Reunião irá estruturar e organizar cronograma de atuação
O Grupo de Trabalho do Saúde Caixa no RS reúne pela primeira vez nesta sexta-feira, 04, às 9h30, na sede da Fetrafi-RS, em Porto Alegre. A Criação do GT Saúde Caixa foi proposta pelos delegados sindicais da Caixa em diversas reuniões, com o objetivo específico de estudar e elaborar propostas para melhorias no plano de saúde. As reclamações dos usuários do Saúde Caixa têm sido frequentes em todos os fóruns que reúnem empregados e empregadas da caixa.
Na avaliação do movimento sindical, a complexidade dos problemas relacionados à saúde suplementar, planos de saúde e, principalmente, ao Seguro Saúde Caixa, exige ações mais efetivas no sentido de garantir os direitos dos usuários.
Os sindicatos têm recebido inúmeras denúncias em todo o Estado sobre a falta de credenciados e a desqualificação dos serviços prestados. Este é o principal problema dos usuários do Interior, que muitas vezes são obrigados a pagar por atendimento particular em função do déficit de credenciamento médico pelo Saúde Caixa.
Durante a reunião, o GT irá definir o cronograma de atividades assim como a sua estrutura para atuação. O GT Saúde Caixa é composto por quinze integrantes que representam Fetrafi-RS; APCEF-RS; SindBancários; AGEA, as sete regionais dos sindicatos filiados à Federação e o Fórum de Delegados Sindicais da Caixa.
Comitê de Acompanhamento da Rede Credenciada do Seguro Saúde Caixa
A 5ª reunião do Comitê de Acompanhamento de Rede Credenciada do Saúde Caixa, convocada pela GIPES/PO será também será realizada nesta sexta-feira dia 04, das 14h às 16h, na Rua dos Andradas, 1234, 7º andar, no Centro de Porto Alegre.
O Comitê é o órgão institucional da Caixa, de caráter consultivo, com a finalidade de acompanhar as atividades relativas ao credenciamento e descredenciamento de profissionais e entidades prestadoras de serviços junto ao Saúde Caixa. O órgão é integrado por sete membros titulares e sete suplentes, sendo que cinco deles são empregados da Caixa indicados pelas suas entidades representativas e dois pela empresa, através do GIPES/PO.
Os indicados pelas entidades são:
Titulares:
1- Noeli Maria Serra (APCEF/RS - Aposentada)
2- Geraldo Magella Figueiredo (Porto Alegre – Empregado em licença-saúde)
3- Neivaldo Florisberto D. Giustina (Caxias do Sul - Delegado Sindical)
4- Simoni Medeiros (Pelotas – Dirigente Sindical)
5 – Regina Mariza Benincá de Farias (AGEA)
Suplentes:
1- Ricardo Adolfo Hubba (APCEF/RS)
2- Tiago Vasconcellos Pedroso (Porto Alegre)
3- Milton Gustavo Schnack (Lajeado- Delegado Sindical)
*Imprensa Fetrafi-RS
Fonte: Fetrafi-RS
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
GT do Saúde Caixa reúne nesta sexta-feira, na Fetrafi-RS
Reunião irá estruturar e organizar cronograma de atuação
O Grupo de Trabalho do Saúde Caixa no RS reúne pela primeira vez nesta sexta-feira, 04, às 9h30, na sede da Fetrafi-RS, em Porto Alegre. A Criação do GT Saúde Caixa foi proposta pelos delegados sindicais da Caixa em diversas reuniões, com o objetivo específico de estudar e elaborar propostas para melhorias no plano de saúde. As reclamações dos usuários do Saúde Caixa têm sido frequentes em todos os fóruns que reúnem empregados e empregadas da caixa.
Na avaliação do movimento sindical, a complexidade dos problemas relacionados à saúde suplementar, planos de saúde e, principalmente, ao Seguro Saúde Caixa, exige ações mais efetivas no sentido de garantir os direitos dos usuários.
Os sindicatos têm recebido inúmeras denúncias em todo o Estado sobre a falta de credenciados e a desqualificação dos serviços prestados. Este é o principal problema dos usuários do Interior, que muitas vezes são obrigados a pagar por atendimento particular em função do déficit de credenciamento médico pelo Saúde Caixa.
Durante a reunião, o GT irá definir o cronograma de atividades assim como a sua estrutura para atuação. O GT Saúde Caixa é composto por quinze integrantes que representam Fetrafi-RS; APCEF-RS; SindBancários; AGEA, as sete regionais dos sindicatos filiados à Federação e o Fórum de Delegados Sindicais da Caixa.
Comitê de Acompanhamento da Rede Credenciada do Seguro Saúde Caixa
A 5ª reunião do Comitê de Acompanhamento de Rede Credenciada do Saúde Caixa, convocada pela GIPES/PO será também será realizada nesta sexta-feira dia 04, das 14h às 16h, na Rua dos Andradas, 1234, 7º andar, no Centro de Porto Alegre.
O Comitê é o órgão institucional da Caixa, de caráter consultivo, com a finalidade de acompanhar as atividades relativas ao credenciamento e descredenciamento de profissionais e entidades prestadoras de serviços junto ao Saúde Caixa. O órgão é integrado por sete membros titulares e sete suplentes, sendo que cinco deles são empregados da Caixa indicados pelas suas entidades representativas e dois pela empresa, através do GIPES/PO.
Os indicados pelas entidades são:
Titulares:
1- Noeli Maria Serra (APCEF/RS - Aposentada)
2- Geraldo Magella Figueiredo (Porto Alegre – Empregado em licença-saúde)
3- Neivaldo Florisberto D. Giustina (Caxias do Sul - Delegado Sindical)
4- Simoni Medeiros (Pelotas – Dirigente Sindical)
5 – Regina Mariza Benincá de Farias (AGEA)
Suplentes:
1- Ricardo Adolfo Hubba (APCEF/RS)
2- Tiago Vasconcellos Pedroso (Porto Alegre)
3- Milton Gustavo Schnack (Lajeado- Delegado Sindical)
*Imprensa Fetrafi-RS
Fonte: Fetrafi-RS
O Grupo de Trabalho do Saúde Caixa no RS reúne pela primeira vez nesta sexta-feira, 04, às 9h30, na sede da Fetrafi-RS, em Porto Alegre. A Criação do GT Saúde Caixa foi proposta pelos delegados sindicais da Caixa em diversas reuniões, com o objetivo específico de estudar e elaborar propostas para melhorias no plano de saúde. As reclamações dos usuários do Saúde Caixa têm sido frequentes em todos os fóruns que reúnem empregados e empregadas da caixa.
Na avaliação do movimento sindical, a complexidade dos problemas relacionados à saúde suplementar, planos de saúde e, principalmente, ao Seguro Saúde Caixa, exige ações mais efetivas no sentido de garantir os direitos dos usuários.
Os sindicatos têm recebido inúmeras denúncias em todo o Estado sobre a falta de credenciados e a desqualificação dos serviços prestados. Este é o principal problema dos usuários do Interior, que muitas vezes são obrigados a pagar por atendimento particular em função do déficit de credenciamento médico pelo Saúde Caixa.
Durante a reunião, o GT irá definir o cronograma de atividades assim como a sua estrutura para atuação. O GT Saúde Caixa é composto por quinze integrantes que representam Fetrafi-RS; APCEF-RS; SindBancários; AGEA, as sete regionais dos sindicatos filiados à Federação e o Fórum de Delegados Sindicais da Caixa.
Comitê de Acompanhamento da Rede Credenciada do Seguro Saúde Caixa
A 5ª reunião do Comitê de Acompanhamento de Rede Credenciada do Saúde Caixa, convocada pela GIPES/PO será também será realizada nesta sexta-feira dia 04, das 14h às 16h, na Rua dos Andradas, 1234, 7º andar, no Centro de Porto Alegre.
O Comitê é o órgão institucional da Caixa, de caráter consultivo, com a finalidade de acompanhar as atividades relativas ao credenciamento e descredenciamento de profissionais e entidades prestadoras de serviços junto ao Saúde Caixa. O órgão é integrado por sete membros titulares e sete suplentes, sendo que cinco deles são empregados da Caixa indicados pelas suas entidades representativas e dois pela empresa, através do GIPES/PO.
Os indicados pelas entidades são:
Titulares:
1- Noeli Maria Serra (APCEF/RS - Aposentada)
2- Geraldo Magella Figueiredo (Porto Alegre – Empregado em licença-saúde)
3- Neivaldo Florisberto D. Giustina (Caxias do Sul - Delegado Sindical)
4- Simoni Medeiros (Pelotas – Dirigente Sindical)
5 – Regina Mariza Benincá de Farias (AGEA)
Suplentes:
1- Ricardo Adolfo Hubba (APCEF/RS)
2- Tiago Vasconcellos Pedroso (Porto Alegre)
3- Milton Gustavo Schnack (Lajeado- Delegado Sindical)
*Imprensa Fetrafi-RS
Fonte: Fetrafi-RS
quinta-feira, 27 de outubro de 2011
Zero Hora veicula direito de resposta solicitado pela Fetrafi-RS
Trechos da nota enviada ao Jornal foram publicados nesta terça, dia 25
O jornalista Paulo Sant’Ana publicou nesta terça-feira (25), parcialmente, o direito de resposta solicitado pela Fetrafi-RS. O conteúdo foi veiculado na página 47 da edição do jornal Zero Hora.
A Federação protocolou na quinta-feira, dia 20, um pedido de resposta referente ao texto publicado no dia 16 de outubro, na coluna do jornalista Paulo Sant’Ana. O referido conteúdo atacava de maneira preconceituosa e unilateral as greves dos trabalhadores dos Correios e do sistema financeiro. O colunista responsabilizou os trabalhadores pelos transtornos gerados pela paralisação nos serviços.
Mesmo publicando o direito de resposta, o colunista volta a insistir que teve de pagar juros em contas, pois os bancos estavam fechados. Porém no site do Procon há informações que orientam os clientes sobre a maneira correta de proceder devido à greve, a fim de evitar o pagamento de multas e juros. O órgão afirma que "o consumidor não pode ser responsabilizado por eventuais problemas, tampouco sofrer prejuízos financeiros decorrentes de greve".
Ao finalizar, o colunista se autodenomina “baluarte dos consumidores e usuários dos serviços em geral”, pecando pelo excesso de soberba e passando orientações equivocadas aos seus leitores, já que deveria orientá-los a procurar os seus direitos através dos órgãos competentes de apoio a cidadania, ao invés de incitar o ódio e o preconceitos às legitimas manifestações da sociedade.
A Fetrafi-RS continuará desempenhando seu papel que é a defesa e representação legal dos seus sindicatos filhados e o compromisso com os interesses dos trabalhadores e trabalhadoras em instituições financeiras.
*Imprensa Fetrafi-RS
O jornalista Paulo Sant’Ana publicou nesta terça-feira (25), parcialmente, o direito de resposta solicitado pela Fetrafi-RS. O conteúdo foi veiculado na página 47 da edição do jornal Zero Hora.
A Federação protocolou na quinta-feira, dia 20, um pedido de resposta referente ao texto publicado no dia 16 de outubro, na coluna do jornalista Paulo Sant’Ana. O referido conteúdo atacava de maneira preconceituosa e unilateral as greves dos trabalhadores dos Correios e do sistema financeiro. O colunista responsabilizou os trabalhadores pelos transtornos gerados pela paralisação nos serviços.
Mesmo publicando o direito de resposta, o colunista volta a insistir que teve de pagar juros em contas, pois os bancos estavam fechados. Porém no site do Procon há informações que orientam os clientes sobre a maneira correta de proceder devido à greve, a fim de evitar o pagamento de multas e juros. O órgão afirma que "o consumidor não pode ser responsabilizado por eventuais problemas, tampouco sofrer prejuízos financeiros decorrentes de greve".
Ao finalizar, o colunista se autodenomina “baluarte dos consumidores e usuários dos serviços em geral”, pecando pelo excesso de soberba e passando orientações equivocadas aos seus leitores, já que deveria orientá-los a procurar os seus direitos através dos órgãos competentes de apoio a cidadania, ao invés de incitar o ódio e o preconceitos às legitimas manifestações da sociedade.
A Fetrafi-RS continuará desempenhando seu papel que é a defesa e representação legal dos seus sindicatos filhados e o compromisso com os interesses dos trabalhadores e trabalhadoras em instituições financeiras.
