Representação dos empregados vê retrocesso
A Comissão Paritária da Promoção por Mérito reuniu-se na segunda e na terça-feira, em Brasília, para tratar da sistemática de avaliação para o ano base 2012, visando a promoção de janeiro de 2013.
O processo de avaliação do ano base 2011 foi concluído em fevereiro, refletindo importantes avanços conquistados pelo movimento dos empregados ao longo dos últimos anos. As promoções foram retroativas a primeiro de janeiro deste ano.
A expectativa era que nesta reunião, a primeira da Comissão Paritária em 2012, ocorressem avanços nas definições para o processo seguinte, viabilizando assim a antecipação aos empregados das regras e critérios norteadores da promoção de 2013. No entanto, a Caixa acabou por inserir dificuldades nas discussões.
Os representantes da empresa apresentaram proposta global com várias alterações em relação ao processo anterior, muitas delas consideradas retrocesso pelos representantes dos empregados. São o caso, por exemplo, da exigência de que o empregado complete 365 dias de empresa para ser avaliado e promovido, da alteração dos pesos das modalidades de avaliação subjetiva e da mudança da linha de corte.
Pela proposta da Caixa, as modalidades da avaliação subjetiva, que hoje possuem mesmo peso, passariam a ser constituídas da seguinte forma: 40% para a avaliação do gestor, 30% para a avaliação dos pares e 30% para a auto-avaliação. A linha de corte, hoje em 8,2 pontos, passaria a ser pela média nacional, que foi de 9,15 na última avaliação.
Entre os retrocessos desejados pela empresa consta ainda a inversão dos pesos conferidos aos critérios de avaliação. A Caixa quer que os critérios subjetivos passem a pesar 60% e os objetivos 40%.
A proposta da empresa passa, sobretudo, pela alteração dos fatores de avaliação subjetiva, com inclusão de critérios de orientação ao resultado. Os representantes dos empregados na Comissão Paritária refutaram de pronto qualquer coisa que venha nesse sentido, por representar vinculação a metas.
A Caixa ficou de encaminhar à representação dos empregados a bibliografia e os normativos que serviram de fundamentação às mudanças que estão sendo propostas, relativas à avaliação subjetiva, para posterior retomada das discussões na Comissão Paritária da Promoção por Mérito.
O representante dos empregados gaúchos na Comissão Paritária, Marcello Carrion, destaca que um dos principais avanços obtidos pelos empregados foi a aceitação da linha de corte com percentual abaixo da média obtida pelos trabalhadores. "Isto garante que um maior número de empregados atinja a promoção. Cabe salientar, que pela proposta atual da Caixa isto não seria possível ", avalia Marcello.
*Fenae com edição da Fetrafi-RS
sexta-feira, 16 de março de 2012
Caixa propõe mudanças na avaliação para promoção por mérito
Representação dos empregados vê retrocesso
A Comissão Paritária da Promoção por Mérito reuniu-se na segunda e na terça-feira, em Brasília, para tratar da sistemática de avaliação para o ano base 2012, visando a promoção de janeiro de 2013.
O processo de avaliação do ano base 2011 foi concluído em fevereiro, refletindo importantes avanços conquistados pelo movimento dos empregados ao longo dos últimos anos. As promoções foram retroativas a primeiro de janeiro deste ano.
A expectativa era que nesta reunião, a primeira da Comissão Paritária em 2012, ocorressem avanços nas definições para o processo seguinte, viabilizando assim a antecipação aos empregados das regras e critérios norteadores da promoção de 2013. No entanto, a Caixa acabou por inserir dificuldades nas discussões.
Os representantes da empresa apresentaram proposta global com várias alterações em relação ao processo anterior, muitas delas consideradas retrocesso pelos representantes dos empregados. São o caso, por exemplo, da exigência de que o empregado complete 365 dias de empresa para ser avaliado e promovido, da alteração dos pesos das modalidades de avaliação subjetiva e da mudança da linha de corte.
Pela proposta da Caixa, as modalidades da avaliação subjetiva, que hoje possuem mesmo peso, passariam a ser constituídas da seguinte forma: 40% para a avaliação do gestor, 30% para a avaliação dos pares e 30% para a auto-avaliação. A linha de corte, hoje em 8,2 pontos, passaria a ser pela média nacional, que foi de 9,15 na última avaliação.
