Número representa um aumento de 1.424 unidades fechadas a mais que o 2º dia
A greve nacional dos bancários seguiu crescendo em seu terceiro dia nesta quinta-feira (29), ao paralisar 7.672 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados em 25 estados e no Distrito Federal. O número representa um aumento de 1.424 unidades fechadas a mais do que ontem. Em relação à terça-feira, primeiro dia do movimento, são 3.481 unidades a mais.
O balanço foi feito pela Contraf-CUT, a partir dos dados enviados pelos sindicatos até as 18h30. Único estado ainda fora da mobilização, os bancários de Roraima aprovaram a deflagração de greve a partir da próxima segunda-feira (3).
"O silêncio dos bancos e do governo tem indignado os trabalhadores e fortalecido a greve, que caminha para ser uma das maiores dos últimos anos", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários. "Enquanto a Fenaban não apresentar uma proposta decente, o movimento seguirá crescendo em todo o país. Mantemos a disposição para o diálogo para construirmos uma convenção coletiva com avanços econômicos e sociais para a categoria. A retomada das negociações depende dos bancos e do governo", sustenta.
Carlos Cordeiro destaca a reivindicação dos trabalhadores pela geração de mais empregos pelos bancos. "Queremos mais contratações para melhorar o atendimento aos clientes, reduzir as filas intermináveis nas agências e garantir condições dignas de trabalho aos bancários, que estão estressados com a pressão pelo cumprimento de metas abusivas, impostas pelos banqueiros", diz o presidente da Contraf-CUT. "Nossas reivindicações são justas e as empresas têm todas as condições de atendê-las, diante dos lucros gigantescos que vêm acumulando", sustenta.
Os bancários entraram em greve por tempo indeterminado após a quinta rodada de negociações com a Fenaban, ocorrida na última sexta-feira, dia 23, em São Paulo. Os trabalhadores rejeitaram a proposta de reajuste de 8% sobre os salários. Os bancários reivindicam reajuste de 12,8% (5% de aumento real), valorização do piso, maior Participação nos Lucros e Resultados (PLR), mais contratações, fim da rotatividade, melhoria do atendimento aos clientes, fim das metas abusivas e do assédio moral, mais segurança e igualdade de oportunidades.
Solidariedade
Os bancários estão realizando em várias capitais passeatas e atos conjuntos com os trabalhadores dos Correios, em greve há 16 dias. "Estamos realizando atividades de esclarecimento da população e mobilização dos trabalhadores. A intransigência dos patrões e do governo tem aumentado a união e solidariedade entre as duas categorias na luta por melhores condições de vida", sustenta Carlos Cordeiro.
*Contraf-CUT
Fonte: Site Fetrafi-RS
sexta-feira, 30 de setembro de 2011
quinta-feira, 29 de setembro de 2011
CONVITE- Seminário Fundação Banrisul- Perspectiva e Resultados
O Sindicato dos Bancários de Guaporé e Região, juntamente com a Diretoria Executiva e Técnicos da Entidade Fundação Banrisul de Seguridade Social, convida todos os funcionários a participarem do “SEMINÁRIO FUNDAÇÃO BANRISUL- PERSPECTIVA E RESULTADOS” , que tem como objetivo apresentar e divulgar a entidade, abordando assuntos de importância de todos os participantes, sendo que os mesmos possam esclarecer suas dúvidas.
LOCAL: Casa da Cultura (ao lado da Prefeitura Municipal de Guaporé/ RS)
DATA: 01/10/2011- Sábado
HORÁRIO: 9 h 30.
Contamos com a presença de todos, para que possamos lutar por nossos direitos!
LOCAL: Casa da Cultura (ao lado da Prefeitura Municipal de Guaporé/ RS)
DATA: 01/10/2011- Sábado
HORÁRIO: 9 h 30.
Contamos com a presença de todos, para que possamos lutar por nossos direitos!
Bancários fecham 4.191 agências em todo o país no primeiro dia da greve
Trabalhadores estão em greve por tempo indeterminado
Nesta terça-feira (27), primeiro dia da greve nacional, os bancários fecharam 4.191 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados em 25 estados e no Distrito Federal. O balanço foi feito pela Contraf-CUT a partir dos dados enviados pelos sindicatos até as 18h. Os bancários de Roraima estão realizando assembleia na noite desta terça e deverão se juntar ao movimento nesta quarta.
"A greve começou mais forte que a do ano passado, uma das maiores que fizemos nos últimos 20 anos, quando fechamos 3.864 unidades no primeiro dia de paralisação", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários. "Isso mostra a grande insatisfação dos funcionários com a postura dos bancos, que em cinco rodadas de negociação não apresentaram uma proposta decente que atenda as reivindicações da categoria", sustenta.
Os bancários entraram em greve por tempo indeterminado após a quinta rodada de negociações com a Fenaban, ocorrida na última sexta-feira, dia 23, em São Paulo, quando foi recusada a segunda proposta de reajuste de 8% sobre os salários. "A proposta também não contempla alorização do piso, PLR maior, fim da rotatividade, mais contratações, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, mais segurança, igualdade de oportunidades, melhoria do atendimento aos clientes e inclusão bancária sem precarização", diz Cordeiro.
"A proposta representa apenas 0,56% de aumento acima da inflação do período, o que está longe da reivindicação da categoria, de 12,8% (5% de aumento real). Enquanto isso, os seis maiores bancos que operam no Brasil lucraram R$ 25,9 bilhões no primeiro semestre, segundo levantamento do Dieese e da Contraf-CUT", afirma Cordeiro. "Isso quer dizer um aumento de R$ 4,3 bilhões em relação ao lucro do mesmo período do ano passado, com um crescimento médio de 20,11%. É preciso repartir esses ganhos com os bancários, maiores responsáveis pela enorme lucratividade das empresas", completa.
"A experiência de anos anteriores mostra que a tendência é o índice de paralisação aumentar nos próximos dias. Estamos abertos para a retomada das negociações, pois continuamos apostando no diálogo. Mas também estamos preparados para intensificar a mobilização e fazer a maior greve das últimas décadas para garantir avanços econômicos e sociais", acrescenta Carlos Cordeiro.
Veja as principais reivindicações da categoria:
Remuneração
- Reajuste de 12,8% (inflação do período mais aumento real de 5%).