*Imprensa Fetrafi-RS
Caixa credita PLR no dia 1º de novembro
Comando Nacional dos Bancários e direção da Caixa assinam renovação de acordo aditivo à CCT
Os empregados da Caixa Federal terão creditados no dia 1º de novembro a primeira parcela da Participação nos Lucros e Resultados, do valor adicional e a PLR Social. A data do crédito foi confirmada nesta terça 25 durante a assinatura do acordo aditivo entre os representantes dos empregados e da direção da Caixa Federal.
A PLR Social, assegurada após a forte greve nacional de 21 dias da categoria, estabelece a distribuição de 4% do lucro líquido forma linear para todos os empregados. Já a PLR (90% do salário mais R$ 1.400, com teto de R$ 7.827,29) e a parcela adicional da PLR (2% do lucro líquido distribuídos linearmente, com teto de R$ 2.800,00) seguem a regra da Fenaban.
O que será creditado no dia 1º de novembro será uma antecipação que corresponde à distribuição de 4% do lucro líquido do primeiro semestre da Caixa a título de PLR Social; a primeira parcela da PLR de 54% do salário mais R$ 840 (com teto de R$ 4.696,37), e a distribuição de 2% do lucro líquido do primeiro semestre referente à PLR adicional (teto de R$ 1.400). O restante será pago até março de 2012.
Diferenças – A Caixa Federal creditou as diferenças salariais retroativas a 1º de setembro no salário de outubro. Os acertos da cesta-alimentação, do tíquete-refeição e o crédito da 13ª cesta-alimentação (R$ 339,08) ocorrerão em novembro.
Jair Rosa - SEEB São Paulo
FONTE: Fetrafi-RS
Os empregados da Caixa Federal terão creditados no dia 1º de novembro a primeira parcela da Participação nos Lucros e Resultados, do valor adicional e a PLR Social. A data do crédito foi confirmada nesta terça 25 durante a assinatura do acordo aditivo entre os representantes dos empregados e da direção da Caixa Federal.
A PLR Social, assegurada após a forte greve nacional de 21 dias da categoria, estabelece a distribuição de 4% do lucro líquido forma linear para todos os empregados. Já a PLR (90% do salário mais R$ 1.400, com teto de R$ 7.827,29) e a parcela adicional da PLR (2% do lucro líquido distribuídos linearmente, com teto de R$ 2.800,00) seguem a regra da Fenaban.
O que será creditado no dia 1º de novembro será uma antecipação que corresponde à distribuição de 4% do lucro líquido do primeiro semestre da Caixa a título de PLR Social; a primeira parcela da PLR de 54% do salário mais R$ 840 (com teto de R$ 4.696,37), e a distribuição de 2% do lucro líquido do primeiro semestre referente à PLR adicional (teto de R$ 1.400). O restante será pago até março de 2012.
Diferenças – A Caixa Federal creditou as diferenças salariais retroativas a 1º de setembro no salário de outubro. Os acertos da cesta-alimentação, do tíquete-refeição e o crédito da 13ª cesta-alimentação (R$ 339,08) ocorrerão em novembro.
Jair Rosa - SEEB São Paulo
FONTE: Fetrafi-RS
terça-feira, 25 de outubro de 2011
Contraf-Cut assina aditivo à convenção coletiva com a Caixa nesta terça
A Contraf-CUT assina nesta terça-feira, dia 25, às 14h, em Brasília, com a Caixa Econômica Federal o acordo aditivo à Convenção Coletiva Nacional de Trabalho de 2011/2012, o chamado acordo específico. O documento prevê a manutenção da PLR Social, a valorização do piso e avanços em itens de saúde do trabalhador e no Saúde Caixa, além do reajuste de 9% em todas as verbas.
Para o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e diretor vice-presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira, trata-se de "um acordo que foi construído na mesa de negociação, com a pressão da greve dos trabalhadores da empresa, o que precisa ser valorizado".
Alguns itens da proposta específica
A principal conquista foi a manutenção da PLR Social, que distribuirá 4% do lucro líquido de forma linear para todos os empregados - além da regra básica e parcela adicional da PLR acordada com a Fenaban. Esse valor será distribuído mesmo que, somado à regra da Fenaban, seja ultrapassado o limite de 15% do lucro do banco previsto na convenção coletiva da categoria.
A proposta prevê também um novo aumento no piso dos bancários, que se daria com uma mudança na tabela do Plano de Cargos e Salários (PCS). Pela proposta, os novos concursados passariam a ingressar no banco na referência 202 e, depois de 90 dias, avançariam automaticamente para a 203.
Dessa forma, o salário após os 90 dias do contrato de experiência passaria dos atuais R$ 1.637 (valor atual da referência 202) para R$ 1.826 (referência 203 já aplicado o reajuste de 9% negociado com a Fenaban), representando assim um reajuste de 11,55% nesse piso.
Todos os empregados, que hoje ocupam a referência 202, passariam automaticamente para a 203. O mesmo vale para a carreira profissional, na qual os pisos passariam a ser a referência 802 no ingresso, com valor de R$ 7.932, e a referência 803 após 90 dias de contratação, com o valor de R$ 8.128.
Além disso, a Caixa concordou em repassar o aumento de R$ 39 na tabela do PCS, conquistado no ano passado para os bancários que estão na tabela do PCS antigo. A correção dessa injustiça é um passo importante na direção da superação das discriminações contra o pessoal que optou por permanecer no REG/Replan não-saldado.
Outro avanço importante da proposta é a contratação de cinco mil novos empregados para o banco. A redação da cláusula prevê a ampliação do quadro dos atuais 87 mil empregados para 92 mil, com compromisso assumido pela Caixa de atingir esse número até dezembro de 2012. Os outros pontos da proposta são os seguintes:
Saúde do trabalhador
Ampliação de 16 para 180 dias da garantia de manutenção de função para trabalhadores afastados por motivo de saúde. Atualmente, após 15 dias de afastamento, o gestor da unidade tem a opção de manter ou retirar a função do empregado em licença médica por até 180 dias.
Embora o pagamento do valor permaneça na complementação por até seis meses em caso de doença comum, por até dois anos para doenças graves e por tempo indeterminado se for acidente de trabalho, é comum os gestores retirarem a titularidade, o que gera redução salarial no retorno da licença. Caso a proposta seja aceita, se o trabalhador em questão voltar antes de completar 180 dias de afastamento, terá garantida a titularidade da função.
Saúde Caixa
A proposta prevê que o filho maior de 21 anos comprovadamente sem renda continue até os 24 anos no plano como dependente indireto mesmo que não esteja estudando. Além disso, o empregado poderá manter o filho no plano até os 27 anos, desde que não tenha renda e esteja estudando.
Superávit
A Caixa se compromete a discutir a destinação do superávit do Saúde Caixa para melhorias no plano, mas considera necessários mais estudos. O tema será remetido para discussão no GT Saúde Caixa, que terá autorização da empresa para uma negociação efetiva. O mesmo acontece com a criação de estruturas específicas em todos os estados para o Saúde Caixa e questões de saúde do trabalhador dentro do banco.
Auxiliares de serviços gerais
Empregados nesta carreira receberão reajuste linear de R$ 60, além do aumento negociado na Convenção Coletiva Nacional dos bancários. Com a incidência das vantagens pessoais e adicional por tempo de serviço, o valor pode chegar a R$ 106 em muitos casos.
Representante no Conselho de Administração
A Caixa aceita alterar seu estatuto para permitir que empregados que não tenham ocupado função de gestor possam concorrer ao cargo.
Crédito para calamidades
A Caixa propõe a criação de uma linha de crédito especial para os empregados, denominada "Empréstimo Calamidade". Com ela, caso um trabalhador do banco perca seus bens em uma ocorrência desse tipo (enchente ou desabamento, entre outras), o banco disponibilizará um empréstimo de até 10 salários padrão, limitada à margem consignável, para ser pago em até 60 vezes sem juros com carência de 90 dias. Para o usufruto do benefício, é necessário que o município do empregado decrete estado de calamidade pública.
CCV para ex-empregados
A proposta prevê ainda a abertura de Comissão de Conciliação Voluntária (CCV) para ex-empregados e ativos em todos os sindicatos e para qualquer assunto. Recentemente, a Caixa assinou acordo para aplicação da CCV, a título de piloto, apenas com alguns sindicatos por prazo determinado (já vencido) e somente para discutir o auxílio-alimentação. Com a aceitação da proposta serão assinados novos aditivos com todos os sindicatos que desejarem, sem as atuais limitações.
CCV específica sobre 7ª e 8ª hora
A proposta prevê que a Caixa e a Contraf/CUT se comprometem a assinar, até 60 dias após o acordo aditivo ter sido firmado, um termo aditivo estendendo a CCV para os empresados da ativa que queiram reivindicar diretos referentes à 7ª e 8ª hora dos cargos de natureza técnica.
Compensadores
A Caixa concorda em atender a reivindicação dos empregados que trabalhavam na extinta compensação de cheques de incorporação do adicional noturno, utilizando os termos do RH 151. Dessa forma, a incorporação será válida para os trabalhadores que têm no mínimo 10 anos de trabalho na função e o valor será calculado com base na media dos últimos cinco anos.
Menor taxa no consignado
Fica garantida a adoção, para os empregados da ativa, aposentados e pensionistas, da menor taxa de juros praticada pela Caixa para o empréstimo consignado.
Fonte: Contraf-CUT com Fenae Net
Para o coordenador da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa) e diretor vice-presidente da Fenae, Jair Pedro Ferreira, trata-se de "um acordo que foi construído na mesa de negociação, com a pressão da greve dos trabalhadores da empresa, o que precisa ser valorizado".
Alguns itens da proposta específica
A principal conquista foi a manutenção da PLR Social, que distribuirá 4% do lucro líquido de forma linear para todos os empregados - além da regra básica e parcela adicional da PLR acordada com a Fenaban. Esse valor será distribuído mesmo que, somado à regra da Fenaban, seja ultrapassado o limite de 15% do lucro do banco previsto na convenção coletiva da categoria.
A proposta prevê também um novo aumento no piso dos bancários, que se daria com uma mudança na tabela do Plano de Cargos e Salários (PCS). Pela proposta, os novos concursados passariam a ingressar no banco na referência 202 e, depois de 90 dias, avançariam automaticamente para a 203.
Dessa forma, o salário após os 90 dias do contrato de experiência passaria dos atuais R$ 1.637 (valor atual da referência 202) para R$ 1.826 (referência 203 já aplicado o reajuste de 9% negociado com a Fenaban), representando assim um reajuste de 11,55% nesse piso.
Todos os empregados, que hoje ocupam a referência 202, passariam automaticamente para a 203. O mesmo vale para a carreira profissional, na qual os pisos passariam a ser a referência 802 no ingresso, com valor de R$ 7.932, e a referência 803 após 90 dias de contratação, com o valor de R$ 8.128.
Além disso, a Caixa concordou em repassar o aumento de R$ 39 na tabela do PCS, conquistado no ano passado para os bancários que estão na tabela do PCS antigo. A correção dessa injustiça é um passo importante na direção da superação das discriminações contra o pessoal que optou por permanecer no REG/Replan não-saldado.
Outro avanço importante da proposta é a contratação de cinco mil novos empregados para o banco. A redação da cláusula prevê a ampliação do quadro dos atuais 87 mil empregados para 92 mil, com compromisso assumido pela Caixa de atingir esse número até dezembro de 2012. Os outros pontos da proposta são os seguintes:
Saúde do trabalhador
Ampliação de 16 para 180 dias da garantia de manutenção de função para trabalhadores afastados por motivo de saúde. Atualmente, após 15 dias de afastamento, o gestor da unidade tem a opção de manter ou retirar a função do empregado em licença médica por até 180 dias.
Embora o pagamento do valor permaneça na complementação por até seis meses em caso de doença comum, por até dois anos para doenças graves e por tempo indeterminado se for acidente de trabalho, é comum os gestores retirarem a titularidade, o que gera redução salarial no retorno da licença. Caso a proposta seja aceita, se o trabalhador em questão voltar antes de completar 180 dias de afastamento, terá garantida a titularidade da função.
Saúde Caixa
A proposta prevê que o filho maior de 21 anos comprovadamente sem renda continue até os 24 anos no plano como dependente indireto mesmo que não esteja estudando. Além disso, o empregado poderá manter o filho no plano até os 27 anos, desde que não tenha renda e esteja estudando.
Superávit
A Caixa se compromete a discutir a destinação do superávit do Saúde Caixa para melhorias no plano, mas considera necessários mais estudos. O tema será remetido para discussão no GT Saúde Caixa, que terá autorização da empresa para uma negociação efetiva. O mesmo acontece com a criação de estruturas específicas em todos os estados para o Saúde Caixa e questões de saúde do trabalhador dentro do banco.