Entre os retrocessos desejados pela empresa consta ainda a inversão dos pesos conferidos aos critérios de avaliação. A Caixa quer que os critérios subjetivos passem a pesar 60% e os objetivos 40%.
A proposta da empresa passa, sobretudo, pela alteração dos fatores de avaliação subjetiva, com inclusão de critérios de orientação ao resultado. Os representantes dos empregados na Comissão Paritária refutaram de pronto qualquer coisa que venha nesse sentido, por representar vinculação a metas.
A Caixa ficou de encaminhar à representação dos empregados a bibliografia e os normativos que serviram de fundamentação às mudanças que estão sendo propostas, relativas à avaliação subjetiva, para posterior retomada das discussões na Comissão Paritária da Promoção por Mérito.
O representante dos empregados gaúchos na Comissão Paritária, Marcello Carrion, destaca que um dos principais avanços obtidos pelos empregados foi a aceitação da linha de corte com percentual abaixo da média obtida pelos trabalhadores. "Isto garante que um maior número de empregados atinja a promoção. Cabe salientar, que pela proposta atual da Caixa isto não seria possível ", avalia Marcello.
*Fenae com edição da Fetrafi-RS
A Comissão Paritária da Promoção por Mérito reuniu-se na segunda e na terça-feira, em Brasília, para tratar da sistemática de avaliação para o ano base 2012, visando a promoção de janeiro de 2013.
O processo de avaliação do ano base 2011 foi concluído em fevereiro, refletindo importantes avanços conquistados pelo movimento dos empregados ao longo dos últimos anos. As promoções foram retroativas a primeiro de janeiro deste ano.
A expectativa era que nesta reunião, a primeira da Comissão Paritária em 2012, ocorressem avanços nas definições para o processo seguinte, viabilizando assim a antecipação aos empregados das regras e critérios norteadores da promoção de 2013. No entanto, a Caixa acabou por inserir dificuldades nas discussões.
Os representantes da empresa apresentaram proposta global com várias alterações em relação ao processo anterior, muitas delas consideradas retrocesso pelos representantes dos empregados. São o caso, por exemplo, da exigência de que o empregado complete 365 dias de empresa para ser avaliado e promovido, da alteração dos pesos das modalidades de avaliação subjetiva e da mudança da linha de corte.
Pela proposta da Caixa, as modalidades da avaliação subjetiva, que hoje possuem mesmo peso, passariam a ser constituídas da seguinte forma: 40% para a avaliação do gestor, 30% para a avaliação dos pares e 30% para a auto-avaliação. A linha de corte, hoje em 8,2 pontos, passaria a ser pela média nacional, que foi de 9,15 na última avaliação.
Entre os retrocessos desejados pela empresa consta ainda a inversão dos pesos conferidos aos critérios de avaliação. A Caixa quer que os critérios subjetivos passem a pesar 60% e os objetivos 40%.
A proposta da empresa passa, sobretudo, pela alteração dos fatores de avaliação subjetiva, com inclusão de critérios de orientação ao resultado. Os representantes dos empregados na Comissão Paritária refutaram de pronto qualquer coisa que venha nesse sentido, por representar vinculação a metas.
A Caixa ficou de encaminhar à representação dos empregados a bibliografia e os normativos que serviram de fundamentação às mudanças que estão sendo propostas, relativas à avaliação subjetiva, para posterior retomada das discussões na Comissão Paritária da Promoção por Mérito.
O representante dos empregados gaúchos na Comissão Paritária, Marcello Carrion, destaca que um dos principais avanços obtidos pelos empregados foi a aceitação da linha de corte com percentual abaixo da média obtida pelos trabalhadores. "Isto garante que um maior número de empregados atinja a promoção. Cabe salientar, que pela proposta atual da Caixa isto não seria possível ", avalia Marcello.
*Fenae com edição da Fetrafi-RS
Comissão de Empresa questiona programa de metas do BB
Bancários criticam individualização das metas
A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, integrada pela Contraf-CUT, federações e sindicatos, esteve reunida nesta terça-feira (13) com os representantes da instituição, em Brasília, para debater o novo programa de metas - o Sinergia BB.
