Participantes (90)
Fetrafi-RS (2): Carlos Augusto Oliveira e Denise Falkenberg Corrêa
Delegados/as (67): Alexandre Daniel Alves (Ag. Praia de Belas), Alice de Mattos Martins (Ag. Glória), Aline Malaquias de Almeida (Ag. Canoas), Ana Lúcia Machado Lopes (Ag.Medianeira), Antônio César Bairros dos Santos (Ag. Nova Santa Rita), Carlos Alberto Abelin (Ag. Espumoso), Carlos Henrique de Almeida (Direção Geral), Carlos Roberto Silveira (Ag. Cavalhada), Carlos Rogério Teixeira (Direção Geral), Clara Maria Barcellos Segala (Ag. Parcão), Cristiano de Campos Barbosa (Ag. Pinheirinho do Vale), Eduardo Gilberto Zimmer (Ag. Cachoeira do Sul), Eleonora Schreiner Pestana (Ag. Poder Judiciário), Eroni Batista Ribeiro (Ag. Floresta), Fabíola Cristi Oliveira Costa (Ag. Centro-Pelotas), Fernando Oliveira Machado (Ag. Camaquã), Filipe Teixeira Bittencourt (Ag. Torres), Geni Perlim Bolzan (Ag. Santiago), Geovana Palharini (Ag. Serafina Corrêa), Guilherme da Silva Marques (Ag. Caminho do Meio), Inácio Schmitz (Ag. Joinville), João Antônio Provin (Ag. Erechim), João Leonel Barcelos Teixeira (Ag. Tramandaí), Joel de Souza Carvalho (Ag. Charqueadas), José Guilherme B. da Nóbrega (Ag. Borges de Medeiros), José Otávio Guardiola de Souza (Ag. Palácio da Polícia), José Valdemar Pires (Ag. Rio Pardo), José Vali Ramis (Ag. XV de Novembro), Julio Cesar Rocha Vitória (Ag. Assis Brasil), Ledi Guterres da Veiga (Ag. Centro-Santa Maria), Leila Kern (Ag. Encruzilhada do Sul), Leila Rosane Ribeiro (Ag. Ijuí), Leonardo Rocha (Ag. Baltazar de Oliveira Garcia), Lídia de Fátima Abreu Fernandes (Ag. Cruz Alta), Liliane Cristina Hesse (Ag. Viamão), Luciano Fetzner Barcellos (Ag. Universitária), Luiz Felipe Dupont da Silva (Ag. Rua da Praia), Luiz Carlos Pereira Mainardi (Ag. Dr. Bozzano), Luiz Paulo Teixeira Bandeira (Ag. Restinga), Madeleine Pizzini Weitkiewic (Ag. Duque de Caxias), Manoel Marques Júnior (Direção Geral), Mara Márcia Dufloth (Ag. Erechim), Marcelo Fernando Rorato Costa (Ag. Líbero Badaró-São Paulo), Mário Luis de Souza Pletz (Ag. Triunfo), Marisa Casonatto Zaniol (Ag. Centro-Bento Gonçalves), Marlene Teresinha J. Hergemöller (Ag. Teutônia), Meriane Gewehr Flores (Direção Geral), Milena de Cássia Silva de Oliveira (Ag. Otto Niemaiyer), Nestor Fritzen (Ag. Santa Cruz do Sul), Pablo Campos de Andrade (Ag. Bagé), Rejane Michaelsen Farias (Ag. Central), Roberto Jukoski de Miranda (Ag. Centro-Novo Hamburgo), Rodrigo Martins Espíndola (Ag. São João), Rosalva da Silva (Ag. Rio Grande), Sandro Soares Silveira (Ag. Três Vendas), Sérgio Puhl Karusky (Ag. Palmeira das Missões), Sérgio Rogério Moreira Hoff (Ag. XV de Janeiro-Canoas), Simone Schneider (Ag. São Pelegrino), Sônia Regina Grass Colling (Ag. São Luiz Gonzaga), Suzana Santana Silva (Ag. Bonfim), Thiago Chagas Soares (Ag. PUC), Tobias Magalhães de Aguiar (Ag. Wenceslau Escobar), Vagner Debom Eifer (Ag. Pedras Brancas), Valdir Pigato (Ag. Santa Rosa), Vitor Luiz da Silva Moreira (Ag. Benjamin Constant), Vlademir Antônio Maier (Ag. Passo d’Areia).
Dirigentes Sindicais (21): Ana Maria Betim Furquim (SEEB Vale do Paranhana), Carlos Sica e Rosangi Kegles (SEEB Pelotas), Carmen Narcisa Dalmaso (SEEB Santo Ângelo), Fábio Soares Alves e Lourdes Rossoni (SindBancários), Gustavo Marques (Ag. Avenida General Neto – Passo Fundo), Hilda Teixeira (SEEB Rio Grande), Luiz Felipe Santos da Silva (Ag. Torres – Sind. Banc. Litoral Norte), Antônio Tadeu Menezes e Margarete Zamberlan Thomasi (SEEB Santa Maria), Milton Fillmann (Novo Hamburgo), Paulo Renato de Souza (SEEB Erechim), Ricardo Machado (Sind. Banc. Bagé), Shirley Barbieri (SEEB Lajeado), Ana Clélia Vargas Reis (Ag. Menino Deus), Claudete Genuíno Marocco (Direção Geral), Jorge Almir da Silva Paz (Ag. Azenha) Porto Alegre, Bruno Bueno Engracio, Daniela Ughini Scaranto e Diego Dias de Castro (Badesul).
Coordenadores da Mesa: Denise Falkenberg Corrêa (FETRAFI-RS) e Fábio Soares Alves (SindBancários)
1) Posse Novos Delegados e Delegadas Sindicais 2011/2012:
Foram dados relatos sobre o processo de eleição dos Delegados/as Sindicais do Banrisul.
Os novos delegados sindicais foram empossados e, após, houve a apresentação de todos, com debate sobre a atribuição do cargo. Registrado que, em Porto Alegre houve alteração no número de delegados, passando de 38 para 43.
2) Informes sobre negociações Quadro de Carreira:
Foi relatado o histórico de todo o processo e das reuniões de negociação da Comissão Paritária sobre o Quadro de Carreira do Banrisul. Foram apresentados os colegas Luciano Barcellos, delegado sindical da Agência Universitária e Gerson Marques, funcionário da Agência Central, que estarão, a partir de segunda-feira, dia 18 de abril de 2011, trabalhando na Gestão de Pessoas a fim de auxiliar a Comissão Paritária (documentos, etc.).
Foi aprovado o seguinte:
- Realizar Seminário sobre Quadro de Carreira, no dia 28/05/2011, em Porto Alegre, com ampla representação dos banrisulenses;
- Contratação de assessoria especializada em Quadro de Carreira (Dieese e Tônia Duarte - UFRGS).
Para acompanhar as discussões e reuniões com assessorias foram eleitos, como representantes do Conselho de Delegados Sindicais os funcionários abaixo:
- Madeleine Pizzini de Weitkiewic (Ag. Duque de Caxias)
- Carlos Henrique de Almeida (Direção Geral)
- Mário Luiz de Souza Pletz (Ag. Triunfo)
- Luiz Felipe Dupont da Silva (Ag. Rua da Praia)
- Elisa da Poiam Furlan (Ag. Igrejinha)
- Suzana Santana Silva (Ag. Bonfim)
Definiu-se solicitar liberação para todos/as participarem das reuniões.
A próxima reunião dos representantes dos trabalhadores/as com a assessoria será no dia 20/04/2011, às 15h, na sede da FETRAFI-RS.
3) Fórum Permanente de Saúde Cabergs:
Foram dados informes sobre o Fórum Permanente de Saúde, já apresentado às entidades representativas dos banrisulenses e que ainda está em fase de discussão e aprimoramento.
Foram apresentados também informes sobre as tabelas da Cabergs dos Planos I e II, suas diferenciações, conforme abaixo:
PAM - 3,5% sobre a base de contribuição de todos os empregados e,
- 1,5% sobre a folha de suplementação da Fundação Banrisul, relativa aos aposentados e pensionistas;
Artigo 25 - 1, "a" e "b" do Regulamento do PAM;
4) Ginástica Laboral:
Foi informado que o Banrisul pretende abandonar os processos licitatórios, uma vez que se mostraram inadequados. O Banco tem interesse no programa e as negociações sobre o tema serão retomadas em maio/2011.
Relatora: Denise Falkenberg Corrêa
FONTE: FETRAFI-RS
sexta-feira, 29 de abril de 2011
Relatório da Reunião Estadual de Delegados/ as e Dirigentes Sindicais da Caixa
Realizada no dia 15 de abril de 2011 – sexta-feira, às 14h, no SindBancários.
Participantes: 39
Delegados Sindicais (32): Ana Vanessa Martins (RSN Risco de Crédito/PO), André Augusto Muller (Ag. Muçum), Carla Luisa Prieb Mattone (Ag. Bonfim), Cássio Alexandre Pires (Ag. Rio Pardo), Cláudia da Silva Pacheco (Ag. Navegantes), Cláudia dos Santos (Ag. Porto dos Casais), Cláudio Antônio Braun (Ag. Assis Brasil), Cláudio Níveo da Silva Terra (Ag. Praça Rui Barbosa), Eliane da Rosa (Ag. Praça Marechal Floriano), Eunice Romeu Pitrez (Ag. Rio Grande), Felipe Leandro Fernandes Mendonça (Ag. Vila Santa Isabel), Fernando Bertol de Moura (Ag. Azenha), Fernando Dias da Rosa (RSAFG/PO), Heloísa Goetz (Ag. São João), Ivania Dalmolin Beneduzzi (Ag. Encantado), Jaime Sarda Aramburú (PAB Justiça Federal – Sta Maria), (James Avila Dominot (RSN Auditoria POA), José Cláudio Esteves (Ag. Santa Cruz do Sul), Júlio César Jardim Pereira (CRMRA/PO – Centralizadora Recup Ativos), Kleber Trindade Rigon (Ag. Vila Ipiranga), Leandro da Silva (Ag. Santo Ângelo), Milton Gustavo Schnack (Ag. Lajeado), Milton Tavares da Silva (Ag. Três Coroas), Neivaldo Florisberto Della Giustina Carvalho (Ag. Veranópolis), Paulo Cezar Ribeiro da Costa (RSNTI/PO), Paulo de Borba Dias Filho (Ag. São Jerônimo), Paulo Valmor Oleias (RSN Retaguarda Serra Gaúcha), Ricardo Adolfo Hoffmann Hubba (Ag. CRMRA/PO – Centralizadora Recup Ativos), Rodrigo Vladimir Hartel (Ag. Igrejinha), Sandra Regina Perrone de Oliveira (Ag. Protásio Alves), Simoni Fernandes Medeiros (Ag. Pelotas).