Auxiliares de serviços gerais
Empregados nesta carreira receberão reajuste linear de R$ 60, além do aumento negociado na Convenção Coletiva Nacional dos bancários. Com a incidência das vantagens pessoais e adicional por tempo de serviço, o valor pode chegar a R$ 106 em muitos casos.
Representante no Conselho de Administração
A Caixa aceita alterar seu estatuto para permitir que empregados que não tenham ocupado função de gestor possam concorrer ao cargo.
Crédito para calamidades
A Caixa propõe a criação de uma linha de crédito especial para os empregados, denominada "Empréstimo Calamidade". Com ela, caso um trabalhador do banco perca seus bens em uma ocorrência desse tipo (enchente ou desabamento, entre outras), o banco disponibilizará um empréstimo de até 10 salários padrão, limitada à margem consignável, para ser pago em até 60 vezes sem juros com carência de 90 dias. Para o usufruto do benefício, é necessário que o município do empregado decrete estado de calamidade pública.
CCV para ex-empregados
A proposta prevê ainda a abertura de Comissão de Conciliação Voluntária (CCV) para ex-empregados e ativos em todos os sindicatos e para qualquer assunto. Recentemente, a Caixa assinou acordo para aplicação da CCV, a título de piloto, apenas com alguns sindicatos por prazo determinado (já vencido) e somente para discutir o auxílio-alimentação. Com a aceitação da proposta serão assinados novos aditivos com todos os sindicatos que desejarem, sem as atuais limitações.
CCV específica sobre 7ª e 8ª hora
A proposta prevê que a Caixa e a Contraf/CUT se comprometem a assinar, até 60 dias após o acordo aditivo ter sido firmado, um termo aditivo estendendo a CCV para os empresados da ativa que queiram reivindicar diretos referentes à 7ª e 8ª hora dos cargos de natureza técnica.
Compensadores
A Caixa concorda em atender a reivindicação dos empregados que trabalhavam na extinta compensação de cheques de incorporação do adicional noturno, utilizando os termos do RH 151. Dessa forma, a incorporação será válida para os trabalhadores que têm no mínimo 10 anos de trabalho na função e o valor será calculado com base na media dos últimos cinco anos.
Menor taxa no consignado
Fica garantida a adoção, para os empregados da ativa, aposentados e pensionistas, da menor taxa de juros praticada pela Caixa para o empréstimo consignado.
Fonte: Contraf-CUT com Fenae Net
Entidades sindicais assinam Acordo Coletivo e Acordo da PLR com Banco do Brasil
PLR já foi creditada neste dia 24
A Contraf-CUT, federações e sindicatos assinaram com o Banco do Brasil na manhã desta segunda-feira, dia 24, em Brasília, o acordo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). O acordo inclui as conquistas da categoria com aumento real, valorização do piso com reflexo no plano de carreira, avanço na carreira de mérito, além de benefícios nas áreas sociais e de saúde e manutenção da cláusula de trava de descomissionamentos, entre outros itens.
Também foi assinado o acordo específico de participação nos lucros. Em relação aos 1º semestre de 2010, os valores individuais distribuídos nesta PLR serão maiores, com variações da ordem de 9,9% a 13,1%. A Participação nos Lucros e Resultados (PLR) será paga ainda nesta segunda-feira (24), informou o banco.
"Queremos agradecer aos sindicatos e bancários que participaram de todo o processo de mobilização. As nossas três semanas de greve mostraram toda a força da nossa unidade, o que resultou em importantes avanços para o conjunto do funcionalismo", ressalta Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
Além dos avanços nas cláusulas econômicas, os dirigentes sindicais lembraram a importância das melhorias das condições de trabalho, a exemplo das cláusulas que proíbem o transporte de valores por bancários e o ranqueamento dos funcionários, do acordo global.
Os representantes do BB também se comprometeram a continuar discutindo as reivindicações dos trabalhadores nas mesas temáticas e nas negociações permanentes.
O acordo assinado com o BB mantém a mesma regra dos anos anteriores para a PLR, modelo considerado o melhor da categoria. A regra prevê distribuição anual, dividida em dois semestres distintos, de 90% do salário paradigma (E-6, E-6 + comissão de caixa e VR´s), sendo 45% em cada semestre; 4% do lucro líquido distribuídos de forma linear, valor fixo com parâmetro no valor definido para a categoria e mais o módulo bônus para os comissionados.
De acordo com cálculos da Contraf-CUT, neste semestre o número de funcionários que receberá participação dos lucros é superior em cerca de 7 mil ao mesmo período de 2010. Os valores básicos que deverão ser recebidos pelos bancários nesta segunda são os seguintes:
- Escriturário - R$ 3.571,46 (13,1% maior do que o 1º semestre de 2010),
- Caixas, Atendentes e Auxiliares - R$ 3.912,16 (12,5% maior do que o 1º semestre de 2010),
- Demais Comissionados - de 1,62 a 3,0 salários paradigmas (em média 9,9% maior do que o 1º semestre de 2010).
Os representantes dos bancários cobraram ainda a antecipação do pagamento das diferenças pela aplicação do reajuste nos salários, tíquetes-refeição e cesta-alimentação, relativas aos meses de setembro e outubro. O banco disse que irá avaliar a possibilidade.
De acordo com a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria, assinada com a Fenaban na última sexta-feira (21), as diferenças deverão ser pagas até a folha de pagamento do mês de novembro. Com a CCT e o Acordo Aditivo os bancários conquistaram reajuste salarial de 9% (aumento real de 1,5%), valorização do piso 10%, que passa para R$ 1.760 (aumento real de 2,43%), corrigindo todo o PCR.
*Contraf-CUT, com Seeb DF
A Contraf-CUT, federações e sindicatos assinaram com o Banco do Brasil na manhã desta segunda-feira, dia 24, em Brasília, o acordo aditivo à Convenção Coletiva de Trabalho (CCT). O acordo inclui as conquistas da categoria com aumento real, valorização do piso com reflexo no plano de carreira, avanço na carreira de mérito, além de benefícios nas áreas sociais e de saúde e manutenção da cláusula de trava de descomissionamentos, entre outros itens.
Também foi assinado o acordo específico de participação nos lucros. Em relação aos 1º semestre de 2010, os valores individuais distribuídos nesta PLR serão maiores, com variações da ordem de 9,9% a 13,1%. A Participação nos Lucros e Resultados (PLR) será paga ainda nesta segunda-feira (24), informou o banco.
"Queremos agradecer aos sindicatos e bancários que participaram de todo o processo de mobilização. As nossas três semanas de greve mostraram toda a força da nossa unidade, o que resultou em importantes avanços para o conjunto do funcionalismo", ressalta Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
Além dos avanços nas cláusulas econômicas, os dirigentes sindicais lembraram a importância das melhorias das condições de trabalho, a exemplo das cláusulas que proíbem o transporte de valores por bancários e o ranqueamento dos funcionários, do acordo global.
Os representantes do BB também se comprometeram a continuar discutindo as reivindicações dos trabalhadores nas mesas temáticas e nas negociações permanentes.
O acordo assinado com o BB mantém a mesma regra dos anos anteriores para a PLR, modelo considerado o melhor da categoria. A regra prevê distribuição anual, dividida em dois semestres distintos, de 90% do salário paradigma (E-6, E-6 + comissão de caixa e VR´s), sendo 45% em cada semestre; 4% do lucro líquido distribuídos de forma linear, valor fixo com parâmetro no valor definido para a categoria e mais o módulo bônus para os comissionados.
De acordo com cálculos da Contraf-CUT, neste semestre o número de funcionários que receberá participação dos lucros é superior em cerca de 7 mil ao mesmo período de 2010. Os valores básicos que deverão ser recebidos pelos bancários nesta segunda são os seguintes:
- Escriturário - R$ 3.571,46 (13,1% maior do que o 1º semestre de 2010),
- Caixas, Atendentes e Auxiliares - R$ 3.912,16 (12,5% maior do que o 1º semestre de 2010),
- Demais Comissionados - de 1,62 a 3,0 salários paradigmas (em média 9,9% maior do que o 1º semestre de 2010).
Os representantes dos bancários cobraram ainda a antecipação do pagamento das diferenças pela aplicação do reajuste nos salários, tíquetes-refeição e cesta-alimentação, relativas aos meses de setembro e outubro. O banco disse que irá avaliar a possibilidade.
De acordo com a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) da categoria, assinada com a Fenaban na última sexta-feira (21), as diferenças deverão ser pagas até a folha de pagamento do mês de novembro. Com a CCT e o Acordo Aditivo os bancários conquistaram reajuste salarial de 9% (aumento real de 1,5%), valorização do piso 10%, que passa para R$ 1.760 (aumento real de 2,43%), corrigindo todo o PCR.
*Contraf-CUT, com Seeb DF
quinta-feira, 20 de outubro de 2011
Contraf/CUT assina Convenção Coletiva nesta sexta
Pagamento da PLR ocorre até dez dias após assinatura
A Contraf-CUT, federações e sindicatos assinam nesta sexta-feira, dia 21, às 14 horas, a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) de 2011/12 com a Fenaban, em São Paulo. O instrumento, válido para funcionários de bancos públicos e privados em todo país, é resultado da unidade nacional da categoria, da força da mobilização, cujo ponto forte foi a greve de 21 dias que paralisou 9.254 agências e vários centros administrativos nos 26 estados e no Distrito Federal, e da capacidade de negociação do Comando Nacional dos Bancários.
Com a assinatura, os bancos terão prazo de até 10 dias, isto é, até o próximo dia 31 para o pagamento da antecipação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), que prevê o crédito para cada funcionário de 54% do salário mais o valor fixo de R$ 840,00, imitado a R$ 4.696,37, e ainda a distribuição de 2% do lucro líquido do primeiro semestre deste ano de forma linear com teto de R$ 1.400,00.
Já as diferenças pela aplicação do reajuste nos salários, nos tíquetes-refeição e na cesta-alimentação, relativas aos meses de setembro e outubro, deverão ser pagas até a folha de pagamento do mês de novembro.
A convenção coletiva garante reajuste salarial de 9% (aumento real de 1,5%), valorização do piso da categoria em 12%, que passa para R$ 1.400 (aumento real de 4,3%) e PLR maior, com aumento da parcela fixa da regra básica para R$ 1.400 (reajuste de 27,2%) e do teto da parcela adicional para R$ 2.800 (reajuste de 16,7%).
Além disso, os bancários conquistaram avanços sociais. Uma nova cláusula proíbe a divulgação de rankings individuais dos funcionários, como forma de frear a cobrança das metas abusivas, combatendo o assédio moral. Outra cláusula obriga os bancos a coibir o transporte de numerário por bancários, que deve ser realizado conforme a lei federal nº 7.102/83, através de vigilantes.
Os dias de greve não serão descontados, mas serão compensados após a assinatura da convenção coletiva em até duas horas por dia, de segunda a sexta-feira, exceto feriados, até o dia 15 de dezembro.
"A nova convenção coletiva coroa mais uma campanha vitoriosa dos bancários. Enfrentamos um cenário econômico e político adverso. Derrotamos a visão equivocada de setores do governo e do empresariado de que salário gera inflação. E garantimos a continuidade do modelo de valorização do trabalho, como forma de fortalecer o desenvolvimento econômico com distribuição de renda", avalia Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
"Conquistamos aumento real pelo oitavo ano consecutivo, valorização do piso, maior participação nos lucros e avanços nas condições de trabalho e segurança, sem interferência de atores externos", destaca. "Foi também uma importante vitória para a classe trabalhadora, pois o resultado da campanha dos bancários vai servir de parâmetro para outras categoriais", aponta Cordeiro.
Para o presidente da Contraf-CUT, "a assinatura concretiza as conquistas da maior greve dos bancários nos últimos 20 anos e significa mais um passo firme na luta dos trabalhadores por emprego decente".
*Contraf/CUT
Fonte: Fetrafi-RS
A Contraf-CUT, federações e sindicatos assinam nesta sexta-feira, dia 21, às 14 horas, a Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) de 2011/12 com a Fenaban, em São Paulo. O instrumento, válido para funcionários de bancos públicos e privados em todo país, é resultado da unidade nacional da categoria, da força da mobilização, cujo ponto forte foi a greve de 21 dias que paralisou 9.254 agências e vários centros administrativos nos 26 estados e no Distrito Federal, e da capacidade de negociação do Comando Nacional dos Bancários.
