma proposta efetiva”, avisou a diretora. Já o diretor da Fetrafi-RS, Carlos Augusto Rocha, conclama os funcionários do banco. "Agora os banrisulenses devem participar da assembleia do dia 12 em todo o Estado para reforçar a mobilização e se preparar para a greve da categoria". As negociações específicas com a direção do Banrisul continuam na próxima sexta, dia 14. Às 9h se reúnem as mesas de saúde e segurança. Já a retomada da pauta econômica, emprego e democratização da gestão segue às 14h. *Imprensa/SindBancários com edição Fetrafi-RS

segunda-feira, 3 de setembro de 2012

Banrisulenses definem calendário inicial de negociação com o banco

Primeira reunião específica ocorreu nesta quinta-feira O Comando dos Banrisulenses, da qual a Companheira Carmen G. Zanchet faz parte, reiniciou na tarde desta quinta-feira, 30, as negociações específicas com o Banrisul na Campanha Salarial. A pauta de reivindicações foi entregue na semana passada ao presidente do banco, Túlio Zamim, que garantiu que a instituição estará aberta ao diálogo com a representação dos trabalhadores durante a campanha. Os dirigentes sindicais reiteraram as reivindicações da pauta específica durante a negociação, esclarecendo dúvidas dos representantes do banco e defendendo as propostas dos empregados, definidas no 20º Encontro Nacional dos Banrisulenses. O Comando e os representantes do Banrisul estabeleceram um calendário inicial de negociação, que continua na próxima semana com novas mesas separadas no dia 05 de setembro, uma sobre saúde e outra com o tema segurança, enquanto no dia 06 serão discutidos os demais itens da pauta específica, com ênfase para as questões econômicas. A diretora da Fetrafi-RS, Denise Corrêa, destaca que o movimento sindical espera ter negociações efetivas e sérias, que gerem avanços para os trabalhadores do banco. “Temos uma participação massiva dos banrisulenses na Campanha Salarial. A nossa pauta específica agrega temas cruciais para todo o quadro de funcionários do Banrisul”, salienta a dirigente sindical. Para o diretor da Federação, Carlos Augusto Rocha, as negociações tiveram um bom começo. “Esperamos que o banco mantenha a boa vontade ao longo de todo o processo e que atenda nossas reivindicações históricas”, ressalta o sindicalista. O Banrisul foi representado na negociação pelos diretores Joel Raymundo e Ivandre de Jesus Medeiros, por Daniel Maia, diretor da Corretora Banrisul; pelo superintendente de Gestão de Pessoas, Gaspar Saikoski e pelo gerente de Gestão de Pessoas, Luiz Spader. *Fetrafi-RS