- Piso igual ao salário mínimo do Dieese: R$ 2.297,51 (em junho).
- PLR: três salários mais R$ 4.500 sem desconto dos programas próprios de renda variável
- Plano de Cargos e Salários (PCS) em todos os bancos.
- Gratificação semestral de 1,5 salário para todos os bancários.
- Contratação da remuneração total dos bancários.
- Vale-refeição, cesta-alimentação, 13ª cesta e auxílio creche/babá iguais ao salário mínimo (R$ 545).
- Auxílio-educação para todos os bancários.
- Previdência complementar para todos os bancários.
Emprego
- Garantia de emprego;
- Proteção contra a dispensa imotivada, combatendo a rotatividade.
- Contratação de mais bancários;
- Fim das terceirizações.
- Jornada de trabalho de seis horas para todos os bancários.
- Ampliação do horário de atendimento para das 9h às 17h com dois turnos de trabalho;
- Tempo de até 15 minutos de espera nas filas nos dias normais;
- Abono assiduidade de cinco dias por ano.
Igualdade de oportunidades
- Igualdade na contratação, remuneração e ascensão profissional.
- Realização de um novo censo para avaliar os resultados dos programas implantados pelos bancos para combater a discriminação.
- Prorrogação automática da licença-maternidade de quatro para seis meses, sem necessidade de solicitação por parte da bancária.
- Condições de acessibilidade nas agências tanto para bancários como para clientes com deficiências.
Saúde do trabalhador
- Fim das metas abusivas e combate ao assédio moral.
- Participação dos trabalhadores na fixação das metas, que devem levar em consideração o tamanho, a localização e o perfil econômico das dependências, e não podem ser individuais.
- Fim da divulgação de rankings individuais sobre cumprimentos de metas.
- Suspensão do trabalho em espaços físicos em reforma.
- Manutenção do salário e demais direitos no período de afastamento por problemas de saúde.
- Permanência do plano de saúde na aposentadoria e com as mesmas regras.
Segurança bancária
- Assistência médica e psicológica às vítimas de assaltos, sequestros e extorsões.
- Emissão da CAT para quem esteve no local de assaltos e sequestros.
- Fechamento das agências após assaltos, consumados ou não.
- Porta de segurança, câmeras com monitoramento em tempo real e vidros blindados em todas as agências e postos.
- Biombos entre a fila de espera e a bateria de caixas, e divisórias individualizadas entre os caixas internos e os eletrônicos para combater "saidinha de banco".
- Proibição ao transporte de valores e à guarda das chaves das unidades pelos bancários.
- Adicional de 30% de risco de morte para agências, postos e tesouraria.
*Contraf-CUT
Nesta terça-feira (27), primeiro dia da greve nacional, os bancários fecharam 4.191 agências e centros administrativos de bancos públicos e privados em 25 estados e no Distrito Federal. O balanço foi feito pela Contraf-CUT a partir dos dados enviados pelos sindicatos até as 18h. Os bancários de Roraima estão realizando assembleia na noite desta terça e deverão se juntar ao movimento nesta quarta.
"A greve começou mais forte que a do ano passado, uma das maiores que fizemos nos últimos 20 anos, quando fechamos 3.864 unidades no primeiro dia de paralisação", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional dos Bancários. "Isso mostra a grande insatisfação dos funcionários com a postura dos bancos, que em cinco rodadas de negociação não apresentaram uma proposta decente que atenda as reivindicações da categoria", sustenta.
Os bancários entraram em greve por tempo indeterminado após a quinta rodada de negociações com a Fenaban, ocorrida na última sexta-feira, dia 23, em São Paulo, quando foi recusada a segunda proposta de reajuste de 8% sobre os salários. "A proposta também não contempla alorização do piso, PLR maior, fim da rotatividade, mais contratações, fim das metas abusivas, combate ao assédio moral, mais segurança, igualdade de oportunidades, melhoria do atendimento aos clientes e inclusão bancária sem precarização", diz Cordeiro.
"A proposta representa apenas 0,56% de aumento acima da inflação do período, o que está longe da reivindicação da categoria, de 12,8% (5% de aumento real). Enquanto isso, os seis maiores bancos que operam no Brasil lucraram R$ 25,9 bilhões no primeiro semestre, segundo levantamento do Dieese e da Contraf-CUT", afirma Cordeiro. "Isso quer dizer um aumento de R$ 4,3 bilhões em relação ao lucro do mesmo período do ano passado, com um crescimento médio de 20,11%. É preciso repartir esses ganhos com os bancários, maiores responsáveis pela enorme lucratividade das empresas", completa.
"A experiência de anos anteriores mostra que a tendência é o índice de paralisação aumentar nos próximos dias. Estamos abertos para a retomada das negociações, pois continuamos apostando no diálogo. Mas também estamos preparados para intensificar a mobilização e fazer a maior greve das últimas décadas para garantir avanços econômicos e sociais", acrescenta Carlos Cordeiro.
Veja as principais reivindicações da categoria:
Remuneração
- Reajuste de 12,8% (inflação do período mais aumento real de 5%).
- Piso igual ao salário mínimo do Dieese: R$ 2.297,51 (em junho).
- PLR: três salários mais R$ 4.500 sem desconto dos programas próprios de renda variável
- Plano de Cargos e Salários (PCS) em todos os bancos.
- Gratificação semestral de 1,5 salário para todos os bancários.
- Contratação da remuneração total dos bancários.
- Vale-refeição, cesta-alimentação, 13ª cesta e auxílio creche/babá iguais ao salário mínimo (R$ 545).
- Auxílio-educação para todos os bancários.
- Previdência complementar para todos os bancários.
Emprego
- Garantia de emprego;
- Proteção contra a dispensa imotivada, combatendo a rotatividade.
- Contratação de mais bancários;
- Fim das terceirizações.
- Jornada de trabalho de seis horas para todos os bancários.
- Ampliação do horário de atendimento para das 9h às 17h com dois turnos de trabalho;
- Tempo de até 15 minutos de espera nas filas nos dias normais;
- Abono assiduidade de cinco dias por ano.
Igualdade de oportunidades
- Igualdade na contratação, remuneração e ascensão profissional.
