Intenção é intimidar os empregados para que não testemunhem
Através de diversas denúncias, o SindBancários tomou conhecimento de que a Caixa está coagindo empregados que são testemunhas em ações trabalhistas contra a empresa.
A Caixa está instaurando processos administrativos para constranger esses bancários, usando o argumento de que irá investigar "possíveis irregularidades na prestação de testemunho". Na realidade, o que ela busca é intimidar as testemunhas e evitar que os empregados testemunhem em processos contra a Caixa.
Esse procedimento é ilegal, pois atinge direitos fundamentais dos trabalhadores e princípios Constitucionais. O Sindicato irá apresentar uma representação na Procuradoria do Trabalho e coloca sua assessoria Jurídica a disposição. Orientamos aos colegas que estejam passando por esta situação a entrar em contato conosco imediatamente.
*SindBancários
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Ato público contra irregularidades do BB mobiliza bancários da Capital
Manifestação exigiu cumprimento da jornada de 6h e o fim do assédio moral
Fetrafi-RS e SindBancários promoveram ato público em frente ao prédio na Rua Uruguai, no Centro de Porto Alegre, no início da tarde desta quinta-feira. A manifestação denunciou o descumprimento da jornada de 6h, assédio moral e constrangimentos praticadas pelo banco em nome de uma política de gestão agressiva, focada estritamente nos interesses do mercado.
O movimento sindical cobra da direção do BB uma postura mais efetiva nas negociações específicas e a resolução de problemas que se arrastam há vários anos. Por outro lado, questiona as formas encontradas pela instituição para pressionar seus trabalhadores a atingirem metas ascendentes.
“As atitudes da direção do banco espelham a total falta de respeito com os funcionários. Muitos colegas não resistem à pressão constante e acabam sendo vítimas de doenças físicas ou psíquicas”, observa o diretor da Fetrafi-RS, Ronaldo Zeni.
O dirigente também destaca a importância do respeito à jornada de trabalho. “Não podemos admitir o descumprimento de uma jornada assegurada através da própria CLT. O banco já perdeu diversas ações na Justiça do Trabalho por desrespeitar a jornada, mas continua a cometer o mesmo tipo de irregularidade de maneira sistemática”, argumenta Ronaldo Zeni.
“Mais uma vez estamos aqui em frente ao Banco do Brasil para denunciar a falta de condições de trabalho. Não estamos pedindo mais do que o respeito aos direitos dos trabalhadores. O banco deveria estar olhando para o povo brasileiro e seus trabalhadores e não só para meia dúzia de acionistas. Já fomos até o judiciário e continuaremos indo para defender os direitos dos trabalhadores se necessário”, afirma o presidente do SindBancários, Mauro Salles Machado.
Assédio moral x condições de trabalho
As práticas de coação, constrangimentos e outras formas de desrespeito têm prejudicado as relações de trabalho no BB. Os sindicatos filiados à Fetrafi-RS têm encaminhado denúncias de situações vexatórias impostas por chefias do banco, que para atingir metas usam a criatividade de maneira muito destrutiva contra seus subordinados.
Caso recente, registrado na base do Sindicato dos Bancários de Santo Ângelo virou destaque após os funcionários serem literalmente “corneteados” por colegas que fechavam negócios para a agência.
“São inúmeras as práticas que devem ser reavaliadas ou simplesmente abolidas pelo BB. Queremos um banco público responsável e voltado para o desenvolvimento do país. Infelizmente o Banco do Brasil se tornou um modelo negativo de exclusão bancária. Não adianta a instituição se concentrar apenas na venda de produtos, se dedicando quase de maneira exclusiva ao atendimento de clientes de alta renda”, avalia o diretor da Fetrafi-RS.
*Imprensa Fetrafi-RS
Fetrafi-RS e SindBancários promoveram ato público em frente ao prédio na Rua Uruguai, no Centro de Porto Alegre, no início da tarde desta quinta-feira. A manifestação denunciou o descumprimento da jornada de 6h, assédio moral e constrangimentos praticadas pelo banco em nome de uma política de gestão agressiva, focada estritamente nos interesses do mercado.
O movimento sindical cobra da direção do BB uma postura mais efetiva nas negociações específicas e a resolução de problemas que se arrastam há vários anos. Por outro lado, questiona as formas encontradas pela instituição para pressionar seus trabalhadores a atingirem metas ascendentes.
“As atitudes da direção do banco espelham a total falta de respeito com os funcionários. Muitos colegas não resistem à pressão constante e acabam sendo vítimas de doenças físicas ou psíquicas”, observa o diretor da Fetrafi-RS, Ronaldo Zeni.
O dirigente também destaca a importância do respeito à jornada de trabalho. “Não podemos admitir o descumprimento de uma jornada assegurada através da própria CLT. O banco já perdeu diversas ações na Justiça do Trabalho por desrespeitar a jornada, mas continua a cometer o mesmo tipo de irregularidade de maneira sistemática”, argumenta Ronaldo Zeni.
“Mais uma vez estamos aqui em frente ao Banco do Brasil para denunciar a falta de condições de trabalho. Não estamos pedindo mais do que o respeito aos direitos dos trabalhadores. O banco deveria estar olhando para o povo brasileiro e seus trabalhadores e não só para meia dúzia de acionistas. Já fomos até o judiciário e continuaremos indo para defender os direitos dos trabalhadores se necessário”, afirma o presidente do SindBancários, Mauro Salles Machado.
Assédio moral x condições de trabalho
As práticas de coação, constrangimentos e outras formas de desrespeito têm prejudicado as relações de trabalho no BB. Os sindicatos filiados à Fetrafi-RS têm encaminhado denúncias de situações vexatórias impostas por chefias do banco, que para atingir metas usam a criatividade de maneira muito destrutiva contra seus subordinados.
Caso recente, registrado na base do Sindicato dos Bancários de Santo Ângelo virou destaque após os funcionários serem literalmente “corneteados” por colegas que fechavam negócios para a agência.
“São inúmeras as práticas que devem ser reavaliadas ou simplesmente abolidas pelo BB. Queremos um banco público responsável e voltado para o desenvolvimento do país. Infelizmente o Banco do Brasil se tornou um modelo negativo de exclusão bancária. Não adianta a instituição se concentrar apenas na venda de produtos, se dedicando quase de maneira exclusiva ao atendimento de clientes de alta renda”, avalia o diretor da Fetrafi-RS.
*Imprensa Fetrafi-RS
Novo Plano de Carreira do Banrisul terá cartilha sobre projeto
GT deverá apresentar proposta até junho de 2012
O GT Carreira, grupo que reúne delegados sindicais e dirigentes de vários sindicatos, montado para construir a proposta para o novo Plano de Carreira do Banrisul, segue se reunindo semanalmente. Os encontros ocorrem quartas e quintas. Mantendo o ritmo de trabalho e contando com a participação de todos os banrisulenses, o GT prevê apresentar uma proposta até junho, que atenda aos anseios dos funcionários, que há décadas desejam um plano de carreira digno e justo.
Além de aprofundar questões centrais, como forma de desenvolvimento na carreira (tempo x mérito), distinção e detalhamento de funções e cargos, formato dos processos seletivos, forma e extensão dos quadros, as reuniões da Comissão Paritária com o Banrisul já foram retomadas. O próximo encontro está agendado para quinta, dia 15.
“Estamos na fase mais complicada e técnica do debate sobre a construção da nossa proposta de plano. São muitos debates, com aprofundamento técnico e tomada de decisões, que vão além das premissas apresentadas até o momento. Queremos, o mais breve possível, trazer uma proposta para o conjunto da categoria, com tempo hábil de se promover o debater e solucionar questões. Tudo isso antes do final do prazo, que é em junho de 2012”, destaca o diretor do SindBancários e integrante do GT Carreira, Luciano Fetzner.
O GT está trabalhando para finalizar a cartilha que já vem sendo construída desde antes da campanha salarial deste ano, explicando em detalhes o desenvolvimento do projeto. “Além de distribuir aos banrisulenses, a proposta é realizar um novo seminário para que possamos debater e entender o projeto, com tempo hábil para que sejam feitas alterações, sugestões e correções, conforme for o desejo e entendimento da base”, acrescenta o diretor.
Fetzner destaca que muitos colegas, de diferentes unidades e quadros, enviaram e-mails e agendaram reuniões com os integrantes do GT para trazer ótimos questionamentos e ideias. Muitas acabaram sendo agregadas ao projeto, ou mesmo auxiliando a resolver dificuldades que se apresentavam.
Você pode enviar sugestões para o email carreira.banrisul@sindbancarios.org.br. Participe!
*SindBancários
O GT Carreira, grupo que reúne delegados sindicais e dirigentes de vários sindicatos, montado para construir a proposta para o novo Plano de Carreira do Banrisul, segue se reunindo semanalmente. Os encontros ocorrem quartas e quintas. Mantendo o ritmo de trabalho e contando com a participação de todos os banrisulenses, o GT prevê apresentar uma proposta até junho, que atenda aos anseios dos funcionários, que há décadas desejam um plano de carreira digno e justo.
Além de aprofundar questões centrais, como forma de desenvolvimento na carreira (tempo x mérito), distinção e detalhamento de funções e cargos, formato dos processos seletivos, forma e extensão dos quadros, as reuniões da Comissão Paritária com o Banrisul já foram retomadas. O próximo encontro está agendado para quinta, dia 15.
“Estamos na fase mais complicada e técnica do debate sobre a construção da nossa proposta de plano. São muitos debates, com aprofundamento técnico e tomada de decisões, que vão além das premissas apresentadas até o momento. Queremos, o mais breve possível, trazer uma proposta para o conjunto da categoria, com tempo hábil de se promover o debater e solucionar questões. Tudo isso antes do final do prazo, que é em junho de 2012”, destaca o diretor do SindBancários e integrante do GT Carreira, Luciano Fetzner.
O GT está trabalhando para finalizar a cartilha que já vem sendo construída desde antes da campanha salarial deste ano, explicando em detalhes o desenvolvimento do projeto. “Além de distribuir aos banrisulenses, a proposta é realizar um novo seminário para que possamos debater e entender o projeto, com tempo hábil para que sejam feitas alterações, sugestões e correções, conforme for o desejo e entendimento da base”, acrescenta o diretor.
Fetzner destaca que muitos colegas, de diferentes unidades e quadros, enviaram e-mails e agendaram reuniões com os integrantes do GT para trazer ótimos questionamentos e ideias. Muitas acabaram sendo agregadas ao projeto, ou mesmo auxiliando a resolver dificuldades que se apresentavam.
Você pode enviar sugestões para o email carreira.banrisul@sindbancarios.org.br. Participe!
*SindBancários
quinta-feira, 1 de dezembro de 2011
BB: Bancários voltam a debater problemas com a GEPES
Dirigentes da Fetrafi-RS e do SindBancários participaram da reunião
A Fetrafi-RS, SindBancários, dirigentes sindicais do interior e representantes da Gestão de Pessoas do Banco do Brasil retomaram a discussão de problemas específicos dos funcionários nesta terça-feira, dia 29. A reunião foi realizada na matriz do banco, na Rua Uruguai, em Porto Alegre. Confira abaixo detalhes da negociação por tema.
PAVAS – O Banco agendou a participação do movimento sindical em atividade do PAVAS – Projeto de Assistência a Vítimas de Assalto – para o mês de dezembro.
Escala de férias – O movimento sindical denunciou na reunião anterior as pressões sofridas pelos funcionários para a venda de dias de férias, remanejamento do período entre outras questões. O banco avaliou as denúncias e solucionou a maior parte dos casos. A GEPES sugere que os delegados sindicais acompanhem a elaboração dos critérios para a escala no período de março a junho de 2012. Já o movimento sindical orienta que os sindicatos denunciem novas situações de descumprimento da escala acordada ou a obrigatoriedade de venda de férias entre outras.
Trabalho durante feriados – O movimento sindical deixou claro que não concorda com a convocação para o trabalho em feriados ou fins de semana, principalmente quando isto ocorre para cumprir metas. Os dirigentes sindicais disseram que irão fiscalizar estas práticas denunciando à SRTE quando forem confirmadas. A convocação para o trabalho em feriados pode ocorrer mediante acordo prévio com o conhecimento do Sindicato, sob as normas da CLT e do Acordo Coletivo de Trabalho.
Compensação de horas da greve - Os dirigentes sindicais relataram diversos casos de abusos cometidos por administradores, que impuseram a compensação de horas da greve sem considerar compromissos pessoais dos funcionários, mesmo quando não havia acúmulo de tarefas.
Ranking - O movimento sindical questiona a exibição dos resultados e enfatiza que a utilização do toque de corneta, por exemplo, caracteriza uma prática de constrangimento e assédio moral em relação aos demais funcionários. Os representantes do banco sugerem uma reunião com administradores e movimento sindical, para discutir formas de reconhecimento que não caracterizem assédio moral.
O movimento sindical esclarece que as metas devem ser coletivas e o ranking as individualiza, gerando um clima permanente de competição entre colegas que é nocivo às condições de trabalho.
Rede Cash – O banco fez um projeto piloto com a BV Financeira, que está sendo executado em 40 agências situadas no Estado. O movimento sindical recebeu denúncia de que a Rede Cash está utilizando a sala de autoatendimento de uma agência não inserida neste projeto piloto. Também foram relatados excessos cometidos por funcionários da Rede Cash dentro da sala de autoatendimento. Situações similares devem ser denunciadas pelos sindicatos.
GDP e Sinergia – O banco informou que irá apresentar o novo Sinergia ao movimento sindical na primeira quinzena de dezembro.
PSO – A implantação do projeto foi adiada para janeiro de 2012. Antes da implantação haverá reunião com representantes da Fetrafi-RS e sindicatos para apresentação do modelo de adaptação, localização e nomeação efetiva dos caixas.
COMPE – A realocação dos funcionários será debatida antes do fechamento do setor.
CSA – Ainda não há data definida para instalação do setor em Curitiba.
Corporate – Com a unificação das duas agências, 16 funcionários ainda aguardam a realocação. A GEPES alega que o banco tem priorizado a resolução do problema. O movimento sindical diz que os quatro meses de VCP – Verba de Caráter Pessoal – são insuficientes para que o funcionário consiga uma realocação, propondo a ampliação do período de concessão da verba para 12 meses.
Reestruturação de Dívidas - O banco ainda não divulgou uma instrução normativa sobre o tema.
Avaliação
“A reunião foi positiva pelo encaminhamento dado pela GEPES/RS às denúncias apresentadas pelos dirigentes sindicais. Entretanto, precisamos que o BB resolva questões muito sérias sobre reestruturações, assédio moral no cumprimento de metas, critérios de ascensão, concessão de vale transporte, dentre outros, que ainda estão pendentes”, destaca o diretor da Fetrafi-RS, Ronaldo Zeni.
*Imprensa Fetrafi-RS
A Fetrafi-RS, SindBancários, dirigentes sindicais do interior e representantes da Gestão de Pessoas do Banco do Brasil retomaram a discussão de problemas específicos dos funcionários nesta terça-feira, dia 29. A reunião foi realizada na matriz do banco, na Rua Uruguai, em Porto Alegre. Confira abaixo detalhes da negociação por tema.
PAVAS – O Banco agendou a participação do movimento sindical em atividade do PAVAS – Projeto de Assistência a Vítimas de Assalto – para o mês de dezembro.
Escala de férias – O movimento sindical denunciou na reunião anterior as pressões sofridas pelos funcionários para a venda de dias de férias, remanejamento do período entre outras questões. O banco avaliou as denúncias e solucionou a maior parte dos casos. A GEPES sugere que os delegados sindicais acompanhem a elaboração dos critérios para a escala no período de março a junho de 2012. Já o movimento sindical orienta que os sindicatos denunciem novas situações de descumprimento da escala acordada ou a obrigatoriedade de venda de férias entre outras.
Trabalho durante feriados – O movimento sindical deixou claro que não concorda com a convocação para o trabalho em feriados ou fins de semana, principalmente quando isto ocorre para cumprir metas. Os dirigentes sindicais disseram que irão fiscalizar estas práticas denunciando à SRTE quando forem confirmadas. A convocação para o trabalho em feriados pode ocorrer mediante acordo prévio com o conhecimento do Sindicato, sob as normas da CLT e do Acordo Coletivo de Trabalho.
Compensação de horas da greve - Os dirigentes sindicais relataram diversos casos de abusos cometidos por administradores, que impuseram a compensação de horas da greve sem considerar compromissos pessoais dos funcionários, mesmo quando não havia acúmulo de tarefas.
Ranking - O movimento sindical questiona a exibição dos resultados e enfatiza que a utilização do toque de corneta, por exemplo, caracteriza uma prática de constrangimento e assédio moral em relação aos demais funcionários. Os representantes do banco sugerem uma reunião com administradores e movimento sindical, para discutir formas de reconhecimento que não caracterizem assédio moral.
O movimento sindical esclarece que as metas devem ser coletivas e o ranking as individualiza, gerando um clima permanente de competição entre colegas que é nocivo às condições de trabalho.
Rede Cash – O banco fez um projeto piloto com a BV Financeira, que está sendo executado em 40 agências situadas no Estado. O movimento sindical recebeu denúncia de que a Rede Cash está utilizando a sala de autoatendimento de uma agência não inserida neste projeto piloto. Também foram relatados excessos cometidos por funcionários da Rede Cash dentro da sala de autoatendimento. Situações similares devem ser denunciadas pelos sindicatos.
GDP e Sinergia – O banco informou que irá apresentar o novo Sinergia ao movimento sindical na primeira quinzena de dezembro.
PSO – A implantação do projeto foi adiada para janeiro de 2012. Antes da implantação haverá reunião com representantes da Fetrafi-RS e sindicatos para apresentação do modelo de adaptação, localização e nomeação efetiva dos caixas.