segunda-feira, 23 de julho de 2012

Bancários querem reajuste de 10,25%, PLR e piso maiores e mais empregos

O índice foi aprovado pela maioria dos votos dos 672 delegados e delegadas Os 629 delegados (428 homens e 201 mulheres) e 43 observadores de todo o país que participaram da 14ª Conferência Nacional dos Bancários, realizada em Curitiba na plenária final deste domingo 22 a pauta de reivindicações da Campanha 2012, que inclui reajuste de 10,25% (inflação mais 5% de aumento real) aprovado pela maioria dos votos, piso igual ao salário mínimo do Dieese (R$ 2.416), PLR equivalente a três salários mais R$ 4.961,25 fixos, além de mais contratações e fim da rotatividade, fim das metas abusivas e combate ao assédio moral. > Grupo propõe novas cláusulas de remuneração e remete índice à plenária > Grupo prioriza construção da Conferência Nacional do Sistema Financeiro > Grupo de Emprego destaca combate à rotatividade e à terceirização > Grupo reforça luta por mais saúde, segurança e igualdade de oportunidades Os delegados também aprovaram como bandeira política a construção de uma Conferência Nacional do Sistema Financeiro, na qual a sociedade possa discutir e definir qual o papel que os bancos devem desempenhar no país. A pauta de reivindicações será entregue à Fenaban no dia 1º de agosto. E já estão marcadas as duas primeiras rodadas de negociação, nos dias 7 e 8 e 15 e 16. A Conferência também decidiu intensificar a luta pelo cumprimento da jornada de 6 horas para todos , pela contratação da remuneração total do bancário e pela ampliação da campanha pela inclusão bancária, que assegure prestação de todos os serviços financeiros a toda a população, realizada em agências e PABs por profissionais bancários, de forma a garantir atendimento de qualidade, respeitando as normas de segurança e protegendo o sigilo bancário. O coroamento de um processo democrático de discussão A 14ª Conferência, que começou na sexta-feira 20, foi o ponto culminante de um processo de participação e democracia da categoria em todo o país, que passou por assembleias, consultas dos sindicatos junto às suas bases, encontros estaduais e conferências regionais. "Esse é um processo que coroa o movimento que teve início lá atrás", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários. Segundo Cordeiro, "entramos agora na fase das mobilizações que tratarão não apenas da remuneração e do emprego, mas também dos demais eixos que compõem a minuta aprovada neste domingo. Estamos com a categoria bastante mobilizada para termos sucesso em todas as nossas reivindicações". "Esta Conferência Nacional, resultado de um amplo e democrático processo de debates, atende a expectativa dos bancários de todo o país e aproxima ainda mais o movimento sindical da realidade cotidiana da categoria, da vida do bancário em seu local de trabalho e consolida a nossa unidade", afirma Carlos de Souza, vice-presidente da Contraf-CUT. As principais reivindicações * Reajuste salarial de 10,25%, o que significa 5% de aumento real acima da inflação projetada de 4,97%. * PLR de três salários mais R$ 4.961,25 fixos. * Piso da categoria equivalente ao salário mínimo do Dieese (R$ 2.416,38). * Plano de Cargos, Carreiras e Salários (PCCS) para todos os bancários. * Auxílio-educação para graduação e pós-graduação. * Auxílio-refeição e vale-alimentação, cada um igual ao salário mínimo nacional (R$ 622,00). * Emprego: aumentar as contratações, acabar com a rotatividade, fim das terceirizações, aprovação da Convenção 158 da OIT (que inibe demissões imotivadas) e ampliação da inclusão bancária. * Cumprimento da jornada de 6 horas para todos. * Fim das metas abusivas e combate ao assédio moral para preservar a saúde dos bancários. * Mais segurança nas agências e postos bancários. * Previdência complementar para todos os trabalhadores. * Contratação total da remuneração, o que inclui a parte variável da remuneração. * Igualdade de oportunidades. Crédito: Leandro Taques - Contraf-CUT Rede de Comunicação dos Bancários com Edição Fetrafi-RS

