Trabalho foi apresentado durante o Seminário Nacional, ocorrido no sábado
Os 230 banrisulenses que participaram do 1º Seminário Nacional sobre Plano de Carreira, no último sábado, em Porto Alegre, aprovaram as propostas iniciais apresentadas pelo Grupo de Trabalho Carreira. Criado em abril deste ano, o Grupo de Trabalho segue os passos do GT PCS Caixa, que elaborou o Placar, um conjunto de propostas a partir das expectativas dos empregados para construção do novo Plano de Cargos e Salários na Caixa.
O GT Carreira é composto por delegados e dirigentes sindicais do Banrisul, dois banrisulenses da ativa, e assessorias técnicas da Universidade Federal do Rio Grande do Sul e Dieese. O grupo tem realizado reuniões semanais na Fetrafi-RS, a fim de subsidiar os debates da Comissão Paritária sobre Quadro de Carreira no Banrisul, que é integrada por representantes do Banco e do movimento sindical.
As propostas elaboradas pelo GT foram baseadas nos principais problemas apontados pelos funcionários do Banrisul nos fóruns deliberativos do segmento. De acordo com o estudo preliminar do GT, a defasagem do Quadro de Carreira, criado há 53 anos, exige a definição de novas projeções de salário e de progressão profissional no banco. O GT também propõe que o novo Plano contemple a democratização das relações de trabalho, a visão de banco público e melhore as condições profissionais.
Veja algumas das propostas aprovadas pelos banrisulenses no Seminário:
•· Definição de novos critérios para mudança de função e cargos;
•· Transparência no comissionamento;
•· Determinação de novas regras para as promoções por merecimento e antiguidade;
•· Isonomia na concessão do Anuênio;
•· Transversalidade entre as carreiras administrativa, comercial e direção geral;
•· Perspectivas de crescimento horizontal;
•· Melhoria do piso de ingresso;
•· Possibilidade de ascensão e crescimento profissional;
•· Mudanças nos critérios de metas, cálculo e distribuição da remuneração.
Fonte: Site Fetrafi- RS
http://www.fetrafirs.org.br/noticias.php?id=1245
segunda-feira, 30 de maio de 2011
Seminário sobre Plano de Carreira no Banrisul lota auditório do Hotel Everest
Evento reúne mais de 200 banrisulenses de todo o Estado
A primeira edição do Seminário Nacional sobre Plano de carreira no Banrisul iniciou na manhã deste sábado com a participação massiva de banrisulenses de todo o Estado. O evento promovido pela Fetrafi-RS, conta com a participação de mais de 200 pessoas, incluindo dirigentes, delegados sindicais e bancários de base, oriundos dos 38 sindicatos filiados à Federação.
A mesa de abertura do evento foi coordenada pelos diretores da Fetrafi-RS, Carlos Augusto Rocha e Denise Corrêa. Em suas manifestações os diretores destacaram a importância do envolvimento massivo dos banrisulenses no processo de debate e elaboração do novo Plano de Carreira.
“Foi a partir de muita luta que conseguimos retomar o debate sobre o quadro de carreira com a direção do Banrisul. Finalmente, estamos pensando juntos a construção de uma proposta, que dará visibilidade às perspectivas dos trabalhadores. O encontro de hoje é o passo inicial de uma caminhada, que deve culminar com a implantação de um quadro de carreira que não só permita a ascensão profissional, mas que contemple com justiça o empenho do banrisulense ao longo de sua trajetória na instituição”, salientou Rocha.
A diretora Denise Corrêa ressaltou a importância histórica da luta por um novo quadro de carreira no Banrisul. “A efetivação da discussão sobre quadro de carreira através de uma comissão paritária, sempre foi o primeiro item de reivindicação da nossa pauta específica. Buscamos sempre viabilizar um processo democrático de debate. Não vamos discutir apenas tabelas e progressões salariais, mas sim concepções e a principal delas é a concepção de evolução de carreira numa instituição pública”, explicou a dirigente sindical.
Para o presidente do SindBancários, Juberlei Baes Bacelo, o eixo central do debate sobre quadro de carreira é a valorização dos trabalhadores. “O movimento sindical gaúcho já tem uma tradição de vanguarda nas discussões sobre quadro de carreira nos bancos públicos. O trabalho feito pelo GT PCS Caixa, que teve como resultado prático a edição do PLACAR, foi um exemplo claro de participação democrática e efetiva dos trabalhadores na elaboração de propostas neste processo. Temos que construir um quadro de carreira com este olhar sobre uma empresa pública forte, onde os funcionários tenham orgulho de continuar trabalhando”, enfatizou Juberlei.
O presidente do Banrisul, Túlio Zamin, destacou que o Banrisul está ciente da importância do debate sobre o Quadro de Carreira. "Não será uma tarefa fácil, é uma equação difícil de resolver. Teremos que pensar nas consequências das nossas decisões. Sabemos que o quadro é um pilar importante, que mostra como o corpo funcional se relaciona com a instituição. Por termos esta compreensão, vamos disponibilizar todas as condições para produção dos melhores resultados. Ser um banco público significa estar a serviço da sociedade, por isso, desejo para este processo de contrução do novo quadro: sucesso, serenidade, diálogo, diálogo e diálogo", finalizou o presidente do Banco.
Já o diretor de Previdência da Fundação Banrisul, Fábio Alves, disse que a FSSB também irá acompanhar o processo de elaboração do novo quadro de carreira no Banrisul. “Colocamos nossos técnicos à disposição da Comissão Paritária para sabermos qual o impacto financeiro que as mudanças do novo quadro irão gerar. Entendemos que quanto mais justo for o quadro de carreira, mais justos serão os benefícios. Por outro lado, vamos trabalhar para superar o distanciamento que ocorreu entre a Fundação e seus participantes nos últimos anos”, observou Fabinho.
A programação do seminário continua até o fim da manhã com o painel sobre Carreira como Instrumento de Gestão Pública e a socialização de experiências sobre a elaboração de planos de cargos e salários na Caixa e Banco do Brasil.
No período da tarde haverá informes quanto aos trabalhos da Comissão Paritária sobre Quadro de Carreira no Banrisul e trabalhos em grupo, seguidos de debate.
*Marisane Pereira - Mtb/RS9519
Imprensa Fetrafi-RS
Fotos: Mateus Bruxel
Fonte: Site Fetrafi-RS
http://www.fetrafirs.org.br/noticias.php?id=1243



A primeira edição do Seminário Nacional sobre Plano de carreira no Banrisul iniciou na manhã deste sábado com a participação massiva de banrisulenses de todo o Estado. O evento promovido pela Fetrafi-RS, conta com a participação de mais de 200 pessoas, incluindo dirigentes, delegados sindicais e bancários de base, oriundos dos 38 sindicatos filiados à Federação.
A mesa de abertura do evento foi coordenada pelos diretores da Fetrafi-RS, Carlos Augusto Rocha e Denise Corrêa. Em suas manifestações os diretores destacaram a importância do envolvimento massivo dos banrisulenses no processo de debate e elaboração do novo Plano de Carreira.
“Foi a partir de muita luta que conseguimos retomar o debate sobre o quadro de carreira com a direção do Banrisul. Finalmente, estamos pensando juntos a construção de uma proposta, que dará visibilidade às perspectivas dos trabalhadores. O encontro de hoje é o passo inicial de uma caminhada, que deve culminar com a implantação de um quadro de carreira que não só permita a ascensão profissional, mas que contemple com justiça o empenho do banrisulense ao longo de sua trajetória na instituição”, salientou Rocha.
A diretora Denise Corrêa ressaltou a importância histórica da luta por um novo quadro de carreira no Banrisul. “A efetivação da discussão sobre quadro de carreira através de uma comissão paritária, sempre foi o primeiro item de reivindicação da nossa pauta específica. Buscamos sempre viabilizar um processo democrático de debate. Não vamos discutir apenas tabelas e progressões salariais, mas sim concepções e a principal delas é a concepção de evolução de carreira numa instituição pública”, explicou a dirigente sindical.
Para o presidente do SindBancários, Juberlei Baes Bacelo, o eixo central do debate sobre quadro de carreira é a valorização dos trabalhadores. “O movimento sindical gaúcho já tem uma tradição de vanguarda nas discussões sobre quadro de carreira nos bancos públicos. O trabalho feito pelo GT PCS Caixa, que teve como resultado prático a edição do PLACAR, foi um exemplo claro de participação democrática e efetiva dos trabalhadores na elaboração de propostas neste processo. Temos que construir um quadro de carreira com este olhar sobre uma empresa pública forte, onde os funcionários tenham orgulho de continuar trabalhando”, enfatizou Juberlei.
O presidente do Banrisul, Túlio Zamin, destacou que o Banrisul está ciente da importância do debate sobre o Quadro de Carreira. "Não será uma tarefa fácil, é uma equação difícil de resolver. Teremos que pensar nas consequências das nossas decisões. Sabemos que o quadro é um pilar importante, que mostra como o corpo funcional se relaciona com a instituição. Por termos esta compreensão, vamos disponibilizar todas as condições para produção dos melhores resultados. Ser um banco público significa estar a serviço da sociedade, por isso, desejo para este processo de contrução do novo quadro: sucesso, serenidade, diálogo, diálogo e diálogo", finalizou o presidente do Banco.