Com a assinatura, os bancos terão prazo de até 10 dias, isto é, até o próximo dia 31 para o pagamento da antecipação da Participação nos Lucros e Resultados (PLR), que prevê o crédito para cada funcionário de 54% do salário mais o valor fixo de R$ 840,00, imitado a R$ 4.696,37, e ainda a distribuição de 2% do lucro líquido do primeiro semestre deste ano de forma linear com teto de R$ 1.400,00.
Já as diferenças pela aplicação do reajuste nos salários, nos tíquetes-refeição e na cesta-alimentação, relativas aos meses de setembro e outubro, deverão ser pagas até a folha de pagamento do mês de novembro.
A convenção coletiva garante reajuste salarial de 9% (aumento real de 1,5%), valorização do piso da categoria em 12%, que passa para R$ 1.400 (aumento real de 4,3%) e PLR maior, com aumento da parcela fixa da regra básica para R$ 1.400 (reajuste de 27,2%) e do teto da parcela adicional para R$ 2.800 (reajuste de 16,7%).
Além disso, os bancários conquistaram avanços sociais. Uma nova cláusula proíbe a divulgação de rankings individuais dos funcionários, como forma de frear a cobrança das metas abusivas, combatendo o assédio moral. Outra cláusula obriga os bancos a coibir o transporte de numerário por bancários, que deve ser realizado conforme a lei federal nº 7.102/83, através de vigilantes.
Os dias de greve não serão descontados, mas serão compensados após a assinatura da convenção coletiva em até duas horas por dia, de segunda a sexta-feira, exceto feriados, até o dia 15 de dezembro.
"A nova convenção coletiva coroa mais uma campanha vitoriosa dos bancários. Enfrentamos um cenário econômico e político adverso. Derrotamos a visão equivocada de setores do governo e do empresariado de que salário gera inflação. E garantimos a continuidade do modelo de valorização do trabalho, como forma de fortalecer o desenvolvimento econômico com distribuição de renda", avalia Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
"Conquistamos aumento real pelo oitavo ano consecutivo, valorização do piso, maior participação nos lucros e avanços nas condições de trabalho e segurança, sem interferência de atores externos", destaca. "Foi também uma importante vitória para a classe trabalhadora, pois o resultado da campanha dos bancários vai servir de parâmetro para outras categoriais", aponta Cordeiro.
Para o presidente da Contraf-CUT, "a assinatura concretiza as conquistas da maior greve dos bancários nos últimos 20 anos e significa mais um passo firme na luta dos trabalhadores por emprego decente".
*Contraf/CUT
Fonte: Fetrafi-RS
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
Banrisul chama negociação para esta sexta-feira
Rodada específica foi agendada para às 10h, na Direção Geral do Banco
A pressão dos banrisulenses pela reabertura do processo de negociação específica atingiu o objetivo. A direção do Banco enviou comunicado à Fetrafi-RS na tarde desta quinta-feira, agendando uma nova rodada de negociação para sexta-feira, dia 14, às 10h, na matriz da instituição, em Porto Alegre.
Desde a quinta-feira, dia 06, o banco se manteve em silêncio. O impasse nas negociações iniciou quando a comissão de negociação do Banrisul não quis sequer discutir a contraproposta apresentada pelos funcionários. A posição do banco gerou grande indignação no quadro de funcionários, que ampliou a adesão à greve.
Os banrisulenses passaram a fazer protestos diários em frente à Direção Geral, que culminaram com a realização de uma passeata até o Palácio Piratini, na última terça-feira, dia 11. Na ocasião, uma comissão do Comando Nacional dos Banrisulenses foi recebida pelo chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, que se comprometeu de interceder junto à direção do Banrisul pela retomada das negociações específicas.
Greve massiva
Segundo o levantamento efetuado pela Fetrafi-RS a greve atingiu mais de 83% da rede de atendimento do Banrisul, caracterizando o maior movimento dos últimos 20 anos. Nesta quinta-feira, 333 unidades do Banco estão em greve.
Confira os principais pontos da contraproposta apresentada pelos banrisulenses à direção do Banco:
- Reajuste de 12% linear para todas as letras e todos os quadros;
- 12% na cesta-alimentação e tíquete;
- Melhoria na PLR além do patamar acordado com a Fenaban;
- Exclusão do GMB da Remuneração Variável 2 (RV2);
- Criação de Faixa para Pagamento da RV2;
- Manutenção do modelo atual da RV3 (mínimo de R$ 355,00);
-Ratificação da gratificação fixa para ONs de R$ R$ 300,00;
-Gratificação de Caixa de R$ 805,00;
- Definição de prazos para soluções ergonômicas no banco;
- Abono total dos dias parados da greve.
Veja a proposta apresentada no dia 05/10 pelo Banco:
- Reajuste geral (segue Fenaban);
- Reajuste de 12% para o piso salarial (sobe para R$1.400,00);
- Aumento no abono e gratificação dos caixas para R$ 600,00 (acréscimo de 17,87%);
- Criar a gratificação de Operador de Negócios no valor de R$ 300,00 mensais;
- Remuneração Variável 3 (RV3): pagamento com desempenho mínimo de 85% da meta de captação;
Obs.: O Banco garante para os próximos dois semestres o pagamento de R$ 100,00 para os Operadores de Negócios que não atingirem o mínimo de 85% da meta de captação.
- Remuneração Variável 2 (RV2): aumento no percentual a ser distribuído de 1,25% para 1,30% (equivalente ao acréscimo de R$ 2 milhões);
- Cadastramento de todos os empregados que atuam na Plataforma de Serviços das agências para o recebimento da RV2;
- PLR: antecipação do pagamento da PLR, regra básica e específica, em parcela única, com base nos números apurados até agosto de 2011, 10 dias após o fechamento do acordo salarial;
- Cesta-alimentação: estender aos empregados afastados por motivo de doença o pagamento da cesta alimentação para mais seis meses (total de 12 meses);
- Descontos dos dias parados: compensação até o mês de fevereiro de 2012.
- Ampliar de 35% para 40% o custeamento de despesas com educação dos funcionários em cursos de graduação, mestrado e doutorado, limitado a R$ 3 mil por semestre, em áreas fins;
- Divulgar o pagamento das promoções até fins de março e efetuar o pagamento até fins de abril.
*Imprensa Fetrafi-RS
A pressão dos banrisulenses pela reabertura do processo de negociação específica atingiu o objetivo. A direção do Banco enviou comunicado à Fetrafi-RS na tarde desta quinta-feira, agendando uma nova rodada de negociação para sexta-feira, dia 14, às 10h, na matriz da instituição, em Porto Alegre.
Desde a quinta-feira, dia 06, o banco se manteve em silêncio. O impasse nas negociações iniciou quando a comissão de negociação do Banrisul não quis sequer discutir a contraproposta apresentada pelos funcionários. A posição do banco gerou grande indignação no quadro de funcionários, que ampliou a adesão à greve.
Os banrisulenses passaram a fazer protestos diários em frente à Direção Geral, que culminaram com a realização de uma passeata até o Palácio Piratini, na última terça-feira, dia 11. Na ocasião, uma comissão do Comando Nacional dos Banrisulenses foi recebida pelo chefe da Casa Civil, Carlos Pestana, que se comprometeu de interceder junto à direção do Banrisul pela retomada das negociações específicas.
Greve massiva
Segundo o levantamento efetuado pela Fetrafi-RS a greve atingiu mais de 83% da rede de atendimento do Banrisul, caracterizando o maior movimento dos últimos 20 anos. Nesta quinta-feira, 333 unidades do Banco estão em greve.
Confira os principais pontos da contraproposta apresentada pelos banrisulenses à direção do Banco:
- Reajuste de 12% linear para todas as letras e todos os quadros;
- 12% na cesta-alimentação e tíquete;
- Melhoria na PLR além do patamar acordado com a Fenaban;
- Exclusão do GMB da Remuneração Variável 2 (RV2);
- Criação de Faixa para Pagamento da RV2;
- Manutenção do modelo atual da RV3 (mínimo de R$ 355,00);
-Ratificação da gratificação fixa para ONs de R$ R$ 300,00;
-Gratificação de Caixa de R$ 805,00;
- Definição de prazos para soluções ergonômicas no banco;
- Abono total dos dias parados da greve.
Veja a proposta apresentada no dia 05/10 pelo Banco:
- Reajuste geral (segue Fenaban);
- Reajuste de 12% para o piso salarial (sobe para R$1.400,00);
- Aumento no abono e gratificação dos caixas para R$ 600,00 (acréscimo de 17,87%);
- Criar a gratificação de Operador de Negócios no valor de R$ 300,00 mensais;
- Remuneração Variável 3 (RV3): pagamento com desempenho mínimo de 85% da meta de captação;
Obs.: O Banco garante para os próximos dois semestres o pagamento de R$ 100,00 para os Operadores de Negócios que não atingirem o mínimo de 85% da meta de captação.
- Remuneração Variável 2 (RV2): aumento no percentual a ser distribuído de 1,25% para 1,30% (equivalente ao acréscimo de R$ 2 milhões);
- Cadastramento de todos os empregados que atuam na Plataforma de Serviços das agências para o recebimento da RV2;
- PLR: antecipação do pagamento da PLR, regra básica e específica, em parcela única, com base nos números apurados até agosto de 2011, 10 dias após o fechamento do acordo salarial;
- Cesta-alimentação: estender aos empregados afastados por motivo de doença o pagamento da cesta alimentação para mais seis meses (total de 12 meses);
- Descontos dos dias parados: compensação até o mês de fevereiro de 2012.
- Ampliar de 35% para 40% o custeamento de despesas com educação dos funcionários em cursos de graduação, mestrado e doutorado, limitado a R$ 3 mil por semestre, em áreas fins;
- Divulgar o pagamento das promoções até fins de março e efetuar o pagamento até fins de abril.
*Imprensa Fetrafi-RS
Comando Nacional volta a negociar com a Fenaban nesta quinta
CEE Caixa e Comissão de Empresa do BB também reúnem em São Paulo
As negociações da Campanha Salarial 2011 finalmente serão retomadas. A Fenaban chamou o Comando Nacional para uma nova rodada nesta quinta-feira, 13, às 16h, em São Paulo.
Após 16 dias de greve nacional, a Fenaban rompeu nesta quarta-feira (12) o silêncio e decidiu retomar as negociações com o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, marcando nova rodada para esta quinta. O agendamento ocorre um dia depois da reunião do Comando Nacional, em São Paulo, que decidiu fortalecer e ampliar ainda mais as paralisações.
"Foi a força da greve, que paralisa mais de 9 mil agências de bancos públicos e privados em todos os 26 estados e no Distrito Federal, que reabriu finalmente o diálogo e agora esperamos que os bancos venham para a mesa de negociações com uma proposta decente que atenda as justas reivindicações da categoria", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
A greve, que já é a maior da categoria nos últimos 20 anos, foi deflagrada no dia 27 de setembro, depois que as assembleias dos sindicatos rejeitaram a proposta de reajuste de 8% feita pela Fenaban na quinta rodada de negociações, o que significa apenas 0,56% de aumento real.
Os bancários reivindicam reajuste de 12,8% (aumento real de 5% mais inflação do período), valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais contratações, extinção da rotatividade, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, segurança contra assaltos e sequestros, igualdade de oportunidades, melhoria do atendimento dos clientes e inclusão bancária sem precarização, dentre outros itens.
"Com os lucros acima de R$ 27,4 bilhões obtidos somente no primeiro semestre, os bancos têm plenas condições de trazer uma nova proposta com conquistas econômicas e sociais para os bancários, além de prestar melhores serviços para os clientes e a sociedade brasileira, contribuindo para o desenvolvimento com geração de empregos e distribuição de renda", ressalta o presidente da Contraf-CUT.
Reunião do Comando Nacional
Os integrantes do Comando Nacional se reúnem antes da negociação nesta quinta-feira, às 15 horas, nas dependências do Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo.
*Contraf/CUT com edição da Fetrafi-RS
FONTE: Fetrafi-RS
As negociações da Campanha Salarial 2011 finalmente serão retomadas. A Fenaban chamou o Comando Nacional para uma nova rodada nesta quinta-feira, 13, às 16h, em São Paulo.
Após 16 dias de greve nacional, a Fenaban rompeu nesta quarta-feira (12) o silêncio e decidiu retomar as negociações com o Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, marcando nova rodada para esta quinta. O agendamento ocorre um dia depois da reunião do Comando Nacional, em São Paulo, que decidiu fortalecer e ampliar ainda mais as paralisações.