COMPE – A realocação dos funcionários será debatida antes do fechamento do setor.
CSA – Ainda não há data definida para instalação do setor em Curitiba.
Corporate – Com a unificação das duas agências, 16 funcionários ainda aguardam a realocação. A GEPES alega que o banco tem priorizado a resolução do problema. O movimento sindical diz que os quatro meses de VCP – Verba de Caráter Pessoal – são insuficientes para que o funcionário consiga uma realocação, propondo a ampliação do período de concessão da verba para 12 meses.
Reestruturação de Dívidas - O banco ainda não divulgou uma instrução normativa sobre o tema.
Avaliação
“A reunião foi positiva pelo encaminhamento dado pela GEPES/RS às denúncias apresentadas pelos dirigentes sindicais. Entretanto, precisamos que o BB resolva questões muito sérias sobre reestruturações, assédio moral no cumprimento de metas, critérios de ascensão, concessão de vale transporte, dentre outros, que ainda estão pendentes”, destaca o diretor da Fetrafi-RS, Ronaldo Zeni.
*Imprensa Fetrafi-RS
TST condena Banrisul a devolver a ex-funcionário descontos de seguro
Contratação do seguro ocorreu por imposição, desconto é irregular
O Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul) terá que devolver os valores descontados dos salários de um ex-empregado bancário a título de seguro de vida. A 4ª Vara do Trabalho de Caxias do Sul e o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) concluíram que a contratação do seguro ocorreu por imposição da empresa, e, por consequência, o desconto é irregular.
No recurso de revista que encaminhou ao Tribunal Superior do Trabalho, o Banrisul tentou rediscutir o assunto. Alegou que o TRT reconhecera a existência de documento assinado pelo empregado autorizando o desconto, o que demonstraria que as apólices de seguro foram adquiridas livremente.
De acordo com a defesa, o banco oferecia um seguro de vida gratuito para o trabalhador, que, no entanto, contratou um serviço mais amplo, que incluía seguro para a esposa. A empresa invocou a Súmula nº 342 do TST, que autoriza os descontos quando efetuados com autorização do empregado.
Mas, na avaliação do relator e presidente da Quinta Turma, ministro João Batista Brito Pereira, o Regional entendeu que houve imposição do banco quanto à contratação do seguro. Portanto, afirmou o relator, para decidir de forma diferente seria necessário reexaminar as provas do processo - o que não é possível no âmbito do TST (incidência da Súmula nº 126 do TST).
Desse modo, o relator votou pelo não conhecimento do recurso e foi acompanhado pelos demais integrantes do colegiado. Com esse entendimento, prevalece a decisão de mérito proferida pelo TRT, que determinara a devolução dos descontos realizados nos salários a título de seguro de vida.
*TST
Fonte:Fetrafi-RS
O Banco do Estado do Rio Grande do Sul (Banrisul) terá que devolver os valores descontados dos salários de um ex-empregado bancário a título de seguro de vida. A 4ª Vara do Trabalho de Caxias do Sul e o Tribunal Regional do Trabalho da 4ª Região (RS) concluíram que a contratação do seguro ocorreu por imposição da empresa, e, por consequência, o desconto é irregular.
No recurso de revista que encaminhou ao Tribunal Superior do Trabalho, o Banrisul tentou rediscutir o assunto. Alegou que o TRT reconhecera a existência de documento assinado pelo empregado autorizando o desconto, o que demonstraria que as apólices de seguro foram adquiridas livremente.
De acordo com a defesa, o banco oferecia um seguro de vida gratuito para o trabalhador, que, no entanto, contratou um serviço mais amplo, que incluía seguro para a esposa. A empresa invocou a Súmula nº 342 do TST, que autoriza os descontos quando efetuados com autorização do empregado.
Mas, na avaliação do relator e presidente da Quinta Turma, ministro João Batista Brito Pereira, o Regional entendeu que houve imposição do banco quanto à contratação do seguro. Portanto, afirmou o relator, para decidir de forma diferente seria necessário reexaminar as provas do processo - o que não é possível no âmbito do TST (incidência da Súmula nº 126 do TST).
Desse modo, o relator votou pelo não conhecimento do recurso e foi acompanhado pelos demais integrantes do colegiado. Com esse entendimento, prevalece a decisão de mérito proferida pelo TRT, que determinara a devolução dos descontos realizados nos salários a título de seguro de vida.
*TST
Fonte:Fetrafi-RS
quarta-feira, 30 de novembro de 2011
Paim quer mobilização pelo fim do fator previdenciário
Audiência pública discutiu o assunto, nesta terça-feira, dia 29
A extinção do fator previdenciário e a instituição da desaposentadoria receberam a concordância dos participantes da audiência pública que discutiu o assunto, nesta terça-feira (29), na Subcomissão Permanente em Defesa do Emprego e da Previdência Social no Senado, em Brasília. Para o senador Paulo Paim (PT-RS), que requereu a realização do debate, agora é necessária a mobilização da sociedade e de parlamentares para que essas medidas sejam aprovadas no Congresso Nacional.
O projeto de lei que extingue o fator previdenciário (PLS 296/2003), do próprio Paim, está pronto para ser votado no Plenário da Câmara dos Deputados, onde tramita como PL 3.299/2008. Já o que propõe a desaponsentadoria (PLS 3.484/08), do deputado Cleber Verde (PRB-MA), foi aprovado pela Comissão de Seguridade Social da Câmara em outubro e agora está na Comissão de Finanças e Tributação daquela Casa.
Cleber Verde, que participou da audiência, explicou que a "desaposentadoria", similar à reversão no serviço público, assegura ao aposentado que voltar à atividade o direito de renunciar ao benefício previdenciário, contando o tempo de contribuição anterior para recalcular o valor de sua aposentadoria mais tarde.
CUT propõe aprovação do Fator 85/95
O secretário Geral da CUT, Quintino Severo, concordou que o fator é perverso e precisa ser extinto, mas ressaltou que a fórmula é especialmente cruel para os trabalhadores mais pobres, que entram mais cedo no mercado de trabalho para ajudar a complementar a renda da família. E são esses trabalhadores que serão mais afetados também caso o governo troque o fator pela idade mínima, como já ouvimos pessoas do governo defendendo em entrevistas, afirmou o dirigente.
"A CUT entende que é preciso extinguir o fator previdenciário, que é mais perverso ainda para os mais pobres que são obrigados a começar a trabalhar mais cedo. Porém, a alternativa ao fator não pode ser a idade mínima porque, mais uma vez, o prejuízo maior será dos trabalhadores mais pobres".
O dirigente da CUT lembrou que a central defende a aprovação do chamado Fator 85/95, fórmula matemática que diminui o tempo necessário para que as pessoas se aposentem e garante mais poder de compra para as aposentadorias.
Entre outras mudanças, o Fator 85/95 prevê o congelamento da tábua de expectativa de vida para todos aqueles que atingirem o tempo mínimo de contribuição (35 para homens e 30 para mulheres), independentemente de terem preenchido todos os requisitos para se aposentar.
Pela fórmula 85/95, o trabalhador precisa somar o tempo de contribuição à sua idade e, se o resultado dessa soma for 95 (no caso de homens) e 85 (no caso de mulheres), a aposentadoria será integral. A nova regra reduz o tempo necessário para se aposentar com 100% do benefício e, como consequência, aumenta o valor das novas aposentadorias.
Índice perverso
Na avaliação do secretário de políticas do Ministério da Previdência Social, Leonardo José Rolim Guimarães, o fator previdenciário é "um índice perverso", que, reduz o salário dos aposentados, em média, em 30%. A diminuição, no entanto, pode chegar a 50%. Ele explicou que o fator previdenciário foi criado para estimular o trabalhador em condições de se aposentar a permanecer em atividade. Se permanecesse em atividade, poderia haver aumento no valor da aposentadoria, ressaltou.
No entanto, esse dispositivo não funcionou, pois o trabalhador passou a requerer a aposentadoria, mesmo com a incidência do índice, e continuou a trabalhar para complementar a renda. Uma vez requerida a aposentadoria, ressaltou Leonardo Guimarães, o fator previdenciário vale para toda a vida. Então, mais tarde, quando o trabalhador perde a capacidade laboral, tem de viver apenas com a aposentadoria reduzida.
Apesar de defender a extinção do fator previdenciário, Leonardo Guimarães destacou a necessidade de se definir uma fórmula alternativa. Ele disse que a Previdência Social poderá enfrentar problemas no futuro, uma vez que o número de idosos está crescendo na sociedade brasileira. Atualmente, são 20 milhões de idosos no Brasil e em 20 anos esse número vai dobrar, afirmou.
Desigualdades regionais
O presidente do Conselho Executivo da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip), Álvaro Sólon de França, destacou que a Previdência Social é fundamental para reduzir as desigualdades regionais e movimentar a economia, especialmente a de pequenos municípios. Se não fosse o suporte previdenciário, informou, 24 milhões de brasileiros estariam vivendo abaixo da linha de pobreza.
Álvaro de França informou que de 2004 a 2010 a Previdência perdeu R$ 100 bilhões em renúncias tributárias. A "folga de caixa", observou, foi possível por conta do fator previdenciário. Para ele, concessões fiscais devem ser oferecidas, mas em relação à Previdência. Ele defendeu reajuste do salário dos aposentados com base no aumento real da arrecadação das contribuições da seguridade, em média de 7,5%.
O presidente da Confederação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil (Cobap), Warley Martins Gonzalez, anunciou que, na hipótese de não haver sucesso na negociação para aprovar as duas propostas, os aposentados farão uma vigília no Parlamento, como forma de protesto.
Mobilização
Paim encerrou a audiência dizendo que, sem mobilização, o fator previdenciário "ficará por aí mais uns cem anos e daqui a pouco todos os trabalhadores do Regime Geral da Previdência Social estarão ganhando um salário mínimo".
Os participantes do debate concluíram que é preciso criar um instrumento no sentido de recuperar e manter o poder de compra das aposentadorias, criando uma política de valorização das aposentadorias.
O senador concluiu a audiência propondo a construção de uma proposta alternativa ao fator - "porque não existe nada pior do que o fator", disse ele -, a instituição da desaposentadoria e uma política de valorização das aposentadorias.
*Contraf-CUT com Senado
A extinção do fator previdenciário e a instituição da desaposentadoria receberam a concordância dos participantes da audiência pública que discutiu o assunto, nesta terça-feira (29), na Subcomissão Permanente em Defesa do Emprego e da Previdência Social no Senado, em Brasília. Para o senador Paulo Paim (PT-RS), que requereu a realização do debate, agora é necessária a mobilização da sociedade e de parlamentares para que essas medidas sejam aprovadas no Congresso Nacional.
O projeto de lei que extingue o fator previdenciário (PLS 296/2003), do próprio Paim, está pronto para ser votado no Plenário da Câmara dos Deputados, onde tramita como PL 3.299/2008. Já o que propõe a desaponsentadoria (PLS 3.484/08), do deputado Cleber Verde (PRB-MA), foi aprovado pela Comissão de Seguridade Social da Câmara em outubro e agora está na Comissão de Finanças e Tributação daquela Casa.
Cleber Verde, que participou da audiência, explicou que a "desaposentadoria", similar à reversão no serviço público, assegura ao aposentado que voltar à atividade o direito de renunciar ao benefício previdenciário, contando o tempo de contribuição anterior para recalcular o valor de sua aposentadoria mais tarde.
CUT propõe aprovação do Fator 85/95
O secretário Geral da CUT, Quintino Severo, concordou que o fator é perverso e precisa ser extinto, mas ressaltou que a fórmula é especialmente cruel para os trabalhadores mais pobres, que entram mais cedo no mercado de trabalho para ajudar a complementar a renda da família. E são esses trabalhadores que serão mais afetados também caso o governo troque o fator pela idade mínima, como já ouvimos pessoas do governo defendendo em entrevistas, afirmou o dirigente.
"A CUT entende que é preciso extinguir o fator previdenciário, que é mais perverso ainda para os mais pobres que são obrigados a começar a trabalhar mais cedo. Porém, a alternativa ao fator não pode ser a idade mínima porque, mais uma vez, o prejuízo maior será dos trabalhadores mais pobres".
O dirigente da CUT lembrou que a central defende a aprovação do chamado Fator 85/95, fórmula matemática que diminui o tempo necessário para que as pessoas se aposentem e garante mais poder de compra para as aposentadorias.
Entre outras mudanças, o Fator 85/95 prevê o congelamento da tábua de expectativa de vida para todos aqueles que atingirem o tempo mínimo de contribuição (35 para homens e 30 para mulheres), independentemente de terem preenchido todos os requisitos para se aposentar.
Pela fórmula 85/95, o trabalhador precisa somar o tempo de contribuição à sua idade e, se o resultado dessa soma for 95 (no caso de homens) e 85 (no caso de mulheres), a aposentadoria será integral. A nova regra reduz o tempo necessário para se aposentar com 100% do benefício e, como consequência, aumenta o valor das novas aposentadorias.
Índice perverso
Na avaliação do secretário de políticas do Ministério da Previdência Social, Leonardo José Rolim Guimarães, o fator previdenciário é "um índice perverso", que, reduz o salário dos aposentados, em média, em 30%. A diminuição, no entanto, pode chegar a 50%. Ele explicou que o fator previdenciário foi criado para estimular o trabalhador em condições de se aposentar a permanecer em atividade. Se permanecesse em atividade, poderia haver aumento no valor da aposentadoria, ressaltou.
No entanto, esse dispositivo não funcionou, pois o trabalhador passou a requerer a aposentadoria, mesmo com a incidência do índice, e continuou a trabalhar para complementar a renda. Uma vez requerida a aposentadoria, ressaltou Leonardo Guimarães, o fator previdenciário vale para toda a vida. Então, mais tarde, quando o trabalhador perde a capacidade laboral, tem de viver apenas com a aposentadoria reduzida.
Apesar de defender a extinção do fator previdenciário, Leonardo Guimarães destacou a necessidade de se definir uma fórmula alternativa. Ele disse que a Previdência Social poderá enfrentar problemas no futuro, uma vez que o número de idosos está crescendo na sociedade brasileira. Atualmente, são 20 milhões de idosos no Brasil e em 20 anos esse número vai dobrar, afirmou.
Desigualdades regionais
O presidente do Conselho Executivo da Associação Nacional dos Auditores Fiscais da Receita Federal (Anfip), Álvaro Sólon de França, destacou que a Previdência Social é fundamental para reduzir as desigualdades regionais e movimentar a economia, especialmente a de pequenos municípios. Se não fosse o suporte previdenciário, informou, 24 milhões de brasileiros estariam vivendo abaixo da linha de pobreza.
Álvaro de França informou que de 2004 a 2010 a Previdência perdeu R$ 100 bilhões em renúncias tributárias. A "folga de caixa", observou, foi possível por conta do fator previdenciário. Para ele, concessões fiscais devem ser oferecidas, mas em relação à Previdência. Ele defendeu reajuste do salário dos aposentados com base no aumento real da arrecadação das contribuições da seguridade, em média de 7,5%.
O presidente da Confederação dos Aposentados e Pensionistas do Brasil (Cobap), Warley Martins Gonzalez, anunciou que, na hipótese de não haver sucesso na negociação para aprovar as duas propostas, os aposentados farão uma vigília no Parlamento, como forma de protesto.
Mobilização
Paim encerrou a audiência dizendo que, sem mobilização, o fator previdenciário "ficará por aí mais uns cem anos e daqui a pouco todos os trabalhadores do Regime Geral da Previdência Social estarão ganhando um salário mínimo".
Os participantes do debate concluíram que é preciso criar um instrumento no sentido de recuperar e manter o poder de compra das aposentadorias, criando uma política de valorização das aposentadorias.
O senador concluiu a audiência propondo a construção de uma proposta alternativa ao fator - "porque não existe nada pior do que o fator", disse ele -, a instituição da desaposentadoria e uma política de valorização das aposentadorias.
*Contraf-CUT com Senado
Fator previdenciário tem que acabar
O presidente da ANFIP, Álvaro Sólon de França, participou ontem de audiência pública da Comissão de Assuntos Sociais do Senado, em Brasília, sobre o fator previdenciário. O vice-presidente Executivo Floriano José Martins também acompanhou a discussão. O debate fez parte da agenda da Subcomissão Permanente em Defesa do Emprego e da Previdência Social.
Álvaro Sólon explicou que é preciso entender o contexto histórico de criação do fator. “Não é um fator previdenciário, de previdenciário ele não tem nada; é um fator de ajuste fiscal. Naquela época, enfrentávamos uma reforma previdenciária encaminhada pelo presidente Fernando Henrique. O governo perdeu por um voto na Câmara a idade mínima e construiu o fator previdenciário, que conduzia para uma capitalização, e, o que era pior, com uma idade mínima estipulada por uma portaria do IBGE para a sobrevida”, recordou.
O resultado do fator, constatou o presidente da ANFIP, é desastroso. “Quando chega ao final, quando o trabalhador não tem mais condições de trabalhar, ele vai viver somente com a aposentadoria que foi subdimensionada, foi fraudada pelo fator de ajuste fiscal”, lamentou.
Sólon defendeu a mobilização social para acabar com a medida. “Eu fico perplexo sobre como um fator de ajuste fiscal que tem contra si toda a sociedade, todos os estudiosos de Previdência Social, de seguridade, tem quase a unanimidade contrária do Parlamento, permanece assim mesmo imutável. Que força estranha é essa que mantém o fator previdenciário? Os homens e as mulheres de bem deste país precisam reagir”, convocou.
Ele admitiu, porém, que é difícil apenas acabar com a medida sem criar uma alternativa: “A melhor alternativa é aquela onde os princípios constitucionais sejam respeitados. Eu tenho profundo respeito pela Constituição da República Federativa do Brasil. Entendo que a discussão sobre o fator deve levar em conta a discussão dos objetivos fundamentais da República, estampados no Artigo 3º da Constituição, que é construir uma sociedade livre, justa e solidária”.