Já o diretor de Previdência da Fundação Banrisul, Fábio Alves, disse que a FSSB também irá acompanhar o processo de elaboração do novo quadro de carreira no Banrisul. “Colocamos nossos técnicos à disposição da Comissão Paritária para sabermos qual o impacto financeiro que as mudanças do novo quadro irão gerar. Entendemos que quanto mais justo for o quadro de carreira, mais justos serão os benefícios. Por outro lado, vamos trabalhar para superar o distanciamento que ocorreu entre a Fundação e seus participantes nos últimos anos”, observou Fabinho.
A programação do seminário continua até o fim da manhã com o painel sobre Carreira como Instrumento de Gestão Pública e a socialização de experiências sobre a elaboração de planos de cargos e salários na Caixa e Banco do Brasil.
No período da tarde haverá informes quanto aos trabalhos da Comissão Paritária sobre Quadro de Carreira no Banrisul e trabalhos em grupo, seguidos de debate.
*Marisane Pereira - Mtb/RS9519
Imprensa Fetrafi-RS
Fotos: Mateus Bruxel
Fonte: Site Fetrafi-RS
http://www.fetrafirs.org.br/noticias.php?id=1243



quarta-feira, 25 de maio de 2011
Seminário discute impactos da terceirização nesta sexta em São Paulo
A terceirização é um fenômeno que avançou pelo mundo durante o neoliberalismo. No Brasil está presente em praticamente todas as categorias profissionais. Muito longe de ser uma especialização de determinado trabalho, a terceirização é na verdade a precarização do trabalho.
No ramo financeiro, a situação é alarmante. Setores inteiros são extintos e substituídos por trabalhadores terceirizados, fazendo exatamente o mesmo trabalho dos bancários e financiários e recebendo salários e benefícios que mal chegam a um terço dos direitos da categoria bancária.
Para discutir o tema e fortalecer o combate a essa prática, o Sindicato dos Bancários de São Paulo promove nos dias 26 e 27 de maio o lançamento de um livro e um seminário sobre o tema. O lançamento será transmitido pelo Momento Bancário em Debate, a partir das 18h. Os bancários podem enviar perguntas para debate@spbancarios.com.br.
Os dois eventos serão realizados no Auditório Azul da sede do Sindicato (Rua São Bento, 413, Centro, próximo ao metrô São Bento). Para o Seminário de Terceirização é necessário fazer inscrição (gratuita) pelo e-mail inscricao@spbancarios.com.br. Será fornecido certificado de participação. Mais informações: 3188-5204.
FONTE: Site Contraf- CUT
http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=26510
No ramo financeiro, a situação é alarmante. Setores inteiros são extintos e substituídos por trabalhadores terceirizados, fazendo exatamente o mesmo trabalho dos bancários e financiários e recebendo salários e benefícios que mal chegam a um terço dos direitos da categoria bancária.
Para discutir o tema e fortalecer o combate a essa prática, o Sindicato dos Bancários de São Paulo promove nos dias 26 e 27 de maio o lançamento de um livro e um seminário sobre o tema. O lançamento será transmitido pelo Momento Bancário em Debate, a partir das 18h. Os bancários podem enviar perguntas para debate@spbancarios.com.br.
Os dois eventos serão realizados no Auditório Azul da sede do Sindicato (Rua São Bento, 413, Centro, próximo ao metrô São Bento). Para o Seminário de Terceirização é necessário fazer inscrição (gratuita) pelo e-mail inscricao@spbancarios.com.br. Será fornecido certificado de participação. Mais informações: 3188-5204.
FONTE: Site Contraf- CUT
http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=26510
terça-feira, 24 de maio de 2011
Bancários exigem contratações e fim da pressão das metas do Santander
A Contraf-CUT, federações e sindicatos voltaram à mesa de negociação para debater condições de trabalho nas agências com a direção do Santander. A reunião aconteceu nesta segunda-feira 23, na Torre Santander, em São Paulo.
"Tratamos de diversos assuntos, que giram em torno de dois principais temas: falta de funcionários e assédio moral", relata o diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) da Contraf-CUT, Marcelo Sá.
Os trabalhadores insistiram na importância de mais agilidade por parte do banco no programa de mobilidade interna, que foi implantado após pressão dos trabalhadores e tem como objetivo evitar demissões e incentivar a realocação de funcionários. "São medidas que precisam ser adotadas com urgência, a situação nas agências é dramática em alguns casos e o Santander está se tornando o pior banco para se trabalhar", afirma Marcelo.
O dirigente sindical destaca que uma das reivindicações levadas à mesa foi o fim do desvio de função, causado pela falta de funcionários. "É comum que coordenadores de atendimento precisem abrir caixas para cobrir buracos. Isso é inadmissível."
Assédio moral
Os bancários cobraram o fim das metas individuais e a instauração das metas coletivas e reivindicaram o fim de práticas de cobrança abusiva que incentivam o assédio moral. "Queremos o fim das reuniões diárias para cobrança de metas e o fim das metas para a área operacional. Os caixas e os gerentes e coordenadores de atendimento precisam focar na retenção de clientes e não na venda de produtos. O Santander está perdendo muitos clientes por conta das metas para esses bancários", lembrou.
A direção do banco já havia garantido em outras oportunidades que os caixas não devem ter metas para venda de produtos. "Queremos que seja feita uma orientação por escrito para a rede, pois esse tema já vem sendo debatido há anos e persiste em muitas agências", disse Marcelo.
Foi também cobrado o fim do trabalho de prospecção de clientes em universidades após a jornada. "Entendemos a importância de novos clientes, mas isso não pode se dar à custa de trabalho após a jornada. O banco precisa definitivamente das realocações advindas do programa de mobilidade interna."
A direção do Santander vai analisar as reivindicações e responderá na próxima reunião, na segunda quinzena de junho.
Fonte: Seeb São Paulo
Notícia retirada do site da Contraf-CUT
http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=26501
"Tratamos de diversos assuntos, que giram em torno de dois principais temas: falta de funcionários e assédio moral", relata o diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) da Contraf-CUT, Marcelo Sá.
Os trabalhadores insistiram na importância de mais agilidade por parte do banco no programa de mobilidade interna, que foi implantado após pressão dos trabalhadores e tem como objetivo evitar demissões e incentivar a realocação de funcionários. "São medidas que precisam ser adotadas com urgência, a situação nas agências é dramática em alguns casos e o Santander está se tornando o pior banco para se trabalhar", afirma Marcelo.
O dirigente sindical destaca que uma das reivindicações levadas à mesa foi o fim do desvio de função, causado pela falta de funcionários. "É comum que coordenadores de atendimento precisem abrir caixas para cobrir buracos. Isso é inadmissível."
Assédio moral
Os bancários cobraram o fim das metas individuais e a instauração das metas coletivas e reivindicaram o fim de práticas de cobrança abusiva que incentivam o assédio moral. "Queremos o fim das reuniões diárias para cobrança de metas e o fim das metas para a área operacional. Os caixas e os gerentes e coordenadores de atendimento precisam focar na retenção de clientes e não na venda de produtos. O Santander está perdendo muitos clientes por conta das metas para esses bancários", lembrou.
A direção do banco já havia garantido em outras oportunidades que os caixas não devem ter metas para venda de produtos. "Queremos que seja feita uma orientação por escrito para a rede, pois esse tema já vem sendo debatido há anos e persiste em muitas agências", disse Marcelo.
Foi também cobrado o fim do trabalho de prospecção de clientes em universidades após a jornada. "Entendemos a importância de novos clientes, mas isso não pode se dar à custa de trabalho após a jornada. O banco precisa definitivamente das realocações advindas do programa de mobilidade interna."
A direção do Santander vai analisar as reivindicações e responderá na próxima reunião, na segunda quinzena de junho.
Fonte: Seeb São Paulo
Notícia retirada do site da Contraf-CUT
http://www.contrafcut.org.br/noticias.asp?CodNoticia=26501
segunda-feira, 23 de maio de 2011
Diálogos para Ação analisa teoria marxista e atualidade
Palestra com doutor em Ciência Política reuniu dirigentes e delegados sindicais na Casa dos Bancários
O Diálogos para Ação promoveu mais uma grande atividade na manhã desta sexta-feira, 20, na Casa dos Bancários. O terceiro módulo do projeto abordou o tema Poder, Marxismo e Política, a partir de uma palestra com o coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Luis Gustavo Mello Grohmann.
O professor concentra suas explanações nos principais elementos que compõem a teoria marxista, como os conceitos de estado, partido e revolução. “É importante falar sobre Marx não somente por conta do interesse histórico sobre teorias que explicavam o mundo ou suas transformações, mas como uma forma de adquirirmos parâmetros para compreender a realidade e vislumbrar o futuro”, destaca.
