quarta-feira, 18 de agosto de 2010

Contraf-CUT lança na quarta, ao vivo, campanha 'Menos Metas, Mais Saúde'

Estatísticas oficiais têm demonstrado que os bancários
estão cada vez mais doentes por problemas de saúde mental.
A Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo
Financeiro (Contraf-CUT) promove nesta quarta-feira,
18 de agosto, seminário de lançamento nacional da
campanha "Menos Metas, Mais Saúde", que tem o objetivo
de discutir "como as novas formas de gestão e a cobrança
por produtividade têm afetado a saúde mental e a dignidade
do trabalhador bancário".
O diretor de Saúde da Fetrafi-RS, Amaro Souza, representará
a entidade no lançamento da Campanha da Contraf-CUT.
"Na ocasião, faremos a apresentação da nossa campanha Tudo
Tem Timite: tolerância zero com a violência dos bancos,
lançada em 2009 pelo SindBancários e assumida como
prioridade pela Fetrafi-RS em 2010. Trata-se de uma iniciativa
pioneira de combate a todas as formas de violência organizacional
no ambiente de trabalho. Já apresentamos a campanha na
Conferência Nacional, em julho deste ano, e agora faremos um
novo esforço para que ela seja executada em todo o
país", salienta Amaro. O encontro acontece às 10h, na sede da
entidade (rua Líbero Badaró, 158, 1º andar, Centro de São Paulo),
e será transmitido ao vivo pelo site
http://www.contrafcut.org.br/.
Participarão do seminário a médica do trabalho Margarida Barreto
e Roberto Heloani, doutor em Psicologia Social e professor e
pesquisador da Fundação Getúlio Vargas (FGV-SP). Estatísticas
oficiais têm demonstrado que os bancários estão cada vez mais
doentes por problemas de saúde mental relacionado ao trabalho.
Uma das principais causas desse adoecimento é a cobrança por
metas de produtividade que propicia o assédio moral e outras
formas de violência. A Contraf-CUT convida a todos que tenham
interesse em debater o tema do assédio moral e as metas abusivas.
"É fundamental que estes assuntos sejam debatidos para que o
trabalhador não 'naturalize' o problema e se conscientize da
importância de se contrapor às metas abusivas e à prática do
assédio moral", afirma Plínio Pavão, secretário de saúde da
Contraf-CUT. *Contraf-CUT17/08/2010

Retirado de: www.feebrs.org.br

Caixa: Encontro Estadual reúne integrantes do REG/Replan sábado, na Casa dos Bancários

Fetrafi-RS envia material de divulgação da atividade nesta
terça-feira aos sindicatos.
A Decisão Antecipatória proferida pela juíza Simone Oliveira

Paese, sobre a Ação Civil Pública nº 0000818.61.2010.5.04.0002,
da 2º Vara do Trabalho de Porto Alegre garantiu aos empregados
vinculados ao Reg/Replan não-saldado, que possuem cargo em
comissão no PCC98, o direito de aderir ao novo PFG, sem
restrição, de forma retroativa a 1º de julho. Porém, outras
discrimações são impostas aos colegas que optaram por
permanecer no Reg/Replan, em especial, a impossibilidade
de aderir à tabela salarial unificada (PCS) e, caso o
empregado não possua cargo em comissão, o impedimento de
participar de PSI. Para debater o tema, Fetrafi-RS, Apcef-RS e o
SindBancários, promovem o Encontro Estadual dos participantes do
Reg/Replan, a ser realizado no dia 21 de agosto, sábado, a partir
das 9h30, na Casa dos Bancários. No encontro, além de mobilização
política, será apresentado pela assessoria jurídica do SindBancários,
Apcef-RS e das entidades parceiras proposta de ação
judicial que possibilite fazer um apanhado geral de todas as
discriminações que vêm sendo impostas por parte da Caixa.
Serviço: > Encontro Estadual dos integrantes do Reg/Replan
> 21 de agosto sábado > 9h30
> Casa do Bancário (Rua Gal. Câmara, 424)
*Imprensa SindBancários com edição da
Fetrafi-RS17/08/2010

Retirado de: www.feebrs.org.br

terça-feira, 3 de agosto de 2010

Oferta de ações do Banco do Brasil movimentou R$ 9,76 bilhões

No total, o BB distribuiu 396 milhões de ações ordinárias.