"Foi a força da greve, que paralisa mais de 9 mil agências de bancos públicos e privados em todos os 26 estados e no Distrito Federal, que reabriu finalmente o diálogo e agora esperamos que os bancos venham para a mesa de negociações com uma proposta decente que atenda as justas reivindicações da categoria", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
A greve, que já é a maior da categoria nos últimos 20 anos, foi deflagrada no dia 27 de setembro, depois que as assembleias dos sindicatos rejeitaram a proposta de reajuste de 8% feita pela Fenaban na quinta rodada de negociações, o que significa apenas 0,56% de aumento real.
Os bancários reivindicam reajuste de 12,8% (aumento real de 5% mais inflação do período), valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais contratações, extinção da rotatividade, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, segurança contra assaltos e sequestros, igualdade de oportunidades, melhoria do atendimento dos clientes e inclusão bancária sem precarização, dentre outros itens.
"Com os lucros acima de R$ 27,4 bilhões obtidos somente no primeiro semestre, os bancos têm plenas condições de trazer uma nova proposta com conquistas econômicas e sociais para os bancários, além de prestar melhores serviços para os clientes e a sociedade brasileira, contribuindo para o desenvolvimento com geração de empregos e distribuição de renda", ressalta o presidente da Contraf-CUT.
Reunião do Comando Nacional
Os integrantes do Comando Nacional se reúnem antes da negociação nesta quinta-feira, às 15 horas, nas dependências do Hotel Maksoud Plaza, em São Paulo.
*Contraf/CUT com edição da Fetrafi-RS
FONTE: Fetrafi-RS
Banrisulenses protestam e exigem retomada de negociações
Passeata reuniu mais de mil bancários em Porto Alegre
Os banrisulenses mostraram mais uma vez que não estão brincando nesta campanha salarial. No fim da manhã desta terça-feira, dia 11, mais de mil funcionários em greve fizeram um protesto em frente à Direção Geral do Banco, na Rua Caldas Júnior e depois seguiram em caminhada até o Palácio Piratini. A manifestação teve até ginástica laboral.
Ao longo do caminho, os bancários reafirmaram que o Banrisul vai parar totalmente. Segundo os números oficiais da greve, apurados pela Fetrafi-RS até às 12h de hoje, 324 unidades do Banrisul estão em greve nesta terça-feira, atingindo 81,2% da rede de atendimento do Banco.
Além de exigir o retorno imediato das negociações específicas com a direção do Banrisul, os bancários criticaram o silêncio da Fenaban e das direções do Banco do Brasil e da Caixa, que ignoram a campanha salarial dos bancários, obrigando os trabalhadores a ampliar a greve a cada dia.
Ao longo do trajeto até o Piratini os bancários chamaram a atenção da população que transitava pelo centro da Capital. Munidos de cartazes, faixas, narizes de palhaço, pirulitos e apitos, a multidão deixou claro que as instituições financeiras não vão acabar com a greve no cansaço.
“Queremos a nossa parte nesse bolo que vem crescendo a cada ano. Os bancários estão na rua para exigir uma solução negociada para a campanha salarial. Não tem história, é greve até a vitória”, enfatizou o diretor da Fetrafi-RS, Juberlei Baes Bacelo.
Já o presidente do SindBancários, Mauro Salles Machado, disse que o Banrisul vai ter que "abrir a mão". “Nosso objetivo é resgatar o processo de diálogo com o Banrisul. Faremos um apelo ao governo do Estado, para que pressione a direção do Banco pela retomada das negociações”, enfatizou o presidente do SindBancários.
Recepção no Piratini
Após permanecer em vigília em frente ao Piratini até às 13h30, uma comissão do Comando Nacional dos Banrisulenses foi recebida pelo chefe da Casa Civil, Carlos Pestana. Durante a audiência, os sindicalistas fizeram um breve relato sobre as negociações específicas com o Banrisul, até o impasse gerado pelo Banco na última quinta-feira, dia 06. Na ocasião, a comissão de negociação não aceitou discutir a contraproposta encaminhada pelos funcionários, gerando um grande descontentamento entre os banrisulenses.
O chefe da Casa Civil também recebeu da diretora da Fetrafi-RS, Denise Corrêa e do presidente do SindBancários, Mauro Salles, o ofício encaminhado pela entidade ao Governo do Estado, solicitando a intervenção do governador para a retomada das negociações. Pestana garantiu aos bancários, que irá interceder junto à Direção do Banrisul, pela reabertura do processo de negociação específica. “A direção do Banrisul disse que tem disposição para negociar”, observou o chefe da Casa Civil.
Os representantes do Comando reafirmaram que a solução da greve está nas mãos da diretoria do Banrisul.
*Imprensa Fetrafi-RS
Os banrisulenses mostraram mais uma vez que não estão brincando nesta campanha salarial. No fim da manhã desta terça-feira, dia 11, mais de mil funcionários em greve fizeram um protesto em frente à Direção Geral do Banco, na Rua Caldas Júnior e depois seguiram em caminhada até o Palácio Piratini. A manifestação teve até ginástica laboral.
Ao longo do caminho, os bancários reafirmaram que o Banrisul vai parar totalmente. Segundo os números oficiais da greve, apurados pela Fetrafi-RS até às 12h de hoje, 324 unidades do Banrisul estão em greve nesta terça-feira, atingindo 81,2% da rede de atendimento do Banco.
Além de exigir o retorno imediato das negociações específicas com a direção do Banrisul, os bancários criticaram o silêncio da Fenaban e das direções do Banco do Brasil e da Caixa, que ignoram a campanha salarial dos bancários, obrigando os trabalhadores a ampliar a greve a cada dia.
Ao longo do trajeto até o Piratini os bancários chamaram a atenção da população que transitava pelo centro da Capital. Munidos de cartazes, faixas, narizes de palhaço, pirulitos e apitos, a multidão deixou claro que as instituições financeiras não vão acabar com a greve no cansaço.
“Queremos a nossa parte nesse bolo que vem crescendo a cada ano. Os bancários estão na rua para exigir uma solução negociada para a campanha salarial. Não tem história, é greve até a vitória”, enfatizou o diretor da Fetrafi-RS, Juberlei Baes Bacelo.
Já o presidente do SindBancários, Mauro Salles Machado, disse que o Banrisul vai ter que "abrir a mão". “Nosso objetivo é resgatar o processo de diálogo com o Banrisul. Faremos um apelo ao governo do Estado, para que pressione a direção do Banco pela retomada das negociações”, enfatizou o presidente do SindBancários.
Recepção no Piratini
Após permanecer em vigília em frente ao Piratini até às 13h30, uma comissão do Comando Nacional dos Banrisulenses foi recebida pelo chefe da Casa Civil, Carlos Pestana. Durante a audiência, os sindicalistas fizeram um breve relato sobre as negociações específicas com o Banrisul, até o impasse gerado pelo Banco na última quinta-feira, dia 06. Na ocasião, a comissão de negociação não aceitou discutir a contraproposta encaminhada pelos funcionários, gerando um grande descontentamento entre os banrisulenses.
O chefe da Casa Civil também recebeu da diretora da Fetrafi-RS, Denise Corrêa e do presidente do SindBancários, Mauro Salles, o ofício encaminhado pela entidade ao Governo do Estado, solicitando a intervenção do governador para a retomada das negociações. Pestana garantiu aos bancários, que irá interceder junto à Direção do Banrisul, pela reabertura do processo de negociação específica. “A direção do Banrisul disse que tem disposição para negociar”, observou o chefe da Casa Civil.
Os representantes do Comando reafirmaram que a solução da greve está nas mãos da diretoria do Banrisul.
*Imprensa Fetrafi-RS
terça-feira, 11 de outubro de 2011
Comando Nacional se reúne nesta terça, dia 11, para avaliar greve
Reunião ocorre na sede da Contraf/CUT, em SP
O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, se reúne nesta terça-feira, dia 11, às 10 horas, em São Paulo, para avaliar o movimento e ampliar ainda mais a greve, diante do silêncio da Fenaban em retomar as negociações e apresentar uma proposta decente para a categoria. A reunião será realizada na sede da Contraf-CUT (Rua Líbero Badaró, 158 - 1º andar), no centro da capital paulista.
A greve começou no dia 27 de setembro e completa 14 dias nesta segunda-feira, dia 10, paralisando bancos públicos e privados em todos os 26 estados e no Distrito Federal. Na última sexta-feira, dia 7, o movimento parou 8.951 agências e vários centros administrativos, segundo balanço da Contraf-CUT, a partir dos dados enviados pelos sindicatos de todo país.
"Vamos avaliar a força da greve, a maior dos últimos 20 anos, e procurar intensificar ainda mais as paralisações, a fim de quebrar a intransigência dos bancos públicos e privados. Nós apostamos no diálogo e na negociação para resolver o impasse", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
"Os bancos lucraram mais de R$ 27,4 bilhões somente no primeiro semestre deste ano e, por isso, eles têm plenas condições de fazer uma proposta que seja capaz de atender as justas reivindicações dos bancários", ressalta.
A paralisação começou após as assembleias dos sindicatos rejeitarem a proposta de reajuste salarial de 8%, que representa apenas 0,56% de aumento real.
A categoria reivindica reajuste de 12,8% (5% de aumento real mais a inflação do período), valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais contratações, fim da rotatividade, combate ao assédio moral, fim das metas abusivas, mais segurança, igualdade de oportunidades e melhoria do atendimento aos clientes.
"Queremos emprego decente", reitera o presidente da Contraf-CUT.
*Contraf/CUT
Fonte: Fetrafi-RS
O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, se reúne nesta terça-feira, dia 11, às 10 horas, em São Paulo, para avaliar o movimento e ampliar ainda mais a greve, diante do silêncio da Fenaban em retomar as negociações e apresentar uma proposta decente para a categoria. A reunião será realizada na sede da Contraf-CUT (Rua Líbero Badaró, 158 - 1º andar), no centro da capital paulista.
A greve começou no dia 27 de setembro e completa 14 dias nesta segunda-feira, dia 10, paralisando bancos públicos e privados em todos os 26 estados e no Distrito Federal. Na última sexta-feira, dia 7, o movimento parou 8.951 agências e vários centros administrativos, segundo balanço da Contraf-CUT, a partir dos dados enviados pelos sindicatos de todo país.
"Vamos avaliar a força da greve, a maior dos últimos 20 anos, e procurar intensificar ainda mais as paralisações, a fim de quebrar a intransigência dos bancos públicos e privados. Nós apostamos no diálogo e na negociação para resolver o impasse", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional.
"Os bancos lucraram mais de R$ 27,4 bilhões somente no primeiro semestre deste ano e, por isso, eles têm plenas condições de fazer uma proposta que seja capaz de atender as justas reivindicações dos bancários", ressalta.
A paralisação começou após as assembleias dos sindicatos rejeitarem a proposta de reajuste salarial de 8%, que representa apenas 0,56% de aumento real.
A categoria reivindica reajuste de 12,8% (5% de aumento real mais a inflação do período), valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais contratações, fim da rotatividade, combate ao assédio moral, fim das metas abusivas, mais segurança, igualdade de oportunidades e melhoria do atendimento aos clientes.
"Queremos emprego decente", reitera o presidente da Contraf-CUT.
*Contraf/CUT
Fonte: Fetrafi-RS
segunda-feira, 10 de outubro de 2011
Fetrafi-RS divulga Nota Oficial sobre a greve no Banrisul
Federação reitera disposição dos Bancários para negociar
NOTA OFICIAL
A Fetrafi-RS manifesta o seu descontentamento diante da atitude da Direção do Banrisul, que dissolveu sua comissão de negociação interrompendo o processo de discussão específica da Campanha Salarial 2011 na última quinta-feira, 06. O Banco apresentou proposta na quarta-feira, dia 05, mas não aceitou discutir a contraproposta - fruto do debate e deliberação nas assembleias da categoria - e apresentada pelo movimento sindical no dia seguinte.
Diante da posição do Banco, não restou às assembleias dos banrisulenses realizadas pelos sindicatos filiados à Fetrafi-RS em todo o Estado outra opção além de rejeitar a proposta do Banrisul, por isso a greve continua crescendo.
A Fetrafi-RS e o Comando Nacional dos Banrisulenses reiteram o compromisso de defender as reivindicações de todo o quadro de funcionários do Banrisul e a disposição de retomar imediatamente o processo de negociação com o Banco. A solução para a greve está nas mãos da diretoria do Banrisul, que deve reconsiderar a importância do diálogo neste momento.