Dirigentes Sindicais (07): Jorge Vieira da Costa e Devanir Camargo da Silva (FETRAFI-RS), Francisco Magalhães, Tiago Vasconcellos Pedroso e Maristela Rocha (SindBancários), Ademar Henrique Bellini (SEEB Caxias do Sul) e Marcos Bugs (SEEB Novo Hamburgo/Ag. Campo Bom).
Coordenadores: Jorge Vieira da Costa (FETRAFI-RS) e Tiago Vasconcellos Pedroso (SindBancários)
1 – Saúde Caixa:
1.1 – Relatos dos Trabalhos do Comitê: O Comitê de Acompanhamento de Rede Credenciada do Saúde Caixa, através dos representantes indicados pela FETRAFI-RS e AGEA se fez representar pela Delegada Sindical de Pelotas, integrante do referido Comitê, Simoni Medeiros, a qual apresentou relatos dos trabalhos do Comitê, desde seu início. Diante da atribuição do Comitê, que se restringe somente à análise e acompanhamento de credenciamentos e descredenciamentos de profissionais, hospitais e clínicas ao Saúde Caixa, resta aos representantes levar à diretoria da Caixa e Gestores do Saúde Caixa as reclamações e reivindicações dos usuários, no sentido de criar um nível de pressão para que sejam atendidos os apelos dos trabalhadores. Neste sentido, os Delegados/as e Dirigentes Sindicais da Caixa do Rio Grande do Sul deliberaram encaminhar às entidades sindicais as seguintes sugestões:
1.2 – Encaminhamentos:
I – Estrutura do Saúde Caixa: Foi consenso entre os participantes a afirmação de que a Caixa não disponibiliza estrutura de recursos humanos, física e tecnológica ao Saúde Caixa que possibilite bom atendimento aos usuários e conveniados. Esta falta de estrutura, a burocratização dos procedimentos e a baixa remuneração aos serviços prestados têm afastado os profissionais e os desestimulado a aceitarem credenciamentos. É necessário respeito aos credenciados e atualização das tabelas de honorários.
II – Esclarecimentos sobre o Saúde Caixa: Os Delegados e Delegadas sindicais indicam a necessidade de que a Caixa e o Movimento Sindical desenvolvam uma campanha de esclarecimentos sobre o Saúde Caixa, tendo como eixos:
- O que é o Saúde Caixa?
- A importância do Saúde Caixa;
- A história da conquista do Saúde Caixa.
III – Mobilização por um Saúde Caixa Melhor: Foi indicada ao Movimento Sindical e Associativo a necessidade de desenvolver uma Campanha Nacional de Mobilização no sentido de fazer com que a Caixa, patrocinadora do Saúde Caixa, estruture o plano para que o mesmo possa prestar bom atendimento aos seus usuários. Neste sentido, foi sugerido oficiar a CEE/Caixa (Comissão Executiva dos Empregados da Caixa) para que a mesma assuma, juntamente com o Movimento Sindical, a organização de uma campanha nacional, com os seguintes itens:
- Dia de Luta e Paralisação;
- Abaixo-Assinado;
- Foco no Saúde Caixa na pauta de reivindicações e negociações.
IV – RSN/PO – Cronograma de Credenciamentos: Haja vista a divulgação de que a Gestão de Pessoas estaria desenvolvendo um cronograma nas Superintendências na busca de credenciamentos de profissionais na área da saúde, foi sugerido o seguinte:
- Solicitar, por escrito, à RSN/PO o cronograma das datas previstas para as Superintendências;
- Solicitar a presença de representante da Caixa no Comitê Estadual na próxima reunião dos Delegados/as Sindicais;
- Sugerir que os mesmos credenciados no CASSI BB possam compor a lista de credenciados no Saúde Caixa.
2 – Calendário da Campanha Salarial 2011:
Foi informado aos presentes que o movimento sindical já deliberou pelo calendário nacional de organização da Campanha Salarial de 2011 e que nas próximas reuniões já poderá ser divulgado o calendário estadual.
Calendário Nacional:
- Até 2 e 3 de julho: Encontros estaduais dos funcionários do BB, Caixa e BNB;
- 09 e 10 de julho: Congressos Nacionais do Banco do Brasil, Caixa e BNB;
- Até 24 de julho: Conferências Regionais dos Bancários;
- 30 e 31 de julho: Conferência Nacional dos Bancários;
- Até 06 de agosto: Assembleias da categoria para aprovação da pauta de reivindicações;
- 09 ou 10 de agosto: Entrega da pauta de reivindicações à FENABAN.
3- Pauta da próxima reunião dos Delegados/as Sindicais, em 20/05/2011:
1- Isonomia;
2- Saúde Caixa;
3- Assuntos Gerais.
Relator: Jorge Vieira - Diretor de Comunicação da FETRAFI-RS
FONTE: FETRAFI-RS
Participantes: 39
Delegados Sindicais (32): Ana Vanessa Martins (RSN Risco de Crédito/PO), André Augusto Muller (Ag. Muçum), Carla Luisa Prieb Mattone (Ag. Bonfim), Cássio Alexandre Pires (Ag. Rio Pardo), Cláudia da Silva Pacheco (Ag. Navegantes), Cláudia dos Santos (Ag. Porto dos Casais), Cláudio Antônio Braun (Ag. Assis Brasil), Cláudio Níveo da Silva Terra (Ag. Praça Rui Barbosa), Eliane da Rosa (Ag. Praça Marechal Floriano), Eunice Romeu Pitrez (Ag. Rio Grande), Felipe Leandro Fernandes Mendonça (Ag. Vila Santa Isabel), Fernando Bertol de Moura (Ag. Azenha), Fernando Dias da Rosa (RSAFG/PO), Heloísa Goetz (Ag. São João), Ivania Dalmolin Beneduzzi (Ag. Encantado), Jaime Sarda Aramburú (PAB Justiça Federal – Sta Maria), (James Avila Dominot (RSN Auditoria POA), José Cláudio Esteves (Ag. Santa Cruz do Sul), Júlio César Jardim Pereira (CRMRA/PO – Centralizadora Recup Ativos), Kleber Trindade Rigon (Ag. Vila Ipiranga), Leandro da Silva (Ag. Santo Ângelo), Milton Gustavo Schnack (Ag. Lajeado), Milton Tavares da Silva (Ag. Três Coroas), Neivaldo Florisberto Della Giustina Carvalho (Ag. Veranópolis), Paulo Cezar Ribeiro da Costa (RSNTI/PO), Paulo de Borba Dias Filho (Ag. São Jerônimo), Paulo Valmor Oleias (RSN Retaguarda Serra Gaúcha), Ricardo Adolfo Hoffmann Hubba (Ag. CRMRA/PO – Centralizadora Recup Ativos), Rodrigo Vladimir Hartel (Ag. Igrejinha), Sandra Regina Perrone de Oliveira (Ag. Protásio Alves), Simoni Fernandes Medeiros (Ag. Pelotas).
Dirigentes Sindicais (07): Jorge Vieira da Costa e Devanir Camargo da Silva (FETRAFI-RS), Francisco Magalhães, Tiago Vasconcellos Pedroso e Maristela Rocha (SindBancários), Ademar Henrique Bellini (SEEB Caxias do Sul) e Marcos Bugs (SEEB Novo Hamburgo/Ag. Campo Bom).
Coordenadores: Jorge Vieira da Costa (FETRAFI-RS) e Tiago Vasconcellos Pedroso (SindBancários)
1 – Saúde Caixa:
1.1 – Relatos dos Trabalhos do Comitê: O Comitê de Acompanhamento de Rede Credenciada do Saúde Caixa, através dos representantes indicados pela FETRAFI-RS e AGEA se fez representar pela Delegada Sindical de Pelotas, integrante do referido Comitê, Simoni Medeiros, a qual apresentou relatos dos trabalhos do Comitê, desde seu início. Diante da atribuição do Comitê, que se restringe somente à análise e acompanhamento de credenciamentos e descredenciamentos de profissionais, hospitais e clínicas ao Saúde Caixa, resta aos representantes levar à diretoria da Caixa e Gestores do Saúde Caixa as reclamações e reivindicações dos usuários, no sentido de criar um nível de pressão para que sejam atendidos os apelos dos trabalhadores. Neste sentido, os Delegados/as e Dirigentes Sindicais da Caixa do Rio Grande do Sul deliberaram encaminhar às entidades sindicais as seguintes sugestões:
1.2 – Encaminhamentos:
I – Estrutura do Saúde Caixa: Foi consenso entre os participantes a afirmação de que a Caixa não disponibiliza estrutura de recursos humanos, física e tecnológica ao Saúde Caixa que possibilite bom atendimento aos usuários e conveniados. Esta falta de estrutura, a burocratização dos procedimentos e a baixa remuneração aos serviços prestados têm afastado os profissionais e os desestimulado a aceitarem credenciamentos. É necessário respeito aos credenciados e atualização das tabelas de honorários.
II – Esclarecimentos sobre o Saúde Caixa: Os Delegados e Delegadas sindicais indicam a necessidade de que a Caixa e o Movimento Sindical desenvolvam uma campanha de esclarecimentos sobre o Saúde Caixa, tendo como eixos:
- O que é o Saúde Caixa?