Grohmann faz um resgate histórico sobre a emergência das massas na política, que culminou no século XX em processos de transformação e luta. “O século XX foi marcado pela participação das massas, que receberam um golpe muito forte com a queda dos regimes socialistas do Leste europeu. No entanto, este foi um momento importante de inflexão similar ao que ocorreu na revolução russa. A queda destes sistemas não foi causada por um raio que surgiu num dia ensolarado. Foi uma tempestade gestada ao longo do tempo, no fim dos anos 60 e 70, quando o sistema socialista não conseguiu mais acompanhar as evoluções do capitalismo”, observa o acadêmico.
Segundo o palestrante, com o fim dos sistemas socialistas houve uma desconstituição de todo aquele campo de mobilização. “Talvez estejamos assistindo um largo período histórico onde as forças que buscavam padrões mais fortes de transformação estejam afastadas da cena. Contrastando com o século XX, estamos vendo no século XXI discursos mais isolados, para um pequeno número de pessoas, ao contrário da ação de massas. Entendemos massas como setores da sociedade, que se mobilizam por interesses mais profundos”, explica.
De acordo com o docente, o mundo pós-moderno está dotado de países mais desenvolvidos pela cultura de autoexpressão, que não admite autoridade, não se conforma com as ideologias e só se sensibiliza pelo politicamente correto. “Assim como se desmanchou o sistema socialista, a sociedade capitalista também se desconstitui devido ao choque das ideologias, das organizações e das ideias. Decretar o fim da ideologia como a pós-modernidade fez é enganoso, porque a própria pós-modernidade é uma ideologia”.
A Política
Quanto ao conceito de Política, o professor explica que diz respeito ao poder e processos coletivos com ênfase no poder. “Em Marx, a política é sempre colocada no campo da superestrutura. Uma das grandes descobertas de Marx, também fundamentadas por outros teóricos foi que a construção das condições de vida dos seres humanos implica em política e economia. Neste sentido, na construção do mundo material Marx identifica como se faz o fluxo histórico no sentido macro das grandes tendências, mas também se preocupa com o sentido micro, de microfundamentos”.
Grohmann diz que temos a possibilidade de mudar a realidade e reivindicar a capacidade de agir sobre este processo de uma forma diferenciada, algo que os grandes atores políticos sempre fizeram.
A revolução em Marx
De acordo com o professor, o tema da revolução também é importante. “Há dois níveis indicados pelo Marx. Existe o nível macro em que a revolução se insere num período histórico mais profundo e também revela a capacidade de transformação das forças políticas e o voluntarismo, baseado na ideia de que tudo podemos. Ou fazemos a revolução a partir de um processo histórico ou a fazemos porque queremos, isto caracteriza o determinismo ou voluntarismo”.
O palestrante observa que o voluntarismo se esquece das condições objetivas da vida e por isso pode dar certo ou não. “Ele é incapaz de formular uma proposição científica para o desenvolvimento da sociedade. Neste momento é que Marx traz o partido. Na época de Marx, os partidos eram de elite. Mas quando o autor fala no partido diz muito mais sobre um grupamento de pessoas que está disposto a revelar as contradições do capitalismo. Para Marx, a revolução é feita pelo proletariado. A ideia de partido político como partido de massa surge no século XX com o sufrágio universal”.
Grohmann enfatiza que a forma “partido” é histórica e as possibilidades de transformações na vida política não dependem desta forma. “Nada impede a sociedade de desenvolver outros instrumentos de transformação”.
Marx e a desconstituição do Estado
Para o palestrante a destruição do Estado em Marx tem dois momentos. “Inicialmente ocorre a abolição do estado burguês, da revolução, mas ele não desaparece enquanto como superestrutura. Era preciso que gradativamente ele viesse a definhar e este era um dos grandes ideais do Marx. Ele via o campo da associação de pessoas livres e tinha uma posição contrária aos termos que usava o sistema capitalista. O autor tinha como grande utopia para o futuro, a ideia que a as pessoas iriam conseguir gradativamente aumentar seus laços de livre associação. Marx queria outra democracia, onde a autodeterminação das pessoas fosse a regra e não a soberania encarnada no estado. A democracia de Marx está colocada na ideia de comunidade”.
O professor concluiu sua palestra destacando que seu objetivo era levantar questões para que os participantes do Diálogos para Ação pudessem refletir de que maneira a obra de Marx pode contribuir para transformar o mundo. “Nós devemos prestar muita atenção às contradições da nossa época. O que pode nos provocar para que não fiquemos a assistir passivamente os acontecimentos e possamos ser sujeitos neste mundo. Talvez este seja o maior ensinamento vindo de Marx”, finaliza Grohmann.




FONTE:
*Edição e fotografia: Marisane Pereira Mtb/RS9519
Imprensa Fetrafi-RS
O Diálogos para Ação promoveu mais uma grande atividade na manhã desta sexta-feira, 20, na Casa dos Bancários. O terceiro módulo do projeto abordou o tema Poder, Marxismo e Política, a partir de uma palestra com o coordenador do Programa de Pós-Graduação em Ciência Política da Universidade Federal do Rio Grande do Sul, Luis Gustavo Mello Grohmann.
O professor concentra suas explanações nos principais elementos que compõem a teoria marxista, como os conceitos de estado, partido e revolução. “É importante falar sobre Marx não somente por conta do interesse histórico sobre teorias que explicavam o mundo ou suas transformações, mas como uma forma de adquirirmos parâmetros para compreender a realidade e vislumbrar o futuro”, destaca.
Grohmann faz um resgate histórico sobre a emergência das massas na política, que culminou no século XX em processos de transformação e luta. “O século XX foi marcado pela participação das massas, que receberam um golpe muito forte com a queda dos regimes socialistas do Leste europeu. No entanto, este foi um momento importante de inflexão similar ao que ocorreu na revolução russa. A queda destes sistemas não foi causada por um raio que surgiu num dia ensolarado. Foi uma tempestade gestada ao longo do tempo, no fim dos anos 60 e 70, quando o sistema socialista não conseguiu mais acompanhar as evoluções do capitalismo”, observa o acadêmico.
Segundo o palestrante, com o fim dos sistemas socialistas houve uma desconstituição de todo aquele campo de mobilização. “Talvez estejamos assistindo um largo período histórico onde as forças que buscavam padrões mais fortes de transformação estejam afastadas da cena. Contrastando com o século XX, estamos vendo no século XXI discursos mais isolados, para um pequeno número de pessoas, ao contrário da ação de massas. Entendemos massas como setores da sociedade, que se mobilizam por interesses mais profundos”, explica.
De acordo com o docente, o mundo pós-moderno está dotado de países mais desenvolvidos pela cultura de autoexpressão, que não admite autoridade, não se conforma com as ideologias e só se sensibiliza pelo politicamente correto. “Assim como se desmanchou o sistema socialista, a sociedade capitalista também se desconstitui devido ao choque das ideologias, das organizações e das ideias. Decretar o fim da ideologia como a pós-modernidade fez é enganoso, porque a própria pós-modernidade é uma ideologia”.
A Política
Quanto ao conceito de Política, o professor explica que diz respeito ao poder e processos coletivos com ênfase no poder. “Em Marx, a política é sempre colocada no campo da superestrutura. Uma das grandes descobertas de Marx, também fundamentadas por outros teóricos foi que a construção das condições de vida dos seres humanos implica em política e economia. Neste sentido, na construção do mundo material Marx identifica como se faz o fluxo histórico no sentido macro das grandes tendências, mas também se preocupa com o sentido micro, de microfundamentos”.
Grohmann diz que temos a possibilidade de mudar a realidade e reivindicar a capacidade de agir sobre este processo de uma forma diferenciada, algo que os grandes atores políticos sempre fizeram.
A revolução em Marx
De acordo com o professor, o tema da revolução também é importante. “Há dois níveis indicados pelo Marx. Existe o nível macro em que a revolução se insere num período histórico mais profundo e também revela a capacidade de transformação das forças políticas e o voluntarismo, baseado na ideia de que tudo podemos. Ou fazemos a revolução a partir de um processo histórico ou a fazemos porque queremos, isto caracteriza o determinismo ou voluntarismo”.
O palestrante observa que o voluntarismo se esquece das condições objetivas da vida e por isso pode dar certo ou não. “Ele é incapaz de formular uma proposição científica para o desenvolvimento da sociedade. Neste momento é que Marx traz o partido. Na época de Marx, os partidos eram de elite. Mas quando o autor fala no partido diz muito mais sobre um grupamento de pessoas que está disposto a revelar as contradições do capitalismo. Para Marx, a revolução é feita pelo proletariado. A ideia de partido político como partido de massa surge no século XX com o sufrágio universal”.
Grohmann enfatiza que a forma “partido” é histórica e as possibilidades de transformações na vida política não dependem desta forma. “Nada impede a sociedade de desenvolver outros instrumentos de transformação”.