segunda-feira, 16 de julho de 2012

Banrisulenses debatem propostas sobre Fundação Banrisul

Plenária Nacional pautou alternativas para funcionários da ativa e assistidos A primeira Plenária Nacional sobre Fundação Banrisul foi promovida no último sábado (14), pela Fetrafi-RS e sindicatos filiados. O evento, realizado na AMRIGS, em Porto Alegre, reuniu mais de 200 funcionários da ativa e assistidos em um amplo debate sobre os problemas estruturais que atingem o Plano de Benefícios 1 e propostas de novos planos para a Fundação. O objetivo da Plenária foi divulgar os trabalhos feitos pelo GT Fundação Banrisul - fórum organizado pelo movimento sindical - e pela Comissão Paritária sobre Fundação Banrisul, integrada por representantes do banco, da FBSS, do movimento sindical e aposentados. A mesa de abertura da Plenária foi composta pelos diretores da Fetrafi-RS, Carlos Augusto Rocha e Denise Corrêa; pelo diretor de Seguridade Social da Fundação Banrisul, Fábio Alves; pelo presidente do SindBancários, Mauro Salles Machado; pelo presidente da Afaban, Olmiro Vieira de Araújo Sobrinho; pelo representante da Associação dos Funcionários do Badesul, Paulo Rogério Palma Christmann e pelo presidente do Banrisul, Túlio Zamin. De acordo com a diretora da Fetrafi-RS, Denise Corrêa, os participantes e assistidos da Fundação Banrisul devem discutir suas dúvidas e buscar esclarecimentos sobre novas possibilidades quanto aos planos de benefício para tomarem suas decisões no futuro. “Esse tema é muito importante e urgente para todos nós porque logo ali estaremos aposentados. Estamos aqui para explicar, debater, aprender, propor e avaliar de forma coletiva e participativa", afirma Denise. O presidente do SindBancários, Mauro Salles Machado, salientou que em 2012 o movimento sindical quer resolver dois grandes problemas para o funcionalismo do Banrisul. “Temos pela frente o desafio de lutar pela implementação do novo quadro de carreira, que já teve uma nova proposta apresentada pelos funcionários do banco, e o equilíbrio da Fundação, que trata do futuro dos banrisulenses”, destaca o presidente. O diretor da Fetrafi-RS, Carlos Augusto Rocha, enfatiza que a Fundação deve dar a cada um o que é seu. Ou seja, os assistidos merecem receber um benefício de acordo com suas contribuições feitas ao longo dos anos. “O mutualismo e a solidariedade foram substituídos pelo mutualismo perverso, ou seja, aqueles que ganham menos pagam a conta daqueles que recebem mais. Hoje temos a possibilidade de resolver essas questões. Nós precisamos perseguir de todas as formas a solução para os problemas da Fundação. O correto é que cada um receba futuramente aquilo que repassou ao fundo. Os interesses são nossos, exclusivamente nossos. Vamos defender ideias e propostas da maneira mais aguerrida possível e o fim do mutualismo perverso deve ser a nossa principal causa nesse momento”, enfatiza Carlos Augusto Rocha. O presidente do Banrisul, Túlio Zamin, encerrou as manifestações da mesa de abertura da Plenária Nacional afirmando que o tema Fundação está entre as prioridades do banco. “O ano de 2012 será marcado como o ano em que faremos uma importante reestruturação na Fundação Banrisul. Ao mesmo tempo em que afirmo o nosso objetivo de minimizar o impacto dessa reestruturação nas finanças do banco, tenho consciência de que ela é vital e vai incidir no ânimo de todos os funcionários”. O presidente do banco também destacou o esforço feito pela Comissão Paritária para encontrar soluções viáveis para os problemas da FBSS. “Estamos afirmando que este tema não vai para baixo do tapete. Há de nossa parte a sensibilidade e consciência de que o banco terá que aportar um recurso importante para viabilizar o equilíbrio da Fundação”, observa Zamin. O presidente da FBSS, Jorge Luiz Berzagui, diz que a diretoria da Fundação Banrisul quer garantir que a Fundação cumpra o seu papel, que é pagar benefício complementar para quem contribui. “Os problemas do Plano de Benefício 1 são estruturais, mas em função do mutualismo do plano, todos pagam pela insuficiência de recursos”, observa. O diretor de Seguridade Social da Fundação Banrisul, Fábio Alves, destaca que a FBSS é coletiva, e nessa coletividade que as soluções para os problemas devem ser debatidas. Após a mesa de abertura dos trabalhos, o assessor técnico do GT Fundação Banrisul, advogado e especialista em previdência complementar, Ricardo Só de Castro, fez uma apresentação detalhada sobre a estruturação dos planos de benefício da FBSS e propostas que estão sendo elaboradas no âmbito do GT e da Comissão Paritária, a fim de solucionar os problemas da Fundação. Em seguida, houve abertura para manifestações e questionamentos do plenário. Avaliação Os diretores da Fetrafi-RS, Carlos Augusto Rocha e Denise Corrêa, ressaltam que a Plenária Nacional cumpriu o papel de levar informações aos banrisulenses e de socializar as iniciativas do movimento sindical e demais entidades representativas dos aposentados, para encaminhar a resolução definitiva dos problemas relacionados à Fundação Banrisul. “Desde o início, propusemos um debate democrático sobre o tema, a fim de garantir que os banrisulenses pudessem manifestar suas opiniões sobre os problemas da Fundação Banrisul e suas perspectivas quanto ao futuro dos planos de benefício. A discussão não ficará restrita a este evento e vamos inclusive fazer um grande esforço para levar os debates ao interior do Estado. Os problemas da Fundação são problemas coletivos e devem ser resolvidos a partir dos interesses de todos”, finalizam. *Fetrafi-RS