- A importância do Saúde Caixa;
- A história da conquista do Saúde Caixa.
III – Mobilização por um Saúde Caixa Melhor: Foi indicada ao Movimento Sindical e Associativo a necessidade de desenvolver uma Campanha Nacional de Mobilização no sentido de fazer com que a Caixa, patrocinadora do Saúde Caixa, estruture o plano para que o mesmo possa prestar bom atendimento aos seus usuários. Neste sentido, foi sugerido oficiar a CEE/Caixa (Comissão Executiva dos Empregados da Caixa) para que a mesma assuma, juntamente com o Movimento Sindical, a organização de uma campanha nacional, com os seguintes itens:
- Dia de Luta e Paralisação;
- Abaixo-Assinado;
- Foco no Saúde Caixa na pauta de reivindicações e negociações.
IV – RSN/PO – Cronograma de Credenciamentos: Haja vista a divulgação de que a Gestão de Pessoas estaria desenvolvendo um cronograma nas Superintendências na busca de credenciamentos de profissionais na área da saúde, foi sugerido o seguinte:
- Solicitar, por escrito, à RSN/PO o cronograma das datas previstas para as Superintendências;
- Solicitar a presença de representante da Caixa no Comitê Estadual na próxima reunião dos Delegados/as Sindicais;
- Sugerir que os mesmos credenciados no CASSI BB possam compor a lista de credenciados no Saúde Caixa.
2 – Calendário da Campanha Salarial 2011:
Foi informado aos presentes que o movimento sindical já deliberou pelo calendário nacional de organização da Campanha Salarial de 2011 e que nas próximas reuniões já poderá ser divulgado o calendário estadual.
Calendário Nacional:
- Até 2 e 3 de julho: Encontros estaduais dos funcionários do BB, Caixa e BNB;
- 09 e 10 de julho: Congressos Nacionais do Banco do Brasil, Caixa e BNB;
- Até 24 de julho: Conferências Regionais dos Bancários;
- 30 e 31 de julho: Conferência Nacional dos Bancários;
- Até 06 de agosto: Assembleias da categoria para aprovação da pauta de reivindicações;
- 09 ou 10 de agosto: Entrega da pauta de reivindicações à FENABAN.
3- Pauta da próxima reunião dos Delegados/as Sindicais, em 20/05/2011:
1- Isonomia;
2- Saúde Caixa;
3- Assuntos Gerais.
Relator: Jorge Vieira - Diretor de Comunicação da FETRAFI-RS
FONTE: FETRAFI-RS
Relatório da reunião de representantes sindicais de base do Banco do Brasil
15 de abril de 2011 – sexta-feira, 14h, SindBancários – Porto Alegre
Participantes: 31
Delegados Sindicais (22): Carolina Figueiredo Maciel (Nova Hartz), Cristiana Silva Rocha Garbinatto (Majestic-POA), Daison Vandeir Fava Teixeira (Borges de Medeiros-POA), Estevam Martins de Campos (Caminho do Meio-POA), Jairo Oliveira Pinto (Osório), João Camilo Garbinatto Neto (Independência-POA), João Manoel André de Souza (CSO COMPE), Joel Pons da Rosa Júnior (Chácara das Pedras-POA), Joni Josselito Jonann (Canoas-POA), Jorge Josue Bittencourt Brum (Rio Pardo), Juliana Toschi Selbach (Uruguai/POA), Luciano Figueiredo Oliveira (Jerônimo Coelho-POA), Manuela Valim Braganholo (Carlos Gomes-POA), Marçal Lisandro Soares dos Santos (Sertão Santana), Marcia Atti (Porto Alegre), Marcio Costa Pinto (Farrapos-POA), Mauro Helier Hunning Bom (Tramandaí), Rafael Teixeira de Carvalho (Teresópolis-POA), Sidney Scharten Soares (CSL POA), Silvio Renato Ribeiro da Silva (Azenha-POA), Suzana Cristina Marquardt (Cristovão Colombo-POA), Vandoir Frois (Júlio de Castilhos-POA).
Dirigentes Sindicais (09): Carmen Gema Zanchet (SEEB Guaporé), Flávio M. Johann (SEEB Lajeado), Jefferson Cavalheiro Soares (SEEB Santo Ângelo), Nelson Antônio Fazenda (SEEB Passo Fundo), Oscar Graeff Siqueira (SEEB Santa Cruz do Sul), Paulo Bastos Noronha (SEEB Rio Grande), Flávio Patoriz, Ronaldo Zeni e Pedro Loss (SindBancários POA).
Relator/Coordenador: Ronaldo Zeni
Após os informes e discussões, houve inversão de pauta, conforme abaixo:
1)Posse dos Novos Representantes Sindicais de Base de Porto Alegre:
Os novos representantes sindicais de base de Porto Alegre foram empossados e, após, houve a apresentação de todos, com debate sobre a função de representante sindical.
2)Mobilização BB Banco Público:
- Foram dados informes sobre a reunião que acontecerá com o presidente do IPEA, no dia 05/05/2011, em Santa Cruz do Sul. Deliberou-se convocar todos os dirigentes sindicais liberados do Banco do Brasil para esta atividade. Será realizada palestra na UNISC (Universidade de Santa Cruz do Sul), na sala 108, às 19h30min. À tarde está prevista reunião no Sindicato dos Bancários de Santa Cruz do Sul, em horário a confirmar. Será disponibilizada van para transporte dos participantes de Porto Alegre sob responsabilidade do SindBancários.
- No dia 28/08/2011 haverá atividade com o Senador Paim, no Congresso Nacional, que terá como pauta:
Sessão não deliberativa em homenagem aos bancários.
3)Negociações Previ Plano 1 e Previ Futuro:
Foi apresentada a pauta entregue ao Banco do Brasil:
- Plano 1: Tem como prioridade a redução da Parcela Previ;
- Plano 2: Contribuição sobre PLR.
4)Campanha Tudo Tem Limite:
Deliberou-se o que segue:
- Divulgar o e-mail da campanha (tudotemlimite@sindbancarios.org.br) e incentivar as pessoas a apresentarem denúncias.
- Propor na Convenção Nacional um termo que permita ao representante sindical participar de todas as reuniões das agências;
- Promover palestra sobre Assédio Moral com advogado especializado e assessoria do Movimento Sindical, promovida pelo Sindicato e FETRAFI-RS em conjunto com os Representantes Sindicais de Porto Alegre com a presença da representante do Comitê de Ética, Karen Simone D´Avila. A palestra acontecerá no SindBancários, às 19h do dia 16/05/2011.
- Buscar dados sobre equidade de gênero no Banco do Brasil. Oficiar o BB para que informe o número de mulheres e homens por cargo.
FONTE: FETRAFI-RS
Participantes: 31
Delegados Sindicais (22): Carolina Figueiredo Maciel (Nova Hartz), Cristiana Silva Rocha Garbinatto (Majestic-POA), Daison Vandeir Fava Teixeira (Borges de Medeiros-POA), Estevam Martins de Campos (Caminho do Meio-POA), Jairo Oliveira Pinto (Osório), João Camilo Garbinatto Neto (Independência-POA), João Manoel André de Souza (CSO COMPE), Joel Pons da Rosa Júnior (Chácara das Pedras-POA), Joni Josselito Jonann (Canoas-POA), Jorge Josue Bittencourt Brum (Rio Pardo), Juliana Toschi Selbach (Uruguai/POA), Luciano Figueiredo Oliveira (Jerônimo Coelho-POA), Manuela Valim Braganholo (Carlos Gomes-POA), Marçal Lisandro Soares dos Santos (Sertão Santana), Marcia Atti (Porto Alegre), Marcio Costa Pinto (Farrapos-POA), Mauro Helier Hunning Bom (Tramandaí), Rafael Teixeira de Carvalho (Teresópolis-POA), Sidney Scharten Soares (CSL POA), Silvio Renato Ribeiro da Silva (Azenha-POA), Suzana Cristina Marquardt (Cristovão Colombo-POA), Vandoir Frois (Júlio de Castilhos-POA).
Dirigentes Sindicais (09): Carmen Gema Zanchet (SEEB Guaporé), Flávio M. Johann (SEEB Lajeado), Jefferson Cavalheiro Soares (SEEB Santo Ângelo), Nelson Antônio Fazenda (SEEB Passo Fundo), Oscar Graeff Siqueira (SEEB Santa Cruz do Sul), Paulo Bastos Noronha (SEEB Rio Grande), Flávio Patoriz, Ronaldo Zeni e Pedro Loss (SindBancários POA).
Relator/Coordenador: Ronaldo Zeni
Após os informes e discussões, houve inversão de pauta, conforme abaixo:
1)Posse dos Novos Representantes Sindicais de Base de Porto Alegre:
Os novos representantes sindicais de base de Porto Alegre foram empossados e, após, houve a apresentação de todos, com debate sobre a função de representante sindical.
2)Mobilização BB Banco Público:
- Foram dados informes sobre a reunião que acontecerá com o presidente do IPEA, no dia 05/05/2011, em Santa Cruz do Sul. Deliberou-se convocar todos os dirigentes sindicais liberados do Banco do Brasil para esta atividade. Será realizada palestra na UNISC (Universidade de Santa Cruz do Sul), na sala 108, às 19h30min. À tarde está prevista reunião no Sindicato dos Bancários de Santa Cruz do Sul, em horário a confirmar. Será disponibilizada van para transporte dos participantes de Porto Alegre sob responsabilidade do SindBancários.
- No dia 28/08/2011 haverá atividade com o Senador Paim, no Congresso Nacional, que terá como pauta:
Sessão não deliberativa em homenagem aos bancários.
3)Negociações Previ Plano 1 e Previ Futuro:
Foi apresentada a pauta entregue ao Banco do Brasil:
- Plano 1: Tem como prioridade a redução da Parcela Previ;
- Plano 2: Contribuição sobre PLR.