Fetrafi-RS e Comando Nacional dos Banrisulenses
Fonte: Fetrafi-RS
NOTA OFICIAL
A Fetrafi-RS manifesta o seu descontentamento diante da atitude da Direção do Banrisul, que dissolveu sua comissão de negociação interrompendo o processo de discussão específica da Campanha Salarial 2011 na última quinta-feira, 06. O Banco apresentou proposta na quarta-feira, dia 05, mas não aceitou discutir a contraproposta - fruto do debate e deliberação nas assembleias da categoria - e apresentada pelo movimento sindical no dia seguinte.
Diante da posição do Banco, não restou às assembleias dos banrisulenses realizadas pelos sindicatos filiados à Fetrafi-RS em todo o Estado outra opção além de rejeitar a proposta do Banrisul, por isso a greve continua crescendo.
A Fetrafi-RS e o Comando Nacional dos Banrisulenses reiteram o compromisso de defender as reivindicações de todo o quadro de funcionários do Banrisul e a disposição de retomar imediatamente o processo de negociação com o Banco. A solução para a greve está nas mãos da diretoria do Banrisul, que deve reconsiderar a importância do diálogo neste momento.
Fetrafi-RS e Comando Nacional dos Banrisulenses
Fonte: Fetrafi-RS
TRT-RS nega interdito proibitório ao Bradesco em Porto Alegre
O Bradesco está apelando para inúmeras medidas judiciais para tentar derrubar a maior greve dos bancários. O banco ajuizou ação de interdito proibitório na 29ª Vara do Trabalho de Porto Alegre, com pedido de liminar, que não foi concedido por aquele juízo. Inconformado, o banco entrou com Mandado de Segurança contra a decisão interlocutória. No TRT-RS, o desembargador Milton Varela Dutra manteve a decisão, indeferindo a liminar.
Confira a íntegra da decisão:
"Vistos, etc. O impetrante ajuizou ação de interdito proibitório contra o litisconsorte em que pretende a expedição de mandado proibitório "para o justo fim de obrigá-lo a suspender a prática de atos que estão a embaraçar o exercício de direitos fundamentais de terceiros E A MOLESTAR A POSSE MANSA E PACÍFICA DO AUTOR SOBRE OS IMÓVEIS DAS AGÊNCIAS DO AUTOR NA CIDADE DE PORTO ALEGRE, com a retirada de pessoas, veículos, faixas e objetos que estejam a impedir a entrada de qualquer um ao seu local de trabalho, bem como dos clientes, aplicadores e usuários em geral, retirando-se, também, aparelhos de som e/ou instrumentos que possam provocar ruídos, perturbando a ordem e a paz no local e nas imediações, impondo, desde já, pena pecuniária de R$ 20.000,00 (Vinte mil reais) por dia e para cada agência bancária, para o caso de descumprimento da ordem judicial." (sic, fl. 26).
A liminar foi indeferida, consoante decisão juntada à fl. 48, sob o seguinte fundamento: Inicialmente cite-se o réu para contestar a ação em secretaria em 05 dias sob pena de revelia. Analisando os argumentos e especialmente as fotos, não vejo nenhum ato de violência por parte dos grevistas. Ora, eles estão buscando um pouco mais de dignidade salarial e econômica. Note-se que para haver o deferimento da cautela, deve haver violação ou ameaça de violação da posse, o que não parece ser o caso. Aliás, como já foi dito em várias decisões judiciais, a greve é um direito fundamental social.
Enquanto não houver agressão física aos que não querem fazer a greve ou ao patrimônio material do banco, o movimento é legítimo e deve manter-se assim. O banco está com a solução em suas mãos. Pode chamar o sindicato para o acerto coletivo, por acordo, fixando patamares razoáveis de salários a fim de que termine o movimento. Pode, inclusive, condicionar (sem poder reduzir valores e claro), algumas cláusulas a posterior convenção coletiva entre sindicatos. Os grevistas buscam concretizar o que é seu por direito, aumento de salários superiores à inflação e por negociação coletiva, artigo 7º, XXVI, da CF/88.
Dos sindicatos de trabalhadores é exigida a combatividade e não a docilidade. Sindicato dócil é sindicato travestido de patrão, conhecido como pelego, e que, hoje, infelizmente, mais e mais fazem parte de nossa realidade. Assim, reforço o fato de que não está ocorrendo qualquer agressão à propriedade imóvel ou material da empresa. Se o banco não produz pela falta de seus empregados, que negocie com o sindicato e cumpra pelo menos parte das exigências deste, por negociação, a fim de manter-se operando no mercado. Indefiro o pedido da instituição financeira.
As greves perpetradas pelo sindicato litisconsorte vêm se repetindo em todos os anos na data-base da categoria, tratando-se de situação que já enfrentei em julgamentos pretéritos, inclusive envolvendo o ora impetrante, tendo sempre reiterado que, sem dúvida, o exercício da atividade sindical e do direito de greve pelos trabalhadores empregados encontra limites no direito de propriedade também constitucionalmente assegurado ao empregador, não podendo o sindicato, seus dirigentes ou os empregados em greve praticar qualquer ato que exceda o livre exercício da greve e da manifestação pacífica em frente a próprios do empregador.
O excesso importa turbação ou esbulho que se impõe de ser coibido, nos termos do art. 6º, § 3º, da Lei de Greve (Lei 7.783/89): "§ 3º As manifestações e atos de persuasão utilizados pelos grevistas não poderão impedir o acesso ao trabalho nem causar ameaça ou dano à propriedade ou pessoa" .
No presente caso, contudo, os elementos de prova com que instruída a petição inicial não permitem inferir qualquer atitude grevista que esteja projetando turbação ou esbulho ao pleno exercício da posse e da propriedade quanto aos bens imóveis e/ou ao exercício da atividade negocial do impetrante. Os documentos juntados às fls. 35/44 são meras fotos das portas das agências (que não demonstram qualquer ato de impedimento de acesso de clientes e/ou empregados) e a ata do 2º Tabelionato de Notas de Porto Alegre, juntada à fl. 33, retrata, no máximo, pura e simples declaração pessoal do Tabelião (cuja fé pública de que é investido não se presta a atestar como verdade absoluta o que por ele próprio declarado), não servindo de prova de esbulho ou turbação de posse.
Nesses termos, em juízo sumário - e sem prejuízo de oportuna revisão após prestadas informações pela autoridade coatora -, com fulcro no art. 7º, III, da Lei 12.016/09, INDEFIRO A LIMINAR requerida. Comunique-se a autoridade dita coatora para que, no prazo de 10 (dez) dias, na forma do inciso I do art. 7º da Lei 12.016/09, preste as informações pertinentes. Cientifique-se o litisconsorte no endereço constante à fl. 10. Intime-se.
Porto Alegre, 04 de outubro de 2011 (terça-feira).
DESEMBARGADOR MILTON VARELA DUTRA."
Na contramão
Já em Canoas, a juíza Ceres Batista da Rosa Paiva, ao assumir a titularidade da 1ª Vara do Trabalho, concedeu a liminar de interdito proibitório, sem apreciar a manifestação do SindBancários conforme decisão anterior do juiz substituto, Vinicius Daniel Petry.
"É lamentável ver decisões tão medíocres como esta de Canoas, em comparação com a fundamentada pelo desembargador, Dr. Milton Varela. Isso porque, como assevera em sua decisão, a solução desta greve está nas mãos dos próprios bancos, que devem ter a dignidade de negociar", declara Lúcio Paz, diretor Jurídico do SindBancários.
Fonte: Seeb Porto Alegre
Confira a íntegra da decisão:
"Vistos, etc. O impetrante ajuizou ação de interdito proibitório contra o litisconsorte em que pretende a expedição de mandado proibitório "para o justo fim de obrigá-lo a suspender a prática de atos que estão a embaraçar o exercício de direitos fundamentais de terceiros E A MOLESTAR A POSSE MANSA E PACÍFICA DO AUTOR SOBRE OS IMÓVEIS DAS AGÊNCIAS DO AUTOR NA CIDADE DE PORTO ALEGRE, com a retirada de pessoas, veículos, faixas e objetos que estejam a impedir a entrada de qualquer um ao seu local de trabalho, bem como dos clientes, aplicadores e usuários em geral, retirando-se, também, aparelhos de som e/ou instrumentos que possam provocar ruídos, perturbando a ordem e a paz no local e nas imediações, impondo, desde já, pena pecuniária de R$ 20.000,00 (Vinte mil reais) por dia e para cada agência bancária, para o caso de descumprimento da ordem judicial." (sic, fl. 26).
A liminar foi indeferida, consoante decisão juntada à fl. 48, sob o seguinte fundamento: Inicialmente cite-se o réu para contestar a ação em secretaria em 05 dias sob pena de revelia. Analisando os argumentos e especialmente as fotos, não vejo nenhum ato de violência por parte dos grevistas. Ora, eles estão buscando um pouco mais de dignidade salarial e econômica. Note-se que para haver o deferimento da cautela, deve haver violação ou ameaça de violação da posse, o que não parece ser o caso. Aliás, como já foi dito em várias decisões judiciais, a greve é um direito fundamental social.
Enquanto não houver agressão física aos que não querem fazer a greve ou ao patrimônio material do banco, o movimento é legítimo e deve manter-se assim. O banco está com a solução em suas mãos. Pode chamar o sindicato para o acerto coletivo, por acordo, fixando patamares razoáveis de salários a fim de que termine o movimento. Pode, inclusive, condicionar (sem poder reduzir valores e claro), algumas cláusulas a posterior convenção coletiva entre sindicatos. Os grevistas buscam concretizar o que é seu por direito, aumento de salários superiores à inflação e por negociação coletiva, artigo 7º, XXVI, da CF/88.
Dos sindicatos de trabalhadores é exigida a combatividade e não a docilidade. Sindicato dócil é sindicato travestido de patrão, conhecido como pelego, e que, hoje, infelizmente, mais e mais fazem parte de nossa realidade. Assim, reforço o fato de que não está ocorrendo qualquer agressão à propriedade imóvel ou material da empresa. Se o banco não produz pela falta de seus empregados, que negocie com o sindicato e cumpra pelo menos parte das exigências deste, por negociação, a fim de manter-se operando no mercado. Indefiro o pedido da instituição financeira.
As greves perpetradas pelo sindicato litisconsorte vêm se repetindo em todos os anos na data-base da categoria, tratando-se de situação que já enfrentei em julgamentos pretéritos, inclusive envolvendo o ora impetrante, tendo sempre reiterado que, sem dúvida, o exercício da atividade sindical e do direito de greve pelos trabalhadores empregados encontra limites no direito de propriedade também constitucionalmente assegurado ao empregador, não podendo o sindicato, seus dirigentes ou os empregados em greve praticar qualquer ato que exceda o livre exercício da greve e da manifestação pacífica em frente a próprios do empregador.
O excesso importa turbação ou esbulho que se impõe de ser coibido, nos termos do art. 6º, § 3º, da Lei de Greve (Lei 7.783/89): "§ 3º As manifestações e atos de persuasão utilizados pelos grevistas não poderão impedir o acesso ao trabalho nem causar ameaça ou dano à propriedade ou pessoa" .
No presente caso, contudo, os elementos de prova com que instruída a petição inicial não permitem inferir qualquer atitude grevista que esteja projetando turbação ou esbulho ao pleno exercício da posse e da propriedade quanto aos bens imóveis e/ou ao exercício da atividade negocial do impetrante. Os documentos juntados às fls. 35/44 são meras fotos das portas das agências (que não demonstram qualquer ato de impedimento de acesso de clientes e/ou empregados) e a ata do 2º Tabelionato de Notas de Porto Alegre, juntada à fl. 33, retrata, no máximo, pura e simples declaração pessoal do Tabelião (cuja fé pública de que é investido não se presta a atestar como verdade absoluta o que por ele próprio declarado), não servindo de prova de esbulho ou turbação de posse.
Nesses termos, em juízo sumário - e sem prejuízo de oportuna revisão após prestadas informações pela autoridade coatora -, com fulcro no art. 7º, III, da Lei 12.016/09, INDEFIRO A LIMINAR requerida. Comunique-se a autoridade dita coatora para que, no prazo de 10 (dez) dias, na forma do inciso I do art. 7º da Lei 12.016/09, preste as informações pertinentes. Cientifique-se o litisconsorte no endereço constante à fl. 10. Intime-se.
Porto Alegre, 04 de outubro de 2011 (terça-feira).
DESEMBARGADOR MILTON VARELA DUTRA."
Na contramão
Já em Canoas, a juíza Ceres Batista da Rosa Paiva, ao assumir a titularidade da 1ª Vara do Trabalho, concedeu a liminar de interdito proibitório, sem apreciar a manifestação do SindBancários conforme decisão anterior do juiz substituto, Vinicius Daniel Petry.