O presidente da ANFIP ainda propôs uma fórmula para reajuste das aposentadorias acima do salário mínimo. “Estamos estudando essa proposta na ANFIP, e pode ser uma alternativa saudável, que é termos o reajuste vinculado ao crescimento real da arrecadação da Contribuição para a Seguridade Social. Não há nada mais justo, se a arrecadação da Contribuição tem crescimento real, que eu tenha um reajuste vinculado”, sugeriu.
Por fim, Álvaro Sólon cobrou a retirada das desonerações das contas da Previdência e da Seguridade Social. Segundo ele, de 2004 a 2010 foram R$ 100 bilhões em desoneração, conforme a publicação da ANFIP Análise da Seguridade Social em 2010 (leia aqui a íntegra do documento).
O senador Paulo Paim (PT/RS), autor do requerimento para realizar a audiência, exigiu o fim do fator previdenciário. “O maior crime que cometeram neste país contra os trabalhadores do Regime Geral foi inventar o tal de fator previdenciário. É uma maldição que alguém inventou e caiu na mão do trabalhador brasileiro. É algo maldito, famigerado, que arranca metade do salário do trabalhador quando ele vai se aposentar”, disse Paim.
Já o secretário de Políticas de Previdência do Ministério da Previdência Social, Leonardo José Rolim Guimarães, afirmou que, embora pareça tecnicamente correto, o fator previdenciário é perverso para o trabalhador. Segundo ele, o trabalhador vê a chance de aumento da receita com a antecipação da aposentadoria – com redução do benefício – e a manutenção do salário. “É muito difícil escapar dessa armadilha de ter o aumento da renda. Mais na frente, quando perde a capacidade laboral, o trabalhador vai para uma realidade triste, porque vai ter de viver com um benefício que foi reduzido, em média, 30%”, explicou. Rolim disse que o MPS busca alternativas para o fator e que essas mudanças precisam fazer o brasileiro se aposentar um pouco mais tarde. Atualmente, a média de idade da aposentadoria no país é aos 53 anos.
Por sua vez, o senador Cassildo Mandaner (PMDB/SC) enfatizou a importância de garantir remuneração digna aos aposentados, já que contribuíram por anos para a sociedade brasileira. E o deputado Cléber Verde (PRB/MA) reforçou a necessidade de substituir o fator previdenciário: “Concordo com Álvaro, da ANFIP, que é preciso acabar, mas oferecer uma alternativa que convença o governo a aceitar o fim do fator”. Segundo o deputado, uma possibilidade é o seu projeto que regulamenta a desaposentação, permitindo a volta do aposentado ao mercado de trabalho com vantagens e contribuições. Álvaro Sólon também defendeu a proposta de desaposentação.
A audiência pública, que teve transmissão ao vivo pela TV Senado, contou ainda com representantes das centrais sindicais e das entidades de aposentados. (Anfip)
Álvaro Sólon explicou que é preciso entender o contexto histórico de criação do fator. “Não é um fator previdenciário, de previdenciário ele não tem nada; é um fator de ajuste fiscal. Naquela época, enfrentávamos uma reforma previdenciária encaminhada pelo presidente Fernando Henrique. O governo perdeu por um voto na Câmara a idade mínima e construiu o fator previdenciário, que conduzia para uma capitalização, e, o que era pior, com uma idade mínima estipulada por uma portaria do IBGE para a sobrevida”, recordou.
O resultado do fator, constatou o presidente da ANFIP, é desastroso. “Quando chega ao final, quando o trabalhador não tem mais condições de trabalhar, ele vai viver somente com a aposentadoria que foi subdimensionada, foi fraudada pelo fator de ajuste fiscal”, lamentou.
Sólon defendeu a mobilização social para acabar com a medida. “Eu fico perplexo sobre como um fator de ajuste fiscal que tem contra si toda a sociedade, todos os estudiosos de Previdência Social, de seguridade, tem quase a unanimidade contrária do Parlamento, permanece assim mesmo imutável. Que força estranha é essa que mantém o fator previdenciário? Os homens e as mulheres de bem deste país precisam reagir”, convocou.
Ele admitiu, porém, que é difícil apenas acabar com a medida sem criar uma alternativa: “A melhor alternativa é aquela onde os princípios constitucionais sejam respeitados. Eu tenho profundo respeito pela Constituição da República Federativa do Brasil. Entendo que a discussão sobre o fator deve levar em conta a discussão dos objetivos fundamentais da República, estampados no Artigo 3º da Constituição, que é construir uma sociedade livre, justa e solidária”.
O presidente da ANFIP ainda propôs uma fórmula para reajuste das aposentadorias acima do salário mínimo. “Estamos estudando essa proposta na ANFIP, e pode ser uma alternativa saudável, que é termos o reajuste vinculado ao crescimento real da arrecadação da Contribuição para a Seguridade Social. Não há nada mais justo, se a arrecadação da Contribuição tem crescimento real, que eu tenha um reajuste vinculado”, sugeriu.
Por fim, Álvaro Sólon cobrou a retirada das desonerações das contas da Previdência e da Seguridade Social. Segundo ele, de 2004 a 2010 foram R$ 100 bilhões em desoneração, conforme a publicação da ANFIP Análise da Seguridade Social em 2010 (leia aqui a íntegra do documento).
O senador Paulo Paim (PT/RS), autor do requerimento para realizar a audiência, exigiu o fim do fator previdenciário. “O maior crime que cometeram neste país contra os trabalhadores do Regime Geral foi inventar o tal de fator previdenciário. É uma maldição que alguém inventou e caiu na mão do trabalhador brasileiro. É algo maldito, famigerado, que arranca metade do salário do trabalhador quando ele vai se aposentar”, disse Paim.
Já o secretário de Políticas de Previdência do Ministério da Previdência Social, Leonardo José Rolim Guimarães, afirmou que, embora pareça tecnicamente correto, o fator previdenciário é perverso para o trabalhador. Segundo ele, o trabalhador vê a chance de aumento da receita com a antecipação da aposentadoria – com redução do benefício – e a manutenção do salário. “É muito difícil escapar dessa armadilha de ter o aumento da renda. Mais na frente, quando perde a capacidade laboral, o trabalhador vai para uma realidade triste, porque vai ter de viver com um benefício que foi reduzido, em média, 30%”, explicou. Rolim disse que o MPS busca alternativas para o fator e que essas mudanças precisam fazer o brasileiro se aposentar um pouco mais tarde. Atualmente, a média de idade da aposentadoria no país é aos 53 anos.
Por sua vez, o senador Cassildo Mandaner (PMDB/SC) enfatizou a importância de garantir remuneração digna aos aposentados, já que contribuíram por anos para a sociedade brasileira. E o deputado Cléber Verde (PRB/MA) reforçou a necessidade de substituir o fator previdenciário: “Concordo com Álvaro, da ANFIP, que é preciso acabar, mas oferecer uma alternativa que convença o governo a aceitar o fim do fator”. Segundo o deputado, uma possibilidade é o seu projeto que regulamenta a desaposentação, permitindo a volta do aposentado ao mercado de trabalho com vantagens e contribuições. Álvaro Sólon também defendeu a proposta de desaposentação.
A audiência pública, que teve transmissão ao vivo pela TV Senado, contou ainda com representantes das centrais sindicais e das entidades de aposentados. (Anfip)
Fator Previdenciário não cumpriu seu objetivo
Leonardo Rolim diz que fórmula só serve para diminuir valor dos benefícios
Secretário de Políticas de Previdência Social discute alternativas ao fator no Senado Federal
O Fator Previdenciário não cumpriu o objetivo para o qual foi instituído, que era o de fazer com que os trabalhadores se aposentassem mais tarde. Ele só serviu para diminuir o valor dos benefícios. A Observação é do secretário de Políticas de Previdência Social do Ministério da Previdência, Leonardo Rolim, durante audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal, na manhã de ontem.
Rolim lembrou que a Previdência Social urbana vem apresentando superávit, mas que esse desempenho não se manterá no futuro por causa do envelhecimento da população. “Precisamos pensar na sustentabilidade do sistema. Não consideramos o Fator Previdenciário uma política pública boa; ela é ruim para o país e ruim para o trabalhador”, ressaltou o secretário.
O Fator Previdenciário é uma fórmula que, teoricamente, retarda as aposentadorias, uma vez que quanto mais cedo o trabalhador se aposenta, menor é o valor do benefício. Alternativas ao Fator Previdenciário é o tema da audiência. Rolim informou que não há uma proposta fechada do Governo como alternativa ao fator, e é por isso mesmo que é necessário debater o assunto com a sociedade.
No que diz respeito à majoração dos benefícios com valor superior a um salário mínimo, o secretário mostrou que, para cada 1% de aumento real, o impacto das contas previdenciárias é de R$ 1,3 bilhão. Como há uma sugestão de aumento de 6% para o ano que vem, o impacto seria de R$ 8 bilhões. (Renata Brumano - Ascom/MPS)
Secretário de Políticas de Previdência Social discute alternativas ao fator no Senado Federal
O Fator Previdenciário não cumpriu o objetivo para o qual foi instituído, que era o de fazer com que os trabalhadores se aposentassem mais tarde. Ele só serviu para diminuir o valor dos benefícios. A Observação é do secretário de Políticas de Previdência Social do Ministério da Previdência, Leonardo Rolim, durante audiência pública na Comissão de Assuntos Sociais do Senado Federal, na manhã de ontem.
Rolim lembrou que a Previdência Social urbana vem apresentando superávit, mas que esse desempenho não se manterá no futuro por causa do envelhecimento da população. “Precisamos pensar na sustentabilidade do sistema. Não consideramos o Fator Previdenciário uma política pública boa; ela é ruim para o país e ruim para o trabalhador”, ressaltou o secretário.
O Fator Previdenciário é uma fórmula que, teoricamente, retarda as aposentadorias, uma vez que quanto mais cedo o trabalhador se aposenta, menor é o valor do benefício. Alternativas ao Fator Previdenciário é o tema da audiência. Rolim informou que não há uma proposta fechada do Governo como alternativa ao fator, e é por isso mesmo que é necessário debater o assunto com a sociedade.
No que diz respeito à majoração dos benefícios com valor superior a um salário mínimo, o secretário mostrou que, para cada 1% de aumento real, o impacto das contas previdenciárias é de R$ 1,3 bilhão. Como há uma sugestão de aumento de 6% para o ano que vem, o impacto seria de R$ 8 bilhões. (Renata Brumano - Ascom/MPS)
STJ nega benefício a aposentados
Os fundos de pensão de empresas e bancos não devem pagar auxílio-alimentação para os aposentados. Essa decisão foi tomada pelo Superior Tribunal de Justiça (STJ), no dia 23, e vai evitar um gasto de R$ 10 bilhões pelos fundos. O julgamento marcou uma alteração no entendimento do próprio STJ. Em 1999, o tribunal decidiu que o auxílio-alimentação deveria ser pago aos aposentados. Aquela decisão fixou a posição do tribunal a favor da concessão de tratamento igualitário para funcionários ativos e inativos. Desde então, os fundos vinham perdendo praticamente todas as ações que tratavam do assunto. Essa situação perdurou até a semana passada, quando os ministros da 2ª Seção se reuniram para julgar um recurso envolvendo a Fundação Banrisul de Seguridade Social e aposentados daquele banco. No julgamento os ministros concluíram, por unanimidade, que os fundos não precisam mais pagar auxílio-alimentação aos inativos. Segundo a ministra Maria Isabel Gallotti, relatora do processo, é preciso que haja a previsão de custeio para que os planos de previdência privada sejam obrigados a pagar o benefício. Ou seja, é necessária uma previsão prévia nos contratos dos planos dos fundos. O voto de Gallotti foi seguido por oito ministros da 2ª Seção. Como a maioria dos planos de previdência privada não prevê esse pagamento em seus contratos, os fundos ficaram liberados de fazê-lo. Com a decisão, a orientação do STJ mudou drasticamente. Após 12 anos, o tribunal reviu a sua jurisprudência. A nova orientação deverá valer para todos os casos semelhantes em tramitação na Justiça. "A decisão do STJ vai repercutir para todo o Judiciário, pois foi tomada, por unanimidade, pela 2ª Seção, que reúne todos os ministros das turmas de direito privado do tribunal", afirmou Adacir Reis, advogado da Fundação Banrisul, sócio do escritório Reis, Tôrres e Florêncio. Para a advogada Lara Correa Sabino Bresciani, que também atuou no caso, a decisão do STJ poderá influenciar outras discussões relacionadas aos contratos de previdência complementar, como o debate em torno do redutor etário - um benefício concedido para quem antecipa a aposentadoria. "É o tribunal que interpreta e unifica a legislação federal", justificou a advogada. O impacto de R$ 10 bilhões está em estimativa feita pela Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar (Abrapp) nos autos do processo. A entidade informou, em memorial enviado aos ministros do STJ, que, se o auxílio-alimentação pago aos funcionários ativos for estendido aos inativos, o custo seria tão alto que causaria impacto capaz de aumentar o valor das contribuições pagas pelos atuais participantes dos planos de previdência. "Os planos de previdência vão apresentar desequilíbrios, cujo potencial de perdas é de aproximadamente R$ 10 bilhões", alertou a Abrapp. O valor foi calculado, segundo a entidade, com base nas ações em tramitação na Justiça. Segundo a associação, o pagamento do auxílio-alimentação aos aposentados acabaria por "penalizar, com majoração de contribuições ou redução de benefícios, os atuais participantes, bem como os próprios assistidos dos planos de previdência complementar". "Não há como pagar benefícios sem a prévia capitalização", concluiu a Abrapp. O advogado que representa o grupo de aposentados no processo não foi localizado pela reportagem. (Juliano Basile - Valor Online)
terça-feira, 29 de novembro de 2011
Contraf-CUT promove encontro de dirigentes sindicais do Itaú
Evento ocorre nos dias 13 e 15 de dezembro, em Nazaré Paulista
A Contraf-CUT realiza entre os dias 13 e 15 de dezembro o Encontro Nacional dos Dirigentes Sindicais do Itaú Unibanco, em Nazaré Paulista (SP). Entre os objetivos do encontro está a definição dos itens que comporão a Minuta Específica de Reivindicações a ser apresentada ao Itaú. São esperados 130 dirigentes sindicais.
"Vamos construir uma pauta amplamente discutida e qualificada, que possibilite a imediata retomada das negociações com o banco", afirma Jair Alves, um dos coordenadores da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú Unibanco, que assessora a Contraf-CUT nas negociações com o banco.
De acordo com o dirigente sindical, a política de alta rotatividade do banco estará no centro dos debates. "Enquanto bate recordes de lucro entre os bancos brasileiros, atingindo R$ 10,9 bilhões até setembro deste ano, o Itaú cortou 2.496 empregos no mesmo período. As demissões são inadmissíveis em um cenário de lucros crescentes. Sem contar que os desligamentos continuam e o banco sequer tem dado a chance de os demitidos procurarem uma vaga por meio do centro de realocação", salienta Jair.
Outro objetivo do encontro é definir um plano de lutas dos trabalhadores do Itaú para até julho de 2012. "Vamos estabelecer um plano de ação e mobilização conjunta para todo o Brasil", adianta o dirigente da Contraf-CUT.
Na pauta do encontro estarão temas como remuneração e emprego, análise de conjuntura, saúde do trabalhador, metas abusivas e assédio moral.
Haverá ainda trabalhos em grupo compostos por quatro eixos: Saúde e condições de trabalho; Remuneração e emprego; previdência complementar; plano de saúde. "O objetivo é definir e qualificar grupos de discussão sobre os diversos temas que fazem parte da luta dos trabalhadores do Itaú", ressalta Jair.
A Contraf-CUT orienta que as federações organizem fóruns preparatórios ao encontro.
Maior lucro da história
O Itaú lucrou R$ 10,949 bilhões de janeiro a setembro deste ano, o que representa um crescimento de 15,97% em relação ao resultado do ano passado, que foi R$ 9,433 bilhões. Trata-se do maior lucro para o período na história dos bancos brasileiros.
*Contraf-CUT
Fonte: Fetrafi-RS
A Contraf-CUT realiza entre os dias 13 e 15 de dezembro o Encontro Nacional dos Dirigentes Sindicais do Itaú Unibanco, em Nazaré Paulista (SP). Entre os objetivos do encontro está a definição dos itens que comporão a Minuta Específica de Reivindicações a ser apresentada ao Itaú. São esperados 130 dirigentes sindicais.
"Vamos construir uma pauta amplamente discutida e qualificada, que possibilite a imediata retomada das negociações com o banco", afirma Jair Alves, um dos coordenadores da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú Unibanco, que assessora a Contraf-CUT nas negociações com o banco.
De acordo com o dirigente sindical, a política de alta rotatividade do banco estará no centro dos debates. "Enquanto bate recordes de lucro entre os bancos brasileiros, atingindo R$ 10,9 bilhões até setembro deste ano, o Itaú cortou 2.496 empregos no mesmo período. As demissões são inadmissíveis em um cenário de lucros crescentes. Sem contar que os desligamentos continuam e o banco sequer tem dado a chance de os demitidos procurarem uma vaga por meio do centro de realocação", salienta Jair.
Outro objetivo do encontro é definir um plano de lutas dos trabalhadores do Itaú para até julho de 2012. "Vamos estabelecer um plano de ação e mobilização conjunta para todo o Brasil", adianta o dirigente da Contraf-CUT.
Na pauta do encontro estarão temas como remuneração e emprego, análise de conjuntura, saúde do trabalhador, metas abusivas e assédio moral.