4)Campanha Tudo Tem Limite:
Deliberou-se o que segue:
- Divulgar o e-mail da campanha (tudotemlimite@sindbancarios.org.br) e incentivar as pessoas a apresentarem denúncias.
- Propor na Convenção Nacional um termo que permita ao representante sindical participar de todas as reuniões das agências;
- Promover palestra sobre Assédio Moral com advogado especializado e assessoria do Movimento Sindical, promovida pelo Sindicato e FETRAFI-RS em conjunto com os Representantes Sindicais de Porto Alegre com a presença da representante do Comitê de Ética, Karen Simone D´Avila. A palestra acontecerá no SindBancários, às 19h do dia 16/05/2011.
- Buscar dados sobre equidade de gênero no Banco do Brasil. Oficiar o BB para que informe o número de mulheres e homens por cargo.
FONTE: FETRAFI-RS
quarta-feira, 27 de abril de 2011
Estresse no trabalho afeta mais de 1 milhão de brasileiros por ano
Estudo mapeou as principais causas de afastamento dos trabalhadores no Brasil
Problemas causados pelo estresse - depressão, alcoolismo, hipertensão, dor de cabeça e outros - levaram 1,3 milhão de brasileiros a se afastarem do trabalho e receberem auxílio-doença, segundo uma pesquisa recente da UnB (Universidade de Brasília), divulgada em abril.
O estudo também mapeou as principais causas de afastamento dos trabalhadores. Entre os principais motivos, além dos problemas mentais decorrentes do estresse, está a esquizofrenia.
Para Anadergh Barbosa Branco, professora de medicina do trabalho da UnB e autora do estudo, a falta de um exame preciso que comprove distúrbios psicológicos - como a depressão - faz com que os funcionários nesse estágio de estresse não saibam lidar com o problema, assim como a maioria das empresas.
O número de funcionários afastados, registrado em 2008, é preocupante e mostra a sociedade como "criadora de uma legião de incapacitados", afirma Anadergh.
"As doenças da mente representam cada vez mais um fator importante [de afastamento no trabalho], com maior curso e duração, e estão crescendo em quantidade. Há um custo social alto para o governo e para a sociedade. É preciso acordar para isso", explica.
Dentro do trabalho, as causas do quadro depressivo podem ser inúmeras: cobranças incessantes e assédio moral, por exemplo.
Já do lado de fora, o fim de um relacionamento e a perda de um parente querido podem motivar tristeza profunda e dificuldade para lidar com o dia a dia.
O mais importante após o diagnóstico, independente do nível de estresse, é procurar tratamento imediato. Anadergh afirma que isso requer, inevitavelmente, afastamento temporário da rotina do emprego.
FONTE: FETRAFI-RS 27/04/2011
http://www.fetrafirs.org.br/noticias.php?id=1007
Problemas causados pelo estresse - depressão, alcoolismo, hipertensão, dor de cabeça e outros - levaram 1,3 milhão de brasileiros a se afastarem do trabalho e receberem auxílio-doença, segundo uma pesquisa recente da UnB (Universidade de Brasília), divulgada em abril.
O estudo também mapeou as principais causas de afastamento dos trabalhadores. Entre os principais motivos, além dos problemas mentais decorrentes do estresse, está a esquizofrenia.
Para Anadergh Barbosa Branco, professora de medicina do trabalho da UnB e autora do estudo, a falta de um exame preciso que comprove distúrbios psicológicos - como a depressão - faz com que os funcionários nesse estágio de estresse não saibam lidar com o problema, assim como a maioria das empresas.
O número de funcionários afastados, registrado em 2008, é preocupante e mostra a sociedade como "criadora de uma legião de incapacitados", afirma Anadergh.
"As doenças da mente representam cada vez mais um fator importante [de afastamento no trabalho], com maior curso e duração, e estão crescendo em quantidade. Há um custo social alto para o governo e para a sociedade. É preciso acordar para isso", explica.
Dentro do trabalho, as causas do quadro depressivo podem ser inúmeras: cobranças incessantes e assédio moral, por exemplo.
Já do lado de fora, o fim de um relacionamento e a perda de um parente querido podem motivar tristeza profunda e dificuldade para lidar com o dia a dia.
O mais importante após o diagnóstico, independente do nível de estresse, é procurar tratamento imediato. Anadergh afirma que isso requer, inevitavelmente, afastamento temporário da rotina do emprego.
FONTE: FETRAFI-RS 27/04/2011
http://www.fetrafirs.org.br/noticias.php?id=1007
terça-feira, 26 de abril de 2011
COE negocia emprego e plano de saúde com Itaú Unibanco
Bancários irão cobrar o fim das demissões que vêm ocorrendo em várias regiões
A Contraf-CUT, federações e sindicatos retomam na próxima quarta-feira, dia 27, às 10h, as negociações com o Itaú Unibanco, em São Paulo. Os bancários irão cobrar o fim das demissões que vêm ocorrendo em várias regiões do país e esclarecimentos detalhados sobre o reajuste unilateral de até 24,61% no plano de saúde.
A negociação ocorre após a forte mobilização dos bancários do Itaú Unibanco, que promoveram na terça-feira, 19 de abril, Dia Nacional de Luta contra as demissões e o desrespeito frente ao aumento do convênio médico.
Os bancários retardaram a abertura de agências e centros administrativos e fizeram manifestações em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Salvador, João Pessoa, Cuiabá, Teresina, Fortaleza, Maceió, Londrina, Campinas, Campina Grande, Bragança Paulista, Juiz de Fora e Cornélio Procópio, entre outras cidades por todo país.
"A pressão dos bancários contra o descaso do Itaú Unibanco mostrou o descontentamento de todos com essas demissões e reforçou a necessidade de proteção aos empregos e aos direitos dos trabalhadores", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e funcionário do banco. O dirigente sindical exige respeito do Itaú Unibanco aos bancários.
"Não aceitamos que os trabalhadores percam seus empregos e sejam penalizados com reajustes abusivos no convênio médio, no momento em que o banco ainda comemora o lucro recorde de R$ 13,3 bilhões em 2010, o maior da história dos bancos brasileiros", reitera.
Reunião da COE
Na terça-feira, dia 26, às 15h, véspera da negociação, a Contraf-CUT promove reunião da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú Unibanco, no auditório da Fetec-SP. O objetivo é avaliar a mobilização em todo o país e preparar os debates com o banco.
* Contraf-CUT 25/04/2011
A Contraf-CUT, federações e sindicatos retomam na próxima quarta-feira, dia 27, às 10h, as negociações com o Itaú Unibanco, em São Paulo. Os bancários irão cobrar o fim das demissões que vêm ocorrendo em várias regiões do país e esclarecimentos detalhados sobre o reajuste unilateral de até 24,61% no plano de saúde.
A negociação ocorre após a forte mobilização dos bancários do Itaú Unibanco, que promoveram na terça-feira, 19 de abril, Dia Nacional de Luta contra as demissões e o desrespeito frente ao aumento do convênio médico.
Os bancários retardaram a abertura de agências e centros administrativos e fizeram manifestações em São Paulo, Rio de Janeiro, Brasília, Belo Horizonte, Recife, Salvador, João Pessoa, Cuiabá, Teresina, Fortaleza, Maceió, Londrina, Campinas, Campina Grande, Bragança Paulista, Juiz de Fora e Cornélio Procópio, entre outras cidades por todo país.
"A pressão dos bancários contra o descaso do Itaú Unibanco mostrou o descontentamento de todos com essas demissões e reforçou a necessidade de proteção aos empregos e aos direitos dos trabalhadores", afirma Carlos Cordeiro, presidente da Contraf-CUT e funcionário do banco. O dirigente sindical exige respeito do Itaú Unibanco aos bancários.
"Não aceitamos que os trabalhadores percam seus empregos e sejam penalizados com reajustes abusivos no convênio médio, no momento em que o banco ainda comemora o lucro recorde de R$ 13,3 bilhões em 2010, o maior da história dos bancos brasileiros", reitera.
Reunião da COE
Na terça-feira, dia 26, às 15h, véspera da negociação, a Contraf-CUT promove reunião da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú Unibanco, no auditório da Fetec-SP. O objetivo é avaliar a mobilização em todo o país e preparar os debates com o banco.
* Contraf-CUT 25/04/2011
quarta-feira, 20 de abril de 2011
Funcionários podem enviar sugestões ao Quadro de Carreira do Banrisul
Comissão Paritária se reuniu na última quarta-feira
A Comissão Paritária que está discutindo o Quadro de Carreira do Banrisul voltou a se reunir na última quarta-feira, dia 13, no 4º andar do prédio da Direção Geral (DG), em Porto Alegre. Os representantes dos trabalhadores comunicaram ao banco que estão abrindo um canal direto com os banrisulenses, para que possam enviar sugestões e contribuir com o debate sobre o tema.
As sugestões podem ser encaminhadas para o e-mail carreira.banrisul@sindbancarios.org.br. Outra iniciativa será a realização de um seminário para aprofundar a discussão sobre o estudo do Quadro e avaliar propostas. Após o comunicado, o banco também se colocou à disposição, através da Gestão de Pessoas, para criar uma conta de e-mail para receber sugestões.
A reunião
No encontro anterior os representantes dos funcionários haviam pedido uma sala na área de Gestão de Pessoas. Na reunião de quarta-feira, o banco deu seu posicionamento. A partir desta segunda-feira, dia 18, a comissão terá uma área no setor, permitindo o acesso a informações necessárias para subsidiar e aprofundar os estudos.
O banco concordou com a liberação de dois funcionários - o delegado sindical da Agência Universitária, Luciano Fetzner Barcellos, e Gerson Marques, da Direção Geral - para auxiliar os trabalhos.
A instituição também terá dois representantes: a assessora técnica Anália Schumacher e a analista Solange Navegantes Santos Finck, ambas da Gestão de Pessoas.
Ainda foi debatida a continuidade de concurso interno para acessar a carreira. As partes concordaram que o critério deve continuar existindo.