Marx e a desconstituição do Estado
Para o palestrante a destruição do Estado em Marx tem dois momentos. “Inicialmente ocorre a abolição do estado burguês, da revolução, mas ele não desaparece enquanto como superestrutura. Era preciso que gradativamente ele viesse a definhar e este era um dos grandes ideais do Marx. Ele via o campo da associação de pessoas livres e tinha uma posição contrária aos termos que usava o sistema capitalista. O autor tinha como grande utopia para o futuro, a ideia que a as pessoas iriam conseguir gradativamente aumentar seus laços de livre associação. Marx queria outra democracia, onde a autodeterminação das pessoas fosse a regra e não a soberania encarnada no estado. A democracia de Marx está colocada na ideia de comunidade”.
O professor concluiu sua palestra destacando que seu objetivo era levantar questões para que os participantes do Diálogos para Ação pudessem refletir de que maneira a obra de Marx pode contribuir para transformar o mundo. “Nós devemos prestar muita atenção às contradições da nossa época. O que pode nos provocar para que não fiquemos a assistir passivamente os acontecimentos e possamos ser sujeitos neste mundo. Talvez este seja o maior ensinamento vindo de Marx”, finaliza Grohmann.




FONTE:
*Edição e fotografia: Marisane Pereira Mtb/RS9519
Imprensa Fetrafi-RS
quarta-feira, 18 de maio de 2011
Itaú Unibanco demite por diferença no caixa e soropositivo em tratamento
Demissões geram revoltas entre os trabalhadores em São Paulo
Duas demissões recentes em agências do Itaú Unibanco estão gerando revolta entre os trabalhadores em São Paulo.
Diferença de caixa
A dispensa diz respeito a uma caixa que, em fevereiro, foi responsabilizada pela falta de R$ 2 mil no fechamento de sua estação de trabalho. Como não conseguiu localizar a origem da diferença e não tinha dinheiro para cobrir o rombo, a bancária ofereceu pagar o valor parcelado, mas o banco não aceitou sua proposta e ela acabou sendo dispensada em abril.
O diretor do Sindicato, Carlos Damarindo, o Carlão, lembra que localizar diferenças foi dificultado pelo banco, em dezembro, pela eliminação da segunda via da bobina de caixa.
"Muitos bancários estão reclamando, tendo prejuízos financeiros e, pior, sendo demitidos por conta disso. Em negociação no final de abril, o banco se comprometeu a disponibilizar, a partir de 23 de maio, o extrato e a soma para que os bancários possam fazer a checagem. Esperamos que cumpram a promessa e queremos que sejam revistas as injustiças já cometidas", diz.
Soropositivo
A outra denúncia diz respeito a um funcionário soropositivo demitido por baixa performance. "Devido ao tratamento médico, ele estava enfrentando altos e baixos em sua saúde, fazendo tratamento, e não tinha como manter uma média alta de produção", diz Carlão.
O dirigente sindical procurou o banco para reivindicar a reversão da demissão, mas não foi atendido. "Os colegas do bancário não sabiam do seu problema de saúde, mas o RH e a área médica tinham conhecimento. Ainda assim, não houve sensibilidade para tratar o caso com o cuidado que merecia", diz.
Carlão voltou a procurar o banco no final da semana passada para novamente solicitar a reintegração do bancário e aguarda resposta.
*Fonte: Seeb São Paulo/Contraf-Cut
Retirado site da FETRAFI-RS
http://www.fetrafirs.org.br/noticias.php?id=1153
Duas demissões recentes em agências do Itaú Unibanco estão gerando revolta entre os trabalhadores em São Paulo.
Diferença de caixa
A dispensa diz respeito a uma caixa que, em fevereiro, foi responsabilizada pela falta de R$ 2 mil no fechamento de sua estação de trabalho. Como não conseguiu localizar a origem da diferença e não tinha dinheiro para cobrir o rombo, a bancária ofereceu pagar o valor parcelado, mas o banco não aceitou sua proposta e ela acabou sendo dispensada em abril.
O diretor do Sindicato, Carlos Damarindo, o Carlão, lembra que localizar diferenças foi dificultado pelo banco, em dezembro, pela eliminação da segunda via da bobina de caixa.
"Muitos bancários estão reclamando, tendo prejuízos financeiros e, pior, sendo demitidos por conta disso. Em negociação no final de abril, o banco se comprometeu a disponibilizar, a partir de 23 de maio, o extrato e a soma para que os bancários possam fazer a checagem. Esperamos que cumpram a promessa e queremos que sejam revistas as injustiças já cometidas", diz.
Soropositivo
A outra denúncia diz respeito a um funcionário soropositivo demitido por baixa performance. "Devido ao tratamento médico, ele estava enfrentando altos e baixos em sua saúde, fazendo tratamento, e não tinha como manter uma média alta de produção", diz Carlão.
O dirigente sindical procurou o banco para reivindicar a reversão da demissão, mas não foi atendido. "Os colegas do bancário não sabiam do seu problema de saúde, mas o RH e a área médica tinham conhecimento. Ainda assim, não houve sensibilidade para tratar o caso com o cuidado que merecia", diz.
Carlão voltou a procurar o banco no final da semana passada para novamente solicitar a reintegração do bancário e aguarda resposta.
*Fonte: Seeb São Paulo/Contraf-Cut
Retirado site da FETRAFI-RS
http://www.fetrafirs.org.br/noticias.php?id=1153
Diretores da Fetrafi-RS e SindBancários reúnem com a Fundação Banrisul
Encontro tratou da revogação da circular nº630
Na segunda-feira, 16, os diretores da Fetrafi-RS Amaro Souza e Denise Corrêa, juntamente com a diretora do SindBancários, Cátia Cilene Nobre Nunes, participaram de uma reunião com representantes da Fundação Banrisul. Os sindicalistas foram recebidos pelos diretores Fábio Alves, Jorge Berzag e Cafruni. A reunião tratou principalmente da revogação da circular nº 630, emitida em 15 de março deste ano pela gestão anterior da FSSB, que suprime o direito de obter empréstimos dos participantes ativos e aposentados, que tiverem ações contra a Fundação Banrisul.
Entre os temas abordados na reunião estão a democratização na gestão da Fundação Banrisul e o aumento do benefício mínimo, que hoje é de 10% de complementação na aposentadoria. O objetivo do movimento sindical é atingir um patamar de 50% de complemento, a fim de garantir uma remuneração similar àquela que o banrisulense recebia na ativa.
Outra questão importante segundo os sindicalistas, é a definição de uma política de transparência nas operações financeiras e designação de receitas aos benefícios da Fundação. No dia 19 de maio, quinta-feira, haverá reunião do Conselho Deliberativo da Fundação para avaliar as reivindicações propostas pelo movimento sindical e votação da revogação da circular nº630.
A diretora da Fetrafi-RS, Denise Corrêa, que também integra o Conselho Fiscal da FSSB, destaca que a Fundação não pode negar aos participantes um direito que é comum a todos, como é o caso da concessão de empréstimos. “Isto implica numa ação discriminatória por parte da Fundação. O fato de um participante ter ações jurídicas contra a entidade, em busca de direitos, não pode limitar o seu acesso a serviços ou benefícios prestados pela Fundação”, observa.
FONTE: Imprensa Fetrafi-RS
http://www.fetrafirs.org.br/noticias.php?id=1149
Na segunda-feira, 16, os diretores da Fetrafi-RS Amaro Souza e Denise Corrêa, juntamente com a diretora do SindBancários, Cátia Cilene Nobre Nunes, participaram de uma reunião com representantes da Fundação Banrisul. Os sindicalistas foram recebidos pelos diretores Fábio Alves, Jorge Berzag e Cafruni. A reunião tratou principalmente da revogação da circular nº 630, emitida em 15 de março deste ano pela gestão anterior da FSSB, que suprime o direito de obter empréstimos dos participantes ativos e aposentados, que tiverem ações contra a Fundação Banrisul.
Entre os temas abordados na reunião estão a democratização na gestão da Fundação Banrisul e o aumento do benefício mínimo, que hoje é de 10% de complementação na aposentadoria. O objetivo do movimento sindical é atingir um patamar de 50% de complemento, a fim de garantir uma remuneração similar àquela que o banrisulense recebia na ativa.
Outra questão importante segundo os sindicalistas, é a definição de uma política de transparência nas operações financeiras e designação de receitas aos benefícios da Fundação. No dia 19 de maio, quinta-feira, haverá reunião do Conselho Deliberativo da Fundação para avaliar as reivindicações propostas pelo movimento sindical e votação da revogação da circular nº630.
A diretora da Fetrafi-RS, Denise Corrêa, que também integra o Conselho Fiscal da FSSB, destaca que a Fundação não pode negar aos participantes um direito que é comum a todos, como é o caso da concessão de empréstimos. “Isto implica numa ação discriminatória por parte da Fundação. O fato de um participante ter ações jurídicas contra a entidade, em busca de direitos, não pode limitar o seu acesso a serviços ou benefícios prestados pela Fundação”, observa.