Haverá ainda trabalhos em grupo compostos por quatro eixos: Saúde e condições de trabalho; Remuneração e emprego; previdência complementar; plano de saúde. "O objetivo é definir e qualificar grupos de discussão sobre os diversos temas que fazem parte da luta dos trabalhadores do Itaú", ressalta Jair.
A Contraf-CUT orienta que as federações organizem fóruns preparatórios ao encontro.
Maior lucro da história
O Itaú lucrou R$ 10,949 bilhões de janeiro a setembro deste ano, o que representa um crescimento de 15,97% em relação ao resultado do ano passado, que foi R$ 9,433 bilhões. Trata-se do maior lucro para o período na história dos bancos brasileiros.
*Contraf-CUT
Fonte: Fetrafi-RS
Péssimas condições de trabalho levam bancários a paralisar agências do Itaú
Paralisação integrou Jornada Internacional de Lutas
As agências do Itaú Unibanco localizadas no Centro de Porto Alegre permaneceram fechadas até o meio-dia nesta quinta, dia 24. A manifestação integra a Jornada Internacional de Lutas e exige emprego decente.
Na quarta, o SindBancários já havia atrasado o início de expediente das agências do Santander, e na segunda, da agência Lupicínio Rodrigues. Em todos os atos, o Sindicato denunciou as péssimas condições de trabalho oferecidas pelos bancos, ocasionadas principalmente por causa da pressão por metas inatingíveis, assédio moral, falta de funcionários, demissões e rotatividade.
O Itaú Unibanco, nos nove primeiros meses do ano, cortou 2.496 empregos, fazendo piorar ainda mais os problemas com falta de funcionários. Para suprir a demanda dos clientes, muitos trabalhadores são desviados de suas funções e estão quase todos estressados, diante da pressão pelo cumprimento de metas inatingíveis. É uma realidade que não condiz com o lucro de R$ 10,940 bilhões que a instituição contabilizou de janeiro a setembro deste ano, o maior para o período na história dos bancos brasileiros.
*Imprensa SindBancários
FONTE: Fetrafi-RS
As agências do Itaú Unibanco localizadas no Centro de Porto Alegre permaneceram fechadas até o meio-dia nesta quinta, dia 24. A manifestação integra a Jornada Internacional de Lutas e exige emprego decente.
Na quarta, o SindBancários já havia atrasado o início de expediente das agências do Santander, e na segunda, da agência Lupicínio Rodrigues. Em todos os atos, o Sindicato denunciou as péssimas condições de trabalho oferecidas pelos bancos, ocasionadas principalmente por causa da pressão por metas inatingíveis, assédio moral, falta de funcionários, demissões e rotatividade.
O Itaú Unibanco, nos nove primeiros meses do ano, cortou 2.496 empregos, fazendo piorar ainda mais os problemas com falta de funcionários. Para suprir a demanda dos clientes, muitos trabalhadores são desviados de suas funções e estão quase todos estressados, diante da pressão pelo cumprimento de metas inatingíveis. É uma realidade que não condiz com o lucro de R$ 10,940 bilhões que a instituição contabilizou de janeiro a setembro deste ano, o maior para o período na história dos bancos brasileiros.
*Imprensa SindBancários
FONTE: Fetrafi-RS
segunda-feira, 21 de novembro de 2011
Lucro da Caixa dispara, cresce 47,6% e atinge R$ 3,6 bilhões até setembro
Entre julho a setembro o banco embolsou R$ 1,3 bilhão
O lucro da Caixa Econômica Federal disparou no terceiro trimestre deste ano, aumentando 72,5% em comparação ao mesmo período de 2010. Entre julho a setembro o banco embolsou R$ 1,3 bilhão. Nos nove primeiros meses de 2011, o resultado acumulado subiu para R$ 3,6 bilhões, alta de 47,6% em relação aos primeiros nove meses do ano passado.
O crescimento foi puxado sobretudo pelas concessões de crédito, que subiram mais que o dobro da média do mercado. Merecem destaque os empréstimos imobiliários.
O saldo de empregos também aumentou, com a geração de 1.990 postos de trabalho. Em dezembro de 2010, a Caixa tinha 83.185 empregados, passando em setembro para 85.175.
"Esse lucro gigantesco é resultado do empenho e dedicação dos empregados, apesar das condições inadequadas de trabalho, bem como reflete a importância dos programas sociais, como o crédito imobiliário que garante casa própria para milhões de brasileiros", afirma Plínio Pavão, empregado da Caixa e secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT.
"Os números mostram também que foi correta a luta dos empregados na Campanha Nacional dos Bancários pela manutenção da PLR social, que garante a distribuição linear de 4% do lucro líquido entre todos os trabalhadores", salienta o dirigente sindical.
Plínio também considera importante a geração de 1.990 empregos até setembro, mas ainda insuficiente diante da sobrecarga de trabalho e das filas intermináveis nas unidades da Caixa. "Esperamos avançar com as 5 mil contratações até o final de 2012 que também conquistamos com unidade, mobilização e capacidade de negociação para melhorar as condições de trabalho e a qualidade de atendimento aos clientes e à população", reforça.
Mais crédito
A carteira de empréstimos e financiamentos do banco público encerrou setembro com saldo de R$ 227 bilhões, evolução de 39,5% em 12 meses. O crescimento foi superior à média do sistema financeiro, cuja carteira se expandiu 19,6% no mesmo período, de acordo com dados do Banco Central.
O grande destaque foram novamente os empréstimos habitacionais, responsáveis por mais da metade da carteira total da Caixa, que subiram 44,2% sobre o terceiro trimestre de 2010, para R$ 141,2 bilhões. Entre janeiro e setembro houve cerca de 776 mil operações dessa modalidade
Já o crédito para empresas avançou 39,3%, a R$ 38,3 bilhões, enquanto os financiamentos para consumo atingiram R$ 33,2 bilhões, um incremento de 26%.
Os financiamentos com recursos das cadernetas de poupança alcançaram R$ 73,4 bilhões e, nas linhas que utilizam recursos do FGTS, a instituição somou R$ 67,6 bilhões, crescimento de 43,9% e 45%, respectivamente.
"Foi o crescimento do crédito com qualidade que permitiu à Caixa alcançar esses resultados", disse o presidente da Caixa, Jorge Hereda.
O índice de inadimplência da carteira, medido pelo saldo de operações vencidas com mais de 90 dias, ficou em 2% e se manteve estável ao trimestre anterior.
Outros números
A ampliação da base de clientes também favoreceu o resultado ao aumentar as receitas de prestação de serviços. A Caixa faturou R$ 3,2 bilhões com serviços no trimestre, um acréscimo de 18% em relação ao mesmo período do ano passado.
O número de contas de micro e pequenas empresas ultrapassou 1 milhão. O número total de clientes atingiu 56,4 milhões, crescendo 8,5%.
Já o retorno sobre o patrimônio líquido médio alcançou 31,7 %. No final do terceiro trimestre, os ativos totais da Caixa somavam R$ 507 bilhões.
*Contraf-CUT com Folha.com
FONTE: Fetrafi-RS
O lucro da Caixa Econômica Federal disparou no terceiro trimestre deste ano, aumentando 72,5% em comparação ao mesmo período de 2010. Entre julho a setembro o banco embolsou R$ 1,3 bilhão. Nos nove primeiros meses de 2011, o resultado acumulado subiu para R$ 3,6 bilhões, alta de 47,6% em relação aos primeiros nove meses do ano passado.
O crescimento foi puxado sobretudo pelas concessões de crédito, que subiram mais que o dobro da média do mercado. Merecem destaque os empréstimos imobiliários.
O saldo de empregos também aumentou, com a geração de 1.990 postos de trabalho. Em dezembro de 2010, a Caixa tinha 83.185 empregados, passando em setembro para 85.175.
"Esse lucro gigantesco é resultado do empenho e dedicação dos empregados, apesar das condições inadequadas de trabalho, bem como reflete a importância dos programas sociais, como o crédito imobiliário que garante casa própria para milhões de brasileiros", afirma Plínio Pavão, empregado da Caixa e secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT.
"Os números mostram também que foi correta a luta dos empregados na Campanha Nacional dos Bancários pela manutenção da PLR social, que garante a distribuição linear de 4% do lucro líquido entre todos os trabalhadores", salienta o dirigente sindical.
Plínio também considera importante a geração de 1.990 empregos até setembro, mas ainda insuficiente diante da sobrecarga de trabalho e das filas intermináveis nas unidades da Caixa. "Esperamos avançar com as 5 mil contratações até o final de 2012 que também conquistamos com unidade, mobilização e capacidade de negociação para melhorar as condições de trabalho e a qualidade de atendimento aos clientes e à população", reforça.
Mais crédito
A carteira de empréstimos e financiamentos do banco público encerrou setembro com saldo de R$ 227 bilhões, evolução de 39,5% em 12 meses. O crescimento foi superior à média do sistema financeiro, cuja carteira se expandiu 19,6% no mesmo período, de acordo com dados do Banco Central.
O grande destaque foram novamente os empréstimos habitacionais, responsáveis por mais da metade da carteira total da Caixa, que subiram 44,2% sobre o terceiro trimestre de 2010, para R$ 141,2 bilhões. Entre janeiro e setembro houve cerca de 776 mil operações dessa modalidade
Já o crédito para empresas avançou 39,3%, a R$ 38,3 bilhões, enquanto os financiamentos para consumo atingiram R$ 33,2 bilhões, um incremento de 26%.
Os financiamentos com recursos das cadernetas de poupança alcançaram R$ 73,4 bilhões e, nas linhas que utilizam recursos do FGTS, a instituição somou R$ 67,6 bilhões, crescimento de 43,9% e 45%, respectivamente.
"Foi o crescimento do crédito com qualidade que permitiu à Caixa alcançar esses resultados", disse o presidente da Caixa, Jorge Hereda.
O índice de inadimplência da carteira, medido pelo saldo de operações vencidas com mais de 90 dias, ficou em 2% e se manteve estável ao trimestre anterior.
Outros números
A ampliação da base de clientes também favoreceu o resultado ao aumentar as receitas de prestação de serviços. A Caixa faturou R$ 3,2 bilhões com serviços no trimestre, um acréscimo de 18% em relação ao mesmo período do ano passado.
O número de contas de micro e pequenas empresas ultrapassou 1 milhão. O número total de clientes atingiu 56,4 milhões, crescendo 8,5%.
Já o retorno sobre o patrimônio líquido médio alcançou 31,7 %. No final do terceiro trimestre, os ativos totais da Caixa somavam R$ 507 bilhões.
*Contraf-CUT com Folha.com
FONTE: Fetrafi-RS
Empregados já se beneficiam das melhorias no plano Saúde Caixa
Já está valendo o autoatendimento no pedido de reembolso
O movimento dos empregados da Caixa Econômica Federal arrancou diversas conquistas na Campanha Nacional dos Bancários 2011 e nas mesas de negociações permanentes, entre eles as melhorias no plano Saúde Caixa. O empregado da Caixa, por exemplo, já pode pedir um reembolso "livre escolha" no valor de até R$ 36,00 (o valor anterior era de R$ 21,70), em procedimentos de consultas médicas/fisioterápicas eletivas.
Também já está valendo o autoatendimento no pedido de reembolso por "livre escolha", bastando enviar o documento por imagem para Cepes e preenchimento de dados específicos em formulário simples no próprio AutoSC.
Também já está disponível para o empregado da Caixa um sistema centralizado para consulta pelas Gipes, quando da necessidade de aquisição de próteses/órteses e materiais especiais a serem utilizados pelo beneficiário titular e seus dependentes diretos, reduzindo custos para o plano de saúde.
Outros procedimentos que já podem ser feitos pelo Saúde Caixa são a cirurgia refrativa (miopia, astigmatismo e hipermetropia), o teste do reflexo vermelho (teste do "olhinho vermelho" para aplicação em recém-nascidos), a cobertura integral para aquisição e implantação de Dispositivo Intrauterino (DIU) - hormonal e não hormonal e diversos procedimentos por videolaparoscopia. Para conhecer outros procedimentos, o empregado deverá consultar as Gerências de Filial de Pessoal (Gipes).
Após cada utilização de procedimento eletivo e/ou atendimento de urgência/pronto atendimento pelo beneficiário titular ou seus dependentes diretos até 12 anos de idade, será enviado CaixaMail ao titular para manifestação. São dez questões para resposta e envio pelo próprio CaixaMail. A sistemática foi implantada como piloto nos estados do Mato Grosso do Sul, Piauí e Maranhão, mas já expandido para todo o país e funcionando normalmente.
A próxima reunião do Saúde Caixa está prevista para dezembro. O movimento dos empregados vai continuar pressionando por melhorias no atendimento à saúde dos empregados.
*Contraf-CUT com Fenae
FONTE: Fetrafi-RS
O movimento dos empregados da Caixa Econômica Federal arrancou diversas conquistas na Campanha Nacional dos Bancários 2011 e nas mesas de negociações permanentes, entre eles as melhorias no plano Saúde Caixa. O empregado da Caixa, por exemplo, já pode pedir um reembolso "livre escolha" no valor de até R$ 36,00 (o valor anterior era de R$ 21,70), em procedimentos de consultas médicas/fisioterápicas eletivas.
Também já está valendo o autoatendimento no pedido de reembolso por "livre escolha", bastando enviar o documento por imagem para Cepes e preenchimento de dados específicos em formulário simples no próprio AutoSC.
Também já está disponível para o empregado da Caixa um sistema centralizado para consulta pelas Gipes, quando da necessidade de aquisição de próteses/órteses e materiais especiais a serem utilizados pelo beneficiário titular e seus dependentes diretos, reduzindo custos para o plano de saúde.
Outros procedimentos que já podem ser feitos pelo Saúde Caixa são a cirurgia refrativa (miopia, astigmatismo e hipermetropia), o teste do reflexo vermelho (teste do "olhinho vermelho" para aplicação em recém-nascidos), a cobertura integral para aquisição e implantação de Dispositivo Intrauterino (DIU) - hormonal e não hormonal e diversos procedimentos por videolaparoscopia. Para conhecer outros procedimentos, o empregado deverá consultar as Gerências de Filial de Pessoal (Gipes).
Após cada utilização de procedimento eletivo e/ou atendimento de urgência/pronto atendimento pelo beneficiário titular ou seus dependentes diretos até 12 anos de idade, será enviado CaixaMail ao titular para manifestação. São dez questões para resposta e envio pelo próprio CaixaMail. A sistemática foi implantada como piloto nos estados do Mato Grosso do Sul, Piauí e Maranhão, mas já expandido para todo o país e funcionando normalmente.
A próxima reunião do Saúde Caixa está prevista para dezembro. O movimento dos empregados vai continuar pressionando por melhorias no atendimento à saúde dos empregados.
*Contraf-CUT com Fenae
FONTE: Fetrafi-RS
Bancários cobram negociações com Santander para acordo aditivo e PPRS
Participaram diretores da Contraf-CUT, sindicatos, federações e Afubesp
Os bancários cobraram negociações com o Santander para a renovação com avanços do acordo aditivo à convenção coletiva de trabalho e do acordo do Programa de Participação nos Resultados Santander (PPRS), além dos termos de compromisso do Banesprev e Cabesp. A cobrança ocorreu nesta quinta-feira, dia 17, durante reunião ampliada da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, realizada no Auditório Amarelo do Sindicato dos Bancários de São Paulo. Participaram diretores da Contraf-CUT, sindicatos, federações e Afubesp. A Fetrafi-RS e os bancários gaúchos foram representados pelo diretor do Sindicato dos Bancários do Litoral Norte, Bino Kohler.
Os representantes dos trabalhadores decidiram aumentar a pressão sobre o banco espanhol, a fim de abrir o diálogo sobre a pauta específica de reivindicações, entregue no dia 30 de agosto. "O Santander havia dito que iria negociar logo depois do fechamento da Campanha Nacional dos Bancários. Mas, após quase um mês da assinatura da convenção coletiva com a Fenaban, que aconteceu no dia 21 de outubro, o banco permanece em silêncio, frustrando a expectativa dos funcionários", afirma o secretário de imprensa da Contraf-CUT, Ademir Wiederkehr.
Duas cartas já foram remetidas pelas entidades sindicais ao banco (21 de outubro e 8 de novembro), mas nenhuma rodada ainda foi marcada. Foi definido o envio de nova correspondência, cobrando a promessa do banco.
"A ausência de diálogo é um profundo desrespeito com os trabalhadores, os maiores responsáveis pelo lucro estrondoso de R$ 5,9 bilhões, obtido até setembro no Brasil, o que significa 25% do ganho mundial do grupo espanhol", destaca o coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, Marcelo Sá.
Mobilização por avanços
Além da manutenção das conquistas, como o auxílio-educação, a ampliação da licença-amamentação e o intervalo de 15 minutos dentro da jornada de seis horas, os bancários querem avanços nas negociações. "Com os lucros crescentes no Brasil, os trabalhadores merecem valorização, com a inclusão de novas cláusulas no aditivo", salienta a diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Rita Berlofa.
Os trabalhadores reivindicam garantia de emprego, cinco ausências abonadas por ano, adiantamento de um salário nas férias com pagamento em dez vezes sem juros e eleições democráticas para representantes dos participantes no SantanderPrevi e Sanprev, dentre outros itens.
Outra proposta dos bancários é o aumento do PPRS. No ano passado, o banco pagou R$ 1.350. "Esse valor é insuficiente diante da isenção tributária que o banco obtém pela negociação com as entidades sindicais, o que respalda os programas próprios de renda variável, conforme estabelece a lei federal nº 10.101", ressalta o diretor da Feeb RJ-ES, Paulo Garcez.
Jornada continental de lutas
A cobrança de negociações será também uma das principais bandeiras no Brasil da jornada continental de lutas dos trabalhadores do Santander, que a UNI Américas Finanças promove de 21 a 27 de novembro na América Latina, que participa com 45% do lucro do banco em todo mundo.