- Realização de um novo censo para avaliar os resultados dos programas implantados pelos bancos para combater a discriminação.
- Prorrogação automática da licença-maternidade de quatro para seis meses, sem necessidade de solicitação por parte da bancária.
- Condições de acessibilidade nas agências tanto para bancários como para clientes com deficiências.
Saúde do trabalhador
- Fim das metas abusivas e combate ao assédio moral.
- Participação dos trabalhadores na fixação das metas, que devem levar em consideração o tamanho, a localização e o perfil econômico das dependências, e não podem ser individuais.
- Fim da divulgação de rankings individuais sobre cumprimentos de metas.
- Suspensão do trabalho em espaços físicos em reforma.
- Manutenção do salário e demais direitos no período de afastamento por problemas de saúde.
- Permanência do plano de saúde na aposentadoria e com as mesmas regras.
Segurança bancária
- Assistência médica e psicológica às vítimas de assaltos, sequestros e extorsões.
- Emissão da CAT para quem esteve no local de assaltos e sequestros.
- Fechamento das agências após assaltos, consumados ou não.
- Porta de segurança, câmeras com monitoramento em tempo real e vidros blindados em todas as agências e postos.
- Biombos entre a fila de espera e a bateria de caixas, e divisórias individualizadas entre os caixas internos e os eletrônicos para combater "saidinha de banco".
- Proibição ao transporte de valores e à guarda das chaves das unidades pelos bancários.
- Adicional de 30% de risco de morte para agências, postos e tesouraria.
*Contraf-CUT
Banrisul pressiona bancários durante a greve
Tentativas de coação foram registradas em Rio Pardo e Carazinho
A greve dos bancários mal começou e a Fetrafi-RS já recebe denúncias de assédio moral praticado por gestores e superintendências de bancos. A Superintendência do Banrisul de Santa Cruz do Sul, que também abrange as agências lotadas na base do Sindicato dos bancários de Rio Pardo, está pressionando os gestores destas unidades para que encontrem formas de obrigar os banrisulenses em greve a retornarem ao trabalho.
Segundo informações do Sindicato dos Bancários de Rio Pardo, os gerentes argumentam que somente as agências deste município aderiram ao movimento paredista, mas isto não é verdade. Nesta quarta-feira a ampliação da greve também teve reflexos no Banrisul. O levantamento inicial feito pela Fetrafi-RS, aponta 127 unidades do banco em greve.
Carazinho
Os trabalhadores do Banrisul da agência Centro de Carazinho também estão sendo vítimas de assédio, moral praticado pelo gerente da unidade, Luiz Zanotto. Segundo o Sindicato dos Bancários de Carazinho, o gestor tem pressionado os funcionários a furar a greve da categoria, com ameaças de corte de promoções para bancários que recentemente foram aprovados em processos seletivos internos. Além disso, o gerente diz que irá rebaixar a pontuação dos funcionários na próxima avaliação de perfil.
Segundo o diretor do Sindicato, Antônio Sérgio Federici, houve várias tentativas de diálogo para convencer o gerente a respeitar o direito legítimo de greve, garantido constitucionalmente aos trabalhadores. De acordo com Federici, Zanotto, que é aposentado, não considera nem as instruções do RH do Banco, para que não interfira na greve dos banrisulenses.
Diante da situação, o Sindicato irá encaminhar medidas jurídicas contra o gerente e o banco, para impedir a interferência de Zanotto na greve da categoria.
*Imprensa Fetrafi-RS
A greve dos bancários mal começou e a Fetrafi-RS já recebe denúncias de assédio moral praticado por gestores e superintendências de bancos. A Superintendência do Banrisul de Santa Cruz do Sul, que também abrange as agências lotadas na base do Sindicato dos bancários de Rio Pardo, está pressionando os gestores destas unidades para que encontrem formas de obrigar os banrisulenses em greve a retornarem ao trabalho.
Segundo informações do Sindicato dos Bancários de Rio Pardo, os gerentes argumentam que somente as agências deste município aderiram ao movimento paredista, mas isto não é verdade. Nesta quarta-feira a ampliação da greve também teve reflexos no Banrisul. O levantamento inicial feito pela Fetrafi-RS, aponta 127 unidades do banco em greve.
Carazinho
Os trabalhadores do Banrisul da agência Centro de Carazinho também estão sendo vítimas de assédio, moral praticado pelo gerente da unidade, Luiz Zanotto. Segundo o Sindicato dos Bancários de Carazinho, o gestor tem pressionado os funcionários a furar a greve da categoria, com ameaças de corte de promoções para bancários que recentemente foram aprovados em processos seletivos internos. Além disso, o gerente diz que irá rebaixar a pontuação dos funcionários na próxima avaliação de perfil.
Segundo o diretor do Sindicato, Antônio Sérgio Federici, houve várias tentativas de diálogo para convencer o gerente a respeitar o direito legítimo de greve, garantido constitucionalmente aos trabalhadores. De acordo com Federici, Zanotto, que é aposentado, não considera nem as instruções do RH do Banco, para que não interfira na greve dos banrisulenses.
Diante da situação, o Sindicato irá encaminhar medidas jurídicas contra o gerente e o banco, para impedir a interferência de Zanotto na greve da categoria.
*Imprensa Fetrafi-RS
quarta-feira, 28 de setembro de 2011
Greve começa forte e primeiro dia supera paralisação de 2010
Nesta quinta-feira haverá passeatão no centro de Porto Alegre
A assembleia desta terça-feira, dia 27, começou com uma boa noticia aos bancários: a adesão superou o primeiro dia da greve de 2010. O fato foi comemorado pelos participantes, que ainda aprovaram a realização de um passeatão na quinta-feira, dia 29, a partir das 12h. A concentração será na Praça da Alfândega, entre a Caixa e o Banrisul, às 11h. No mesmo dia está marcada uma assembleia, com inicio às 16h, na Praça da Alfândega. Participe!
“A greve está muito boa. Tendo como parâmetro o ano passado, está muito melhor. No Banco do Brasil, podemos ter um processo de consolidação nos próximos dias. O Banrisul começou bem melhor do que no ano passado. É melhor iniciarmos em um nível elevado e assim teremos condições de consolidar uma paralisação forte rapidamente. Já nos privados, largamos com o mesmo patamar de 2010, mas nos próximos dias vamos aumentar as regiões de atuação dos bancos privados”, avaliou o presidente Mauro Salles.