FONTE: Imprensa Fetrafi-RS
http://www.fetrafirs.org.br/noticias.php?id=1149
Sindicatos discutem problemas dos ONs na região das Missões
Evento reuniu operadores no último sábado, em São Luiz Gonzaga
No último sábado, dia 14, foi realizada uma reunião com Operadores de Negócios lotados nas bases dos sindicatos de São Luiz Gonzaga e Região, São Borja e Santiago, na sede do Sindicato de São Luiz. A reunião contou com a participação do diretor da Fetrafi-RS, Carlos Augusto Rocha e de ONs das cidades de São Luiz Gonzaga, Porto Xavier, Santo Antônio das Missões e São Borja.
O encontro debateu a situação dos operadores e a falta de autonomia das carteiras, assim como a questão do assédio moral e a extrapolação da jornada de trabalho sem contrapartida ou pagamento de horas extras.
Para resolução desses problemas foram apresentadas propostas como: comissionamento da função com contribuição previdenciária e contribuição do ADI (Adicional por Dedicação Integral) para Fundação; definição de critérios e autonomia na constituição das carteiras; novas regras para pagamento da RV (remuneração variável) e recuperação salarial.
*Imprensa Fetrafi-RS
MATÉRIA RETIRADA DO SITE:
http://www.fetrafirs.org.br/noticias.php?id=1150
No último sábado, dia 14, foi realizada uma reunião com Operadores de Negócios lotados nas bases dos sindicatos de São Luiz Gonzaga e Região, São Borja e Santiago, na sede do Sindicato de São Luiz. A reunião contou com a participação do diretor da Fetrafi-RS, Carlos Augusto Rocha e de ONs das cidades de São Luiz Gonzaga, Porto Xavier, Santo Antônio das Missões e São Borja.
O encontro debateu a situação dos operadores e a falta de autonomia das carteiras, assim como a questão do assédio moral e a extrapolação da jornada de trabalho sem contrapartida ou pagamento de horas extras.
Para resolução desses problemas foram apresentadas propostas como: comissionamento da função com contribuição previdenciária e contribuição do ADI (Adicional por Dedicação Integral) para Fundação; definição de critérios e autonomia na constituição das carteiras; novas regras para pagamento da RV (remuneração variável) e recuperação salarial.
*Imprensa Fetrafi-RS
MATÉRIA RETIRADA DO SITE:
http://www.fetrafirs.org.br/noticias.php?id=1150
segunda-feira, 16 de maio de 2011
Quadro de Carreira: Comissão Paritária faz diagnóstico do Quadro A da DG
Reunião foi realizada na quarta-feira, 11, na Direção Geral
A Comissão Paritária que está debatendo a Carreira no Banrisul continua o diagnóstico do atual Quadro. Em reunião na última quarta-feira (11), às 15h, no 4º andar da DG, foi apresentado pela assessoria do Dieese dados sobre o Quadro A da Direção Geral.
Chama a atenção que 62% dos trabalhadores da DG estão na função de Analista. Também é gritante a baixa remuneração a que estão submetidos os banrisuleneses, seja nas agências, seja na Direção Geral. A única perspectiva de crescimento financeiro é através do comissionamento, que tenta resolver o problema dos baixos salários.
Também foram debatidas as remunerações variáveis, outra medida que tenta minimizar a baixa remuneração salarial, mas que gera muito desgaste aos trabalhadores. Para obtê-la, os banrisulenses são submetidos a longas jornadas e metas absurdas.
Os representantes dos trabalhadores expuseram alguns dos problemas do atual Plano de Carreira que precisam ser resolvidos, como critérios claros de acesso à carreira, mudança de função, falta de transversalidade entre as áreas administrativas, comercial e Direção Geral, a distribuição de cargos em comissão entre Direção Geral e Agência, a concepção de capacitação profissional, o piso muito baixo e a redução de letras ao longo do tempo.
Seminário
No sábado, dia 28 de maio, esses e outros assuntos serão discutidos em um Seminário aberto aos banrisulenses. Será um momento para os funcionários expor suas sugestões para a construção de um novo Quadro de Carreira.
Também será apresentada experiência de outros bancos públicos, como o Banco do Brasil e Caixa Economica Federal, com as formas de remuneração variável e como é o debate de metas.
Novos integrantes
Os próximos encontros da Comissão serão acompanhados por dois representantes da Fundação Banrisul de Seguridade Social: Leci Pacheco e Paulo Baldasso. A iniciativa é da diretoria que assumiu recentemente, de forma que a Fundação também possa contribuir com o estudo.
A representação dos trabalhadores, que já conta com o Dieese, terá mais uma assessora, Tonia Duarte. Ela contribuiu com o estudo do Plano de Carreira dos trabalhadores da Caixa Economica Federal, da Federação dos Trabalhadores da Educação da UFRGS e do Sintrajufe.
A próxima reunião acontece dia 9 de junho, às 9h30, no 4º andar do prédio da DG.
*Imprensa SindBancários
Retirado do site FETRAFI-RS.
http://www.fetrafirs.org.br/noticias.php?id=1140
A Comissão Paritária que está debatendo a Carreira no Banrisul continua o diagnóstico do atual Quadro. Em reunião na última quarta-feira (11), às 15h, no 4º andar da DG, foi apresentado pela assessoria do Dieese dados sobre o Quadro A da Direção Geral.
Chama a atenção que 62% dos trabalhadores da DG estão na função de Analista. Também é gritante a baixa remuneração a que estão submetidos os banrisuleneses, seja nas agências, seja na Direção Geral. A única perspectiva de crescimento financeiro é através do comissionamento, que tenta resolver o problema dos baixos salários.
Também foram debatidas as remunerações variáveis, outra medida que tenta minimizar a baixa remuneração salarial, mas que gera muito desgaste aos trabalhadores. Para obtê-la, os banrisulenses são submetidos a longas jornadas e metas absurdas.
Os representantes dos trabalhadores expuseram alguns dos problemas do atual Plano de Carreira que precisam ser resolvidos, como critérios claros de acesso à carreira, mudança de função, falta de transversalidade entre as áreas administrativas, comercial e Direção Geral, a distribuição de cargos em comissão entre Direção Geral e Agência, a concepção de capacitação profissional, o piso muito baixo e a redução de letras ao longo do tempo.
Seminário
No sábado, dia 28 de maio, esses e outros assuntos serão discutidos em um Seminário aberto aos banrisulenses. Será um momento para os funcionários expor suas sugestões para a construção de um novo Quadro de Carreira.
Também será apresentada experiência de outros bancos públicos, como o Banco do Brasil e Caixa Economica Federal, com as formas de remuneração variável e como é o debate de metas.
Novos integrantes
Os próximos encontros da Comissão serão acompanhados por dois representantes da Fundação Banrisul de Seguridade Social: Leci Pacheco e Paulo Baldasso. A iniciativa é da diretoria que assumiu recentemente, de forma que a Fundação também possa contribuir com o estudo.
A representação dos trabalhadores, que já conta com o Dieese, terá mais uma assessora, Tonia Duarte. Ela contribuiu com o estudo do Plano de Carreira dos trabalhadores da Caixa Economica Federal, da Federação dos Trabalhadores da Educação da UFRGS e do Sintrajufe.
A próxima reunião acontece dia 9 de junho, às 9h30, no 4º andar do prédio da DG.
*Imprensa SindBancários
Retirado do site FETRAFI-RS.
http://www.fetrafirs.org.br/noticias.php?id=1140
terça-feira, 10 de maio de 2011
Eleição para delegados sindicais da Caixa, mandato 2011/2012, encerra no fim de maio
Calendário eleitoral é definido por cada sindicato do interior, filiado à Fetrafi-RS
O prazo para realização de eleições para delegados sindicais da Caixa se encerra no dia 31 de maio. Nesta data também chega ao fim o mandato dos atuais delegados. A posse dos novos delegados e delegadas deve ocorrer no dia 1º de junho, sendo que estes ficam na função pelo período de um ano.
O SindBancários unificou o processo de escolha dos delegados e delegadas sindicais do Banco do Brasil, Banrisul e Caixa, realizando as eleições no mês de março de 2011 para o mandato de 2011/2012. Por este motivo as orientações não serão consideradas para as bases do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região.
O delegado sindical representa a entidade sindical junto aos empregados de sua unidade, estabelecendo um vínculo direto com os trabalhadores e encaminhando suas demandas específicas ou coletivas à entidade sindical. Os empregados que assumem a função também devem estar preparados para a responsabilidade de assumir a organização sindical no ambiente de trabalho.
Os empregados interessados em participar da eleição devem efetuar sua inscrição junto ao sindicato de sua base. As eleições serão realizadas em todas as unidades da Caixa das bases sindicais dos sindicatos dos bancários no interior do Estado, com escolha de um delegado ou delegada para unidades com até 100 empregados.
Importante
Os sindicatos devem enviar à Caixa (SURSE – surse@caixa.gov.br) a relação dos candidatos a Delegado/a Sindical no prazo máximo de cinco dias úteis antes da data da eleição. O mesmo prazo fica estabelecido após a eleição para envio da relação dos delegados sindicais eleitos, os suplentes e a data do início e término do mandato.