"É lamentável ver decisões tão medíocres como esta de Canoas, em comparação com a fundamentada pelo desembargador, Dr. Milton Varela. Isso porque, como assevera em sua decisão, a solução desta greve está nas mãos dos próprios bancos, que devem ter a dignidade de negociar", declara Lúcio Paz, diretor Jurídico do SindBancários.
Fonte: Seeb Porto Alegre
quinta-feira, 6 de outubro de 2011
COMANDO APRESENTARA CONTRA PROPOSTA AO BANRISUL
A assembléia dos Banrisulenses de Porto Alegre rejeitou a proposta do Banrisul e deliberou por uma contra proposta para ser apresentada ao Banco. Haja vista que alguns sindicatos do interior consideram a proposta insuficiente, comunicando a Federação suas posições o Comando Nacional dos Banrisulenses vai reunir nesta quinta-feira, 06, ás 8 horas no Sindbancários para formatar a contraproposta que será entregue à Diretoria do Banrisul às 9 horas.
Itens da Contra Proposta aprovada em Porto Alegre:
- 12% linear para todas as letras e todos os quadros
- 12% na Cesta e Tíquete
- Melhoria na PLR que venha ser acordado com a FENABAN
- Exclusão do GMB da Remuneração Variável 2 (RV2)
- Criação de Faixa Para Pagamento da RV2
- Manutenção do modelo atual da RV3(min R$ 355,00)
- Ratificação da Gratificação Fixa para ONs de R$ R$ 300,00
- Gratificação de Caixa de R$ 805,00
- Prazos para soluções Ergonômicas no banco
- Abono total dos dias parados da greve
A assembleia dos banrisulenses da base de Porto Alegre será às 15 horas desta quinta-feira, 06.
Itens da Contra Proposta aprovada em Porto Alegre:
- 12% linear para todas as letras e todos os quadros
- 12% na Cesta e Tíquete
- Melhoria na PLR que venha ser acordado com a FENABAN
- Exclusão do GMB da Remuneração Variável 2 (RV2)
- Criação de Faixa Para Pagamento da RV2
- Manutenção do modelo atual da RV3(min R$ 355,00)
- Ratificação da Gratificação Fixa para ONs de R$ R$ 300,00
- Gratificação de Caixa de R$ 805,00
- Prazos para soluções Ergonômicas no banco
- Abono total dos dias parados da greve
A assembleia dos banrisulenses da base de Porto Alegre será às 15 horas desta quinta-feira, 06.
quarta-feira, 5 de outubro de 2011
PROPOSTAS SALARIAIS BANRISUL
Principais itens da proposta:
- Reajuste geral (segue Fenaban);
- Reajuste de 12% para o piso salarial (sobe para R$1.400,00);
- Aumento no abono e gratificação dos caixas para R$ 600,00 (acréscimo de 17,87%);
- Criar a gratificação de Operador de Negócios no valor de R$ 300,00 mensais;
- Remuneração Variável 3 (RV3): pagamento com desempenho mínimo de 85% da meta de captação;
Obs.: O Banco garante para os próximos dois semestres o pagamento de R$ 100,00 para os Operadores de Negócios que não atingirem o mínimo de 85% da meta de captação.
- Remuneração Variável 2 (RV2): aumento no percentual a ser distribuído de 1,25% para 1,30% (equivalente ao acréscimo de R$ 2 milhões);
- Cadastramento de todos os empregados que atuam na Plataforma de Serviços das agências para o recebimento da RV2;
- PLR: antecipação do pagamento da PLR, regra básica e específica, em parcela única, com base nos números apurados até agosto de 2011, 10 dias após o fechamento do acordo salarial;
- Cesta alimentação: estender aos empregados afastados por motivo de doença o pagamento da cesta alimentação para mais seis meses (total de 12 meses);
- Descontos dos dias parados: compensação até o mês de fevereiro de 2012.
- Reajuste geral (segue Fenaban);
- Reajuste de 12% para o piso salarial (sobe para R$1.400,00);
- Aumento no abono e gratificação dos caixas para R$ 600,00 (acréscimo de 17,87%);
- Criar a gratificação de Operador de Negócios no valor de R$ 300,00 mensais;
- Remuneração Variável 3 (RV3): pagamento com desempenho mínimo de 85% da meta de captação;
Obs.: O Banco garante para os próximos dois semestres o pagamento de R$ 100,00 para os Operadores de Negócios que não atingirem o mínimo de 85% da meta de captação.
- Remuneração Variável 2 (RV2): aumento no percentual a ser distribuído de 1,25% para 1,30% (equivalente ao acréscimo de R$ 2 milhões);
- Cadastramento de todos os empregados que atuam na Plataforma de Serviços das agências para o recebimento da RV2;
- PLR: antecipação do pagamento da PLR, regra básica e específica, em parcela única, com base nos números apurados até agosto de 2011, 10 dias após o fechamento do acordo salarial;
- Cesta alimentação: estender aos empregados afastados por motivo de doença o pagamento da cesta alimentação para mais seis meses (total de 12 meses);
- Descontos dos dias parados: compensação até o mês de fevereiro de 2012.
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Bancários fecham quase 8 mil agências, mas bancos permanecem calados
Fenaban não marca negociação e provoca categoria
A greve nacional dos bancários cresceu nesta segunda-feira (3), sétimo dia de paralisação, e atingiu todos os 26 estados e o Distrito Federal, com a adesão dos funcionários de Roraima. A categoria paralisou 7.950 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados. O balanço foi feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), a partir dos dados enviados pelos sindicatos até as 18h30.
O movimento começou na última terça-feira (27), após a rejeição da proposta de reajuste de 8% apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que representa apenas 0,56% de aumento real.
“A falta de responsabilidade dos bancos neste momento é revoltante. Eles geraram o impasse no processo de negociação e simplesmente deram as costas à categoria, sem qualquer possibilidade de diálogo. Continuaremos a fechar mais agências dia após dia até a Fenaban voltar à mesa de negociação”, garante o diretor da Fetrafi-RS, Arnoni Hanke.
O presidente do SindBancários, Mauro Salles Machado, que também integra o Comando Nacional, conclama a categoria à greve em todo o Rio Grande do Sul. “Nossa resposta aos bancos será uma greve maior do que a realizada em 2010. Estamos exercendo nosso direito de livre manifestação e lutando por reivindicações coerentes. Greve até a vitória!”. Finaliza o presidente do SindBancários.
Ampliação da greve
O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, reunido nesta segunda-feira, em São Paulo, decidiu orientar os sindicatos a intensificarem as ações para mobilizar os bancários e ampliar a greve em todo país, uma vez que a Fenaban permanece em silêncio.
Reivindicações
Os bancários reivindicam reajuste de 12,8% (aumento real de 5% mais inflação do período), valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais contratações, extinção da rotatividade, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, mais segurança, igualdade de oportunidades, melhoria do atendimento dos clientes e inclusão bancária sem precarização.
*Imprensa Fetrafi-RS
A greve nacional dos bancários cresceu nesta segunda-feira (3), sétimo dia de paralisação, e atingiu todos os 26 estados e o Distrito Federal, com a adesão dos funcionários de Roraima. A categoria paralisou 7.950 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados. O balanço foi feito pela Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf-CUT), a partir dos dados enviados pelos sindicatos até as 18h30.
O movimento começou na última terça-feira (27), após a rejeição da proposta de reajuste de 8% apresentada pela Federação Nacional dos Bancos (Fenaban), que representa apenas 0,56% de aumento real.
“A falta de responsabilidade dos bancos neste momento é revoltante. Eles geraram o impasse no processo de negociação e simplesmente deram as costas à categoria, sem qualquer possibilidade de diálogo. Continuaremos a fechar mais agências dia após dia até a Fenaban voltar à mesa de negociação”, garante o diretor da Fetrafi-RS, Arnoni Hanke.
O presidente do SindBancários, Mauro Salles Machado, que também integra o Comando Nacional, conclama a categoria à greve em todo o Rio Grande do Sul. “Nossa resposta aos bancos será uma greve maior do que a realizada em 2010. Estamos exercendo nosso direito de livre manifestação e lutando por reivindicações coerentes. Greve até a vitória!”. Finaliza o presidente do SindBancários.
Ampliação da greve
O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, reunido nesta segunda-feira, em São Paulo, decidiu orientar os sindicatos a intensificarem as ações para mobilizar os bancários e ampliar a greve em todo país, uma vez que a Fenaban permanece em silêncio.
Reivindicações
Os bancários reivindicam reajuste de 12,8% (aumento real de 5% mais inflação do período), valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais contratações, extinção da rotatividade, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, mais segurança, igualdade de oportunidades, melhoria do atendimento dos clientes e inclusão bancária sem precarização.
*Imprensa Fetrafi-RS
segunda-feira, 3 de outubro de 2011
Artigo de Juremir Machado da Silva no Correio do Povo : Temporada de Greves
O escritor e professor Juremir Machado da Silva, que possui uma coluna no jornal Correio do Povo e é hoje um dos colunistas mais lidos no Rio Grande do Sul, escreveu nesta sexta-feira (30) sobre as greves que estão ocorrendo no país, destacando a mobilização dos bancários. "É mais do que justa", avalia.
Sob o título "Temporada de greves", ele analisa a situação dos bancos, ironiza a vida dos banqueiros e destaca algumas das reivindicações dos bancários.
Leia a íntegra da coluna de Juremir:
Temporada de greves
Tem muita gente em greve. Todos com razão. Ninguém faz greve por amor a criar problemas para os outros, ainda que alguns mereçam. As greves surgem, como se diz no jargão das lutas, de necessidades imperiosas. Veja-se o caso da greve dos bancários. É mais do que justa. Só alguém muito reacionário pode condenar a greve dos bancários.
Os ganhos dos bancos no Brasil são indecentes, obscenos, pornográficos. Banco é o melhor negócio do mundo. Todo mundo precisa ter uma conta bancária. Tudo passa pelos bancos. Os serviços são os mesmos em todos eles.
Os bancos privados adoram se gabar das suas qualidades e fazer de conta que são mais ágeis, eficazes e modernos do que os públicos. É balela. Os caixas eletrônicos do Banco do Brasil são melhores, com interfaces mais amigáveis do que os de todos os bancos privados brasileiros. Banco do Brasil dá mais do que chuchu na cerca. Tem em toda esquina. Só dá o amarelão.
Banco no Brasil ganha muito e paga pouco. Os bancários pedem 5% de aumento real. Os patrões oferecem 0,56%. Por que tanto? Será que não vai faltar para esses pobres banqueiros pressionados por bancários sedentos de dinheiro? Que latinha a desses leitões que passam a vida mamando deitados!
O lucro dos bancos cresceu 20,11% no primeiro semestre deste ano, um avanço de R$ 4,3 bilhões em relação ao mesmo período de 2010. É mole? Pois eles não querem dividir o bolo.
A vida de banqueiro é dura. Tem de sustentar mansões, coleções de arte, intermináveis viagens luxuosas, familiares ociosos, serviçais de todo tipo, fusões estratosféricas, patrocínios a obras culturais que não decolam e ainda viver sob a terrível tensão das altas frequentes e das raras baixas da taxa Selic. Dá pena. Um sufoco. Um pesadelo. Coitados. Um inferno na Terra. Deve ser por isso que eles são aliviados de certos impostos. Ou não sobreviveriam.
Em 2011, o Itaú já faturou R$ 7,1 bilhões, e o Santander, R$ 4,1 bilhões. Realmente fica difícil, com lucros tão modestos, pensar em transferir uma fatia do bolinho para os empregados.
Os impiedosos bancários, além de tudo, querem aumento no vale-refeição. Esse pessoal só pensa em comer. Será que esses banqueiros não sabiam de tudo isso quando escolheram essa atividade insana? Se estão insatisfeitos com tantas reclamações e greves, como parece, por que não mudam de profissão? Será que ficam só por causa desses míseros bilhões faturados no mole a cada ano?
É quase impossível ver uma greve injusta. A dos Correios, por exemplo, tem toda razão de ser. As manifestações de brigadianos, no Rio Grande do Sul, exprimem reivindicações justíssimas. Se os professores da rede estadual entrarem em greve, em busca do pagamento do piso fixado por lei nacional, estarão cobertos de razão.