A assembleia também constituiu um Comando de Greve para avaliação e organização do movimento. Uma reunião está agendada para esta quarta, às 16h, na Casa dos Bancários. O encontro também está aberto aos interessados. Ocorrerão reuniões diárias de avaliação e organização.
A partir desta quarta-feira será colocado à disposição dos colegas o piquete móvel, que visitará agências que não aderiram ainda à greve e assim buscar novas adesões. Se a sua agência ou unidade ainda não parou, procure seu dirigente sindical ou ligue para 3433-1202. Nesta quarta, duas Vans estarão à disposição da categoria. Uma na frente do BB da rua Uruguai e outra no prédio da DG do Banrisul.
Ainda na quarta, a partir das 12h, será oferecido aos bancários o tradicional salchipão, que será feito pelos colegas de TI do Banrisul. A concentração será na Praça da Alfândega, entre a Caixa e o Banrisul. Compareça!
A mesa dos trabalhos foi composta pelo presidente Mauro salles, a secretária Gearal Rachel Weber e os diretores Lúcio Mauro Paz e Vitor Moreira.
Moção de repúdio à privatização da água
O diretor Marcos Todt utilizou a palavra para denunciar o processo de privatização dos serviços de água e do saneamento e pela aprovação de uma moção de repúdio. As iniciativas consistem na entrega dos serviços públicos a empresas privadas para que explorem a água e obtenham lucro. A proposta foi aprovada.
*Imprensa/SindBancários
A assembleia desta terça-feira, dia 27, começou com uma boa noticia aos bancários: a adesão superou o primeiro dia da greve de 2010. O fato foi comemorado pelos participantes, que ainda aprovaram a realização de um passeatão na quinta-feira, dia 29, a partir das 12h. A concentração será na Praça da Alfândega, entre a Caixa e o Banrisul, às 11h. No mesmo dia está marcada uma assembleia, com inicio às 16h, na Praça da Alfândega. Participe!
“A greve está muito boa. Tendo como parâmetro o ano passado, está muito melhor. No Banco do Brasil, podemos ter um processo de consolidação nos próximos dias. O Banrisul começou bem melhor do que no ano passado. É melhor iniciarmos em um nível elevado e assim teremos condições de consolidar uma paralisação forte rapidamente. Já nos privados, largamos com o mesmo patamar de 2010, mas nos próximos dias vamos aumentar as regiões de atuação dos bancos privados”, avaliou o presidente Mauro Salles.
A assembleia também constituiu um Comando de Greve para avaliação e organização do movimento. Uma reunião está agendada para esta quarta, às 16h, na Casa dos Bancários. O encontro também está aberto aos interessados. Ocorrerão reuniões diárias de avaliação e organização.
A partir desta quarta-feira será colocado à disposição dos colegas o piquete móvel, que visitará agências que não aderiram ainda à greve e assim buscar novas adesões. Se a sua agência ou unidade ainda não parou, procure seu dirigente sindical ou ligue para 3433-1202. Nesta quarta, duas Vans estarão à disposição da categoria. Uma na frente do BB da rua Uruguai e outra no prédio da DG do Banrisul.
Ainda na quarta, a partir das 12h, será oferecido aos bancários o tradicional salchipão, que será feito pelos colegas de TI do Banrisul. A concentração será na Praça da Alfândega, entre a Caixa e o Banrisul. Compareça!
A mesa dos trabalhos foi composta pelo presidente Mauro salles, a secretária Gearal Rachel Weber e os diretores Lúcio Mauro Paz e Vitor Moreira.
Moção de repúdio à privatização da água
O diretor Marcos Todt utilizou a palavra para denunciar o processo de privatização dos serviços de água e do saneamento e pela aprovação de uma moção de repúdio. As iniciativas consistem na entrega dos serviços públicos a empresas privadas para que explorem a água e obtenham lucro. A proposta foi aprovada.
*Imprensa/SindBancários
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Negociação não avança e bancários reforçam greve nacional a partir de terça
Comando Nacional rejeitou nova proposta de 8% na mesa de negociações
A Fenaban frustrou as expectativas do Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, na quinta rodada de negociação ocorrida nesta sexta-feira, dia 23, em São Paulo. Os bancos apresentaram nova proposta de índice de reajuste de 8% sobre todas as verbas, uma elevação de apenas 0,2% em relação à proposta de 7,8%, rejeitada pelos trabalhadores em assembleias realizadas pelos sindicatos na quinta-feira, dia 22, em todo o país.
Dessa forma, os bancários mantêm a decisão de deflagrar greve nacional por tempo indeterminado a partir da próxima terça-feira, dia 27. Novas assembleias estão agendadas para segunda-feira, dia 26, para organizar a paralisação em todo país.
"O índice de 8% significa um aumento real de apenas 0,56%, muito abaixo da reivindicação de 12,8% (5% de ganho real mais a inflação). A proposta também não contempla a valorização do piso da categoria e não aumenta a Participação nos Lucros e Resultados (PLR)", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional. "É uma proposta muito baixa, especialmente se comparada aos elevados lucros alcançados pelos bancos no primeiro semestre, que chegaram a mais de R$ 27,4 bilhões", salienta Cordeiro.
Além disso, a nova proposta também não traz avanços em relação às reivindicações de emprego e melhoria das condições de trabalho. "Queremos mais contratações, fim da rotatividade, combate ao assédio moral, fim das metas abusivas, mais segurança, igualdade de oportunidades e melhoria do atendimento aos clientes, dentre outros pontos", destaca o dirigente sindical.
"Desde o início apostamos no processo de negociação, mas, com essa nova proposta, vamos intensificar a mobilização da categoria em todo o país para realizar uma greve ainda mais forte que a do ano passado, a fim de arrancar dos bancos uma proposta decente", defende.
*Contraf-CUT
Fonte: Fetrafi-RS
A Fenaban frustrou as expectativas do Comando Nacional dos Bancários, coordenado pela Contraf-CUT, na quinta rodada de negociação ocorrida nesta sexta-feira, dia 23, em São Paulo. Os bancos apresentaram nova proposta de índice de reajuste de 8% sobre todas as verbas, uma elevação de apenas 0,2% em relação à proposta de 7,8%, rejeitada pelos trabalhadores em assembleias realizadas pelos sindicatos na quinta-feira, dia 22, em todo o país.