Notícia retirada no site da FETRAFI-RS.
http://www.fetrafirs.org.br/noticias.php?id=1099
O prazo para realização de eleições para delegados sindicais da Caixa se encerra no dia 31 de maio. Nesta data também chega ao fim o mandato dos atuais delegados. A posse dos novos delegados e delegadas deve ocorrer no dia 1º de junho, sendo que estes ficam na função pelo período de um ano.
O SindBancários unificou o processo de escolha dos delegados e delegadas sindicais do Banco do Brasil, Banrisul e Caixa, realizando as eleições no mês de março de 2011 para o mandato de 2011/2012. Por este motivo as orientações não serão consideradas para as bases do Sindicato dos Bancários de Porto Alegre e Região.
O delegado sindical representa a entidade sindical junto aos empregados de sua unidade, estabelecendo um vínculo direto com os trabalhadores e encaminhando suas demandas específicas ou coletivas à entidade sindical. Os empregados que assumem a função também devem estar preparados para a responsabilidade de assumir a organização sindical no ambiente de trabalho.
Os empregados interessados em participar da eleição devem efetuar sua inscrição junto ao sindicato de sua base. As eleições serão realizadas em todas as unidades da Caixa das bases sindicais dos sindicatos dos bancários no interior do Estado, com escolha de um delegado ou delegada para unidades com até 100 empregados.
Importante
Os sindicatos devem enviar à Caixa (SURSE – surse@caixa.gov.br) a relação dos candidatos a Delegado/a Sindical no prazo máximo de cinco dias úteis antes da data da eleição. O mesmo prazo fica estabelecido após a eleição para envio da relação dos delegados sindicais eleitos, os suplentes e a data do início e término do mandato.
Notícia retirada no site da FETRAFI-RS.
http://www.fetrafirs.org.br/noticias.php?id=1099
segunda-feira, 9 de maio de 2011
Bancários promovem dia nacional de luta contra discriminação no dia 13 de maio
Mobilização envolverá bancários de todo o país na luta por igualdade
No próximo dia 13 de maio, a Contraf-CUT, federações e sindicatos realizarão um Dia Nacional de Luta contra a discriminação nos bancos. Com o mote "Vamos abolir a discriminação e promover a inclusão: Por mais contratações de negros, negras e pessoas com deficiência nos bancos", a mobilização envolverá bancários de todo o país na luta por igualdade no sistema financeiro e na sociedade.
"Nossa intenção é discutir o significado dessa data, que comemora a abolição da escravatura no Brasil, e suas consequências para a população negra, que convive com uma triste herança de discriminação e exclusão", afirma Deise Recoaro, secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT.
Essa situação não é diferente no sistema financeiro. Pesquisas feitas nos últimos anos - tanto o Rostos dos Bancários, feito pelo movimento sindical, quanto o Mapa da Diversidade, feito pela Febraban após intensa cobrança dos trabalhadores - comprovam que os bancos discriminam negros, negras e pessoas com deficiência tanto no acesso ao emprego bancário quanto na remuneração e na ascensão profissional.
Segundo dados do Mapa da Diversidade, as pessoas negras correspondem a 35,7% da População Economicamente Ativa do país. No entanto, no setor financeiro, negros e negras ocupam apenas 19% das vagas. Além disso, os negros recebem salários menores do que os brancos dentro dos bancos: enquanto um bancário branco recebia em média R$ 3.411 em 2009, o negro recebia um salário médio de R$ 2.870.
"Há tempos a Contraf-CUT e o movimento sindical bancário formaram a convicção de que é preciso incorporar à sua prática cotidiana o combate a todas as formas de exclusão, entre elas a discriminação e o preconceito. Vamos para as ruas levar essa luta até as pessoas e buscar a igualdade dentro dos bancos", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
* Contraf- CUT
Notícia retirada no site da FETRAFI-RS
http://www.fetrafirs.org.br/noticias.php?id=1091
No próximo dia 13 de maio, a Contraf-CUT, federações e sindicatos realizarão um Dia Nacional de Luta contra a discriminação nos bancos. Com o mote "Vamos abolir a discriminação e promover a inclusão: Por mais contratações de negros, negras e pessoas com deficiência nos bancos", a mobilização envolverá bancários de todo o país na luta por igualdade no sistema financeiro e na sociedade.
"Nossa intenção é discutir o significado dessa data, que comemora a abolição da escravatura no Brasil, e suas consequências para a população negra, que convive com uma triste herança de discriminação e exclusão", afirma Deise Recoaro, secretária de Políticas Sociais da Contraf-CUT.
Essa situação não é diferente no sistema financeiro. Pesquisas feitas nos últimos anos - tanto o Rostos dos Bancários, feito pelo movimento sindical, quanto o Mapa da Diversidade, feito pela Febraban após intensa cobrança dos trabalhadores - comprovam que os bancos discriminam negros, negras e pessoas com deficiência tanto no acesso ao emprego bancário quanto na remuneração e na ascensão profissional.
Segundo dados do Mapa da Diversidade, as pessoas negras correspondem a 35,7% da População Economicamente Ativa do país. No entanto, no setor financeiro, negros e negras ocupam apenas 19% das vagas. Além disso, os negros recebem salários menores do que os brancos dentro dos bancos: enquanto um bancário branco recebia em média R$ 3.411 em 2009, o negro recebia um salário médio de R$ 2.870.
"Há tempos a Contraf-CUT e o movimento sindical bancário formaram a convicção de que é preciso incorporar à sua prática cotidiana o combate a todas as formas de exclusão, entre elas a discriminação e o preconceito. Vamos para as ruas levar essa luta até as pessoas e buscar a igualdade dentro dos bancos", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT.
* Contraf- CUT
Notícia retirada no site da FETRAFI-RS
http://www.fetrafirs.org.br/noticias.php?id=1091
sexta-feira, 6 de maio de 2011
Relatório anual da Cassi é aprovado pela maioria dos funcionários do BB
Percentual de votos de funcionários da ativa que não aprovaram as contas foi de 11,7%
O Relatório Anual 2010 da Cassi (Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil) teve aprovação de 67,4% na votação que durou cinco dias e foi encerrada em 29 de abril.
As contas foram aprovadas pela maioria dos funcionários da ativa (que votaram pelo SisBB) e aposentados (que votaram por telefone). Os números representam 54,6% e 84,8%, respectivamente.
O percentual de votos de funcionários da ativa que não aprovaram as contas foi de 11,7%. O de aposentados foi 10,7%. Os votos nulos somaram 17,9% e a porcentagem de votos em branco resultou em 20,03%.
"Apenas 54,6% dos funcionários da ativa aprovaram os números da Cassi. É reflexo do descontentamento com a qualidade do atendimento, credenciamento e preocupação com a gestão financeira da entidade. O resultado também questiona a pesquisa de satisfação divulgada em janeiro pela Cassi que estampou na capa de sua revista o alto nível de satisfação dos participantes", diz Ernesto Izumi, diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e funcionário do BB.
"Vamos seguir cobrando o banco, que indica o presidente e o diretor de administração e finanças da entidade. Também buscaremos os representantes eleitos para divulgar aos funcionários a atual situação da Cassi e envolver a todos na luta por sua melhoria", ressalta o dirigente sindical.
William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT e funcionário do BB, concorda. "O atendimento está muito ruim. A Cassi recebe recursos desde 2007, fruto de uma negociação do movimento sindical com o banco para equilibrar as contas do plano de saúde. No entanto, vemos que há muito o que melhorar na caixa de assistência", afirma.
"A Contraf-CUT e as entidades filiadas vão continuar cobrando as responsabilidades do Banco do Brasil e da Cassi para melhorar a qualidade dos serviços oferecidos aos bancários do BB", conclui William.
Veja os números da votação:
Aprovaram: 44.463 (67,4%)
Não aprovaram: 9.173 (13,9%)
Nulos: 12.359 (18,7%)
Funcionários do BB
Aprovaram: 40.788 (54,6%)
Não aprovaram: 8.709 (11,7%)
Brancos: 12.871 (17,2%)
Nulos: 12.296 (16,5%)
Aposentados do BB
Aprovaram: 3.675 (84,8%)
Não aprovaram: 464 (10,7%)
Brancos: 134 (3,1%)
Nulos: 63 (1,4%)
*Contraf-CUT com Cassi
Retirado no dia 06/05/2011, no respectivo site: http://www.fetrafirs.org.br/noticias.php?id=1070&pg=2
O Relatório Anual 2010 da Cassi (Caixa de Assistência dos Funcionários do Banco do Brasil) teve aprovação de 67,4% na votação que durou cinco dias e foi encerrada em 29 de abril.
As contas foram aprovadas pela maioria dos funcionários da ativa (que votaram pelo SisBB) e aposentados (que votaram por telefone). Os números representam 54,6% e 84,8%, respectivamente.
O percentual de votos de funcionários da ativa que não aprovaram as contas foi de 11,7%. O de aposentados foi 10,7%. Os votos nulos somaram 17,9% e a porcentagem de votos em branco resultou em 20,03%.