Consultoria externa
Outro tema que voltou a ser debatido foi a contratação de uma consultoria externa por parte do Banrisul. Conforme os representantes da instituição, a empresa chega para auxiliar a comissão, da mesma forma que o Dieese.
O argumento foi aceito pelos representantes dos banrisulenses. Entretanto, deixaram claro que as reuniões continuarão ocorrendo com o objetivo de preparar uma proposta para junho, prazo estipulado ainda em 2010.
Os encontros continuam acontecendo quinzenalmente. A próxima reunião será no dia 4 de maio, às 15h, no prédio da DG.
*SindBancários com edição da Fetrafi-RS
A Comissão Paritária que está discutindo o Quadro de Carreira do Banrisul voltou a se reunir na última quarta-feira, dia 13, no 4º andar do prédio da Direção Geral (DG), em Porto Alegre. Os representantes dos trabalhadores comunicaram ao banco que estão abrindo um canal direto com os banrisulenses, para que possam enviar sugestões e contribuir com o debate sobre o tema.
As sugestões podem ser encaminhadas para o e-mail carreira.banrisul@sindbancarios.org.br. Outra iniciativa será a realização de um seminário para aprofundar a discussão sobre o estudo do Quadro e avaliar propostas. Após o comunicado, o banco também se colocou à disposição, através da Gestão de Pessoas, para criar uma conta de e-mail para receber sugestões.
A reunião
No encontro anterior os representantes dos funcionários haviam pedido uma sala na área de Gestão de Pessoas. Na reunião de quarta-feira, o banco deu seu posicionamento. A partir desta segunda-feira, dia 18, a comissão terá uma área no setor, permitindo o acesso a informações necessárias para subsidiar e aprofundar os estudos.
O banco concordou com a liberação de dois funcionários - o delegado sindical da Agência Universitária, Luciano Fetzner Barcellos, e Gerson Marques, da Direção Geral - para auxiliar os trabalhos.
A instituição também terá dois representantes: a assessora técnica Anália Schumacher e a analista Solange Navegantes Santos Finck, ambas da Gestão de Pessoas.
Ainda foi debatida a continuidade de concurso interno para acessar a carreira. As partes concordaram que o critério deve continuar existindo.
Consultoria externa
Outro tema que voltou a ser debatido foi a contratação de uma consultoria externa por parte do Banrisul. Conforme os representantes da instituição, a empresa chega para auxiliar a comissão, da mesma forma que o Dieese.
O argumento foi aceito pelos representantes dos banrisulenses. Entretanto, deixaram claro que as reuniões continuarão ocorrendo com o objetivo de preparar uma proposta para junho, prazo estipulado ainda em 2010.
Os encontros continuam acontecendo quinzenalmente. A próxima reunião será no dia 4 de maio, às 15h, no prédio da DG.
*SindBancários com edição da Fetrafi-RS
quinta-feira, 14 de abril de 2011
Reajuste unilateral do plano de saúde volta à negociação com Itaú
Sindicalistas cobram detalhes do balanço do convênio
A Comissão de Organização dos Empregados retoma nesta quinta-feira, 14, as negociações com o Itaú Unibanco sobre o reajuste de até 24,61% do convênio médico efetuado na folha de pagamento de março sem qualquer comunicação prévia aos trabalhadores. O movimento sindical cobra do banco a apresentação detalhada do balanço do convênio, com a discriminação clara da contribuição dos funcionários.
Na reunião anterior, realizada no dia 28 de março, após pressão dos trabalhadores, o Itaú Unibanco trouxe apenas dados superficiais, considerados insuficientes para uma avaliação correta sobre o reajuste. A empresa se comprometeu a trazer os dados solicitados no encontro desta quinta.
O representante dos bancários gaúchos na negociação será o diretor do Sindicato dos Bancários de Passo Fundo, Carlos Henrique Niederauer (Todinho).
Reunião da COE Itaú Unibanco
Nesta quarta-feira, 13, a partir das 10h, acontece reunião da COE Itaú Unibanco, na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo. Os debates se concentrarão em torno de questões ligadas aos bancários egressos do Unibanco, em especial questões de previdência complementar e o papel dos institutos de benefícios do banco, como o IJMS e o IAPP.
*FONTE: Contraf/CUT com edição da Fetrafi-RS
A Comissão de Organização dos Empregados retoma nesta quinta-feira, 14, as negociações com o Itaú Unibanco sobre o reajuste de até 24,61% do convênio médico efetuado na folha de pagamento de março sem qualquer comunicação prévia aos trabalhadores. O movimento sindical cobra do banco a apresentação detalhada do balanço do convênio, com a discriminação clara da contribuição dos funcionários.
Na reunião anterior, realizada no dia 28 de março, após pressão dos trabalhadores, o Itaú Unibanco trouxe apenas dados superficiais, considerados insuficientes para uma avaliação correta sobre o reajuste. A empresa se comprometeu a trazer os dados solicitados no encontro desta quinta.
O representante dos bancários gaúchos na negociação será o diretor do Sindicato dos Bancários de Passo Fundo, Carlos Henrique Niederauer (Todinho).
Reunião da COE Itaú Unibanco
Nesta quarta-feira, 13, a partir das 10h, acontece reunião da COE Itaú Unibanco, na sede do Sindicato dos Bancários de São Paulo. Os debates se concentrarão em torno de questões ligadas aos bancários egressos do Unibanco, em especial questões de previdência complementar e o papel dos institutos de benefícios do banco, como o IJMS e o IAPP.
*FONTE: Contraf/CUT com edição da Fetrafi-RS
quarta-feira, 13 de abril de 2011
Negociação mostra política equivocada na expansão do BB no exterior
Função do BB no exterior deveria ser a de dar suporte aos cidadãos, diz Marcel
A intenção do Banco do Brasil de comprar um pequeno banco (Eurobank) nos Estados Unidos, comunicada ao mercado nesta segunda-feira 11, mostra que o BB tem uma política equivocada de expansão no exterior. O Eurobank possui apenas três agências, todas na Flórida.
"O BB deveria ter uma estratégia definida e mais ousada para acompanhar a expansão das empresas brasileiras, inclusive nos Estados Unidos, onde gigantes do porte da Embraer, JBS e Vale estão crescendo.
Em vez disso, compra um banco minúsculo na Costa Leste, com o mesmo número de agências que o BB já possui nos EUA. Não seria melhor, então, abrir novas agências lá?", questiona Marcel Barros, secretário-geral da Contraf-CUT.
"A função do Banco do Brasil no exterior deveria ser a de dar suporte aos cidadãos e às empresas brasileiras. Para isso, o BB deveria atuar de forma mais planejada e organizada, e não da maneira pontual e espasmódica como tem agido", critica Marcel.
*FONTE: FETRAFI-RS/ Contraf-CUT
A intenção do Banco do Brasil de comprar um pequeno banco (Eurobank) nos Estados Unidos, comunicada ao mercado nesta segunda-feira 11, mostra que o BB tem uma política equivocada de expansão no exterior. O Eurobank possui apenas três agências, todas na Flórida.
"O BB deveria ter uma estratégia definida e mais ousada para acompanhar a expansão das empresas brasileiras, inclusive nos Estados Unidos, onde gigantes do porte da Embraer, JBS e Vale estão crescendo.
Em vez disso, compra um banco minúsculo na Costa Leste, com o mesmo número de agências que o BB já possui nos EUA. Não seria melhor, então, abrir novas agências lá?", questiona Marcel Barros, secretário-geral da Contraf-CUT.
"A função do Banco do Brasil no exterior deveria ser a de dar suporte aos cidadãos e às empresas brasileiras. Para isso, o BB deveria atuar de forma mais planejada e organizada, e não da maneira pontual e espasmódica como tem agido", critica Marcel.
*FONTE: FETRAFI-RS/ Contraf-CUT
BB, Bradesco e Itaú controlarão Instituto de Resseguros do Brasil
Governo vai vender até 35% do capital do Instituto de Resseguros do Brasil
O governo vai vender até 35% do capital do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB-Brasil Re) ao Banco do Brasil (BB). A ideia é que o banco federal passe a compartilhar o controle acionário do IRB com Bradesco e Itaú Unibanco, que já são acionistas expressivos, por meio de um acordo de acionistas a ser firmado.
A União, que detém hoje 50% do capital da companhia, ficará com 10% e terá uma ação de classe especial ("golden share") para exercer poder de veto no futuro em temas específicos, como a mudança do controle acionário da empresa.
Aposentados e funcionários terão o direito de comprar, inclusive com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), até 10% do capital da companhia. Na última sexta-feira, o governo deu mais um passo para transferir o controle acionário do IRB ao BB. Publicou, no Diário Oficial da União, a Resolução número 3, do Conselho Nacional de Desestatização (CND), retomando o processo de privatização da resseguradora, que se arrasta desde o primeiro mandato do governo Lula. Pela resolução, o BNDES fará licitação para contratar uma firma de consultoria encarregada de fazer a avaliação do IRB.
A expectativa do governo é que o processo seja concluído em seis meses. Uma vez terminada a avaliação, o BNDES negociará o valor da venda do controle e o percentual do capital a ser adquirido pelo Banco do Brasil. Fontes oficiais ouvidas pelo Valorinformaram que o BB deseja comprar algo entre 25% e 35% do capital do IRB.
O plano do BB é adquirir a fatia da companhia e, em seguida, fechar um acordo com os atuais acionistas para assegurar que a gestão seja privada. Hoje, a União detém 50% das ações. Os outros acionistas são: Bradesco (21,24%), Itaú Unibanco (15,44%), Porto Seguro (1,91%), HSBC (1,72%), Caixa Seguradora (1,08%), Santander (0,80%), Aliança do Brasil (0,79%) e outros (7,01%).
Não haverá leilão do IRB porque a Lei de Desestatização (9.491), de 1997, autoriza a União a transferir, sem recorrer a essa modalidade de venda, o controle acionário de um ente público para outro. Para assegurar, no entanto, que o IRB seja privatizado, mesmo que na prática seu controle seja transferido ao BB, a resolução do CND, assinada pelo ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, estabelece regras "para preservar a natureza privada da companhia".