A distribuição pública de ações do Banco do Brasil movimentou
R$ 9,761 bilhões, informou hoje a instituição, em seu anúncio de
encerramento da oferta. O valor captado foi superior ao estimado
inicialmente pois o Bank of America Merrill Lynch, coordenador
global da oferta, optou pela emissão de lote suplementar de 39,15
milhões de ações ordinárias, o equivalente a 11%, com o objetivo de
atender ao excesso de demanda. No total, o BB distribuiu 396 milhões
de ações ordinárias, sendo 286 milhões em oferta primária e 110
milhões em colocação secundária. O preço por ação foi fixado em
R$ 24,65. Das ações emitidas, a maior fatia, equivalente a 38,8%,
ficou com investidores estrangeiros, incluindo parcela adquirida por
bancos participantes da oferta como forma de hedge para operações
com derivativos realizadas no exterior. Cerca de 34,5% foram compradas
por fundos de investimento. De acordo com o prospecto, outros 15%
das ações foram para pessoas físicas, o que equivale a 61,5 milhões de
papéis. Essa fatia inclui os funcionários do BB, que tinham preferência
na compra dos papéis, e ficaram com 9,7 milhões das ações ofertadas.
Os novos papéis do BB começaram a ser negociados no Novo Mercado
na BM & FBovespa em 1º de julho, sob o código BBAS3. O principal
objetivo da operação foi elevar o capital em circulação ("free float") do
banco para 25%, percentual mínimo exigido pelas regras do Novo Mercado.
*Valor Econômico02/08/2010

Retirado de: www.feebrs.org.br

HSBC duplica lucro para US$ 6,7 bi no primeiro semestre de 2010

As cifras foram mais moderadas na América do Norte
( alta de 4,4%, US$ 492 milhões), na América Latina
( acréscimo de 8%, US$ 883 milhões).

O banco britânico HSBC anunciou nesta segunda-feira que duplicou
seu lucro líquido no primeiro semestre de 2010, com ganhos de US$
6,763 bilhões, e reduziu quase na mesma proporção seus encargos para
créditos de risco, a US$ 7,523 bilhõe. Estas cifras superaram as
expectativas dos analistas, que esperavam lucros antes dos impostos
(Ebitda, na sigla em inglês) no valor de US$ 9,3 bilhões, ao invés dos
US$ 11,1 bilhões anunciados pelo HSBC. O HSBC indicou que sua
atividade na América do Norte obteve um benefício antes do imposto
no primeiro semestre, saindo desse modo de um período de três anos
de perdas vinculadas à crise de créditos "subprime" nos Estados Unidos.
As cifras foram mais moderadas na América do Norte ( alta de 4,4%, US$
492 milhões), na América Latina ( acréscimo de 8%, US$ 883 milhões) e
Oriente Médio ( elevação de 3,1%, US$ 346 milhões).
*France Presse02/08/2010


Retirado de: www.feebrs.org.br

Bancários voltam a discutir emprego com o Santander nesta segunda

Manutenção do emprego é um dos temas prioritários da
Campanha Nacional dos Bancários 2010.

A Contraf-CUT, sindicatos e federações se reúnem nesta
segunda-feira, dia 2 de agosto, com o Santander, para discutir
emprego, centro de realocação e o programa Recrutamento
Interno (RI). A reunião foi agendada no Comitê de Relações
Trabalhistas, mas a data foi adiada várias vezes em função da
Copa do Mundo. O encontro ocorre às 14h, no Salão Nobre do
edifício Altino Arantes (ex-Banespa), no centro da capital paulista.
"O emprego é um dos temas prioritários da Campanha Nacional
dos Bancários 2010 e a retomada do centro de realocação é
fundamental, visando evitar demissões e remanejar trabalhadores,
diante do processo de fusão com o Real", afirma o funcionário do
Santander, diretor do SindBancários e secretário de imprensa da
Contraf-CUT, Ademir Wiederkehr. O objetivo é ampliar a realocação
de trabalhadores dos centros administrativos ou de unidades em
sobreposição para outras áreas administrativas ou para a rede de
agências, onde existe muita carência de funcionários. "Queremos
também que o banco promova para os trabalhadores atingidos
pelo processo de fusão cursos de capacitação para que possam
exercer as novas funções com qualidade", defende o dirigente sindical.
Outra reivindicação dos bancários é que seja dada ampla divulgação
interna das vagas existentes, inclusive às entidades sindicais, bem
como que sejam fornecidos aos sindicatos relatórios atualizados
mensalmente do processo de remanejamento. "Com o lucro acumulado
de R$ 3,529 bilhões no primeiro semestre deste ano, conforme o cálculo
pelo padrão internacional de contabilidade (IFRS), o que representa um
crescimento de 44,3% em relação à primeira metade do ano passado, é
injusficável a dispensa e a rotatividade de trabalhadores. É preciso, isto
sim, a manutenção dos empregos, a geração de novos postos de trabalho
e a melhoria da remuneração e das condições de saúde, segurança e
trabalho", conclui o dirigente.
*Contraf/CUT02/08/2010


Retirado de: www.feebrs.org.br