Após a apresentação feita pelo banco sobre as linhas gerais do programa, foi exposta pela representação dos funcionários uma série de problemas e incertezas que o novo programa vem causando na rede de varejo no que diz respeito à forma como as dependências serão avaliadas em seus resultados, ao final do semestre.
Os sindicatos ouviram os trabalhadores e uma das críticas apontadas é com relação à individualização das metas nas carteiras de clientes. Muitos gestores afirmam que antes, no antigo acordo de trabalho, tinham condições de gerir e acompanhar a evolução dos resultados na dependência como um todo e, agora, não é mais possível essa administração geral da agência. Por isso, o movimento sindical não aceita a individualização das metas e também não admite que existam rankings.
Jornada de 6 horas
Além do debate sobre o programa de metas Sinergia BB, a Contraf/CUT cobrou que o banco negocie a jornada de 6 horas para os comissionados sem redução de salário.
Saúde
Os representantes dos bancários afirmaram que a Contraf-CUT espera uma resposta do banco com relação à posição de seus representantes indicados no Conselho Deliberativo da Cassi para votarem a adequação da caixa de assistência em relação à resolução 254, da Agência Nacional da Saúde. O conselho se reunirá na próxima semana em sua reunião mensal e a Contraf-CUT protocolou junto ao banco pedido para a regularização.
Também foram discutidas questões regionais, como a retirada de portas giratórias em função do projeto Nova Ambiência e a questão do assédio moral. O banco respondeu que está respeitando a legislação local em relação às portas de segurança.
Dia Nacional de Luta
A Comissão de Empresa definiu a data de 28 de março como novo Dia Nacional de Luta pela Jornada de 6 horas para todos, sem redução de salários. Além disso, o dia de luta cobrará propostas efetivas do banco para as questões que estão na mesa de negociação permanente, como melhorias do plano de carreira e soluções para os trabalhadores oriundos de bancos incorporados.
“O Banco do Brasil tem agido com base no mercado, reproduzindo as piores práticas de violência organizacional através da cobrança das metas, gerando o adoecimento generalizado dos seus trabalhadores. Precisamos mudar urgentemente esta orientação para ter novamente um Banco do Brasil, verdadeiramente público que retome a sua condição de vanguarda na construção das relações trabalhistas e de fomento ao desenvolvimento social. Este modelo não serve aos trabalhadores e não interessa ao Brasil”, afirma o diretor da Fetrafi-RS e titular da Comissão de Empresa do BB, Ronaldo Zeni.
Nova reunião
Foi definido que na próxima negociação entre a Contraf-CUT e o BB a questão do Banco Postal entrará na pauta.
*Contraf/CUT com edição da Fetrafi-RS
A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, integrada pela Contraf-CUT, federações e sindicatos, esteve reunida nesta terça-feira (13) com os representantes da instituição, em Brasília, para debater o novo programa de metas - o Sinergia BB.
Após a apresentação feita pelo banco sobre as linhas gerais do programa, foi exposta pela representação dos funcionários uma série de problemas e incertezas que o novo programa vem causando na rede de varejo no que diz respeito à forma como as dependências serão avaliadas em seus resultados, ao final do semestre.
Os sindicatos ouviram os trabalhadores e uma das críticas apontadas é com relação à individualização das metas nas carteiras de clientes. Muitos gestores afirmam que antes, no antigo acordo de trabalho, tinham condições de gerir e acompanhar a evolução dos resultados na dependência como um todo e, agora, não é mais possível essa administração geral da agência. Por isso, o movimento sindical não aceita a individualização das metas e também não admite que existam rankings.
Jornada de 6 horas
Além do debate sobre o programa de metas Sinergia BB, a Contraf/CUT cobrou que o banco negocie a jornada de 6 horas para os comissionados sem redução de salário.
Saúde
Os representantes dos bancários afirmaram que a Contraf-CUT espera uma resposta do banco com relação à posição de seus representantes indicados no Conselho Deliberativo da Cassi para votarem a adequação da caixa de assistência em relação à resolução 254, da Agência Nacional da Saúde. O conselho se reunirá na próxima semana em sua reunião mensal e a Contraf-CUT protocolou junto ao banco pedido para a regularização.
Também foram discutidas questões regionais, como a retirada de portas giratórias em função do projeto Nova Ambiência e a questão do assédio moral. O banco respondeu que está respeitando a legislação local em relação às portas de segurança.