Só tem um jeito de evitar os problemas criados por tantas greves: pagar melhor. Sabe-se que é muito difícil para um banqueiro separar-se do seu rico dinheirinho obtido com tanto sacrifício pessoal, mas não tem jeito, terão de cumprir essa meta. Com esforço e treinamento, eles conseguirão. É só uma questão de empenho e missão.
Sob o título "Temporada de greves", ele analisa a situação dos bancos, ironiza a vida dos banqueiros e destaca algumas das reivindicações dos bancários.
Leia a íntegra da coluna de Juremir:
Temporada de greves
Tem muita gente em greve. Todos com razão. Ninguém faz greve por amor a criar problemas para os outros, ainda que alguns mereçam. As greves surgem, como se diz no jargão das lutas, de necessidades imperiosas. Veja-se o caso da greve dos bancários. É mais do que justa. Só alguém muito reacionário pode condenar a greve dos bancários.
Os ganhos dos bancos no Brasil são indecentes, obscenos, pornográficos. Banco é o melhor negócio do mundo. Todo mundo precisa ter uma conta bancária. Tudo passa pelos bancos. Os serviços são os mesmos em todos eles.
Os bancos privados adoram se gabar das suas qualidades e fazer de conta que são mais ágeis, eficazes e modernos do que os públicos. É balela. Os caixas eletrônicos do Banco do Brasil são melhores, com interfaces mais amigáveis do que os de todos os bancos privados brasileiros. Banco do Brasil dá mais do que chuchu na cerca. Tem em toda esquina. Só dá o amarelão.
Banco no Brasil ganha muito e paga pouco. Os bancários pedem 5% de aumento real. Os patrões oferecem 0,56%. Por que tanto? Será que não vai faltar para esses pobres banqueiros pressionados por bancários sedentos de dinheiro? Que latinha a desses leitões que passam a vida mamando deitados!
O lucro dos bancos cresceu 20,11% no primeiro semestre deste ano, um avanço de R$ 4,3 bilhões em relação ao mesmo período de 2010. É mole? Pois eles não querem dividir o bolo.
A vida de banqueiro é dura. Tem de sustentar mansões, coleções de arte, intermináveis viagens luxuosas, familiares ociosos, serviçais de todo tipo, fusões estratosféricas, patrocínios a obras culturais que não decolam e ainda viver sob a terrível tensão das altas frequentes e das raras baixas da taxa Selic. Dá pena. Um sufoco. Um pesadelo. Coitados. Um inferno na Terra. Deve ser por isso que eles são aliviados de certos impostos. Ou não sobreviveriam.
Em 2011, o Itaú já faturou R$ 7,1 bilhões, e o Santander, R$ 4,1 bilhões. Realmente fica difícil, com lucros tão modestos, pensar em transferir uma fatia do bolinho para os empregados.
Os impiedosos bancários, além de tudo, querem aumento no vale-refeição. Esse pessoal só pensa em comer. Será que esses banqueiros não sabiam de tudo isso quando escolheram essa atividade insana? Se estão insatisfeitos com tantas reclamações e greves, como parece, por que não mudam de profissão? Será que ficam só por causa desses míseros bilhões faturados no mole a cada ano?
É quase impossível ver uma greve injusta. A dos Correios, por exemplo, tem toda razão de ser. As manifestações de brigadianos, no Rio Grande do Sul, exprimem reivindicações justíssimas. Se os professores da rede estadual entrarem em greve, em busca do pagamento do piso fixado por lei nacional, estarão cobertos de razão.
Só tem um jeito de evitar os problemas criados por tantas greves: pagar melhor. Sabe-se que é muito difícil para um banqueiro separar-se do seu rico dinheirinho obtido com tanto sacrifício pessoal, mas não tem jeito, terão de cumprir essa meta. Com esforço e treinamento, eles conseguirão. É só uma questão de empenho e missão.
Comando Nacional se reúne para ampliar greve dos bancários
Reunião será nesta segunda, dia 3, em São Paulo
O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, se reúne nesta segunda-feira, dia 3, às 15 horas, em São Paulo, para avaliar e ampliar a greve na próxima semana, diante do silêncio da Fenaban em retomar as negociações e apresentar uma proposta decente para a categoria. A reunião será realizada na sede da Contraf-CUT (Rua Líbero Badaró, 158 - 1º andar), no centro da capital paulista. Os bancários gaúchos serão representados pelo diretor da Fetrafi-RS, Arnoni Hanke.
A greve começou na última terça-feira, dia 27 de setembro, e paralisa bancos públicos e privados em 25 estados e no Distrito Federal. O movimento é forte, crescente e atingirá nesta segunda-feira todos os estados do país com a adesão dos bancários de Roraima. Na sexta-feira (30), quarto dia de greve, foram paralisadas 7.865 agências e centros administrativos, segundo balanço feito pela Contraf-CUT, a partir dos dados enviados pelos sindicatos de todo país.
"Vamos avaliar a força do movimento em cada estado e intensificar ainda mais as paralisações, a fim de quebrar a intransigência dos bancos públicos e privados. Nós apostamos no diálogo e na negociação para resolver o impasse", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional. "Os bancos, que lucraram mais de R$ 27,4 bilhões somente no primeiro semestre deste ano, têm plenas condições de fazer uma proposta que seja capaz de atender as justas reivindicações dos seus funcionários", ressalta.
Os bancários entraram em greve após rejeitarem a proposta de reajuste salarial de 8%, que representa apenas 0,56% de aumento real.
Os trabalhadores reivindicam reajuste de 12,8% (5% de aumento real mais a inflação do período), valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais contratações, fim da rotatividade, combate ao assédio moral, fim das metas abusivas, mais segurança, igualdade de oportunidades e melhoria do atendimento aos clientes.
"O Brasil é um dos países com maior desigualdade do mundo. Aqui, um executivo de banco chega a ganhar até 400 vezes a renda de um bancário que recebe o piso da categoria. É preciso mudar essa realidade e tirar o país dessa vergonhosa posição entre as dez nações mais desiguais do planeta", salienta o presidente da Contraf-CUT. "Queremos emprego decente", conclui.
*Contraf-CUT
O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, se reúne nesta segunda-feira, dia 3, às 15 horas, em São Paulo, para avaliar e ampliar a greve na próxima semana, diante do silêncio da Fenaban em retomar as negociações e apresentar uma proposta decente para a categoria. A reunião será realizada na sede da Contraf-CUT (Rua Líbero Badaró, 158 - 1º andar), no centro da capital paulista. Os bancários gaúchos serão representados pelo diretor da Fetrafi-RS, Arnoni Hanke.
A greve começou na última terça-feira, dia 27 de setembro, e paralisa bancos públicos e privados em 25 estados e no Distrito Federal. O movimento é forte, crescente e atingirá nesta segunda-feira todos os estados do país com a adesão dos bancários de Roraima. Na sexta-feira (30), quarto dia de greve, foram paralisadas 7.865 agências e centros administrativos, segundo balanço feito pela Contraf-CUT, a partir dos dados enviados pelos sindicatos de todo país.
"Vamos avaliar a força do movimento em cada estado e intensificar ainda mais as paralisações, a fim de quebrar a intransigência dos bancos públicos e privados. Nós apostamos no diálogo e na negociação para resolver o impasse", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional. "Os bancos, que lucraram mais de R$ 27,4 bilhões somente no primeiro semestre deste ano, têm plenas condições de fazer uma proposta que seja capaz de atender as justas reivindicações dos seus funcionários", ressalta.
Os bancários entraram em greve após rejeitarem a proposta de reajuste salarial de 8%, que representa apenas 0,56% de aumento real.
Os trabalhadores reivindicam reajuste de 12,8% (5% de aumento real mais a inflação do período), valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais contratações, fim da rotatividade, combate ao assédio moral, fim das metas abusivas, mais segurança, igualdade de oportunidades e melhoria do atendimento aos clientes.
"O Brasil é um dos países com maior desigualdade do mundo. Aqui, um executivo de banco chega a ganhar até 400 vezes a renda de um bancário que recebe o piso da categoria. É preciso mudar essa realidade e tirar o país dessa vergonhosa posição entre as dez nações mais desiguais do planeta", salienta o presidente da Contraf-CUT. "Queremos emprego decente", conclui.
*Contraf-CUT
Comando Nacional se reúne para ampliar greve dos bancários
Reunião será nesta segunda, dia 3, em São Paulo
O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, se reúne nesta segunda-feira, dia 3, às 15 horas, em São Paulo, para avaliar e ampliar a greve na próxima semana, diante do silêncio da Fenaban em retomar as negociações e apresentar uma proposta decente para a categoria. A reunião será realizada na sede da Contraf-CUT (Rua Líbero Badaró, 158 - 1º andar), no centro da capital paulista. Os bancários gaúchos serão representados pelo diretor da Fetrafi-RS, Arnoni Hanke.
A greve começou na última terça-feira, dia 27 de setembro, e paralisa bancos públicos e privados em 25 estados e no Distrito Federal. O movimento é forte, crescente e atingirá nesta segunda-feira todos os estados do país com a adesão dos bancários de Roraima. Na sexta-feira (30), quarto dia de greve, foram paralisadas 7.865 agências e centros administrativos, segundo balanço feito pela Contraf-CUT, a partir dos dados enviados pelos sindicatos de todo país.
"Vamos avaliar a força do movimento em cada estado e intensificar ainda mais as paralisações, a fim de quebrar a intransigência dos bancos públicos e privados. Nós apostamos no diálogo e na negociação para resolver o impasse", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional. "Os bancos, que lucraram mais de R$ 27,4 bilhões somente no primeiro semestre deste ano, têm plenas condições de fazer uma proposta que seja capaz de atender as justas reivindicações dos seus funcionários", ressalta.
Os bancários entraram em greve após rejeitarem a proposta de reajuste salarial de 8%, que representa apenas 0,56% de aumento real.
Os trabalhadores reivindicam reajuste de 12,8% (5% de aumento real mais a inflação do período), valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais contratações, fim da rotatividade, combate ao assédio moral, fim das metas abusivas, mais segurança, igualdade de oportunidades e melhoria do atendimento aos clientes.
"O Brasil é um dos países com maior desigualdade do mundo. Aqui, um executivo de banco chega a ganhar até 400 vezes a renda de um bancário que recebe o piso da categoria. É preciso mudar essa realidade e tirar o país dessa vergonhosa posição entre as dez nações mais desiguais do planeta", salienta o presidente da Contraf-CUT. "Queremos emprego decente", conclui.
*Contraf-CUT
O Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, se reúne nesta segunda-feira, dia 3, às 15 horas, em São Paulo, para avaliar e ampliar a greve na próxima semana, diante do silêncio da Fenaban em retomar as negociações e apresentar uma proposta decente para a categoria. A reunião será realizada na sede da Contraf-CUT (Rua Líbero Badaró, 158 - 1º andar), no centro da capital paulista. Os bancários gaúchos serão representados pelo diretor da Fetrafi-RS, Arnoni Hanke.
A greve começou na última terça-feira, dia 27 de setembro, e paralisa bancos públicos e privados em 25 estados e no Distrito Federal. O movimento é forte, crescente e atingirá nesta segunda-feira todos os estados do país com a adesão dos bancários de Roraima. Na sexta-feira (30), quarto dia de greve, foram paralisadas 7.865 agências e centros administrativos, segundo balanço feito pela Contraf-CUT, a partir dos dados enviados pelos sindicatos de todo país.
"Vamos avaliar a força do movimento em cada estado e intensificar ainda mais as paralisações, a fim de quebrar a intransigência dos bancos públicos e privados. Nós apostamos no diálogo e na negociação para resolver o impasse", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional. "Os bancos, que lucraram mais de R$ 27,4 bilhões somente no primeiro semestre deste ano, têm plenas condições de fazer uma proposta que seja capaz de atender as justas reivindicações dos seus funcionários", ressalta.
Os bancários entraram em greve após rejeitarem a proposta de reajuste salarial de 8%, que representa apenas 0,56% de aumento real.
Os trabalhadores reivindicam reajuste de 12,8% (5% de aumento real mais a inflação do período), valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais contratações, fim da rotatividade, combate ao assédio moral, fim das metas abusivas, mais segurança, igualdade de oportunidades e melhoria do atendimento aos clientes.
"O Brasil é um dos países com maior desigualdade do mundo. Aqui, um executivo de banco chega a ganhar até 400 vezes a renda de um bancário que recebe o piso da categoria. É preciso mudar essa realidade e tirar o país dessa vergonhosa posição entre as dez nações mais desiguais do planeta", salienta o presidente da Contraf-CUT. "Queremos emprego decente", conclui.
*Contraf-CUT
Assinar:
Postagens (Atom)