"Apenas 54,6% dos funcionários da ativa aprovaram os números da Cassi. É reflexo do descontentamento com a qualidade do atendimento, credenciamento e preocupação com a gestão financeira da entidade. O resultado também questiona a pesquisa de satisfação divulgada em janeiro pela Cassi que estampou na capa de sua revista o alto nível de satisfação dos participantes", diz Ernesto Izumi, diretor do Sindicato dos Bancários de São Paulo e funcionário do BB.
"Vamos seguir cobrando o banco, que indica o presidente e o diretor de administração e finanças da entidade. Também buscaremos os representantes eleitos para divulgar aos funcionários a atual situação da Cassi e envolver a todos na luta por sua melhoria", ressalta o dirigente sindical.
William Mendes, secretário de Formação da Contraf-CUT e funcionário do BB, concorda. "O atendimento está muito ruim. A Cassi recebe recursos desde 2007, fruto de uma negociação do movimento sindical com o banco para equilibrar as contas do plano de saúde. No entanto, vemos que há muito o que melhorar na caixa de assistência", afirma.
"A Contraf-CUT e as entidades filiadas vão continuar cobrando as responsabilidades do Banco do Brasil e da Cassi para melhorar a qualidade dos serviços oferecidos aos bancários do BB", conclui William.
Veja os números da votação:
Aprovaram: 44.463 (67,4%)
Não aprovaram: 9.173 (13,9%)
Nulos: 12.359 (18,7%)
Funcionários do BB
Aprovaram: 40.788 (54,6%)
Não aprovaram: 8.709 (11,7%)
Brancos: 12.871 (17,2%)
Nulos: 12.296 (16,5%)
Aposentados do BB
Aprovaram: 3.675 (84,8%)
Não aprovaram: 464 (10,7%)
Brancos: 134 (3,1%)
Nulos: 63 (1,4%)
*Contraf-CUT com Cassi
Retirado no dia 06/05/2011, no respectivo site: http://www.fetrafirs.org.br/noticias.php?id=1070&pg=2
quinta-feira, 5 de maio de 2011
Fetrafi-RS marca início da construção da nova sede com grande festa
Bancários, autoridades e representantes de outras categorias prestigiaram o evento
Agora é pra valer. A Fetrafi-RS lançou na última sexta-feira a pedra fundamental da obra da nova sede da entidade, na Rua Fernando Machado nº 820. O lançamento contou com a participação massiva de dirigentes sindicais bancários vindos de todos os sindicatos filiados à entidade, de representante de outras categorias, diretores e funcionários da Federação, representantes do poder público e de outras categorias.
A bela festa organizada pela Phoenix Comunicação e Eventos chamou atenção e atiçou a curiosidade de quem circulava pelo local. Uma ampla estrutura com toldos transparentes e iluminação especial foi montada para a festa, que também foi beneficiada pelas boas condições do tempo.

Os convidados foram recebidos por uma equipe de recepcionistas e pelo Colegiado Executivo da Federação, integrado pelos diretores, Amaro Souza; Arnoni Hanke; Carlos Augusto Rocha; Denise Corrêa; Devanir Camargo da Silva; Jorge Vieira e Luiz Carlos Barbosa.
A abertura do evento foi realizada pelo diretor Arnoni Hanke, que fez um pronunciamento oficial em nome do Colegiado Executivo. O diretor destacou que falar dos 68 anos da Fetrafi-RS, antiga Federação dos Bancários, é falar da história de cada dirigente sindical e de cada bancário que ajudou a constituir e fortalecer a maior instância deliberativa dos trabalhadores e trabalhadoras em instituições financeiras.
“Desde a sua fundação, em 1º de maio de 1943, a Federação teve como maior objetivo a luta coletiva. Ao longo dos anos fomos criando instrumentos, qualificando a nossa formação sindical e mostrando a força dos trabalhadores do setor”, enfatizou Arnoni.

O dirigente também salientou a importância da nova sede para a categoria. “É com o objetivo de fortalecer ainda mais nossa organização e representatividade que hoje iniciamos mais uma caminhada. A elaboração do projeto e a execução da obra da nova sede social e administrativa da Fetrafi-RS representam um dos maiores desafios já assumidos pela atual gestão”.
Apresentação do projeto da nova sede
Após a abertura do evento, o engenheiro Vinícius Galeazzi e o arquiteto Gustavo Jaquet, responsáveis pela obra, fizeram uma apresentação detalhada sobre o projeto arquitetônico da nova sede. Os representantes da Galeazzi Engenharia destacaram aspectos como a localização central e de fácil acesso; a preocupação ambiental que irá nortear toda a construção e a adaptabilidade, entre outras características que fazem do projeto uma proposta arrojada e moderna.

Manifestações e presenças
A solenidade de lançamento da pedra fundamental da nova sede da Fetrafi-RS contou com manifestações do prefeito de Porto alegre, José Fortunatti; da presidente da Câmara de vereadores de Porto Alegre, Sofia Cavedon; do presidente do SindBancários, Juberlei Baes Bacelo e do representante da CUT/RS, João Batista Xavier da Silva.
Já a diretora da Contraf/CUT, Deise Recoaro, esteve presente no início do evento, mas teve que se retirar em função de um problema de saúde.
A festa também foi prestigiada pelas presenças do diretor da Fenae, Daniel Gaio; da presidenta e do vice-presidente da APCEF/RS, Célia Zingler e Marcos Todt; do presidente da Associação Riograndense de Imprensa, Ercy Pereira Torma; do vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas RS, Milton Simas; do presidente da Associação dos Jornais de Bairro de Porto Alegre, Paulo Ricardo Tomasini; da presidente do Sindicato dos Enfermeiros, Nelci Dias; da presidente do CPERS/Sindicato e vice-presidente da CUT/RS, Rejane Oliveira; dos representantes da POA TV, Cláudio César Freitas (coord. geral) e Renato Remus; do coordenador do Comitê Gestor da Copa do Mundo no RS, o árbitro Carlos Simon e do representante do Sindjus, Osvaldir Rodrigues da Silva.

Comemoração
A Fetrafi-RS aproveitou a oportunidade para antecipar a comemoração dos 68 anos da entidade, que foram completados neste domingo, dia 1º de maio. Após a apresentação da maquete do complexo da nova sede, os diretores do Colegiado Executivo e convidados cantaram parabéns a você e fizeram um brinde pela passagem do aniversário da Federação.
Após o encerramento da solenidade a festa seguiu noite adentro com coquetel e música ao vivo.

*Imprensa Fetrafi-RS
Fotos: Wellington Lima
Agora é pra valer. A Fetrafi-RS lançou na última sexta-feira a pedra fundamental da obra da nova sede da entidade, na Rua Fernando Machado nº 820. O lançamento contou com a participação massiva de dirigentes sindicais bancários vindos de todos os sindicatos filiados à entidade, de representante de outras categorias, diretores e funcionários da Federação, representantes do poder público e de outras categorias.
A bela festa organizada pela Phoenix Comunicação e Eventos chamou atenção e atiçou a curiosidade de quem circulava pelo local. Uma ampla estrutura com toldos transparentes e iluminação especial foi montada para a festa, que também foi beneficiada pelas boas condições do tempo.

Os convidados foram recebidos por uma equipe de recepcionistas e pelo Colegiado Executivo da Federação, integrado pelos diretores, Amaro Souza; Arnoni Hanke; Carlos Augusto Rocha; Denise Corrêa; Devanir Camargo da Silva; Jorge Vieira e Luiz Carlos Barbosa.
A abertura do evento foi realizada pelo diretor Arnoni Hanke, que fez um pronunciamento oficial em nome do Colegiado Executivo. O diretor destacou que falar dos 68 anos da Fetrafi-RS, antiga Federação dos Bancários, é falar da história de cada dirigente sindical e de cada bancário que ajudou a constituir e fortalecer a maior instância deliberativa dos trabalhadores e trabalhadoras em instituições financeiras.
“Desde a sua fundação, em 1º de maio de 1943, a Federação teve como maior objetivo a luta coletiva. Ao longo dos anos fomos criando instrumentos, qualificando a nossa formação sindical e mostrando a força dos trabalhadores do setor”, enfatizou Arnoni.

O dirigente também salientou a importância da nova sede para a categoria. “É com o objetivo de fortalecer ainda mais nossa organização e representatividade que hoje iniciamos mais uma caminhada. A elaboração do projeto e a execução da obra da nova sede social e administrativa da Fetrafi-RS representam um dos maiores desafios já assumidos pela atual gestão”.
Apresentação do projeto da nova sede
Após a abertura do evento, o engenheiro Vinícius Galeazzi e o arquiteto Gustavo Jaquet, responsáveis pela obra, fizeram uma apresentação detalhada sobre o projeto arquitetônico da nova sede. Os representantes da Galeazzi Engenharia destacaram aspectos como a localização central e de fácil acesso; a preocupação ambiental que irá nortear toda a construção e a adaptabilidade, entre outras características que fazem do projeto uma proposta arrojada e moderna.