Dia Nacional de Luta
A Comissão de Empresa definiu a data de 28 de março como novo Dia Nacional de Luta pela Jornada de 6 horas para todos, sem redução de salários. Além disso, o dia de luta cobrará propostas efetivas do banco para as questões que estão na mesa de negociação permanente, como melhorias do plano de carreira e soluções para os trabalhadores oriundos de bancos incorporados.
“O Banco do Brasil tem agido com base no mercado, reproduzindo as piores práticas de violência organizacional através da cobrança das metas, gerando o adoecimento generalizado dos seus trabalhadores. Precisamos mudar urgentemente esta orientação para ter novamente um Banco do Brasil, verdadeiramente público que retome a sua condição de vanguarda na construção das relações trabalhistas e de fomento ao desenvolvimento social. Este modelo não serve aos trabalhadores e não interessa ao Brasil”, afirma o diretor da Fetrafi-RS e titular da Comissão de Empresa do BB, Ronaldo Zeni.
Nova reunião
Foi definido que na próxima negociação entre a Contraf-CUT e o BB a questão do Banco Postal entrará na pauta.
*Contraf/CUT com edição da Fetrafi-RS
Comissão de Empresa questiona programa de metas do BB
Bancários criticam individualização das metas
A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, integrada pela Contraf-CUT, federações e sindicatos, esteve reunida nesta terça-feira (13) com os representantes da instituição, em Brasília, para debater o novo programa de metas - o Sinergia BB.
Após a apresentação feita pelo banco sobre as linhas gerais do programa, foi exposta pela representação dos funcionários uma série de problemas e incertezas que o novo programa vem causando na rede de varejo no que diz respeito à forma como as dependências serão avaliadas em seus resultados, ao final do semestre.
Os sindicatos ouviram os trabalhadores e uma das críticas apontadas é com relação à individualização das metas nas carteiras de clientes. Muitos gestores afirmam que antes, no antigo acordo de trabalho, tinham condições de gerir e acompanhar a evolução dos resultados na dependência como um todo e, agora, não é mais possível essa administração geral da agência. Por isso, o movimento sindical não aceita a individualização das metas e também não admite que existam rankings.
Jornada de 6 horas
Além do debate sobre o programa de metas Sinergia BB, a Contraf/CUT cobrou que o banco negocie a jornada de 6 horas para os comissionados sem redução de salário.
Saúde
Os representantes dos bancários afirmaram que a Contraf-CUT espera uma resposta do banco com relação à posição de seus representantes indicados no Conselho Deliberativo da Cassi para votarem a adequação da caixa de assistência em relação à resolução 254, da Agência Nacional da Saúde. O conselho se reunirá na próxima semana em sua reunião mensal e a Contraf-CUT protocolou junto ao banco pedido para a regularização.
Também foram discutidas questões regionais, como a retirada de portas giratórias em função do projeto Nova Ambiência e a questão do assédio moral. O banco respondeu que está respeitando a legislação local em relação às portas de segurança.
Dia Nacional de Luta
A Comissão de Empresa definiu a data de 28 de março como novo Dia Nacional de Luta pela Jornada de 6 horas para todos, sem redução de salários. Além disso, o dia de luta cobrará propostas efetivas do banco para as questões que estão na mesa de negociação permanente, como melhorias do plano de carreira e soluções para os trabalhadores oriundos de bancos incorporados.
“O Banco do Brasil tem agido com base no mercado, reproduzindo as piores práticas de violência organizacional através da cobrança das metas, gerando o adoecimento generalizado dos seus trabalhadores. Precisamos mudar urgentemente esta orientação para ter novamente um Banco do Brasil, verdadeiramente público que retome a sua condição de vanguarda na construção das relações trabalhistas e de fomento ao desenvolvimento social. Este modelo não serve aos trabalhadores e não interessa ao Brasil”, afirma o diretor da Fetrafi-RS e titular da Comissão de Empresa do BB, Ronaldo Zeni.
Nova reunião
Foi definido que na próxima negociação entre a Contraf-CUT e o BB a questão do Banco Postal entrará na pauta.
*Contraf/CUT com edição da Fetrafi-RS
A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil, integrada pela Contraf-CUT, federações e sindicatos, esteve reunida nesta terça-feira (13) com os representantes da instituição, em Brasília, para debater o novo programa de metas - o Sinergia BB.