A ideia é que o BB e a União, juntos, não possuam mais do que 50% das ações ordinárias (com direito a voto) do IRB após a privatização. O governo pretende ficar com 10% do capital controlador e ainda possuir uma "golden share". O objetivo, nesse caso, é evitar que, no futuro, a empresa mude de denominação e de objeto social, altere sua logomarca, transfira o controle acionário e/ou faça mudanças nos direitos atribuídos à "golden share", sem a anuência da União.
O Banco do Brasil deverá comprar o IRB por meio de uma subsidiária - a BB Seguros, a sua holding na área de seguridade. O banco quer com o IRB, e em associação com seus dois maiores concorrentes no mercado - o Bradesco e o Itaú Unibanco -, investir pesadamente no segmento de resseguros, de olho nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada em 2016.
O plano é ter musculatura para concorrer com as seguradoras estrangeiras que atuam no Brasil. "Queremos transformar o IRB no principal ressegurador do país, dando a ele escala para comportar os investimentos em infraestrutura previstos", disse um assessor do governo. Na resolução número 3 do CND, o governo fixa prazo de até cinco anos, contado a partir da desestatização, para que os sócios abram o capital do IRB-Brasil Re.
Antes da privatização, o BNDES fará alterações no estatuto da empresa para converter todas as ações preferenciais em ordinárias, aumentar a composição da diretoria para até nove membros e criar a ação de classe especial, a ser subscrita unicamente pela União.
As características pretendidas deixam entrever que a ideia é lançar ações do IRB no Novo Mercado da bolsa. Para diminuir a resistência dos funcionários à privatização do IRB, o governo reservará 10% das ações aos funcionários e aposentados interessados em participar da desestatização.
Eles poderão usar o saldo no FGTS para adquirir ações da companhia, mas não poderão vendê-las pelo prazo mínimo de três anos. A União ainda poderá autorizar deságio de 10% no valor dos papéis a serem comprados pelos empregados.
*Fonte: FETRAFI- RS/ Valor Econômico
O governo vai vender até 35% do capital do Instituto de Resseguros do Brasil (IRB-Brasil Re) ao Banco do Brasil (BB). A ideia é que o banco federal passe a compartilhar o controle acionário do IRB com Bradesco e Itaú Unibanco, que já são acionistas expressivos, por meio de um acordo de acionistas a ser firmado.
A União, que detém hoje 50% do capital da companhia, ficará com 10% e terá uma ação de classe especial ("golden share") para exercer poder de veto no futuro em temas específicos, como a mudança do controle acionário da empresa.
Aposentados e funcionários terão o direito de comprar, inclusive com recursos do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS), até 10% do capital da companhia. Na última sexta-feira, o governo deu mais um passo para transferir o controle acionário do IRB ao BB. Publicou, no Diário Oficial da União, a Resolução número 3, do Conselho Nacional de Desestatização (CND), retomando o processo de privatização da resseguradora, que se arrasta desde o primeiro mandato do governo Lula. Pela resolução, o BNDES fará licitação para contratar uma firma de consultoria encarregada de fazer a avaliação do IRB.
A expectativa do governo é que o processo seja concluído em seis meses. Uma vez terminada a avaliação, o BNDES negociará o valor da venda do controle e o percentual do capital a ser adquirido pelo Banco do Brasil. Fontes oficiais ouvidas pelo Valorinformaram que o BB deseja comprar algo entre 25% e 35% do capital do IRB.
O plano do BB é adquirir a fatia da companhia e, em seguida, fechar um acordo com os atuais acionistas para assegurar que a gestão seja privada. Hoje, a União detém 50% das ações. Os outros acionistas são: Bradesco (21,24%), Itaú Unibanco (15,44%), Porto Seguro (1,91%), HSBC (1,72%), Caixa Seguradora (1,08%), Santander (0,80%), Aliança do Brasil (0,79%) e outros (7,01%).
Não haverá leilão do IRB porque a Lei de Desestatização (9.491), de 1997, autoriza a União a transferir, sem recorrer a essa modalidade de venda, o controle acionário de um ente público para outro. Para assegurar, no entanto, que o IRB seja privatizado, mesmo que na prática seu controle seja transferido ao BB, a resolução do CND, assinada pelo ministro do Desenvolvimento, Fernando Pimentel, estabelece regras "para preservar a natureza privada da companhia".
A ideia é que o BB e a União, juntos, não possuam mais do que 50% das ações ordinárias (com direito a voto) do IRB após a privatização. O governo pretende ficar com 10% do capital controlador e ainda possuir uma "golden share". O objetivo, nesse caso, é evitar que, no futuro, a empresa mude de denominação e de objeto social, altere sua logomarca, transfira o controle acionário e/ou faça mudanças nos direitos atribuídos à "golden share", sem a anuência da União.
O Banco do Brasil deverá comprar o IRB por meio de uma subsidiária - a BB Seguros, a sua holding na área de seguridade. O banco quer com o IRB, e em associação com seus dois maiores concorrentes no mercado - o Bradesco e o Itaú Unibanco -, investir pesadamente no segmento de resseguros, de olho nas obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), da Copa do Mundo de 2014 e da Olimpíada em 2016.
O plano é ter musculatura para concorrer com as seguradoras estrangeiras que atuam no Brasil. "Queremos transformar o IRB no principal ressegurador do país, dando a ele escala para comportar os investimentos em infraestrutura previstos", disse um assessor do governo. Na resolução número 3 do CND, o governo fixa prazo de até cinco anos, contado a partir da desestatização, para que os sócios abram o capital do IRB-Brasil Re.
Antes da privatização, o BNDES fará alterações no estatuto da empresa para converter todas as ações preferenciais em ordinárias, aumentar a composição da diretoria para até nove membros e criar a ação de classe especial, a ser subscrita unicamente pela União.
As características pretendidas deixam entrever que a ideia é lançar ações do IRB no Novo Mercado da bolsa. Para diminuir a resistência dos funcionários à privatização do IRB, o governo reservará 10% das ações aos funcionários e aposentados interessados em participar da desestatização.
Eles poderão usar o saldo no FGTS para adquirir ações da companhia, mas não poderão vendê-las pelo prazo mínimo de três anos. A União ainda poderá autorizar deságio de 10% no valor dos papéis a serem comprados pelos empregados.
*Fonte: FETRAFI- RS/ Valor Econômico
Vice-governador é vaiado durante abertura do Fórum da Liberdade
Beto Grill teve que enfrentar uma situação constrangedora na noite de segunda-feira
Representando o governo gaúcho na cerimônia de abertura do XXIV Fórum da Liberdade, o vice-governador Beto Grill teve que enfrentar uma situação constrangedora na noite desta segunda-feira (11).
Durante seu discurso, o vice-governador foi brindado por vaias vindas de parte da audiência, que revoltou-se com citações aos oito anos de governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De maneira francamente hostil, parte dos presentes repetiu o protesto em outros pontos do breve discurso de Beto Grill.
O ciclo de debates, que tem como tema “Liberdade na Era Digital”, estende-se até a próxima terça-feira (12).
Além de Beto Grill, a cerimônia de abertura contou com a presença do prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT), além dos presidentes da Assembleia Legislativa, Adão Villaverde, e da Câmara Municipal, Sofia Cavedon, ambos do PT.
Outras personalidades presentes foram o procurador-geral do RS, Eduardo de Lima Veiga; o presidente da OAB RS, Cláudio Lamachia; José Paulo Dornelles Cairoli, presidente da Federasul; e representantes de várias entidades ligadas ao empresariado gaúcho.
Em nome do Instituto de Estudos Empresariais (IEE), que organizou o evento, compareceu o presidente Felipe Quintana. Desde o início, o clima não era dos mais favoráveis para Beto Grill e os demais políticos identificados com a esquerda.
Ao ter seu nome chamado para compor a mesa, o vice-governador foi recebido com um desconfortável silêncio, que levou alguns segundos para ser rompido por uma tímida salva de palmas. A própria presença de Beto Grill era de certo modo uma surpresa, já que a previsão era de que o governador Tarso Genro comparecesse.
No entanto, o governador – que declarou durante as atividades do Fórum da Igualdade que aquele era “o verdadeiro fórum da liberdade” – optou por não se expor, deixando para seu vice a tarefa de encarar uma plateia de visão política bem distinta da sua.
Paulo Uebel: governo de Cuba cometeu crimes contra humanidade
Durante as manifestações anteriores ao discurso do vice-governador, o clima contrário foi ganhando intensidade ainda maior.
Ao receber o Prêmio Libertas, que homenageia empreendedores que se destacam dentro dos princípios de economia de mercado, o diretor-executivo do Instituto Millenium, Paulo Uebel, foi bastante firme nas críticas aos regimes autoritários – reservando palavras especialmente duras ao governo cubano.
Citando uma longa lista de ditadores, que ia de Hitler a Stalin, concluiu lembrando os irmãos Castro, frisando que “não dá para concordar com um e discordar dos demais”.
“Mesmo que tenham trazido bons indicadores sociais, não podem ser absolvidos dos crimes que cometeram contra a humanidade”, disse Uebel. “Baixar os olhos para isso é ser cúmplice desses crimes. É fácil amar a liberdade, difícil é amar a liberdade do próximo”, acrescentou, debaixo de aplausos.
A seguir, foi exibido um vídeo da jornalista cubana Yoani Sánchez, agraciada com o Prêmio Liberdade de Imprensa. A cubana ganhou fama internacional com o blog Generación Y, no qual critica os problemas sociais e as restrições impostas pelo governo do país.
Na gravação, Yoani Sánchez agradeceu o prêmio e disse que seus esforços não se restringem ao ciberespaço. “A posição no mundo virtual nos trouxe ao ativismo real, na Cuba das ruas, na Cuba de verdade”, afirmou.
“Hoje em dia, silenciar um blog (em Cuba) é muito complicado, já que escancararia de vez o autoritarismo do regime. Somos cidadãos mais conscientes dos direitos que nos faltam, estamos arrancando as máscaras da ditadura”, completou.