Manifestações e presenças
A solenidade de lançamento da pedra fundamental da nova sede da Fetrafi-RS contou com manifestações do prefeito de Porto alegre, José Fortunatti; da presidente da Câmara de vereadores de Porto Alegre, Sofia Cavedon; do presidente do SindBancários, Juberlei Baes Bacelo e do representante da CUT/RS, João Batista Xavier da Silva.
Já a diretora da Contraf/CUT, Deise Recoaro, esteve presente no início do evento, mas teve que se retirar em função de um problema de saúde.
A festa também foi prestigiada pelas presenças do diretor da Fenae, Daniel Gaio; da presidenta e do vice-presidente da APCEF/RS, Célia Zingler e Marcos Todt; do presidente da Associação Riograndense de Imprensa, Ercy Pereira Torma; do vice-presidente do Sindicato dos Jornalistas RS, Milton Simas; do presidente da Associação dos Jornais de Bairro de Porto Alegre, Paulo Ricardo Tomasini; da presidente do Sindicato dos Enfermeiros, Nelci Dias; da presidente do CPERS/Sindicato e vice-presidente da CUT/RS, Rejane Oliveira; dos representantes da POA TV, Cláudio César Freitas (coord. geral) e Renato Remus; do coordenador do Comitê Gestor da Copa do Mundo no RS, o árbitro Carlos Simon e do representante do Sindjus, Osvaldir Rodrigues da Silva.

Comemoração
A Fetrafi-RS aproveitou a oportunidade para antecipar a comemoração dos 68 anos da entidade, que foram completados neste domingo, dia 1º de maio. Após a apresentação da maquete do complexo da nova sede, os diretores do Colegiado Executivo e convidados cantaram parabéns a você e fizeram um brinde pela passagem do aniversário da Federação.
Após o encerramento da solenidade a festa seguiu noite adentro com coquetel e música ao vivo.

*Imprensa Fetrafi-RS
Fotos: Wellington Lima
terça-feira, 3 de maio de 2011
Correios poderão criar banco próprio
Decisão de constituir um banco próprio depende de autorização do BC
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou na sexta-feira (29) que os Correios estudam constituir um banco próprio, mas ponderou que essa possibilidade não exclui o banco postal, modalidade em que a estatal atua como correspondente bancário. O ministro citou exemplo dos Correios da China, que têm atuação forte no segmento financeiro.
Ao comparar com o Brasil, ele citou que o banco postal, nos moldes atuais, tem 11 milhões de contas ativas. "Temos um potencial enorme, principalmente para a baixa renda", disse. Segundo ele, dados dos Correios mostram que 55% dos usuários de banco postal pertencem à baixa renda.
Ele observou que, se for tomada a decisão de constituir um banco próprio, depende ainda de autorização do Banco Central e de a empresa ter recursos para isso. Bernardo enfatizou que, em nenhum momento, o Tesouro Nacional injetará recursos no negócio. "A presidente (Dilma Rousseff) deu o 'de acordo' dela. Se os Correios cumprirem as exigências, pode ser autorizado", disse.
Ao ter um banco próprio ou se associar a outras instituições, abre possibilidade de os Correios atuarem na área de serviços financeiros em modalidades que hoje a empresa não consegue via banco postal. Um exemplo é o recebimento de tributos de prefeituras e o lançamento de cartões próprios.
A Medida Provisória nº 532 publicada hoje no Diário Oficial da União amplia a atuação dos Correios para outras áreas como logística integrada, serviços financeiros e serviços postais eletrônicos. Segundo Bernardo, o decreto com o novo estatuto dos Correios deve ser publicado no Diário Oficial da União de segunda-feira (dia 2).
O ministro das Comunicações também disse que já há estudos em andamento com o objetivo de diversificar os negócios dos Correios. Um desses projetos diz respeito à possibilidade de os Correios tornarem-se um operador virtual de telefonia celular. Essa modalidade de operação foi regulamentada recentemente pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e permite que uma empresa com vasta rede de clientes ingresse no negócio da telefonia móvel, "alugando" a rede das operadoras de telefonia celular tradicionais, mas usando a marca própria, que já é forte.
Na área de serviços digitais, os Correios analisam também a possibilidade de atuar como certificador digital. Outras possibilidades em estudo são ampliar a atuação da estatal no comércio eletrônico e ingressar na área de "mensageria" (entrega de mensagens por meio da internet). Também está sendo analisada a implantação do correio híbrido (modalidade que permitirá aos Correios receber a correspondência em meio digital e convertê-la a um meio físico, concluindo a entrega por meio da agência mais próxima do endereço de destino).
Encontrar uma solução para aprimorar e agilizar o transporte de correspondências pelos Correios é uma das prioridades da estatal, segundo o ministro. "É vital. Os Correios gastam R$ 300 milhões com transporte aéreo", disse. Bernardo ponderou que os Correios têm dificuldade de contratar para prestar o serviço por causa da limitação da duração do contrato, que é de um ano, podendo ser prorrogado. Há três possibilidades em análise: ampliação do prazo dos contratos para cinco anos, participação dos Correios em uma empresa aérea e constituição de uma subsidiária de logística. Segundo Bernardo, essas questões serão tema de uma reunião entre o ministério e a estatal semana que vem.
Quanto à possível participação dos Correios no Trem de Alta Velocidade (TAV), o trem-bala, o ministro reiterou que a empresa não entrará no leilão, mas vai se associar, posteriormente, ao consórcio vencedor. Ele acredita, no entanto, que as empresas interessadas em disputar o TAV já devem estar negociando com os Correios, pois o acerto dessa sociedade influencia no preço do lance.
FONTE: FETRAFI-RS
Agência Estado
O ministro das Comunicações, Paulo Bernardo, afirmou na sexta-feira (29) que os Correios estudam constituir um banco próprio, mas ponderou que essa possibilidade não exclui o banco postal, modalidade em que a estatal atua como correspondente bancário. O ministro citou exemplo dos Correios da China, que têm atuação forte no segmento financeiro.
Ao comparar com o Brasil, ele citou que o banco postal, nos moldes atuais, tem 11 milhões de contas ativas. "Temos um potencial enorme, principalmente para a baixa renda", disse. Segundo ele, dados dos Correios mostram que 55% dos usuários de banco postal pertencem à baixa renda.
Ele observou que, se for tomada a decisão de constituir um banco próprio, depende ainda de autorização do Banco Central e de a empresa ter recursos para isso. Bernardo enfatizou que, em nenhum momento, o Tesouro Nacional injetará recursos no negócio. "A presidente (Dilma Rousseff) deu o 'de acordo' dela. Se os Correios cumprirem as exigências, pode ser autorizado", disse.
Ao ter um banco próprio ou se associar a outras instituições, abre possibilidade de os Correios atuarem na área de serviços financeiros em modalidades que hoje a empresa não consegue via banco postal. Um exemplo é o recebimento de tributos de prefeituras e o lançamento de cartões próprios.
A Medida Provisória nº 532 publicada hoje no Diário Oficial da União amplia a atuação dos Correios para outras áreas como logística integrada, serviços financeiros e serviços postais eletrônicos. Segundo Bernardo, o decreto com o novo estatuto dos Correios deve ser publicado no Diário Oficial da União de segunda-feira (dia 2).
O ministro das Comunicações também disse que já há estudos em andamento com o objetivo de diversificar os negócios dos Correios. Um desses projetos diz respeito à possibilidade de os Correios tornarem-se um operador virtual de telefonia celular. Essa modalidade de operação foi regulamentada recentemente pela Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) e permite que uma empresa com vasta rede de clientes ingresse no negócio da telefonia móvel, "alugando" a rede das operadoras de telefonia celular tradicionais, mas usando a marca própria, que já é forte.
Na área de serviços digitais, os Correios analisam também a possibilidade de atuar como certificador digital. Outras possibilidades em estudo são ampliar a atuação da estatal no comércio eletrônico e ingressar na área de "mensageria" (entrega de mensagens por meio da internet). Também está sendo analisada a implantação do correio híbrido (modalidade que permitirá aos Correios receber a correspondência em meio digital e convertê-la a um meio físico, concluindo a entrega por meio da agência mais próxima do endereço de destino).
Encontrar uma solução para aprimorar e agilizar o transporte de correspondências pelos Correios é uma das prioridades da estatal, segundo o ministro. "É vital. Os Correios gastam R$ 300 milhões com transporte aéreo", disse. Bernardo ponderou que os Correios têm dificuldade de contratar para prestar o serviço por causa da limitação da duração do contrato, que é de um ano, podendo ser prorrogado. Há três possibilidades em análise: ampliação do prazo dos contratos para cinco anos, participação dos Correios em uma empresa aérea e constituição de uma subsidiária de logística. Segundo Bernardo, essas questões serão tema de uma reunião entre o ministério e a estatal semana que vem.
Quanto à possível participação dos Correios no Trem de Alta Velocidade (TAV), o trem-bala, o ministro reiterou que a empresa não entrará no leilão, mas vai se associar, posteriormente, ao consórcio vencedor. Ele acredita, no entanto, que as empresas interessadas em disputar o TAV já devem estar negociando com os Correios, pois o acerto dessa sociedade influencia no preço do lance.
FONTE: FETRAFI-RS
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