Após a apresentação feita pelo banco sobre as linhas gerais do programa, foi exposta pela representação dos funcionários uma série de problemas e incertezas que o novo programa vem causando na rede de varejo no que diz respeito à forma como as dependências serão avaliadas em seus resultados, ao final do semestre.
Os sindicatos ouviram os trabalhadores e uma das críticas apontadas é com relação à individualização das metas nas carteiras de clientes. Muitos gestores afirmam que antes, no antigo acordo de trabalho, tinham condições de gerir e acompanhar a evolução dos resultados na dependência como um todo e, agora, não é mais possível essa administração geral da agência. Por isso, o movimento sindical não aceita a individualização das metas e também não admite que existam rankings.
Jornada de 6 horas
Além do debate sobre o programa de metas Sinergia BB, a Contraf/CUT cobrou que o banco negocie a jornada de 6 horas para os comissionados sem redução de salário.
Saúde
Os representantes dos bancários afirmaram que a Contraf-CUT espera uma resposta do banco com relação à posição de seus representantes indicados no Conselho Deliberativo da Cassi para votarem a adequação da caixa de assistência em relação à resolução 254, da Agência Nacional da Saúde. O conselho se reunirá na próxima semana em sua reunião mensal e a Contraf-CUT protocolou junto ao banco pedido para a regularização.
Também foram discutidas questões regionais, como a retirada de portas giratórias em função do projeto Nova Ambiência e a questão do assédio moral. O banco respondeu que está respeitando a legislação local em relação às portas de segurança.
Dia Nacional de Luta
A Comissão de Empresa definiu a data de 28 de março como novo Dia Nacional de Luta pela Jornada de 6 horas para todos, sem redução de salários. Além disso, o dia de luta cobrará propostas efetivas do banco para as questões que estão na mesa de negociação permanente, como melhorias do plano de carreira e soluções para os trabalhadores oriundos de bancos incorporados.
“O Banco do Brasil tem agido com base no mercado, reproduzindo as piores práticas de violência organizacional através da cobrança das metas, gerando o adoecimento generalizado dos seus trabalhadores. Precisamos mudar urgentemente esta orientação para ter novamente um Banco do Brasil, verdadeiramente público que retome a sua condição de vanguarda na construção das relações trabalhistas e de fomento ao desenvolvimento social. Este modelo não serve aos trabalhadores e não interessa ao Brasil”, afirma o diretor da Fetrafi-RS e titular da Comissão de Empresa do BB, Ronaldo Zeni.
Nova reunião
Foi definido que na próxima negociação entre a Contraf-CUT e o BB a questão do Banco Postal entrará na pauta.
*Contraf/CUT com edição da Fetrafi-RS
SindBancários e Fetrafi-RS debatem Fundação, Quadro de Carreira e Metas com Banrisul
Movimento sindical defende transparência para resolução de problemas da Fundação
Diretores do SindBancários e da Fetrafi-RS se reuniram com a direção do Banrisul na manhã desta terça-feira, dia 13. Os sindicalistas foram recebidos pelo diretor de Tecnologia de Informação, Joel Raymundo, para debater assuntos relacionados à Fundação Banrisul, Quadro de Carreira e sistema de metas.
Na avaliação do movimento sindical, o debate sobre a Fundação Banrisul deve ser transparente, envolvendo principalmente os banrisulenses, que demonstram preocupação com seus rumos. Os dirigentes cobraram a constituição da comissão tripartite, que já havia sido proposta nas negociações específicas da Campanha Salarial 2011. O diretor do banco informou que a Comissão será instalada na próxima quarta-feira, dia 21, às 9h30, quando ocorre a primeira reunião. Este fórum será integrado por dois diretores do Banrisul, dois diretores da Fundação e seis indicados pelo movimento sindical, incluindo ativos e aposentados.
Ainda sobre este tema, Joel Raymundo disse que uma proposta está sendo elaborada para sanar os problemas do déficit da Fundação. A apresentação do estudo está prevista para a reunião da próxima semana.
Já em relação ao Quadro de Carreira, que está em sua fase de finalização dos trabalhos, o representante do banco reafirmou a disposição da diretoria em definir um projeto de consenso com a representação dos funcionários.