Ao citar “8 anos de progresso”, vice-governador ouviu vaias
Foi debaixo de semelhante clima contrário que Beto Grill fez seu discurso, logo depois do vídeo de Yoani Sánchez. Os primeiros sinais de inconformidade de parte do público surgiram logo no começo, quando o vice-governador cumprimentou o prefeito José Fortunati chamando-o de “companheiro”.
No decorrer do discurso, a insatisfação de um grupo de pessoas, ligado a alguns dos empresários presentes, foi ficando ainda mais claro. Ao dizer que esperava “contar com todos” para “mudar o rumo” do RS, Beto Grill não perdeu a chance.
“No Brasil, depois de um golpe militar que não nos permitiu liberdade de expressão, tivemos que lidar com um período de administrações equivocadas. Felizmente, o Brasil mudou de rota, e está há 8 anos no caminho do progresso”, acentuou. A reação foi ruidosa. Vaias tomaram conta do salão, somadas a alguns gritos de desagrado.
Beto Grill fez uma breve pausa, mas continuou seu discurso sem responder diretamente à manifestação. “Atualmente, investidores de todo mundo procuram o Brasil”, continuou. “No Rio Grande do Sul, todos podem ter certeza que um Estado forte e atuante estará ao lado dos empreendedores”, disse o vice-governador, debaixo de novas vaias.
A última demonstração de hostilidade foi no encerramento do discurso, quando Beto Grill pediu a união do governo estadual e da iniciativa privada para melhorar os resultados do desenvolvimento do RS. Enquanto o grupo mais indignado manteve os protestos, o restante dos presentes cumpriu os aplausos protocolares. Beto Grill foi embora logo em seguida, sem dar declarações.
Integrantes do Terra e do Buscapé discutem oportunidades na internet
Na continuação dos debates, falaram Romero Rodrigues, fundador do site de pesquisa de preços Buscapé, e Paulo Castro, diretor-geral do portal Terra. Sob a mediação de Carlos Alberto Sandenberg, ambos discutiram o crescimento do uso de computadores e da internet no Brasil, analisando as possibilidades que essa expansão traz para investidores e empreendedores.
Entre outras coisas, os debatedores lamentaram a alta carga tributária do Brasil, que veem como uma barreira que dificulta uma melhor remuneração e desencoraja o investimento em novos talentos. Além disso, Romero Rodrigues questionou a visão que diz que o consumo de informações pela internet tende à gratuidade, uma vez que as pessoas não estariam dispostas a comprar arquivos virtuais de música ou vídeo.
“Eu vejo que o internauta brasileiro está disposto a comprar serviços de qualidade”, disse o criador do Buscapé. “Não acredito que o consumidor não queira pagar, o que falta a ele é orientação sobre onde encontrar o que busca e como fazer o pagamento”, concluiu.
*Fonte: FETRAFI-RS/ Sul21
Representando o governo gaúcho na cerimônia de abertura do XXIV Fórum da Liberdade, o vice-governador Beto Grill teve que enfrentar uma situação constrangedora na noite desta segunda-feira (11).
Durante seu discurso, o vice-governador foi brindado por vaias vindas de parte da audiência, que revoltou-se com citações aos oito anos de governo do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva. De maneira francamente hostil, parte dos presentes repetiu o protesto em outros pontos do breve discurso de Beto Grill.
O ciclo de debates, que tem como tema “Liberdade na Era Digital”, estende-se até a próxima terça-feira (12).
Além de Beto Grill, a cerimônia de abertura contou com a presença do prefeito de Porto Alegre, José Fortunati (PDT), além dos presidentes da Assembleia Legislativa, Adão Villaverde, e da Câmara Municipal, Sofia Cavedon, ambos do PT.
Outras personalidades presentes foram o procurador-geral do RS, Eduardo de Lima Veiga; o presidente da OAB RS, Cláudio Lamachia; José Paulo Dornelles Cairoli, presidente da Federasul; e representantes de várias entidades ligadas ao empresariado gaúcho.
Em nome do Instituto de Estudos Empresariais (IEE), que organizou o evento, compareceu o presidente Felipe Quintana. Desde o início, o clima não era dos mais favoráveis para Beto Grill e os demais políticos identificados com a esquerda.
Ao ter seu nome chamado para compor a mesa, o vice-governador foi recebido com um desconfortável silêncio, que levou alguns segundos para ser rompido por uma tímida salva de palmas. A própria presença de Beto Grill era de certo modo uma surpresa, já que a previsão era de que o governador Tarso Genro comparecesse.
No entanto, o governador – que declarou durante as atividades do Fórum da Igualdade que aquele era “o verdadeiro fórum da liberdade” – optou por não se expor, deixando para seu vice a tarefa de encarar uma plateia de visão política bem distinta da sua.
Paulo Uebel: governo de Cuba cometeu crimes contra humanidade
Durante as manifestações anteriores ao discurso do vice-governador, o clima contrário foi ganhando intensidade ainda maior.
Ao receber o Prêmio Libertas, que homenageia empreendedores que se destacam dentro dos princípios de economia de mercado, o diretor-executivo do Instituto Millenium, Paulo Uebel, foi bastante firme nas críticas aos regimes autoritários – reservando palavras especialmente duras ao governo cubano.
Citando uma longa lista de ditadores, que ia de Hitler a Stalin, concluiu lembrando os irmãos Castro, frisando que “não dá para concordar com um e discordar dos demais”.
“Mesmo que tenham trazido bons indicadores sociais, não podem ser absolvidos dos crimes que cometeram contra a humanidade”, disse Uebel. “Baixar os olhos para isso é ser cúmplice desses crimes. É fácil amar a liberdade, difícil é amar a liberdade do próximo”, acrescentou, debaixo de aplausos.
A seguir, foi exibido um vídeo da jornalista cubana Yoani Sánchez, agraciada com o Prêmio Liberdade de Imprensa. A cubana ganhou fama internacional com o blog Generación Y, no qual critica os problemas sociais e as restrições impostas pelo governo do país.
Na gravação, Yoani Sánchez agradeceu o prêmio e disse que seus esforços não se restringem ao ciberespaço. “A posição no mundo virtual nos trouxe ao ativismo real, na Cuba das ruas, na Cuba de verdade”, afirmou.
“Hoje em dia, silenciar um blog (em Cuba) é muito complicado, já que escancararia de vez o autoritarismo do regime. Somos cidadãos mais conscientes dos direitos que nos faltam, estamos arrancando as máscaras da ditadura”, completou.
Ao citar “8 anos de progresso”, vice-governador ouviu vaias
Foi debaixo de semelhante clima contrário que Beto Grill fez seu discurso, logo depois do vídeo de Yoani Sánchez. Os primeiros sinais de inconformidade de parte do público surgiram logo no começo, quando o vice-governador cumprimentou o prefeito José Fortunati chamando-o de “companheiro”.
No decorrer do discurso, a insatisfação de um grupo de pessoas, ligado a alguns dos empresários presentes, foi ficando ainda mais claro. Ao dizer que esperava “contar com todos” para “mudar o rumo” do RS, Beto Grill não perdeu a chance.
“No Brasil, depois de um golpe militar que não nos permitiu liberdade de expressão, tivemos que lidar com um período de administrações equivocadas. Felizmente, o Brasil mudou de rota, e está há 8 anos no caminho do progresso”, acentuou. A reação foi ruidosa. Vaias tomaram conta do salão, somadas a alguns gritos de desagrado.
Beto Grill fez uma breve pausa, mas continuou seu discurso sem responder diretamente à manifestação. “Atualmente, investidores de todo mundo procuram o Brasil”, continuou. “No Rio Grande do Sul, todos podem ter certeza que um Estado forte e atuante estará ao lado dos empreendedores”, disse o vice-governador, debaixo de novas vaias.
A última demonstração de hostilidade foi no encerramento do discurso, quando Beto Grill pediu a união do governo estadual e da iniciativa privada para melhorar os resultados do desenvolvimento do RS. Enquanto o grupo mais indignado manteve os protestos, o restante dos presentes cumpriu os aplausos protocolares. Beto Grill foi embora logo em seguida, sem dar declarações.
Integrantes do Terra e do Buscapé discutem oportunidades na internet
Na continuação dos debates, falaram Romero Rodrigues, fundador do site de pesquisa de preços Buscapé, e Paulo Castro, diretor-geral do portal Terra. Sob a mediação de Carlos Alberto Sandenberg, ambos discutiram o crescimento do uso de computadores e da internet no Brasil, analisando as possibilidades que essa expansão traz para investidores e empreendedores.
Entre outras coisas, os debatedores lamentaram a alta carga tributária do Brasil, que veem como uma barreira que dificulta uma melhor remuneração e desencoraja o investimento em novos talentos. Além disso, Romero Rodrigues questionou a visão que diz que o consumo de informações pela internet tende à gratuidade, uma vez que as pessoas não estariam dispostas a comprar arquivos virtuais de música ou vídeo.
“Eu vejo que o internauta brasileiro está disposto a comprar serviços de qualidade”, disse o criador do Buscapé. “Não acredito que o consumidor não queira pagar, o que falta a ele é orientação sobre onde encontrar o que busca e como fazer o pagamento”, concluiu.
*Fonte: FETRAFI-RS/ Sul21
segunda-feira, 11 de abril de 2011
Até onde a corrida pela audiência estimula novas tragédias como a da escola em Realengo?
A tragédia de Realengo é algo tão insano, que exige reflexão sobre a cobertura na forma de espetáculo que vemos na TV, nos portais da imprensa corporativa.
A alma do negócio, no jornalismo televisivo, é falar e exibir. O silêncio, a reflexão, a sobriedade, derruba a audiência, quando no calor dos acontecimentos o telespectador, de boa-fé, busca respostas e explicações lógicas para algo tão insensato.
Mas qual o papel da mídia? Que mensagem deve passar, senão a verdade factual e os valores que interessam à própria sociedade para que isso não se repita?