Dessa forma, os bancários mantêm a decisão de deflagrar greve nacional por tempo indeterminado a partir da próxima terça-feira, dia 27. Novas assembleias estão agendadas para segunda-feira, dia 26, para organizar a paralisação em todo país.
"O índice de 8% significa um aumento real de apenas 0,56%, muito abaixo da reivindicação de 12,8% (5% de ganho real mais a inflação). A proposta também não contempla a valorização do piso da categoria e não aumenta a Participação nos Lucros e Resultados (PLR)", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e coordenador do Comando Nacional. "É uma proposta muito baixa, especialmente se comparada aos elevados lucros alcançados pelos bancos no primeiro semestre, que chegaram a mais de R$ 27,4 bilhões", salienta Cordeiro.
Além disso, a nova proposta também não traz avanços em relação às reivindicações de emprego e melhoria das condições de trabalho. "Queremos mais contratações, fim da rotatividade, combate ao assédio moral, fim das metas abusivas, mais segurança, igualdade de oportunidades e melhoria do atendimento aos clientes, dentre outros pontos", destaca o dirigente sindical.
"Desde o início apostamos no processo de negociação, mas, com essa nova proposta, vamos intensificar a mobilização da categoria em todo o país para realizar uma greve ainda mais forte que a do ano passado, a fim de arrancar dos bancos uma proposta decente", defende.
*Contraf-CUT
Fonte: Fetrafi-RS
Banrisul descumpre promessa e se esconde atrás da mesa da Fenaban
Comando dos Banrisulenses cobra uma proposta concreta
Na 4ª rodada de negociações, que ocorreu na sexta, dia 23, o Banrisul novamente descumpriu sua palavra e não apresentou nenhuma resposta aos itens discutidos na reunião anterior. Dessa vez, a desculpa foi a reunião da Fenaban, que acontecia, concomitantemente, em São Paulo. O discurso dos negociadores também foi o mesmo dos encontros anteriores: a diretoria está disposta em avançar na pauta específica.
Enquanto o Banrisul tenta enrolar os bancários, o Comando dos Banrisulenses reafirmou a necessidade de uma proposta concreta e avisou que essa postura só motiva mais os trabalhadores para uma forte greve. O banco se comprometeu a apresentar uma resposta às reivindicações dos funcionários na segunda, dia 26, às 15h, quando ocorre nova rodada de negociações.
A reunião
Tendo o ato que os bancários realizaram na Praça da Alfândega de música ambiente, foram discutidos temas relativos à saúde do trabalho e segurança. O banco, em evidente contradição, se mostrou receptivo à maioria dos itens, mas não se comprometeu a assinar a maioria das clausulas.
O tema mais polêmico foi a 22ª Cláusula, que fala sobre o assédio moral e sexual. O Banrisul admitiu a existência do problema, mesmo classificando os termos como “fortes” e se comprometeu a fazer uma forte campanha para que as pessoas reconheçam o assédio. Proposta que se mostrou necessária, pois os próprios negociadores mostraram não saber a diferença entre violência organizacional e cobranças normais em um ambiente de trabalho. Inclusive afirmaram que o “simples fato de conversar com as pessoas já ajuda”.
O Comando foi taxativo e cobrou uma política forte por parte do banco. “O assédio moral e sexual não são práticas antiga, apareceram há poucos anos e são conseqüência das metas abusivas. Não adianta o Banrisul fazer uma série de programas e conscientizar o funcionário se a direção utiliza o medo como modelo de gestão”, explicou o diretor de Saúde da FetrafiRS, Juberlei Bacelo.
Os negociadores afirmaram que o presidente do Banrisul, Tulio Zamin, já deixou claro que essa não será a postura do banco e que serão priorizadas relações positivas entre os trabalhadores. O banco concordou a assinar a Clausula 24, que define como dever do empregador garantir a integridade física e mental dos trabalhadores, custear o tratamento de trabalhadores que sofrerem com a violência organizacional e custear e implementar programas que inibam todas as formas de assédio e avançar nos debates sobre a Cláusula 22.
Afastados
O banco não se mostrou muito receptivo em garantir o pagamento de RV, vale refeição e outros benefícios para bancários afastados. “No momento em que o trabalhador e a família mais precisam, o banco retira dele benefícios necessários para sua sobrevivência”, explicou a diretora do SindBancários, Lourdes Rossoni. Quanto a RV, que também consta na Cláusula 1.8, ficou definido que a discussão será feita quando a mesa voltar os debates para esse item.
Quanto ao pagamento de salário para quem tem alta no INSS, mas não é considerado apto pelo médico para o retorno do trabalho, até o fim dos processos administrativos e judiciais contra o INSS, o assunto será remetido para a Comissão Paritária de Saúde. Segundo o banco, é necessária participação da área médica e técnica para realizar essa discussão.
Outro tema debatido foi a perda salarial dos funcionários afastados por motivos de doença, muitos com gratificações e outras verbas e que as perdem quando voltam para outra função. O assunto será levado para análise da diretoria.
CIPA
O Comando reivindicou a realização de eleição de CIPAs para todas as agências. O Banrisul sinalizou positivamente, mas se comprometeu apenas em realizar as eleições para agências maiores, com o argumento de que, no momento, não seria possível a implementação nas 414 agências da rede.
Descanso de dez minutos para caixas
Em mais uma evasiva, o banco remeteu o debate para a Comissão de Saúde, com o argumento de que o item precisa ser debatido com a área técnica.
Programa de prevenção à saúde
O Comando cobrou mais participação da Cabergs no Programa de Controle Médico em Saúde Ocupacional (PCMSO). “O que vemos hoje não é um exame de verdade. O médico vai na agência, mede a pressão e pergunta se o funcionário está sentindo alguma coisa. É muito pouco”, explicou Lourdes.
O banco afirmou que já está pautando o assunto com a Cabergs e já houve avanços para que a Caixa sustente os exames. Entretanto, não deu um prazo para que a Cabergs assuma e remeteu o debate para a Comissão de Saúde.