Segundo o diretor do Banrisul, os estudos estão dentro do prazo de conclusão, previsto para o mês de junho. A previsão é de que ainda no mês de março a proposta seja finalizada, para apresentação, discussão e encaminhamento de sugestões dos banrisulenses. Também está prevista a realização de um evento em abril, para conclusão e aprovação da contraproposta a ser encaminhada ao banco.
Sistema de metas
A imposição de metas também foi discutida com o representante do banco. Raymundo afirmou que mudanças no sistema estão em debate com a diretoria. Os dirigentes sindicais também pediram a instituição de um GT específico sobre o assunto e a proposta será levada para avaliação da diretoria.
Pelo SindBancários, participaram da reunião o presidente Mauro Salles e os diretores Luciano Fetzer e Milena de Oliveira. Denise Corrêa, Carlos Augusto Rocha e Jorge Almir representaram a Fetrafi-RS.
Assessoria
O advogado Ricardo Castro foi contratado pela Fetrafi-RS e pelo SindBancários para assessorar a entidade nos temas relativos à Fundação Banrisul. Sócio do Escritório de Direito Social, bacharel em Direito pela PUCRS, Ricardo tem especialização em Gestão de Entidades Fechadas de Previdência Complementar e é assessor jurídico de diversas entidades, como a Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão (ANAPAR) e a Apcef/RS. O advogado já assessorou a área Jurídica do SindBancários, na década de 90 e começo dos anos 2000.
*SindBancários com edição da Fetrafi-RS
Diretores do SindBancários e da Fetrafi-RS se reuniram com a direção do Banrisul na manhã desta terça-feira, dia 13. Os sindicalistas foram recebidos pelo diretor de Tecnologia de Informação, Joel Raymundo, para debater assuntos relacionados à Fundação Banrisul, Quadro de Carreira e sistema de metas.
Na avaliação do movimento sindical, o debate sobre a Fundação Banrisul deve ser transparente, envolvendo principalmente os banrisulenses, que demonstram preocupação com seus rumos. Os dirigentes cobraram a constituição da comissão tripartite, que já havia sido proposta nas negociações específicas da Campanha Salarial 2011. O diretor do banco informou que a Comissão será instalada na próxima quarta-feira, dia 21, às 9h30, quando ocorre a primeira reunião. Este fórum será integrado por dois diretores do Banrisul, dois diretores da Fundação e seis indicados pelo movimento sindical, incluindo ativos e aposentados.
Ainda sobre este tema, Joel Raymundo disse que uma proposta está sendo elaborada para sanar os problemas do déficit da Fundação. A apresentação do estudo está prevista para a reunião da próxima semana.
Já em relação ao Quadro de Carreira, que está em sua fase de finalização dos trabalhos, o representante do banco reafirmou a disposição da diretoria em definir um projeto de consenso com a representação dos funcionários.
Segundo o diretor do Banrisul, os estudos estão dentro do prazo de conclusão, previsto para o mês de junho. A previsão é de que ainda no mês de março a proposta seja finalizada, para apresentação, discussão e encaminhamento de sugestões dos banrisulenses. Também está prevista a realização de um evento em abril, para conclusão e aprovação da contraproposta a ser encaminhada ao banco.
Sistema de metas
A imposição de metas também foi discutida com o representante do banco. Raymundo afirmou que mudanças no sistema estão em debate com a diretoria. Os dirigentes sindicais também pediram a instituição de um GT específico sobre o assunto e a proposta será levada para avaliação da diretoria.
Pelo SindBancários, participaram da reunião o presidente Mauro Salles e os diretores Luciano Fetzer e Milena de Oliveira. Denise Corrêa, Carlos Augusto Rocha e Jorge Almir representaram a Fetrafi-RS.
Assessoria
O advogado Ricardo Castro foi contratado pela Fetrafi-RS e pelo SindBancários para assessorar a entidade nos temas relativos à Fundação Banrisul. Sócio do Escritório de Direito Social, bacharel em Direito pela PUCRS, Ricardo tem especialização em Gestão de Entidades Fechadas de Previdência Complementar e é assessor jurídico de diversas entidades, como a Associação Nacional dos Participantes de Fundos de Pensão (ANAPAR) e a Apcef/RS. O advogado já assessorou a área Jurídica do SindBancários, na década de 90 e começo dos anos 2000.