É claro que a informação factual é necessária. O quê aconteceu, quando, onde, por que, e até informar como ajudar e como não atrapalhar os serviços de socorro. Só que isso, objetivamente, só rende poucos minutos de notícia no dia. Então enchem a programação com especulações de "especialistas" e biografia do psicótico, transformando-o numa celebridade.
Mas cabe fazer do psicótico (que também foi vítima da própria loucura), uma celebridade? Quando se sabe que o "prêmio" buscado por outros psicóticos é o exibicionismo da pior maneira, cometendo atos bárbaros e impactantes como este?
Cabe a "corrida do ouro" de levar ao ar toda e qualquer informação inócua garimpada sobre a biografia do psicótico, sem pensar que insanos como este, são motivados, muitas vezes, também para aparecer nos holofotes da mídia?
Cabe ficar o dia inteiro reunindo "especialistas" para especular num caso destes, em intermináveis testes de hipóteses inócuos, apenas para o telespectador não mudar de canal?
Cabe especular com sensacionalismo sobre fundamentalismo religioso, demonizando religiões? Não seria mais ético e útil para a sociedade explicar que não existe religião nenhuma no mundo que pregue, nem justifique um ato destes?
Não seria melhor levar ao ar reflexões sobre o culto do individualismo neoliberal em detrimento de organizações sociais coletivas, onde uns cuidariam dos outros, evitando que os demônios internos de cada um se aflorassem, na solidão e isolamento?
O individualismo está tão encrustado na cabeça dos colunistas, que imediatamente pensam em mirabolantes detectores de metais na portaria das escolas, como se um louco obsessivo não fosse capaz de pular o muro dos fundos, ou simplesmente esperar do lado de fora para atirar na hora da saída.
Além disso, escola não é banco. Escola tem que ensinar matemática, português, mas tem também que ser ambiente propício a formar cidadãos éticos com o próximo, solidários, respeitosos com os mais fracos e com as minorias, conscientes de seus direitos e deveres, conscientes de que devem andar desarmados, independente de detectores de metais. Conscientes de que devem resolver conflitos com diálogo, com civilidade, e não pela violência.
O pior é que os colunistas que cultuam o individualismo e reclamam por caríssimos sistemas de segurança com detectores de metais e seguranças armados, são os mesmos que pregam cortes de impostos onde não se pode cortar, como o crime que cometeram contra a saúde pública ao fazerem campanha contra a CPMF.
Em vez de gastar dinheiro com cada vez mais equipamentos de segurança e armas, melhor gastar na formação cidadã: investir no professor, no aluno e na família do aluno (sobretudo na mãe).
Não cabe censura à imprensa, mas cabe repúdio aos péssimos valores que a imprensa passa, na corrida pela audiência e pelo lobby das elites arcaicas que são os barões da mídia. Nas concessões públicas de rádio e TV, a sociedade tem o direito de conceder para uso ético, para a construção da sociedade que queremos, e não para a mera corrida comercial pela audiência a qualquer preço, inclusive incentivando indiretamente futuras tragédias como essas, quando mostradas como se fosse um reality show.
*Blog osamigosdopresidentelula.blogspot.com
A alma do negócio, no jornalismo televisivo, é falar e exibir. O silêncio, a reflexão, a sobriedade, derruba a audiência, quando no calor dos acontecimentos o telespectador, de boa-fé, busca respostas e explicações lógicas para algo tão insensato.
Mas qual o papel da mídia? Que mensagem deve passar, senão a verdade factual e os valores que interessam à própria sociedade para que isso não se repita?
É claro que a informação factual é necessária. O quê aconteceu, quando, onde, por que, e até informar como ajudar e como não atrapalhar os serviços de socorro. Só que isso, objetivamente, só rende poucos minutos de notícia no dia. Então enchem a programação com especulações de "especialistas" e biografia do psicótico, transformando-o numa celebridade.
Mas cabe fazer do psicótico (que também foi vítima da própria loucura), uma celebridade? Quando se sabe que o "prêmio" buscado por outros psicóticos é o exibicionismo da pior maneira, cometendo atos bárbaros e impactantes como este?
Cabe a "corrida do ouro" de levar ao ar toda e qualquer informação inócua garimpada sobre a biografia do psicótico, sem pensar que insanos como este, são motivados, muitas vezes, também para aparecer nos holofotes da mídia?
Cabe ficar o dia inteiro reunindo "especialistas" para especular num caso destes, em intermináveis testes de hipóteses inócuos, apenas para o telespectador não mudar de canal?
Cabe especular com sensacionalismo sobre fundamentalismo religioso, demonizando religiões? Não seria mais ético e útil para a sociedade explicar que não existe religião nenhuma no mundo que pregue, nem justifique um ato destes?
Não seria melhor levar ao ar reflexões sobre o culto do individualismo neoliberal em detrimento de organizações sociais coletivas, onde uns cuidariam dos outros, evitando que os demônios internos de cada um se aflorassem, na solidão e isolamento?
O individualismo está tão encrustado na cabeça dos colunistas, que imediatamente pensam em mirabolantes detectores de metais na portaria das escolas, como se um louco obsessivo não fosse capaz de pular o muro dos fundos, ou simplesmente esperar do lado de fora para atirar na hora da saída.
Além disso, escola não é banco. Escola tem que ensinar matemática, português, mas tem também que ser ambiente propício a formar cidadãos éticos com o próximo, solidários, respeitosos com os mais fracos e com as minorias, conscientes de seus direitos e deveres, conscientes de que devem andar desarmados, independente de detectores de metais. Conscientes de que devem resolver conflitos com diálogo, com civilidade, e não pela violência.
O pior é que os colunistas que cultuam o individualismo e reclamam por caríssimos sistemas de segurança com detectores de metais e seguranças armados, são os mesmos que pregam cortes de impostos onde não se pode cortar, como o crime que cometeram contra a saúde pública ao fazerem campanha contra a CPMF.
Em vez de gastar dinheiro com cada vez mais equipamentos de segurança e armas, melhor gastar na formação cidadã: investir no professor, no aluno e na família do aluno (sobretudo na mãe).
Não cabe censura à imprensa, mas cabe repúdio aos péssimos valores que a imprensa passa, na corrida pela audiência e pelo lobby das elites arcaicas que são os barões da mídia. Nas concessões públicas de rádio e TV, a sociedade tem o direito de conceder para uso ético, para a construção da sociedade que queremos, e não para a mera corrida comercial pela audiência a qualquer preço, inclusive incentivando indiretamente futuras tragédias como essas, quando mostradas como se fosse um reality show.
*Blog osamigosdopresidentelula.blogspot.com
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Usuários do Saúde Caixa querem ampliação da rede e melhoria no atendimento

A ampliação da rede credenciada e melhoria na qualidade dos estabelecimentos e profissionais são os principais pontos defendidos pelos empregados ativos da Caixa Econômica Federal para melhorar os serviços oferecidos pelo Saúde Caixa. Já para os aposentados a prioridade é aumentar a cobertura dos procedimentos.
Estas avaliações foram obtidas pela Pesquisa de Satisfação do Saúde Caixa 2010, realizada pela empresa no sentido de mensurar como os beneficiários avaliam o plano de saúde. A realização da pesquisa foi demandada pelo movimento dos empregados durante as negociações da campanha salarial de 2009 e firmada no acordo coletivo daquele ano. A pesquisa apresentou dados parecidos com os que foram mostrados na enquete do portal da Fenae encerrada no dia primeiro de março deste ano.
O resultado final da consulta foi apresentado nesta terça-feira, 5 de abril, ao Conselho de Usuários do Saúde Caixa, durante sua primeira reunião ordinária de 2011. O conselho é formado por cinco membros titulares eleitos pelos empregados e cinco indicados pela Caixa Econômica Federal.
A pesquisa de satisfação fez uma radiografia dos pontos considerados negativos e positivos pelos usuários do Saúde Caixa, ouvindo a opinião de 2096 beneficiários nos 26 estados e no Distrito Federal, abrangendo regiões metropolitanas e interior, ativos e aposentados.
A avaliação geral do plano é positiva para mais de 80% dos empregados ativos e aposentados, embora haja serviços considerados críticos. Quando consultados então quais seriam os aspectos negativos do Saúde Caixa, 25% dos entrevistados apontaram que a rede credenciada é insatisfatória, 10% se queixaram da demora na marcação de consultas, e outros 7% estão insatisfeitos com os critérios para definição dos procedimentos e valores dos reembolsos. Foram citados também cobertura de procedimentos e localização da rede credenciada, especialmente pelos aposentados, entre outros itens.
Na pesquisa de satisfação dos beneficiários do Saúde Caixa foram abordados aspectos construídos após debates do GT Saúde do Trabalhador e do Conselho de Usuários. O resultado já foi apresentado ao Grupo de Trabalho e segundo a coordenação do Conselho, a intenção é traçar um plano de ação a partir dos pontos criticados, para o aprimoramento do plano de saúde.
Para os conselheiros eleitos, os problemas apontados na pesquisa não causam surpresa, porque os empregados manifestam nas bases reclamações pertinentes à qualidade de atendimento do Saúde Caixa. O outro ponto de pauta da reunião do Conselho de Usuários foi a agenda de trabalho para 2011. Regimentalmente, os conselheiros devem se reunir a cada três meses.
Ficou definido que as reuniões ordinárias do Conselho acontecerão após as reuniões dos comitês de acompanhamento da rede credenciada. Foram definidas as seguintes datas: 28 de junho, 13 de setembro e 27 de dezembro.
Os conselheiros para o mandato 2010/2013 são: titulares (Carla Renata Ferreira/SP, Alexandro Tadeu do Livramento/SP, Flávio Muller/RS, Adeir José da Silva/MG - aposentado e Vanessa Sobreira Pereira/DF) e suplentes (Fabiana Uehara Proscholdt/DF, Victor Palma/SP, Umberto Gil Alcon/MG, Paulo Roberto Borges de Lima/CE e Alvaro Roberto de Figueiro Murce/RJ - aposentado).
Fonte: Fenae
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