"Vamos cobrar respeito do Santander, com a geração de empregos, melhores condições de trabalho e o fim das práticas antissindicais. Os bancários daqui não podem continuar sendo tratados como se fossem de segunda classe", enfatiza Marcelo Sá.
"Também vamos defender que o banco abra negociações com a UNI Américas Finanças para firmar um acordo marco global, a fim de garantir direitos básicos aos trabalhadores em todos os países onde o Santander atua, como direito à sindicalização e negociação coletiva", frisa Ademir.
Os bancários também apoiam a proposta dos sindicalistas no Comitê de Empresa Europeu do Santander pela criação de uma coordenadora mundial para negociar com o banco e querem assinar igualmente a declaração conjunta de venda responsável de produtos.
Assembleia do Banesprev
Os dirigentes sindicais reforçaram a importância da assembleia dos participantes do Plano II do Banesprev, que será realizada no próximo dia 26, em São Paulo. "É fundamental o comparecimento de todos os banespianos que são do Plano II, ou o envio de procurações até o dia 21 para a Afubesp", aponta o secretário-geral da Afubesp, Walter Oliveira.
Uma denúncia foi protocolada pelas entidades sindicais, Afubesp e Anapar, no último dia 8, na Previc, em Brasília, contra o Banesprev referente à falta de aporte do chamado serviço passado devido pelo Santander ao Plano II. A representação foi recebida pelo superintendente da Previc, José Maria Rabelo, que prometeu analisar a farta documentação.
Eleições da Cabesp
Ao final da reunião, foi feito um chamado aos associados da Cabesp para que não deixem de postar o seu voto até o dia 21. As entidades sindicais e a Afubesp apoiam a chapa Mãos dadas pela Cabesp, integrada por Mario Raia para diretor administrativo e Wagner Cabanal para diretor financeiro. Carmen Meireles e Marcelino concorrem ao Conselho Fiscal, porém o associado deve votar somente em um nome.
*Contraf-CUT
Os bancários cobraram negociações com o Santander para a renovação com avanços do acordo aditivo à convenção coletiva de trabalho e do acordo do Programa de Participação nos Resultados Santander (PPRS), além dos termos de compromisso do Banesprev e Cabesp. A cobrança ocorreu nesta quinta-feira, dia 17, durante reunião ampliada da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, realizada no Auditório Amarelo do Sindicato dos Bancários de São Paulo. Participaram diretores da Contraf-CUT, sindicatos, federações e Afubesp. A Fetrafi-RS e os bancários gaúchos foram representados pelo diretor do Sindicato dos Bancários do Litoral Norte, Bino Kohler.
Os representantes dos trabalhadores decidiram aumentar a pressão sobre o banco espanhol, a fim de abrir o diálogo sobre a pauta específica de reivindicações, entregue no dia 30 de agosto. "O Santander havia dito que iria negociar logo depois do fechamento da Campanha Nacional dos Bancários. Mas, após quase um mês da assinatura da convenção coletiva com a Fenaban, que aconteceu no dia 21 de outubro, o banco permanece em silêncio, frustrando a expectativa dos funcionários", afirma o secretário de imprensa da Contraf-CUT, Ademir Wiederkehr.
Duas cartas já foram remetidas pelas entidades sindicais ao banco (21 de outubro e 8 de novembro), mas nenhuma rodada ainda foi marcada. Foi definido o envio de nova correspondência, cobrando a promessa do banco.
"A ausência de diálogo é um profundo desrespeito com os trabalhadores, os maiores responsáveis pelo lucro estrondoso de R$ 5,9 bilhões, obtido até setembro no Brasil, o que significa 25% do ganho mundial do grupo espanhol", destaca o coordenador da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Santander, Marcelo Sá.
Mobilização por avanços
Além da manutenção das conquistas, como o auxílio-educação, a ampliação da licença-amamentação e o intervalo de 15 minutos dentro da jornada de seis horas, os bancários querem avanços nas negociações. "Com os lucros crescentes no Brasil, os trabalhadores merecem valorização, com a inclusão de novas cláusulas no aditivo", salienta a diretora do Sindicato dos Bancários de São Paulo, Rita Berlofa.
Os trabalhadores reivindicam garantia de emprego, cinco ausências abonadas por ano, adiantamento de um salário nas férias com pagamento em dez vezes sem juros e eleições democráticas para representantes dos participantes no SantanderPrevi e Sanprev, dentre outros itens.
Outra proposta dos bancários é o aumento do PPRS. No ano passado, o banco pagou R$ 1.350. "Esse valor é insuficiente diante da isenção tributária que o banco obtém pela negociação com as entidades sindicais, o que respalda os programas próprios de renda variável, conforme estabelece a lei federal nº 10.101", ressalta o diretor da Feeb RJ-ES, Paulo Garcez.
Jornada continental de lutas
A cobrança de negociações será também uma das principais bandeiras no Brasil da jornada continental de lutas dos trabalhadores do Santander, que a UNI Américas Finanças promove de 21 a 27 de novembro na América Latina, que participa com 45% do lucro do banco em todo mundo.
"Vamos cobrar respeito do Santander, com a geração de empregos, melhores condições de trabalho e o fim das práticas antissindicais. Os bancários daqui não podem continuar sendo tratados como se fossem de segunda classe", enfatiza Marcelo Sá.
"Também vamos defender que o banco abra negociações com a UNI Américas Finanças para firmar um acordo marco global, a fim de garantir direitos básicos aos trabalhadores em todos os países onde o Santander atua, como direito à sindicalização e negociação coletiva", frisa Ademir.
Os bancários também apoiam a proposta dos sindicalistas no Comitê de Empresa Europeu do Santander pela criação de uma coordenadora mundial para negociar com o banco e querem assinar igualmente a declaração conjunta de venda responsável de produtos.
Assembleia do Banesprev
Os dirigentes sindicais reforçaram a importância da assembleia dos participantes do Plano II do Banesprev, que será realizada no próximo dia 26, em São Paulo. "É fundamental o comparecimento de todos os banespianos que são do Plano II, ou o envio de procurações até o dia 21 para a Afubesp", aponta o secretário-geral da Afubesp, Walter Oliveira.
Uma denúncia foi protocolada pelas entidades sindicais, Afubesp e Anapar, no último dia 8, na Previc, em Brasília, contra o Banesprev referente à falta de aporte do chamado serviço passado devido pelo Santander ao Plano II. A representação foi recebida pelo superintendente da Previc, José Maria Rabelo, que prometeu analisar a farta documentação.
Eleições da Cabesp
Ao final da reunião, foi feito um chamado aos associados da Cabesp para que não deixem de postar o seu voto até o dia 21. As entidades sindicais e a Afubesp apoiam a chapa Mãos dadas pela Cabesp, integrada por Mario Raia para diretor administrativo e Wagner Cabanal para diretor financeiro. Carmen Meireles e Marcelino concorrem ao Conselho Fiscal, porém o associado deve votar somente em um nome.
*Contraf-CUT
Fetrafi-RS reúne dirigentes sindicais do Itaú na próxima terça
Reunião vai pautar demandas dos funcionários gaúchos
Fetrafi-RS reúne o Coletivo Estadual de Dirigentes Sindicais do Itaú Unibanco no dia 22 de novembro, próxima terça-feira, às 14h, na sede da entidade. A reunião irá discutir questões específicas dos funcionários do banco no Rio Grande do Sul.
Segundo o representante na Comissão de organização dos Empregados do Itaú, Carlos Henrique Niederauer, durante a reunião também será debatido o planejamento para 2012, além da participação dos gaúchos no Encontro Nacional de Funcionários do Itaú Unibanco, que ocorre nos dias 13 e 14 de dezembro, em São Paulo.
Redes Sindicais de Bancos Internacionais
As Redes do Santander, BBVA, HSBC e Itaú se reunirão numa programação única, composta pelos participantes das estruturas organizadas pela UNI Américas Finanças e pelo Comitê de Finanças da CCSCS, no período de 5 a 7 de dezembro, em Santiago, no Chile. O encontro dará continuidade à organização dos trabalhadores desses bancos na América, visando unificar lutas e abrir negociações visando construir acordos marcos globais.
*Imprensa Fetrafi-RS
Fetrafi-RS reúne o Coletivo Estadual de Dirigentes Sindicais do Itaú Unibanco no dia 22 de novembro, próxima terça-feira, às 14h, na sede da entidade. A reunião irá discutir questões específicas dos funcionários do banco no Rio Grande do Sul.
Segundo o representante na Comissão de organização dos Empregados do Itaú, Carlos Henrique Niederauer, durante a reunião também será debatido o planejamento para 2012, além da participação dos gaúchos no Encontro Nacional de Funcionários do Itaú Unibanco, que ocorre nos dias 13 e 14 de dezembro, em São Paulo.
Redes Sindicais de Bancos Internacionais
As Redes do Santander, BBVA, HSBC e Itaú se reunirão numa programação única, composta pelos participantes das estruturas organizadas pela UNI Américas Finanças e pelo Comitê de Finanças da CCSCS, no período de 5 a 7 de dezembro, em Santiago, no Chile. O encontro dará continuidade à organização dos trabalhadores desses bancos na América, visando unificar lutas e abrir negociações visando construir acordos marcos globais.
*Imprensa Fetrafi-RS
Sindicatos e BB retomam na próxima quarta debates das mesas temáticas
Jornada de seis horas está entre principais reivindicações
A Contraf-CUT, federações e sindicatos se reúnem na próxima quarta-feira (23) com o Banco do Brasil para iniciar os debates das mesas temáticas, em cumprimento ao previsto no acordo coletivo 2011/2012 (parágrafo segundo da cláusula 48ª do ACT/Contraf e da 54ª do ACT/Contec, que tratam da negociação permanente e solução de divergências).
A direção do BB confirmou a reabertura das discussões com a representação dos trabalhadores em correspondência encaminhada à Contraf-CUT nesta quinta-feira (17). Com o encontro confirmado, a Comissão de Empresa dos Funcionários, reunida nesta quinta na sede da Contraf-CUT, em Brasília, decidiu que vai propor na primeira reunião um calendário de debates, sendo que a representação do banco deverá se manifestar sobre a proposição na ocasião. A ideia é que as discussões sejam encerradas até meados de março de 2012, antes do início dos encontros e congressos de preparação da Campanha Nacional dos Bancários.
A proposta também inclui focar na primeira reunião a jornada de 6 horas, uma das principais reivindicações do funcionalismo.
“Esperamos que as discussões destas mesas temáticas possam contribuir para que as negociações avancem, gerando soluções que há muito são esperadas pelo funcionalismo", destaca o diretor da Fetrafi-RS e representante na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Ronaldo Zeni.
Veja o calendário que será apresentado pelos representantes dos bancários para as discussões:
• 23/11 e 05/12 – Jornada de trabalho
• 06/12 - Saúde e previdência de funcionários egressos de bancos incorporados
• 20/12 - Negociação permanente
• 16/01/2012, 09/02 e 05/03 - Plano de carreira
• 17/01, 10/02 e 06/03 - Saúde e previdência de funcionários egressos de bancos incorporados
FONTE:
*Seeb Brasília com edição da Fetrafi-RS
A Contraf-CUT, federações e sindicatos se reúnem na próxima quarta-feira (23) com o Banco do Brasil para iniciar os debates das mesas temáticas, em cumprimento ao previsto no acordo coletivo 2011/2012 (parágrafo segundo da cláusula 48ª do ACT/Contraf e da 54ª do ACT/Contec, que tratam da negociação permanente e solução de divergências).
A direção do BB confirmou a reabertura das discussões com a representação dos trabalhadores em correspondência encaminhada à Contraf-CUT nesta quinta-feira (17). Com o encontro confirmado, a Comissão de Empresa dos Funcionários, reunida nesta quinta na sede da Contraf-CUT, em Brasília, decidiu que vai propor na primeira reunião um calendário de debates, sendo que a representação do banco deverá se manifestar sobre a proposição na ocasião. A ideia é que as discussões sejam encerradas até meados de março de 2012, antes do início dos encontros e congressos de preparação da Campanha Nacional dos Bancários.
A proposta também inclui focar na primeira reunião a jornada de 6 horas, uma das principais reivindicações do funcionalismo.
“Esperamos que as discussões destas mesas temáticas possam contribuir para que as negociações avancem, gerando soluções que há muito são esperadas pelo funcionalismo", destaca o diretor da Fetrafi-RS e representante na Comissão de Empresa dos Funcionários do BB, Ronaldo Zeni.
Veja o calendário que será apresentado pelos representantes dos bancários para as discussões:
• 23/11 e 05/12 – Jornada de trabalho
• 06/12 - Saúde e previdência de funcionários egressos de bancos incorporados
• 20/12 - Negociação permanente
• 16/01/2012, 09/02 e 05/03 - Plano de carreira
• 17/01, 10/02 e 06/03 - Saúde e previdência de funcionários egressos de bancos incorporados
FONTE:
*Seeb Brasília com edição da Fetrafi-RS
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
Contraf cobra e Caixa editará nova norma sobre compensação de dias parados
Banco manteve posição de descontar o dia 18 de outubro para quem permaneceu em greve
Pressionada pela Contraf-CUT, durante a retomada das negociações permanentes nesta sexta-feira, dia 11 de novembro, em Brasília, a Caixa Econômica Federal esclareceu que a CI 009/2011 não foi editada para retaliar os empregados que aderiram à greve de 21 dias da categoria bancária.
A medida, segundo a empresa, foi de caráter apenas informativo e não trará impactos negativos para a situação funcional dos trabalhadores, tendo por objetivo orientar os gestores a acompanharem o processo de compensação dos dias parados.
Na ocasião, depois de lembrada que a redação da cláusula da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) nacional sobre compensação prevê apenas a realização de até duas horas extras por dia, de segunda a sexta-feira, exceto feriados, até o dia 15 de dezembro e sem qualquer desconto, os representantes da empresa descartaram a vinculação desse processo ao sistema de metas (AvGestão e AvMatriz), conforme sinalizados pelos termos da CI 009. Ao tomar conhecimento de que essa norma vem sendo utilizada por gestores para punir empregados nas unidades, provocando clima propício para a prática de assédio moral, a Caixa assumiu o compromisso de editar nova CI deixando claro, dessa vez, que a compensação dos dias parados, conforme previsto na Convenção Coletiva de Trabalho 2011-2012, se baseia no espírito colaborativo e visa apenas atualizar o trabalho acumulado em função da greve, não podendo sob hipótese alguma tornar-se instrumento de punição.
A Contraf-CUT continuará vigilante na defesa dos direitos dos empregados, denunciando qualquer tentativa de utilizar o processo de compensação como mecanismo de retaliação ou punição.
A Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), órgão da Contraf-CUT que assessora as negociações como banco, também reivindicou que fosse incluído no rol da compensação um dia a mais de greve nas bases sindicais de Porto Alegre (RS) e de Belém (PA). A Caixa, no entanto, rejeitou a reivindicação e manteve sua posição de descontar o dia 18 de outubro para os empregados vinculados à base dos dois sindicatos.
Na rodada desta sexta-feira, os outros pontos negociados entre as representações dos empregados e do banco foram os seguintes:
Saúde Caixa
Os representantes do banco apresentaram à CEE/Caixa proposta de ações para a melhoria do plano de saúde, com mudança na sistemática de atendimento e a inclusão de novos procedimentos. Serão feitos alguns ajustes, entre os quais a adoção de um novo formato de reembolso, cujo valor passará dos atuais R$ 21,70 para até R$ 36,00, no caso da opção de "livre escolha" em procedimento de consultas médicas e fisioterápicas. Fica incluída nesse valor de reembolso a co-participação obrigatória.
A partir de 16 de novembro, a Caixa implantará sistema centralizado para consulta pelas Gipes no caso de necessidade de aquisição de próteses/órteses e materiais especiais utilizados pelo beneficiário titular e seus dependentes diretos. O objetivo da medida é reduzir custos para o plano. O banco informou ainda que, desde 1º de novembro, o Saúde Caixa cobre procedimentos com cirurgia refratária (miopia, astigmatismo e hipermetropia), teste de reflexo vermelho para aplicação em recém-nascidos e cobertura integral para aquisição e implantação de DIU (hormonal e não-hormonal), entre outros. Os processos de adiantamento odontológico e empréstimo assistencial terão novo formato a partir de 15 de dezembro de 2012.
A proposta da Caixa prevê ainda a inclusão de procedimentos para os filhos dos beneficiários titulares com idade acima de 21 anos, atendendo assim uma reivindicação do movimento dos empregados. Foi informado ainda que, até 30 de junho do próximo ano, o Saúde Caixa disponibilizará todos os procedimentos estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde (ANS), adotando nova tabela de preços com base na Codificação Brasileira Hospitalar de Procedimentos Médicos (CBHPM), conforme o que disciplina a lei nº 9.656/98. Outro propósito da empresa é diminuir cada vez mais a burocracia na sua relação com a rede de profissionais credenciados.
GT Saúde
As reuniões serão retomadas ainda em novembro deste ano. Fica prevista para dezembro uma reunião do Conselho de Usuários do Saúde Caixa, ocasião em que será finalizado o resultado financeiro do plano em 2011.
Ret/PV
A Caixa informou que o processo de transferência de empregados para as filiais terá início em 21 de novembro. Isto será feito sem qualquer redução em postos de trabalho. Haverá apenas uma mudança de vinculação, ou seja, quem estiver lotado em agência passará a vincular-se a uma filial.
O novo modelo prevê a criação de 524 cargos de supervisores. Os tesoureiros, por exemplo, irão permanecer na situação em que se encontram, não havendo qualquer risco de perda salarial ou de função para quem migrar para as Girets.