quinta-feira, 12 de julho de 2012

Plenária Nacional discute rumos da Fundação Banrisul

Banrisulenses se reúnem neste sábado,14, na AMRIGS, em Porto Alegre A Fetrafi-RS convoca os banrisulenses para Plenária Nacional neste sábado, 14, a partir das 9h, na AMRIGS, Avenida Ipiranga, nº 5311. O objetivo é envolver o maior número possível de trabalhadores no debate sobre o futuro da Fundação Banrisul de Seguridade Social. Além de discutir o déficit no Plano de Benefícios 1 da Fundação, o evento vai debater com mais profundidade os novos planos e propostas do movimento sindical e da Fundação. De acordo como diretor da Fetrafi-RS e conselheiro da Fundação Banrisul, Carlos Augusto Rocha, a hora de garantir mudanças é agora. “Esta é uma luta de todos os banrisulenses. A resolução dos problemas da Fundação incide diretamente na nossa vida. Precisamos nos preocupar com a sustentação da FBSS para que no futuro os planos de benefícios possam ser mantidos sem riscos”, explica o dirigente. Já a diretora da Federação, Denise Corrêa, salienta que as propostas do movimento sindical foram construídas através de um grupo específico de trabalho sobre o tema. “O GT Fundação Banrisul conta com participantes da Fetrafi-RS, SindBancários, sindicatos do interior, Afaban e Associação dos Funcionários do Badesul, além de assessoria técnica especializada em previdência complementar. Este fórum debateu os problemas da Fundação de forma exaustiva para apresentação de propostas viáveis e coerentes às expectativas dos participantes e assistidos”, garante Denise. Os sindicalistas convocam os colegas para a Plenária e destacam que a participação no evento é fundamental para a defesa da Fundação Banrisul e para o futuro dos banrisulenses. A situação da Fundação Após longos anos de muita luta, os banrisulenses conquistaram na Campanha Salarial 2011 a instalação de uma comissão tripartite, integrada por representantes da FBSS, Banrisul, movimento sindical e aposentados para debater e buscar o equacionamento dos problemas da Fundação Banrisul. Entre as principais reivindicações dos funcionários da ativa e aposentados estão: resolução do déficit do Plano de Benefícios 1; democratização da gestão da entidade; aumento do benefício mínimo; equalização das faixas etárias e melhor tratamento aos pensionistas. *Fetrafi-RS

quarta-feira, 11 de julho de 2012

Bancários gaúchos aprovam proposta de 15% de reajuste

Plenária final da Conferência Estadual definiu eixos para a Campanha Salarial A plenária final da 14ª Conferência Estadual dos Bancários mobilizou os 497 delegados e delegadas, na manhã deste domingo,08, no Hotel Embaixador, em Porto Alegre. A principal deliberação da Conferência foi a definição da proposta de índice de reajuste de 15%. A proposta dos bancários do RS será apresentada na Conferência Nacional, que ocorre de 20 a 22 de julho, em Curitiba, quando será aprovado o índice definitivo a ser negociado junto às demais reivindicações da categoria com os banqueiros. A estratégia de negociações para a campanha salarial de 2012, aprovada por unanimidade dos votos pela Conferência prevê a mesa geral com a Fenaban e negociações de fato das questões específicas de cada banco. Os bancários deliberaram pela não renovação da cláusula de resolução de conflitos no local de trabalho e pela instalação de comissões de ética nos sindicatos, com o objetivo de analisar todos os casos de violência organizacional que ocorrem em suas bases. A Conferência também aprovou a proposta de reivindicação do fim das metas nos bancos. A maioria dos delegados da Conferência Estadual rechaçou a proposta de contratação da remuneração variável. Para os bancários, a categoria deve continuar a lutar por um salário digno, sem vinculação às metas para evitar situações que levem à sobrecarga de trabalho, assédio moral ou outras formas de violência organizacional que causem o adoecimento dos trabalhadores. Quanto ao calendário para a campanha salarial de 2012, os bancários gaúchos levarão à 14ª Conferência Nacional a proposta indicativa de greve da categoria ainda no mês de setembro. A realização de uma forte campanha nacional pelo cumprimento da jornada de trabalho também foi deliberada. As demais deliberações da Conferência serão divulgadas pela Fetrafi-RS ao longo da próxima semana. *Rede de Comunicação dos Bancários/RS