*SindBancários com edição da Fetrafi-RS
Fundação Banrisul inaugura Gerência de Relacionamento
Solenidade marca nova era para o atendimento
A Fundação Banrisul de Seguridade Social inaugurou na manhã desta quinta-feira a sua Gerência de Relacionamento. O espaço foi criado a fim de estreitar as relações com os participantes, através da aproximação, ampliação e qualificação do atendimento. A inauguração contou com a participação da diretoria da Fundação, de representantes do Banrisul, do movimento sindical bancário, participantes e assistidos da entidade.
Segundo o diretor de Previdência da FBSS, Fábio Soares Alves, além de expandir e modernizar a comunicação entre seus diferentes públicos, a Gerência de Relacionamento vai estender o atendimento da Fundação para o interior do Estado, através da disponibilização de analistas previdenciários junto às superintendências do Banrisul. “Nós lidamos com as vidas das pessoas, seus sentimentos, por isso precisamos estar perto delas. Temos um projeto novo, com ênfase na educação previdenciária, que consiste no acompanhamento da trajetória dos participantes e assistidos, por meio de cursos específicos”.
O diretor também destaca o atendimento especializado que será destinado a participantes no período pré-aposentadoria e assistidos com mais de 85 anos. “Estamos fazendo um movimento importante de levar o atendimento até os participantes e assistidos”, explica.
A preocupação quanto à comunicação da Fundação Banrisul tem sido constante para a atual gestão da entidade. Em 2011 a FBSS promoveu uma série de seminários em todo o Estado, com apoio dos sindicatos filiados à Fetrafi-RS, para discutir perspectivas e resultados diretamente com participantes e assistidos.
Sobre a Fundação Banrisul
A Fundação Banrisul de Seguridade Social é uma entidade fechada de previdência complementar, criada em 29 de janeiro de 1963 pelo Banrisul com o objetivo de complementar os benefícios concedidos pela Previdência Social aos seus empregados. Hoje a Fundação administra dois planos de benefícios, um de Benefício Definido e outro de Contribuição Variável, destinados a cerca de 15.000 Participantes e Assistidos, vinculados a 5 empresas patrocinadoras.
*Imprensa Fetrafi/RS
A Fundação Banrisul de Seguridade Social inaugurou na manhã desta quinta-feira a sua Gerência de Relacionamento. O espaço foi criado a fim de estreitar as relações com os participantes, através da aproximação, ampliação e qualificação do atendimento. A inauguração contou com a participação da diretoria da Fundação, de representantes do Banrisul, do movimento sindical bancário, participantes e assistidos da entidade.
Segundo o diretor de Previdência da FBSS, Fábio Soares Alves, além de expandir e modernizar a comunicação entre seus diferentes públicos, a Gerência de Relacionamento vai estender o atendimento da Fundação para o interior do Estado, através da disponibilização de analistas previdenciários junto às superintendências do Banrisul. “Nós lidamos com as vidas das pessoas, seus sentimentos, por isso precisamos estar perto delas. Temos um projeto novo, com ênfase na educação previdenciária, que consiste no acompanhamento da trajetória dos participantes e assistidos, por meio de cursos específicos”.
O diretor também destaca o atendimento especializado que será destinado a participantes no período pré-aposentadoria e assistidos com mais de 85 anos. “Estamos fazendo um movimento importante de levar o atendimento até os participantes e assistidos”, explica.
A preocupação quanto à comunicação da Fundação Banrisul tem sido constante para a atual gestão da entidade. Em 2011 a FBSS promoveu uma série de seminários em todo o Estado, com apoio dos sindicatos filiados à Fetrafi-RS, para discutir perspectivas e resultados diretamente com participantes e assistidos.
Sobre a Fundação Banrisul
A Fundação Banrisul de Seguridade Social é uma entidade fechada de previdência complementar, criada em 29 de janeiro de 1963 pelo Banrisul com o objetivo de complementar os benefícios concedidos pela Previdência Social aos seus empregados. Hoje a Fundação administra dois planos de benefícios, um de Benefício Definido e outro de Contribuição Variável, destinados a cerca de 15.000 Participantes e Assistidos, vinculados a 5 empresas patrocinadoras.
*Imprensa Fetrafi/RS
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