Avaliadores de penhor
A Caixa comunicou à representação dos empregados que já encaminhou a elaboração de levantamentos a três empresas distintas (uma delas é a Fundacentro), de modo a que sejam definidos os equipamentos necessários para o desempenho adequado da função, sem prejuízo à saúde do empregado. Um dos previstos é o EPI (Equipamento de Proteção Individual).
Programa próprio de PLR
A proposta da Caixa é discutir com a representação nacional dos empregados um programa próprio de PLR, preservando a regra da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) estabelecida em convenção coletiva. Para isso será instalado, até a primeira quinzena de dezembro, um GT formado por cinco membros de cada lado.
CCV para ex-empregados
Os sindicatos serão orientados a assinar termo de adesão para abertura de Comissão de Conciliação Voluntária (CCV), com vistas a discutir auxílio-alimentação ou qualquer outro assunto. Essa adesão é voluntária, ficando a entidade sindical com o compromisso de encaminhar o documento para a Contraf-CUT e a Caixa. O banco propôs a realização de uma reunião em dezembro, para definir regras e premissas de funcionamento.
No caso da CCV específica sobre a 7ª e a 8ª horas, o assunto estará em debate no âmbito da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa).
Cheque especial dos aposentados
A CEE/Caixa questionou a mudança de faixa na taxa de juros para o cheque especial dos aposentados. Em resposta a esse questionamento, a empresa se comprometeu a ajustar suas tabelas, incluindo no pacote o que for relativo à consignação.
Conselho de Administração
Foi dito que a Caixa continua aguardando as alterações estatutárias previstas pela legislação. Ficou acertado que, por ocasião da rodada de negociações permanentes prevista para 15 de dezembro, serão anunciados os membros da comissão paritária encarregada de definir as regras do processo eleitoral.
A portaria assinada pela presidenta Dilma Roussef, em março deste ano, estabelece instruções para a participação de representantes dos trabalhadores nos Conselhos de Administração das empresas públicas, sociedades de economia mista, suas subsidiárias e controladoras em que a União, direta ou indiretamente, detenha maioria do capital social com direito a voto. Essa portaria está amparada na lei nº 12.353/2010, sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Essa nova lei, que vem ao encontro de uma antiga reivindicação dos trabalhadores, passando a ser uma conquista definitiva, determina que o representante dos trabalhadores no Conselho de Administração seja eleito dentre os empregados ativos da empresa pública. A eleição é por voto direto e, no caso da Caixa, será organizada pela empresa em conjunto com as entidades sindicais.
Para Jair Pedro Ferreira, diretor vice-presidente da Fenae e coordenador da CEE/Caixa, o principal mérito da medida é a democratização da gestão da Caixa, podendo contribuir assim para a melhoria da condução do patrimônio público.
Vale transporte
A Caixa deixou claro que não pretende modificar os termos da CI que estabelece o desconto do vale transporte não utilizado pelo empregado que aderiu à greve da categoria bancária. Ficou registrado, no entanto, o protesto da representação nacional dos empregados contra essa postura da empresa.
Campanha de filiação à Funcef
A iniciativa da empresa será desenvolvida em parceria com as entidades sindicais. Esse esforço conjunto terá o objetivo de convencer os mais de cinco mil bancários que ainda não estão vinculados à Fundação.
Um texto com este objetivo será elaborado. A ideia é de que esse texto seja publicado pelos veículos de comunicação da Caixa e das entidades sindicais na data de 2 de dezembro.
Promoção por mérito do ano-base 2012
Uma reunião da comissão nacional paritária deverá ser realizada antes do dia 15 de dezembro, para discutir os critérios de avaliação da promoção por mérito do ano-base 2012.
Jair Ferreira lembra que a promoção por mérito é uma importante conquista da luta do movimento dos empregados da Caixa. Ele defendeu, durante a rodada de negociações permanentes desta sexta-feira, que os critérios de avaliação sejam definidos sempre no início de cada ano, de modo a possibilitar que os trabalhadores tomem conhecimento com antecedência dos itens pelos quais estão sendo avaliados. Com isso, segundo Jair, a tendência é de que o conjunto dos empregados passe a ser contemplado.
Assédio moral
A Contraf-CUT - CEE/Caixa voltou a cobrar da empresa uma solução para os diversos casos de assédio moral relatados pelas entidades sindicais. Foi lembrado que as respostas da Caixa para as denúncias formalizadas quase sempre são genéricas e insignificantes, o que vem gerando insatisfações generalizadas país afora. Nem o termo aditivo firmado entre as partes, que define prazos, tem sido levado em conta.
A justificativa da Caixa para a demora na solução do problema foi de que, em geral, a denúncia de assédio moral entra na empresa pela porta da Comissão de Ética, que tem prazo de 60 dias para se pronunciar. Quando a situação possui caráter mais grave, a denúncia é encaminhada para o Regime Disciplinar, que tem todo um rito e não trabalha com prazos definidos.
A Contraf-CUT continuará cobrando uma solução para todos os casos de assédio moral no ambiente de trabalho.
*Fenae
Pressionada pela Contraf-CUT, durante a retomada das negociações permanentes nesta sexta-feira, dia 11 de novembro, em Brasília, a Caixa Econômica Federal esclareceu que a CI 009/2011 não foi editada para retaliar os empregados que aderiram à greve de 21 dias da categoria bancária.
A medida, segundo a empresa, foi de caráter apenas informativo e não trará impactos negativos para a situação funcional dos trabalhadores, tendo por objetivo orientar os gestores a acompanharem o processo de compensação dos dias parados.
Na ocasião, depois de lembrada que a redação da cláusula da Convenção Coletiva de Trabalho (CCT) nacional sobre compensação prevê apenas a realização de até duas horas extras por dia, de segunda a sexta-feira, exceto feriados, até o dia 15 de dezembro e sem qualquer desconto, os representantes da empresa descartaram a vinculação desse processo ao sistema de metas (AvGestão e AvMatriz), conforme sinalizados pelos termos da CI 009. Ao tomar conhecimento de que essa norma vem sendo utilizada por gestores para punir empregados nas unidades, provocando clima propício para a prática de assédio moral, a Caixa assumiu o compromisso de editar nova CI deixando claro, dessa vez, que a compensação dos dias parados, conforme previsto na Convenção Coletiva de Trabalho 2011-2012, se baseia no espírito colaborativo e visa apenas atualizar o trabalho acumulado em função da greve, não podendo sob hipótese alguma tornar-se instrumento de punição.
A Contraf-CUT continuará vigilante na defesa dos direitos dos empregados, denunciando qualquer tentativa de utilizar o processo de compensação como mecanismo de retaliação ou punição.
A Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa), órgão da Contraf-CUT que assessora as negociações como banco, também reivindicou que fosse incluído no rol da compensação um dia a mais de greve nas bases sindicais de Porto Alegre (RS) e de Belém (PA). A Caixa, no entanto, rejeitou a reivindicação e manteve sua posição de descontar o dia 18 de outubro para os empregados vinculados à base dos dois sindicatos.
Na rodada desta sexta-feira, os outros pontos negociados entre as representações dos empregados e do banco foram os seguintes:
Saúde Caixa
Os representantes do banco apresentaram à CEE/Caixa proposta de ações para a melhoria do plano de saúde, com mudança na sistemática de atendimento e a inclusão de novos procedimentos. Serão feitos alguns ajustes, entre os quais a adoção de um novo formato de reembolso, cujo valor passará dos atuais R$ 21,70 para até R$ 36,00, no caso da opção de "livre escolha" em procedimento de consultas médicas e fisioterápicas. Fica incluída nesse valor de reembolso a co-participação obrigatória.
A partir de 16 de novembro, a Caixa implantará sistema centralizado para consulta pelas Gipes no caso de necessidade de aquisição de próteses/órteses e materiais especiais utilizados pelo beneficiário titular e seus dependentes diretos. O objetivo da medida é reduzir custos para o plano. O banco informou ainda que, desde 1º de novembro, o Saúde Caixa cobre procedimentos com cirurgia refratária (miopia, astigmatismo e hipermetropia), teste de reflexo vermelho para aplicação em recém-nascidos e cobertura integral para aquisição e implantação de DIU (hormonal e não-hormonal), entre outros. Os processos de adiantamento odontológico e empréstimo assistencial terão novo formato a partir de 15 de dezembro de 2012.
A proposta da Caixa prevê ainda a inclusão de procedimentos para os filhos dos beneficiários titulares com idade acima de 21 anos, atendendo assim uma reivindicação do movimento dos empregados. Foi informado ainda que, até 30 de junho do próximo ano, o Saúde Caixa disponibilizará todos os procedimentos estabelecidos pela Agência Nacional de Saúde (ANS), adotando nova tabela de preços com base na Codificação Brasileira Hospitalar de Procedimentos Médicos (CBHPM), conforme o que disciplina a lei nº 9.656/98. Outro propósito da empresa é diminuir cada vez mais a burocracia na sua relação com a rede de profissionais credenciados.
GT Saúde
As reuniões serão retomadas ainda em novembro deste ano. Fica prevista para dezembro uma reunião do Conselho de Usuários do Saúde Caixa, ocasião em que será finalizado o resultado financeiro do plano em 2011.
Ret/PV
A Caixa informou que o processo de transferência de empregados para as filiais terá início em 21 de novembro. Isto será feito sem qualquer redução em postos de trabalho. Haverá apenas uma mudança de vinculação, ou seja, quem estiver lotado em agência passará a vincular-se a uma filial.
O novo modelo prevê a criação de 524 cargos de supervisores. Os tesoureiros, por exemplo, irão permanecer na situação em que se encontram, não havendo qualquer risco de perda salarial ou de função para quem migrar para as Girets.
Avaliadores de penhor
A Caixa comunicou à representação dos empregados que já encaminhou a elaboração de levantamentos a três empresas distintas (uma delas é a Fundacentro), de modo a que sejam definidos os equipamentos necessários para o desempenho adequado da função, sem prejuízo à saúde do empregado. Um dos previstos é o EPI (Equipamento de Proteção Individual).
Programa próprio de PLR
A proposta da Caixa é discutir com a representação nacional dos empregados um programa próprio de PLR, preservando a regra da Federação Nacional dos Bancos (Fenaban) estabelecida em convenção coletiva. Para isso será instalado, até a primeira quinzena de dezembro, um GT formado por cinco membros de cada lado.
CCV para ex-empregados
Os sindicatos serão orientados a assinar termo de adesão para abertura de Comissão de Conciliação Voluntária (CCV), com vistas a discutir auxílio-alimentação ou qualquer outro assunto. Essa adesão é voluntária, ficando a entidade sindical com o compromisso de encaminhar o documento para a Contraf-CUT e a Caixa. O banco propôs a realização de uma reunião em dezembro, para definir regras e premissas de funcionamento.
No caso da CCV específica sobre a 7ª e a 8ª horas, o assunto estará em debate no âmbito da Comissão Executiva dos Empregados (CEE/Caixa).
Cheque especial dos aposentados
A CEE/Caixa questionou a mudança de faixa na taxa de juros para o cheque especial dos aposentados. Em resposta a esse questionamento, a empresa se comprometeu a ajustar suas tabelas, incluindo no pacote o que for relativo à consignação.
Conselho de Administração
Foi dito que a Caixa continua aguardando as alterações estatutárias previstas pela legislação. Ficou acertado que, por ocasião da rodada de negociações permanentes prevista para 15 de dezembro, serão anunciados os membros da comissão paritária encarregada de definir as regras do processo eleitoral.
A portaria assinada pela presidenta Dilma Roussef, em março deste ano, estabelece instruções para a participação de representantes dos trabalhadores nos Conselhos de Administração das empresas públicas, sociedades de economia mista, suas subsidiárias e controladoras em que a União, direta ou indiretamente, detenha maioria do capital social com direito a voto. Essa portaria está amparada na lei nº 12.353/2010, sancionada pelo então presidente Luiz Inácio Lula da Silva.
Essa nova lei, que vem ao encontro de uma antiga reivindicação dos trabalhadores, passando a ser uma conquista definitiva, determina que o representante dos trabalhadores no Conselho de Administração seja eleito dentre os empregados ativos da empresa pública. A eleição é por voto direto e, no caso da Caixa, será organizada pela empresa em conjunto com as entidades sindicais.
Para Jair Pedro Ferreira, diretor vice-presidente da Fenae e coordenador da CEE/Caixa, o principal mérito da medida é a democratização da gestão da Caixa, podendo contribuir assim para a melhoria da condução do patrimônio público.
Vale transporte
A Caixa deixou claro que não pretende modificar os termos da CI que estabelece o desconto do vale transporte não utilizado pelo empregado que aderiu à greve da categoria bancária. Ficou registrado, no entanto, o protesto da representação nacional dos empregados contra essa postura da empresa.
Campanha de filiação à Funcef
A iniciativa da empresa será desenvolvida em parceria com as entidades sindicais. Esse esforço conjunto terá o objetivo de convencer os mais de cinco mil bancários que ainda não estão vinculados à Fundação.
Um texto com este objetivo será elaborado. A ideia é de que esse texto seja publicado pelos veículos de comunicação da Caixa e das entidades sindicais na data de 2 de dezembro.
Promoção por mérito do ano-base 2012
Uma reunião da comissão nacional paritária deverá ser realizada antes do dia 15 de dezembro, para discutir os critérios de avaliação da promoção por mérito do ano-base 2012.
Jair Ferreira lembra que a promoção por mérito é uma importante conquista da luta do movimento dos empregados da Caixa. Ele defendeu, durante a rodada de negociações permanentes desta sexta-feira, que os critérios de avaliação sejam definidos sempre no início de cada ano, de modo a possibilitar que os trabalhadores tomem conhecimento com antecedência dos itens pelos quais estão sendo avaliados. Com isso, segundo Jair, a tendência é de que o conjunto dos empregados passe a ser contemplado.
Assédio moral
A Contraf-CUT - CEE/Caixa voltou a cobrar da empresa uma solução para os diversos casos de assédio moral relatados pelas entidades sindicais. Foi lembrado que as respostas da Caixa para as denúncias formalizadas quase sempre são genéricas e insignificantes, o que vem gerando insatisfações generalizadas país afora. Nem o termo aditivo firmado entre as partes, que define prazos, tem sido levado em conta.
A justificativa da Caixa para a demora na solução do problema foi de que, em geral, a denúncia de assédio moral entra na empresa pela porta da Comissão de Ética, que tem prazo de 60 dias para se pronunciar. Quando a situação possui caráter mais grave, a denúncia é encaminhada para o Regime Disciplinar, que tem todo um rito e não trabalha com prazos definidos.
A Contraf-CUT continuará cobrando uma solução para todos os casos de assédio moral no ambiente de trabalho.
*Fenae
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
Banrisul cumpre reivindicação e resolve a polêmica sobre compensação
Banco diz que critérios devem ser baseados no bom senso
O movimento sindical tem travado uma batalha intensa com os bancos que a partir de uma interpretação equivocada cometem abusos na hora de efetuar a compensação de horas da greve. Este ano o movimento se manteve por 22 dias no Banrisul e em algumas unidades da Caixa e 21 dias nos bancos privados. Entretanto, os bancos têm cometido exageros na compensação, obrigando os bancários a fazer duas horas diárias a mais, mesmo que não haja trabalho acumulado.
A Caixa tem sido o pior exemplo quando trata de interpretar a cláusula, usando a compensação como instrumento de punição contra grevistas.
Graças ao diálogo estabelecido nas negociações com a diretoria do Banrisul, o banco emitiu comunicado interno, que pretende por fim as diversas interpretações de gestores das unidades sobre a compensação.
O comunicado interno, enviado aos funcionários nesta quinta-feira, reafirma que a compensação dos dias parados na greve deve estar baseada no espírito colaborativo e no bom senso de ambas as partes. O banco também destaca que a compensação não deve prejudicar acordos firmados antes da greve ou desrespeitar direitos como o abono assiduidade ou férias dos banrisulenses.
De acordo com a instituição, o objetivo da compensação é atualizar possíveis tarefas acumuladas a fim de não prejudicar o funcionamento da rede de atendimento e os interesses dos clientes. Por outro lado, o Banrisul observa que compensação não pode ser usada como mecanismo de punição contra bancários grevistas e em hipótese alguma pode se tornar um mecanismo de punição ou forma de resolver ressentimentos.
“...salientamos às Administrações que viabilizem a execução das referidas compensações, procurando flexibilizar, caso necessário, compensações no início ou no final do expediente.”, finaliza o banco através do comunicado.
“A atitude do Banrisul está correta e veio na hora certa. A compensação e horas da greve deve ser acordada com os trabalhadores, considerando as necessidades das instituições e a disponibilidade dos funcionários. Recebemos diversas denúncias de abusos cometidos por outros bancos, que mesmo sem acúmulo de trabalho estão obrigando os bancários a permanecer na agência. Isto se tornou uma espécie de castigo, que na verdade caracteriza mais uma forma de assédio moral contra os bancários”, analisa a diretora da Fetrafi-RS, Denise Corrêa.
*Imprensa Fetrafi-RS
O movimento sindical tem travado uma batalha intensa com os bancos que a partir de uma interpretação equivocada cometem abusos na hora de efetuar a compensação de horas da greve. Este ano o movimento se manteve por 22 dias no Banrisul e em algumas unidades da Caixa e 21 dias nos bancos privados. Entretanto, os bancos têm cometido exageros na compensação, obrigando os bancários a fazer duas horas diárias a mais, mesmo que não haja trabalho acumulado.
A Caixa tem sido o pior exemplo quando trata de interpretar a cláusula, usando a compensação como instrumento de punição contra grevistas.
Graças ao diálogo estabelecido nas negociações com a diretoria do Banrisul, o banco emitiu comunicado interno, que pretende por fim as diversas interpretações de gestores das unidades sobre a compensação.