Ginástica Laboral
O banco se comprometeu a fazer uma campanha para conscientizar os gestores e funcionários a necessidade da ginástica laboral, e lembrou que já há licitação para contratação de empresas especializadas. Entretanto, não se comprometeu com nenhum prazo para sua implementação.
Segurança
O banco se comprometeu a enviar uma BGX afirmando que é expressamente proibido aos bancários transportarem numerário ou valor, e que esse tipo de transporte será realizado apenas por empresa especializada.
Informou que está fazendo licitação, para Grande Porto Alegre, para que o abastecimento dos cashs externos seja efetuado por empresas de valores.
Outros Assuntos
O banco se comprometeu a não fazer reforma nas agências em horário de trabalho. Também concordou com a cláusula que determina a incluir, nos processos de formação internos e de capacitação de gestores, temas que abordem as questões de assédio moral, violência organizacional e discriminação.
Ainda ficou definido que a Comissão de Saúde terá um calendário com reuniões mensais, definido anualmente e que nem banco, nem movimento sindical, poderão desmarcar os encontros sem justificativa.
*Imprensa SindBancários
Na 4ª rodada de negociações, que ocorreu na sexta, dia 23, o Banrisul novamente descumpriu sua palavra e não apresentou nenhuma resposta aos itens discutidos na reunião anterior. Dessa vez, a desculpa foi a reunião da Fenaban, que acontecia, concomitantemente, em São Paulo. O discurso dos negociadores também foi o mesmo dos encontros anteriores: a diretoria está disposta em avançar na pauta específica.
Enquanto o Banrisul tenta enrolar os bancários, o Comando dos Banrisulenses reafirmou a necessidade de uma proposta concreta e avisou que essa postura só motiva mais os trabalhadores para uma forte greve. O banco se comprometeu a apresentar uma resposta às reivindicações dos funcionários na segunda, dia 26, às 15h, quando ocorre nova rodada de negociações.
A reunião
Tendo o ato que os bancários realizaram na Praça da Alfândega de música ambiente, foram discutidos temas relativos à saúde do trabalho e segurança. O banco, em evidente contradição, se mostrou receptivo à maioria dos itens, mas não se comprometeu a assinar a maioria das clausulas.
O tema mais polêmico foi a 22ª Cláusula, que fala sobre o assédio moral e sexual. O Banrisul admitiu a existência do problema, mesmo classificando os termos como “fortes” e se comprometeu a fazer uma forte campanha para que as pessoas reconheçam o assédio. Proposta que se mostrou necessária, pois os próprios negociadores mostraram não saber a diferença entre violência organizacional e cobranças normais em um ambiente de trabalho. Inclusive afirmaram que o “simples fato de conversar com as pessoas já ajuda”.
O Comando foi taxativo e cobrou uma política forte por parte do banco. “O assédio moral e sexual não são práticas antiga, apareceram há poucos anos e são conseqüência das metas abusivas. Não adianta o Banrisul fazer uma série de programas e conscientizar o funcionário se a direção utiliza o medo como modelo de gestão”, explicou o diretor de Saúde da FetrafiRS, Juberlei Bacelo.
Os negociadores afirmaram que o presidente do Banrisul, Tulio Zamin, já deixou claro que essa não será a postura do banco e que serão priorizadas relações positivas entre os trabalhadores. O banco concordou a assinar a Clausula 24, que define como dever do empregador garantir a integridade física e mental dos trabalhadores, custear o tratamento de trabalhadores que sofrerem com a violência organizacional e custear e implementar programas que inibam todas as formas de assédio e avançar nos debates sobre a Cláusula 22.
Afastados
O banco não se mostrou muito receptivo em garantir o pagamento de RV, vale refeição e outros benefícios para bancários afastados. “No momento em que o trabalhador e a família mais precisam, o banco retira dele benefícios necessários para sua sobrevivência”, explicou a diretora do SindBancários, Lourdes Rossoni. Quanto a RV, que também consta na Cláusula 1.8, ficou definido que a discussão será feita quando a mesa voltar os debates para esse item.
Quanto ao pagamento de salário para quem tem alta no INSS, mas não é considerado apto pelo médico para o retorno do trabalho, até o fim dos processos administrativos e judiciais contra o INSS, o assunto será remetido para a Comissão Paritária de Saúde. Segundo o banco, é necessária participação da área médica e técnica para realizar essa discussão.
Outro tema debatido foi a perda salarial dos funcionários afastados por motivos de doença, muitos com gratificações e outras verbas e que as perdem quando voltam para outra função. O assunto será levado para análise da diretoria.
CIPA
O Comando reivindicou a realização de eleição de CIPAs para todas as agências. O Banrisul sinalizou positivamente, mas se comprometeu apenas em realizar as eleições para agências maiores, com o argumento de que, no momento, não seria possível a implementação nas 414 agências da rede.
Descanso de dez minutos para caixas
Em mais uma evasiva, o banco remeteu o debate para a Comissão de Saúde, com o argumento de que o item precisa ser debatido com a área técnica.
Programa de prevenção à saúde
O Comando cobrou mais participação da Cabergs no Programa de Controle Médico em Saúde Ocupacional (PCMSO). “O que vemos hoje não é um exame de verdade. O médico vai na agência, mede a pressão e pergunta se o funcionário está sentindo alguma coisa. É muito pouco”, explicou Lourdes.
O banco afirmou que já está pautando o assunto com a Cabergs e já houve avanços para que a Caixa sustente os exames. Entretanto, não deu um prazo para que a Cabergs assuma e remeteu o debate para a Comissão de Saúde.
Ginástica Laboral
O banco se comprometeu a fazer uma campanha para conscientizar os gestores e funcionários a necessidade da ginástica laboral, e lembrou que já há licitação para contratação de empresas especializadas. Entretanto, não se comprometeu com nenhum prazo para sua implementação.
Segurança
O banco se comprometeu a enviar uma BGX afirmando que é expressamente proibido aos bancários transportarem numerário ou valor, e que esse tipo de transporte será realizado apenas por empresa especializada.
Informou que está fazendo licitação, para Grande Porto Alegre, para que o abastecimento dos cashs externos seja efetuado por empresas de valores.