O comunicado interno, enviado aos funcionários nesta quinta-feira, reafirma que a compensação dos dias parados na greve deve estar baseada no espírito colaborativo e no bom senso de ambas as partes. O banco também destaca que a compensação não deve prejudicar acordos firmados antes da greve ou desrespeitar direitos como o abono assiduidade ou férias dos banrisulenses.
De acordo com a instituição, o objetivo da compensação é atualizar possíveis tarefas acumuladas a fim de não prejudicar o funcionamento da rede de atendimento e os interesses dos clientes. Por outro lado, o Banrisul observa que compensação não pode ser usada como mecanismo de punição contra bancários grevistas e em hipótese alguma pode se tornar um mecanismo de punição ou forma de resolver ressentimentos.
“...salientamos às Administrações que viabilizem a execução das referidas compensações, procurando flexibilizar, caso necessário, compensações no início ou no final do expediente.”, finaliza o banco através do comunicado.
“A atitude do Banrisul está correta e veio na hora certa. A compensação e horas da greve deve ser acordada com os trabalhadores, considerando as necessidades das instituições e a disponibilidade dos funcionários. Recebemos diversas denúncias de abusos cometidos por outros bancos, que mesmo sem acúmulo de trabalho estão obrigando os bancários a permanecer na agência. Isto se tornou uma espécie de castigo, que na verdade caracteriza mais uma forma de assédio moral contra os bancários”, analisa a diretora da Fetrafi-RS, Denise Corrêa.
*Imprensa Fetrafi-RS
Lucro ajustado do HSBC recua e ações têm perdas
Lucratividade da divisão de investimentos do banco britânico caiu 53% no trimestre
O banco britânico HSBC reportou lucro líquido de US$ 5,5 bilhões no terceiro trimestre, um aumento de 61% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado.
De acordo com o banco, o resultado inclui um ajuste contábil no valor de US$ 4,1 bilhões em seus ativos.Sem esses ajustes, o lucro antes de impostos no trimestre somou US$ 3 bilhões, queda de US$ 1,6 bilhão em relação ao terceiro trimestre do ano passado.
As ações do HSBC tinham queda de 5,75% na bolsa de Londres.
O banco teve queda nos ganhos de sua divisão Global Bankings and Markets, banco de investimentos do HSBC.Essa divisão viu seu lucro antes de impostos cair 53%, para US$ 1 bilhão no terceiro trimestre.
O banco reportou ainda um aumento de 23,6% nas provisões para perdas com crédito durante o trimestre, que somaram US$ 3,890 bilhões. Segundo o HSBC, o aumento foi maior na região da América do Norte.
O total de empréstimos aos clientes do HSBC atingiu US$ 982,148 bilhões em setembro, uma queda de 7% em relação ao registrado no trimestre imediatamente anterior.
O banco destacou que os negócios foram afetados pela preocupação generalizada com a dívida soberana dos países da Zona do Euro.
"A contínuas incertezas macroeconômicas, regulatórias e políticas, particularmente na Europa, afetaram negativamente o desempenho do setor no trimestre", afirmou em notaStuart Gulliver, presidente global do banco.
Na região da Ásia-Pacífico, excluindo Hong Kong, o lucro antes de impostos aumentou 44%, para US$ 2,008 bilhões.
A instituição financeira afirmou que, apesar do cenário "desafiador", deverá melhorar seus resultados nos próximos anos. "Ao final de 2013, teremos reestruturado o HSBC", diz o relatório do banco.
No ano, o banco acumula lucro de US$ 15,3 bilhões, alta de 43% em relação ao mesmo período do ano passado. O total de ativos do banco atingiu US$ 2,716 trilhões, crescimento de 11% em 12 meses.
*Brasil Econômico
Fonte: Fetrafi-RS
O banco britânico HSBC reportou lucro líquido de US$ 5,5 bilhões no terceiro trimestre, um aumento de 61% em relação ao registrado no mesmo período do ano passado.
De acordo com o banco, o resultado inclui um ajuste contábil no valor de US$ 4,1 bilhões em seus ativos.Sem esses ajustes, o lucro antes de impostos no trimestre somou US$ 3 bilhões, queda de US$ 1,6 bilhão em relação ao terceiro trimestre do ano passado.
As ações do HSBC tinham queda de 5,75% na bolsa de Londres.
O banco teve queda nos ganhos de sua divisão Global Bankings and Markets, banco de investimentos do HSBC.Essa divisão viu seu lucro antes de impostos cair 53%, para US$ 1 bilhão no terceiro trimestre.
O banco reportou ainda um aumento de 23,6% nas provisões para perdas com crédito durante o trimestre, que somaram US$ 3,890 bilhões. Segundo o HSBC, o aumento foi maior na região da América do Norte.
O total de empréstimos aos clientes do HSBC atingiu US$ 982,148 bilhões em setembro, uma queda de 7% em relação ao registrado no trimestre imediatamente anterior.
O banco destacou que os negócios foram afetados pela preocupação generalizada com a dívida soberana dos países da Zona do Euro.
"A contínuas incertezas macroeconômicas, regulatórias e políticas, particularmente na Europa, afetaram negativamente o desempenho do setor no trimestre", afirmou em notaStuart Gulliver, presidente global do banco.
Na região da Ásia-Pacífico, excluindo Hong Kong, o lucro antes de impostos aumentou 44%, para US$ 2,008 bilhões.
A instituição financeira afirmou que, apesar do cenário "desafiador", deverá melhorar seus resultados nos próximos anos. "Ao final de 2013, teremos reestruturado o HSBC", diz o relatório do banco.
No ano, o banco acumula lucro de US$ 15,3 bilhões, alta de 43% em relação ao mesmo período do ano passado. O total de ativos do banco atingiu US$ 2,716 trilhões, crescimento de 11% em 12 meses.
*Brasil Econômico
Fonte: Fetrafi-RS
Funcionários do BB exigem respeito aos direitos dos trabalhadores
Reunião com a Gepes do Banco ocorreu nesta quinta-feira, dia 10
Diretores do SindBancários e da FetrafiRS se reuniram nesta quinta, dia 10, com a Gerente de Gestão de Pessoas (Gepes), Célia Maria. Uma pauta com mais de dez itens, entre eles a imposição, por alguns gerentes, de compensação das horas da greve e a suspensão das férias em dezembro, foram debatida no encontro que durou mais de três horas.
Quanto ao cancelamento das férias, os bancários lembraram que essa atitude se repete todos os anos e já vem sendo um ato sistemático do banco. Exigiram comprometimento e respeito da instituição com as escalas dos funcionários e afirmaram por várias vezes a necessidade de seu cumprimento.
Sobre o mesmo assunto, ainda foi exposto o caso de Tupanciretã, onde os funcionários que iriam tirar férias no verão estão sendo obrigados a tirá-las com limite de 20 dias e, obrigatoriamente, vender dez dias.
Trabalho em Feriado
Os dirigentes sindicais levaram um caso ocorrido em Santa Rosa, onde os comissionados foram convocados para trabalhar em dia de feriado local, procedimento que desrespeita de todas as formas a legislação trabalhista. Além de não haver nenhuma negociação com o Sindicato e com a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), única forma legal para que o banco pudesse chamar os funcionários em um feriado, os funcionários que participaram da jornada receberam apenas uma folga para o dia, quando deveriam ter recebido duas.
O mesmo já havia acontecido anteriormente, quando os funcionários foram chamados para trabalhar em na Feira de Hortigranjeiros. O dia de jornada foi completamente ignorado e os funcionários não receberam nenhum dia de folga.
Compensação dos dias da greve
Os bancários cobraram que o banco respeite a Convenção Coletiva dos bancários no que diz respeito à compensação dos dias da greve. No seu próprio informativo, o BB esclarece que há obrigatoriedade de se compensar até duas horas diárias. Entretanto, o que se vê na prática são gerentes obrigando os funcionários a cumpri-las integralmente, sem observar a necessidade da agência e a disponibilidade do trabalhador.
Também exigiram o fim de qualquer tipo de perseguição contra grevistas, visto que os trabalhadores que fazem greve são preteridos em relação àqueles que não fazem. Foram denunciados os casos da seleção da Gecex POA e a orientação da Superintendência Estadual dada aos administradores das dependências no último Encad.
Ranqueamento
Os representantes dos funcionários do BB repudiaram uma prática de gestão que era utilizada há mais de 20 anos e foi definida como ultrapassada e inadmissível. Além de causar constrangimento, estimula o assédio moral. Na agência Santo Ângelo e Novo Hamburgo, por exemplo, a Geren disponibilizou cornetas para os vendedores tocarem quando realizam negócios. O mesmo caso ocorre na CSL POA.
Vale transporte
Em algumas unidades, como em São Vicente do Sul, o Geren afirmou que não irá mais pagar vale transporte para viagens intermunicipais. Os dirigentes sindicais informaram à Gepes que há decisão judicial determinando o pagamento integral do VT aos funcionários e que o banco não tem como não fornecer as mínimas condições para que os trabalhadores se locomovam.
PSO
Foi requeridas informações de quando o PSO será implementado no RS e uma reunião para que o projeto seja apresentado ao sindicato e as dúvidas esclarecidas.
CSA
Foi pedido esclarecimento sobre a trava de um ano em caso de transferência motivada por reestruturação, como ocorreu com o CSA e acontecerá futuramente com o PSO. A Gepes explicou que o procedimento só se aplica em caso de ascensão. Os funcionários que foram somente transferidos devem encaminhar correio para sua administração requerendo a derrubada da trava, que é feito manualmente pela Gepes.
Visto que funcionários da Corporate e Empresarial perderam comissão quando as agências foram reestruturadas, os dirigentes cobraram que eles sejam priorizados em futuras seleções.
GDP
Os funcionários afirmaram que o papel do GDP como instrumento de desenvolvimento profissional está sendo desvirtuado, pois sua principal utilidade está sendo o acompanhamento das avaliações negativas para descomissionamento, conquista da Campanha Salarial de 2010 mantida neste ano e referente à cláusula 42ª do Acordo Aditivo do Trabalho.
Foi denunciada a orientação da Superintendência Estadual de que todas as metas não atingidas sejam anotadas na GDP. Isso descaracteriza o instrumento e a orientação é de que o trabalhador justifique cada anotação negativa a fim de compor uma visão diversa no momento da avaliação
O banco concordou com as argumento dos trabalhadores de que, em caso de alguma avaliação negativa, o funcionários possa se explicar e que sob hipótese alguma esta não pode ser a principal função do GDP, pois as avaliações não podem ser feitas observando critérios quantitativos.
Reestruturação de dívidas
O banco informou que ainda não há previsão de envio de instrução normativa sobre a reestruturação de dívidas. Mas informaram que o procedimento poderá ser realizado diretamente na agência. Quando a instrução estiver disponível, a Gepes fará o comunicado.
Resposta do banco
O banco se comprometeu a avaliar e averiguar todos os casos levados pelo SindBancários e a FetrafiRS e dar um retorno o mais breve possível.
Avaliação
“Este ano tivemos uma das maiores greves dos últimos tempos e o motivo principal dela foram as condições de trabalho. Queremos que o Banco do Brasil dê solução imediata às graves denúncias apresentadas nessa reunião para que possamos melhorar o ambiente de trabalho na instituição”, avalia o diretor da Fetrafi-RS Ronaldo Zeni
“O diálogo foi positivo. Esperamos que, a partir dele, as práticas que ferem o Acordo de Trabalho e o bom senso não se repitam. Estamos Vigilantes para que as condições de trabalho sejam adequadas”, explica o diretor do SindBancários Pedro Loss. “Precisamos resgatar o conceito ético e as relações de trabalho saudáveis dentro do Banco do Brasil”, conclui a diretora de Saúde e Condições de Trabalho, Karen D’Ávila.
*Imprensa/SindBancários
FONTE:Fetrafi-RS
Diretores do SindBancários e da FetrafiRS se reuniram nesta quinta, dia 10, com a Gerente de Gestão de Pessoas (Gepes), Célia Maria. Uma pauta com mais de dez itens, entre eles a imposição, por alguns gerentes, de compensação das horas da greve e a suspensão das férias em dezembro, foram debatida no encontro que durou mais de três horas.
Quanto ao cancelamento das férias, os bancários lembraram que essa atitude se repete todos os anos e já vem sendo um ato sistemático do banco. Exigiram comprometimento e respeito da instituição com as escalas dos funcionários e afirmaram por várias vezes a necessidade de seu cumprimento.
Sobre o mesmo assunto, ainda foi exposto o caso de Tupanciretã, onde os funcionários que iriam tirar férias no verão estão sendo obrigados a tirá-las com limite de 20 dias e, obrigatoriamente, vender dez dias.
Trabalho em Feriado
Os dirigentes sindicais levaram um caso ocorrido em Santa Rosa, onde os comissionados foram convocados para trabalhar em dia de feriado local, procedimento que desrespeita de todas as formas a legislação trabalhista. Além de não haver nenhuma negociação com o Sindicato e com a Superintendência Regional do Trabalho e Emprego (SRTE), única forma legal para que o banco pudesse chamar os funcionários em um feriado, os funcionários que participaram da jornada receberam apenas uma folga para o dia, quando deveriam ter recebido duas.
O mesmo já havia acontecido anteriormente, quando os funcionários foram chamados para trabalhar em na Feira de Hortigranjeiros. O dia de jornada foi completamente ignorado e os funcionários não receberam nenhum dia de folga.
Compensação dos dias da greve
Os bancários cobraram que o banco respeite a Convenção Coletiva dos bancários no que diz respeito à compensação dos dias da greve. No seu próprio informativo, o BB esclarece que há obrigatoriedade de se compensar até duas horas diárias. Entretanto, o que se vê na prática são gerentes obrigando os funcionários a cumpri-las integralmente, sem observar a necessidade da agência e a disponibilidade do trabalhador.
Também exigiram o fim de qualquer tipo de perseguição contra grevistas, visto que os trabalhadores que fazem greve são preteridos em relação àqueles que não fazem. Foram denunciados os casos da seleção da Gecex POA e a orientação da Superintendência Estadual dada aos administradores das dependências no último Encad.
Ranqueamento
Os representantes dos funcionários do BB repudiaram uma prática de gestão que era utilizada há mais de 20 anos e foi definida como ultrapassada e inadmissível. Além de causar constrangimento, estimula o assédio moral. Na agência Santo Ângelo e Novo Hamburgo, por exemplo, a Geren disponibilizou cornetas para os vendedores tocarem quando realizam negócios. O mesmo caso ocorre na CSL POA.
Vale transporte
Em algumas unidades, como em São Vicente do Sul, o Geren afirmou que não irá mais pagar vale transporte para viagens intermunicipais. Os dirigentes sindicais informaram à Gepes que há decisão judicial determinando o pagamento integral do VT aos funcionários e que o banco não tem como não fornecer as mínimas condições para que os trabalhadores se locomovam.
PSO
Foi requeridas informações de quando o PSO será implementado no RS e uma reunião para que o projeto seja apresentado ao sindicato e as dúvidas esclarecidas.
CSA
Foi pedido esclarecimento sobre a trava de um ano em caso de transferência motivada por reestruturação, como ocorreu com o CSA e acontecerá futuramente com o PSO. A Gepes explicou que o procedimento só se aplica em caso de ascensão. Os funcionários que foram somente transferidos devem encaminhar correio para sua administração requerendo a derrubada da trava, que é feito manualmente pela Gepes.
Visto que funcionários da Corporate e Empresarial perderam comissão quando as agências foram reestruturadas, os dirigentes cobraram que eles sejam priorizados em futuras seleções.
GDP
Os funcionários afirmaram que o papel do GDP como instrumento de desenvolvimento profissional está sendo desvirtuado, pois sua principal utilidade está sendo o acompanhamento das avaliações negativas para descomissionamento, conquista da Campanha Salarial de 2010 mantida neste ano e referente à cláusula 42ª do Acordo Aditivo do Trabalho.
Foi denunciada a orientação da Superintendência Estadual de que todas as metas não atingidas sejam anotadas na GDP. Isso descaracteriza o instrumento e a orientação é de que o trabalhador justifique cada anotação negativa a fim de compor uma visão diversa no momento da avaliação
O banco concordou com as argumento dos trabalhadores de que, em caso de alguma avaliação negativa, o funcionários possa se explicar e que sob hipótese alguma esta não pode ser a principal função do GDP, pois as avaliações não podem ser feitas observando critérios quantitativos.
Reestruturação de dívidas
O banco informou que ainda não há previsão de envio de instrução normativa sobre a reestruturação de dívidas. Mas informaram que o procedimento poderá ser realizado diretamente na agência. Quando a instrução estiver disponível, a Gepes fará o comunicado.
Resposta do banco
O banco se comprometeu a avaliar e averiguar todos os casos levados pelo SindBancários e a FetrafiRS e dar um retorno o mais breve possível.
Avaliação
“Este ano tivemos uma das maiores greves dos últimos tempos e o motivo principal dela foram as condições de trabalho. Queremos que o Banco do Brasil dê solução imediata às graves denúncias apresentadas nessa reunião para que possamos melhorar o ambiente de trabalho na instituição”, avalia o diretor da Fetrafi-RS Ronaldo Zeni
“O diálogo foi positivo. Esperamos que, a partir dele, as práticas que ferem o Acordo de Trabalho e o bom senso não se repitam. Estamos Vigilantes para que as condições de trabalho sejam adequadas”, explica o diretor do SindBancários Pedro Loss. “Precisamos resgatar o conceito ético e as relações de trabalho saudáveis dentro do Banco do Brasil”, conclui a diretora de Saúde e Condições de Trabalho, Karen D’Ávila.