Outros Assuntos
O banco se comprometeu a não fazer reforma nas agências em horário de trabalho. Também concordou com a cláusula que determina a incluir, nos processos de formação internos e de capacitação de gestores, temas que abordem as questões de assédio moral, violência organizacional e discriminação.
Ainda ficou definido que a Comissão de Saúde terá um calendário com reuniões mensais, definido anualmente e que nem banco, nem movimento sindical, poderão desmarcar os encontros sem justificativa.
*Imprensa SindBancários
segunda-feira, 12 de setembro de 2011
Comando exige novos critérios para metas em primeira negociação com o Banrisul
Próxima reunião será dia 13, na Direção Geral
Na abertura das negociações entre a direção do Banrisul e o movimento sindical nesta sexta-feira, dia 9,os banrisulenses apresentarama sua pauta específica de reivindicações. O segundo encontro será na terça-feira, dia 13, às 15h, na Direção Geral.O Comando apontou a necessidade de resolver antigos problemas como a melhoria das condições de trabalho e saúde; a valorização das funções (caixa, plataformistas, operadores e gerente de negócios); o fim das metas abusivas; piso do Dieese; novo Plano de Carreira e Fundação Banrisul e Cabergs.
Os dirigentes sindicais salientaram os quatro pilares do planejamento estratégico do banco: o aumento do crédito; a priorização do atendimento ao cliente; a inovação tecnológica, mas criticaram a redução de despesas.
Os banrisulenses apontam que o corte de despesas chegou a uma situação insustentável e precisa ser revisto pela atual gestão. A GMD (Gestão de Metas e Despesas) tem desagradado ao funcionalismo, pois a política adotada reduz as horas extras, corta o fornecimento de material de expediente, obriga o desligamento de equipamentos importantes para o bem estar dos trabalhadores e clientes como condicionadores de ar.
Já os representantes do banco ainda não se posicionaram sobre os itens da pauta. Na próxima reunião serão discutidos dois temas (metas e remuneração variável), além da definição deum calendário de negociações. O objetivo é debater todos os pontos da minuta de reivindicações.
O movimento sindical esteve representado por diretores da Fetrafi-RS, Denise Corrêa e Carlos Augusto Rocha, pelo presidente e diretores do SindBancários, por membros do Comando dos Banrisulenses e além de delegados sindicais. O presidente Tulio Zamin, o vice, Flavio Luiz Lammel, o diretor de crédito, Guilherme Cassel, o diretor operacional e de atendimento, Ivandre de Jesus Medeiros, o diretor de controle e risco, Luiz Carlos Morlin, o diretor de tecnologia da informação, Joel Raymundo, o superintendente da unidade de gestão de pessoas, Gaspar Saikoski e o gerente executivo da gerência de administração de pessoal, Luiz Fernando Spader, representaram o Banrisul.
*Imprensa SindBancários com edição da Fetrafi-RS
Fonte: Fetrafi- RS
Na abertura das negociações entre a direção do Banrisul e o movimento sindical nesta sexta-feira, dia 9,os banrisulenses apresentarama sua pauta específica de reivindicações. O segundo encontro será na terça-feira, dia 13, às 15h, na Direção Geral.O Comando apontou a necessidade de resolver antigos problemas como a melhoria das condições de trabalho e saúde; a valorização das funções (caixa, plataformistas, operadores e gerente de negócios); o fim das metas abusivas; piso do Dieese; novo Plano de Carreira e Fundação Banrisul e Cabergs.
Os dirigentes sindicais salientaram os quatro pilares do planejamento estratégico do banco: o aumento do crédito; a priorização do atendimento ao cliente; a inovação tecnológica, mas criticaram a redução de despesas.
Os banrisulenses apontam que o corte de despesas chegou a uma situação insustentável e precisa ser revisto pela atual gestão. A GMD (Gestão de Metas e Despesas) tem desagradado ao funcionalismo, pois a política adotada reduz as horas extras, corta o fornecimento de material de expediente, obriga o desligamento de equipamentos importantes para o bem estar dos trabalhadores e clientes como condicionadores de ar.
Já os representantes do banco ainda não se posicionaram sobre os itens da pauta. Na próxima reunião serão discutidos dois temas (metas e remuneração variável), além da definição deum calendário de negociações. O objetivo é debater todos os pontos da minuta de reivindicações.
O movimento sindical esteve representado por diretores da Fetrafi-RS, Denise Corrêa e Carlos Augusto Rocha, pelo presidente e diretores do SindBancários, por membros do Comando dos Banrisulenses e além de delegados sindicais. O presidente Tulio Zamin, o vice, Flavio Luiz Lammel, o diretor de crédito, Guilherme Cassel, o diretor operacional e de atendimento, Ivandre de Jesus Medeiros, o diretor de controle e risco, Luiz Carlos Morlin, o diretor de tecnologia da informação, Joel Raymundo, o superintendente da unidade de gestão de pessoas, Gaspar Saikoski e o gerente executivo da gerência de administração de pessoal, Luiz Fernando Spader, representaram o Banrisul.
*Imprensa SindBancários com edição da Fetrafi-RS
Fonte: Fetrafi- RS
segunda-feira, 5 de setembro de 2011
Caixa recusa reivindicações sobre previdência e aposentados na 1ª rodada
Empresa frustra empregados no início da negociação da pauta específica
A primeira rodada de negociações específicas da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa e Comando Nacional dos Bancários, com a Caixa Econômica Federal, na sexta-feira (2), começou frustrando os bancários. O banco se negou a atender reivindicações dos trabalhadores em relação à Funcef, aos aposentados e à Prevhab.
A Comissão Executiva de Empregados da Caixa (CEE/Caixa) cobrou que a empresa não utilize o voto de minerva na Funcef como instrumento para limitar os avanços dos trabalhadores.
A recomposição do poder de compra dos benefícios, por exemplo, sofreu uma perda significativa devido ao voto de minerva da patrocinadora, que definiu um índice de reajuste de 2,33%, muito menor do que o permitido pelo Regulamento e pela conjuntura econômica. A empresa desconsiderou que o reajuste de 3,57%, aprovado pela diretoria executiva da Funcef e defendida pelos conselheiros eleitos, não causaria qualquer risco ao equilíbrio dos planos de benefícios.
A Caixa mostrou também insensibilidade com os aposentados e pensionistas ao revelar que o processo de recomposição dos benefícios vai continuar, só que de forma gradual. Em relação ao pagamento do auxílio-alimentação para os aposentados e pensionistas, a Caixa vai continuar com sua política, contrariando as expectativas da categoria por um pagamento para todos os aposentados, de forma contínua.
Discriminação dos participantes do REG/Replan não-saldado
O Comando reivindicou mudança de postura em relação aos participantes do REG/Replan não-saldado, que vêm sofrendo inúmeras discriminações por parte da empresa. Esses empregados ficaram, por exemplo, impossibilitados de aderir à tabela salarial unificada do PCS de 2008 e, em 2010, eles foram excluídos do Plano de Funções Gratificados, entre outros prejuízos.
A empresa respondeu que não enxerga esses fatos como discriminações e que vai manter essa política.
Incorporação do REB
O Comando solicitou empenho da Caixa para pressionar as instâncias governamentais a aprovarem a incorporação do REB ao Novo Plano. A empresa manifestou interesse em concluir a incorporação e se comprometeu a agilizar o processo.
Contencioso jurídico
O Comando também pressionou a empresa para reduzir o número de processos da Funcef, pois muitas demandas estão relacionadas a questões trabalhistas que são decorrentes de descumprimento de obrigações da patrocinadora.
Os representantes do banco sinalizaram que existe um plano para a criação de um Grupo de Trabalho conjunto entre os departamentos jurídicos da Funcef e da Caixa para tratar com mais eficiência os processos judiciais. Os empregados reivindicaram uma solução para esse contencioso de forma a dar mais segurança ao patrimônio dos participantes da Funcef.
Prevhab
A Caixa negou qualquer possibilidade de viabilizar a transferência dos participantes e assistidos da Prevhab para a Funcef e que esse procedimento é tecnicamente inviável. Além disso, no passado já foi oferecida a alternativa para transferir e quem quis mudar já está na Funcef.
Segurança
O Comando ainda cobrou da empresa a instalação de biombos em guichês de caixas e de penhor. A empresa informou que instalou biombos e fez mudanças nas agências situadas nos municípios em que a lei exigiu essas adaptações.
A Caixa também afirmou que as instalações serão feitas em todas as agências até o mês de dezembro deste ano. Os empregados também reivindicaram aumento nos valores das indenizações para vítimas de assalto/sinistro. A empresa negou aumento e informou que seguirá os índices propostos pela Fenaban.
A Fetrafi-RS foi representada na negociação pelo diretor do Sindicato dos Bancários de Santa Maria, Marcello Carrion.
*Contraf-CUT com Fenae com edição da Fetrafi-RS
A primeira rodada de negociações específicas da Comissão Executiva dos Empregados da Caixa e Comando Nacional dos Bancários, com a Caixa Econômica Federal, na sexta-feira (2), começou frustrando os bancários. O banco se negou a atender reivindicações dos trabalhadores em relação à Funcef, aos aposentados e à Prevhab.
A Comissão Executiva de Empregados da Caixa (CEE/Caixa) cobrou que a empresa não utilize o voto de minerva na Funcef como instrumento para limitar os avanços dos trabalhadores.
A recomposição do poder de compra dos benefícios, por exemplo, sofreu uma perda significativa devido ao voto de minerva da patrocinadora, que definiu um índice de reajuste de 2,33%, muito menor do que o permitido pelo Regulamento e pela conjuntura econômica. A empresa desconsiderou que o reajuste de 3,57%, aprovado pela diretoria executiva da Funcef e defendida pelos conselheiros eleitos, não causaria qualquer risco ao equilíbrio dos planos de benefícios.
A Caixa mostrou também insensibilidade com os aposentados e pensionistas ao revelar que o processo de recomposição dos benefícios vai continuar, só que de forma gradual. Em relação ao pagamento do auxílio-alimentação para os aposentados e pensionistas, a Caixa vai continuar com sua política, contrariando as expectativas da categoria por um pagamento para todos os aposentados, de forma contínua.
Discriminação dos participantes do REG/Replan não-saldado
O Comando reivindicou mudança de postura em relação aos participantes do REG/Replan não-saldado, que vêm sofrendo inúmeras discriminações por parte da empresa. Esses empregados ficaram, por exemplo, impossibilitados de aderir à tabela salarial unificada do PCS de 2008 e, em 2010, eles foram excluídos do Plano de Funções Gratificados, entre outros prejuízos.
A empresa respondeu que não enxerga esses fatos como discriminações e que vai manter essa política.
Incorporação do REB
O Comando solicitou empenho da Caixa para pressionar as instâncias governamentais a aprovarem a incorporação do REB ao Novo Plano. A empresa manifestou interesse em concluir a incorporação e se comprometeu a agilizar o processo.
Contencioso jurídico
O Comando também pressionou a empresa para reduzir o número de processos da Funcef, pois muitas demandas estão relacionadas a questões trabalhistas que são decorrentes de descumprimento de obrigações da patrocinadora.
Os representantes do banco sinalizaram que existe um plano para a criação de um Grupo de Trabalho conjunto entre os departamentos jurídicos da Funcef e da Caixa para tratar com mais eficiência os processos judiciais. Os empregados reivindicaram uma solução para esse contencioso de forma a dar mais segurança ao patrimônio dos participantes da Funcef.
Prevhab
A Caixa negou qualquer possibilidade de viabilizar a transferência dos participantes e assistidos da Prevhab para a Funcef e que esse procedimento é tecnicamente inviável. Além disso, no passado já foi oferecida a alternativa para transferir e quem quis mudar já está na Funcef.
Segurança
O Comando ainda cobrou da empresa a instalação de biombos em guichês de caixas e de penhor. A empresa informou que instalou biombos e fez mudanças nas agências situadas nos municípios em que a lei exigiu essas adaptações.
A Caixa também afirmou que as instalações serão feitas em todas as agências até o mês de dezembro deste ano. Os empregados também reivindicaram aumento nos valores das indenizações para vítimas de assalto/sinistro. A empresa negou aumento e informou que seguirá os índices propostos pela Fenaban.
A Fetrafi-RS foi representada na negociação pelo diretor do Sindicato dos Bancários de Santa Maria, Marcello Carrion.
*Contraf-CUT com Fenae com edição da Fetrafi-RS
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