*Imprensa/SindBancários
FONTE:Fetrafi-RS
BB: Retroatividade da pontuação da carreira de mérito está disponível no sistema pessoal
Acertos de setembro e outubro serão pagos dia 20
Conquista da Campanha Nacional 2011, a carreira de mérito representou reajustes entre 10% e 20% para milhares de bancários do BB e o fortalecimento das verbas fixas para outros milhares de trabalhadores. Neste ano, a categoria conquistou o reajuste do valor dos méritos e a retroatividade da pontuação para comissões exercidas desde 1998.
Cada mérito alcançado representa fortalecimento das verbas fixas e diminuição da verba variável CTVF.
Milhares de bancários avançaram vários níveis na carreira de mérito, com o acumulo de pontos desses nove anos que não estavam inclusos na contagem, fortalecendo o salário base e diminuindo o tamanho da verba variável CTVF no espelho do trabalhador do BB.
Quando combinamos o PCR (soma das verbas VP, VCP de VP, ATS e VCP-I e M) + PC (AF + ATFC) + gratificação 25 % ≤VR (valor de referência da função), a verba CTVF equaliza a operação. Cada M conquistado diminuirá na mesma proporção o valor da verba CTVF.
Cada mérito representa aumento no salário bruto para quem não tem a verba CTVF no espelho. O CTVF é um verba variável que compõe a remuneração de vários comissionados.
Para esses milhares de trabalhadores que não têm a verba CTVF no espelho, cada nível de mérito alcançado representou reajuste no salário bruto, ou seja, dinheiro no bolso. Nesse rol encontram-se os assistentes de agência, CSO, CSL, atendentes e os funcionários que recebem valores de Vencimento Padrão (VP), mérito, VCP de VP e ATS (anuênio) suficientes para que, somados com as verbas da comissão (AF e ATFC) e com a gratificação semestral, atinjam o valor de referência da função (VR) sem a necessidade da verba de complementação CTVF.
Quando totalizamos PCR (soma das verbas VP, VCP de VP, ATS e VCP-I e M) + PC (AF + ATFC) + gratificação 25 % ≥ VR, cada M alcançado trará aumento no salário bruto.
Entenda as verbas remuneratórias dos funcionários do Banco Brasil.

Reajustes no piso e no mérito fortalecem o salário de todos
A conjugação de aumento no piso e no mérito fortalece o Plano de Cargos e Remuneração (PCR) de todos os bancários e diminuem a verba variável CTVF. Toda comissão no BB apresenta um Valor de referência (VR), que é o mínimo que o bancário deve receber pelo exercício desse cargo.
Quando um bancário é comissionado, ele traz consigo várias verbas fixas (PCR), que dizem respeito à sua história na empresa. Se a soma dessas verbas fixas (PCR), das verbas da comissão (AF e ATFC) e da gratificação semestral não atingir o valor de referência da comissão (VR), então surge a verba variável CTVF para complemento. Cada valor de mérito conquistado diminui o valor do CTVF para quem a possui e traz aumento no salário bruto para quem não a possui.
Com o reajuste de 10% sobre o piso, que passa a R$ 1.760, o aumento real de 2,43% impacta em toda a curva do PCR. Cada M (mérito) passa a valer R$ 97,45 com o aumento real de 2,43%. Confira, abaixo, as tabelas.


*Sindicato dos Bancários de Brasília com edição da Fetrafi-RS
Conquista da Campanha Nacional 2011, a carreira de mérito representou reajustes entre 10% e 20% para milhares de bancários do BB e o fortalecimento das verbas fixas para outros milhares de trabalhadores. Neste ano, a categoria conquistou o reajuste do valor dos méritos e a retroatividade da pontuação para comissões exercidas desde 1998.
Cada mérito alcançado representa fortalecimento das verbas fixas e diminuição da verba variável CTVF.
Milhares de bancários avançaram vários níveis na carreira de mérito, com o acumulo de pontos desses nove anos que não estavam inclusos na contagem, fortalecendo o salário base e diminuindo o tamanho da verba variável CTVF no espelho do trabalhador do BB.
Quando combinamos o PCR (soma das verbas VP, VCP de VP, ATS e VCP-I e M) + PC (AF + ATFC) + gratificação 25 % ≤VR (valor de referência da função), a verba CTVF equaliza a operação. Cada M conquistado diminuirá na mesma proporção o valor da verba CTVF.
Cada mérito representa aumento no salário bruto para quem não tem a verba CTVF no espelho. O CTVF é um verba variável que compõe a remuneração de vários comissionados.
Para esses milhares de trabalhadores que não têm a verba CTVF no espelho, cada nível de mérito alcançado representou reajuste no salário bruto, ou seja, dinheiro no bolso. Nesse rol encontram-se os assistentes de agência, CSO, CSL, atendentes e os funcionários que recebem valores de Vencimento Padrão (VP), mérito, VCP de VP e ATS (anuênio) suficientes para que, somados com as verbas da comissão (AF e ATFC) e com a gratificação semestral, atinjam o valor de referência da função (VR) sem a necessidade da verba de complementação CTVF.
Quando totalizamos PCR (soma das verbas VP, VCP de VP, ATS e VCP-I e M) + PC (AF + ATFC) + gratificação 25 % ≥ VR, cada M alcançado trará aumento no salário bruto.
Entenda as verbas remuneratórias dos funcionários do Banco Brasil.

Reajustes no piso e no mérito fortalecem o salário de todos
A conjugação de aumento no piso e no mérito fortalece o Plano de Cargos e Remuneração (PCR) de todos os bancários e diminuem a verba variável CTVF. Toda comissão no BB apresenta um Valor de referência (VR), que é o mínimo que o bancário deve receber pelo exercício desse cargo.
Quando um bancário é comissionado, ele traz consigo várias verbas fixas (PCR), que dizem respeito à sua história na empresa. Se a soma dessas verbas fixas (PCR), das verbas da comissão (AF e ATFC) e da gratificação semestral não atingir o valor de referência da comissão (VR), então surge a verba variável CTVF para complemento. Cada valor de mérito conquistado diminui o valor do CTVF para quem a possui e traz aumento no salário bruto para quem não a possui.
Com o reajuste de 10% sobre o piso, que passa a R$ 1.760, o aumento real de 2,43% impacta em toda a curva do PCR. Cada M (mérito) passa a valer R$ 97,45 com o aumento real de 2,43%. Confira, abaixo, as tabelas.


*Sindicato dos Bancários de Brasília com edição da Fetrafi-RS
terça-feira, 8 de novembro de 2011
Santander aplica reajuste de 8,77% no plano de saúde
Banco não debateu previamente com funcionários
O Santander acaba de reajustar o plano de saúde dos funcionários em 8,77%. O comunicado foi feito há alguns dias, sem qualquer discussão prévia com a Comissão de Organização dos Empregados. Além da COE, o Banco também poderia ter estabelecido um diálogo prévio no Fórum de Saúde, integrado por representantes da instituição e do movimento sindical.
Outra reivindicação dos bancários é quanto à falta de transparência da gestão do plano. Na avaliação dos trabalhadores, enquanto co-participantes, que pagam uma parcela do serviço, os funcionários têm direito de acessar o contrato e de discutir todas as questões que envolvem o plano de saúde.
“Os bancários têm o direito de saber de onde veio este reajuste de 8,77%. A falta de transparência na gestão do plano de saúde é inadmissível. Por outro lado, enquanto a categoria faz a maior greve das últimas décadas e conquista o reajuste de 9%, o Santander impõe de maneira arbitrária este percentual sobre a participação dos funcionários no benefício”, contesta o diretor da Fetrafi-RS, Juberlei Baes Bacelo.
*Imprensa Fetrafi-RS
O Santander acaba de reajustar o plano de saúde dos funcionários em 8,77%. O comunicado foi feito há alguns dias, sem qualquer discussão prévia com a Comissão de Organização dos Empregados. Além da COE, o Banco também poderia ter estabelecido um diálogo prévio no Fórum de Saúde, integrado por representantes da instituição e do movimento sindical.
Outra reivindicação dos bancários é quanto à falta de transparência da gestão do plano. Na avaliação dos trabalhadores, enquanto co-participantes, que pagam uma parcela do serviço, os funcionários têm direito de acessar o contrato e de discutir todas as questões que envolvem o plano de saúde.
“Os bancários têm o direito de saber de onde veio este reajuste de 8,77%. A falta de transparência na gestão do plano de saúde é inadmissível. Por outro lado, enquanto a categoria faz a maior greve das últimas décadas e conquista o reajuste de 9%, o Santander impõe de maneira arbitrária este percentual sobre a participação dos funcionários no benefício”, contesta o diretor da Fetrafi-RS, Juberlei Baes Bacelo.
*Imprensa Fetrafi-RS
Conquistas para avaliadores de penhor foram registradas em ata
Empregados cobram formalização de item acordado
Durante a última reunião do Fórum de Delegados Sindicais da Caixa, ocorrida no dia 28 de outubro, na Casa dos Bancários, o movimento sindical foi questionado sobre a ausência da formalização de proposta específica referente aos avaliadores de Penhor, no Acordo Coletivo 2011/2012 assinado pela empresa. Pela proposta – apresentada em negociação específica realizada no dia 17 de outubro – a Caixa se comprometia em estabelecer convênios com entidades especializadas para avaliar a eficácia dos EPIs e as condições dos postos de trabalho dos avaliadores.
Outro compromisso assumido pela empresa na negociação era garantir que os avaliadores fariam o atendimento somente no balcão do penhor e não na bateria de caixas.
Seguindo a solicitação dos delegados e delegas sindicais, a Fetrafi-RS encaminhou um pedido de esclarecimento à Contraf/CUT e à CEE/Caixa no dia 31 de outubro. A resposta veio através de matéria publicada no site da Confederação na última quinta-feira, dia 03, na qual a entidade reafirma os compromissos negociados:
A Campanha Nacional dos Bancários 2011 trouxe avanços também para os avaliadores de penhor da Caixa Econômica Federal. O banco registrou em ata o atendimento de duas antigas e importantes reivindicações destes empregados.
Uma delas é a contratação de uma entidade especializada para avaliar a eficácia dos equipamentos de proteção individual (EPI) e do posto de trabalho dos avaliadores. A função exige a manipulação de produtos químicos que são tóxicos, trazendo riscos à saúde se inalados ou ao entrarem em contato com a pele.
Atendendo reivindicação do movimento sindical, o banco instalou exaustores nas bancadas, mas os equipamentos foram considerados inadequados em laudo contratado pelo Sindicato dos Bancários do Ceará, gerando nova disputa.
"Agora, com uma avaliação feita por uma entidade de confiança das duas partes, podemos caminhar para resolver o problema", afirma Plínio Pavão, secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT e empregado da Caixa. Os trabalhadores defendem que a entidade contratada seja a Fundacentro, ligada ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
O banco concordou também em emitir uma orientação para os gestores para que todas as atividades dos avaliadores de penhor sejam desenvolvidas em seu posto de trabalho. Com isso, espera-se acabar com a utilização destes trabalhadores na bateria de caixas, o que acontece corriqueiramente hoje.
*Imprensa Fetrafi-RS
Durante a última reunião do Fórum de Delegados Sindicais da Caixa, ocorrida no dia 28 de outubro, na Casa dos Bancários, o movimento sindical foi questionado sobre a ausência da formalização de proposta específica referente aos avaliadores de Penhor, no Acordo Coletivo 2011/2012 assinado pela empresa. Pela proposta – apresentada em negociação específica realizada no dia 17 de outubro – a Caixa se comprometia em estabelecer convênios com entidades especializadas para avaliar a eficácia dos EPIs e as condições dos postos de trabalho dos avaliadores.
Outro compromisso assumido pela empresa na negociação era garantir que os avaliadores fariam o atendimento somente no balcão do penhor e não na bateria de caixas.
Seguindo a solicitação dos delegados e delegas sindicais, a Fetrafi-RS encaminhou um pedido de esclarecimento à Contraf/CUT e à CEE/Caixa no dia 31 de outubro. A resposta veio através de matéria publicada no site da Confederação na última quinta-feira, dia 03, na qual a entidade reafirma os compromissos negociados:
A Campanha Nacional dos Bancários 2011 trouxe avanços também para os avaliadores de penhor da Caixa Econômica Federal. O banco registrou em ata o atendimento de duas antigas e importantes reivindicações destes empregados.
Uma delas é a contratação de uma entidade especializada para avaliar a eficácia dos equipamentos de proteção individual (EPI) e do posto de trabalho dos avaliadores. A função exige a manipulação de produtos químicos que são tóxicos, trazendo riscos à saúde se inalados ou ao entrarem em contato com a pele.
Atendendo reivindicação do movimento sindical, o banco instalou exaustores nas bancadas, mas os equipamentos foram considerados inadequados em laudo contratado pelo Sindicato dos Bancários do Ceará, gerando nova disputa.
"Agora, com uma avaliação feita por uma entidade de confiança das duas partes, podemos caminhar para resolver o problema", afirma Plínio Pavão, secretário de Saúde do Trabalhador da Contraf-CUT e empregado da Caixa. Os trabalhadores defendem que a entidade contratada seja a Fundacentro, ligada ao Ministério do Trabalho e Emprego (MTE).
O banco concordou também em emitir uma orientação para os gestores para que todas as atividades dos avaliadores de penhor sejam desenvolvidas em seu posto de trabalho. Com isso, espera-se acabar com a utilização destes trabalhadores na bateria de caixas, o que acontece corriqueiramente hoje.
*Imprensa Fetrafi-RS
Caixa extrapola no controle da compensação dos dias parados na greve
Fetrafi-RS já passou orientação ao bancários
A Caixa Econômica Federal voltou a extrapolar no controle da compensação dos dias parados na greve nacional dos bancários, a exemplo de anos anteriores. O banco divulgou na quinta-feira (3) a CI DE Gestão de Pessoas / DE Controladoria 009/2011 sobre os procedimentos que devem ser adotados pelos empregados.
Um dos pontos da mensagem diz que "para apoiar o acompanhamento de gestores e empregados, informamos que a compensação das horas não trabalhadas no período de greve constará do AvGestão e do AvMatriz de cada unidade". Trata-se de vinculação da compensação das horas ao sistema de metas da Caixa, o que é um abuso, sem previsão na convenção coletiva de trabalho assinada entre as entidades sindicais e os bancos.
Ao incluir a compensação das horas no sistema de metas, a Caixa sinaliza para que os gestores pressionem os empregados, possibilitando a prática de assédio moral nas unidades, o que é inaceitável.
A Contraf-CUT pautará o assunto na retomada da negociação permanente
com a Caixa na próxima sexta-feira, dia 11, em Brasília. Além disso, a entidade vai encaminhar correspondência para a direção do banco, exigindo a imediata revogação da CI.
Orientação aos bancários
A Fetrafi-RS, já orientou os bancários a estarem atentos aos critérios sobre a compensação de horas. A entidade observa que alguns administradores estão obrigando os bancários a fazerem duas horas diárias de compensação.
Segundo o acordo estabelecido com a Fenaban, as horas não trabalhadas durante a greve poderão ser compensadas até o dia 15 de dezembro deste ano, de segunda à sexta-feira (exceto feriados) e não podem ultrapassar o limite de 2h diárias. As horas não compensadas até o fim do prazo determinado pelo acordo serão abonadas pelas instituições financeiras.
O descumprimento e ou exageros cometidos pelos gestores deverão ser denunciados às entidades sindicais para que sejam tomadas as medidas cabíveis visando coibir estas práticas.
*Contraf-CUT com edição da Fetrafi-RS
Fonte: Fetrafi-RS
A Caixa Econômica Federal voltou a extrapolar no controle da compensação dos dias parados na greve nacional dos bancários, a exemplo de anos anteriores. O banco divulgou na quinta-feira (3) a CI DE Gestão de Pessoas / DE Controladoria 009/2011 sobre os procedimentos que devem ser adotados pelos empregados.
Um dos pontos da mensagem diz que "para apoiar o acompanhamento de gestores e empregados, informamos que a compensação das horas não trabalhadas no período de greve constará do AvGestão e do AvMatriz de cada unidade". Trata-se de vinculação da compensação das horas ao sistema de metas da Caixa, o que é um abuso, sem previsão na convenção coletiva de trabalho assinada entre as entidades sindicais e os bancos.
Ao incluir a compensação das horas no sistema de metas, a Caixa sinaliza para que os gestores pressionem os empregados, possibilitando a prática de assédio moral nas unidades, o que é inaceitável.
A Contraf-CUT pautará o assunto na retomada da negociação permanente
com a Caixa na próxima sexta-feira, dia 11, em Brasília. Além disso, a entidade vai encaminhar correspondência para a direção do banco, exigindo a imediata revogação da CI.
Orientação aos bancários
A Fetrafi-RS, já orientou os bancários a estarem atentos aos critérios sobre a compensação de horas. A entidade observa que alguns administradores estão obrigando os bancários a fazerem duas horas diárias de compensação.
Segundo o acordo estabelecido com a Fenaban, as horas não trabalhadas durante a greve poderão ser compensadas até o dia 15 de dezembro deste ano, de segunda à sexta-feira (exceto feriados) e não podem ultrapassar o limite de 2h diárias. As horas não compensadas até o fim do prazo determinado pelo acordo serão abonadas pelas instituições financeiras.
O descumprimento e ou exageros cometidos pelos gestores deverão ser denunciados às entidades sindicais para que sejam tomadas as medidas cabíveis visando coibir estas práticas.
*Contraf-CUT com edição da Fetrafi-RS
Fonte: Fetrafi-RS
Lucro do Banrisul aumenta 32,5% em relação a 2010
Balanço divulgado nesta segunda-feira considera desempenho até outubro
O Banrisul alcançou lucro líquido de R$ 677,7 milhões no acumulado dos nove primeiros meses do ano, aumento de 32,5% sobre o valor registrado no mesmo período de 2010. O resultado, no terceiro trimestre de 2011, atingiu R$ 239,2 milhões, 15,9% acima em relação ao terceiro trimestre do ano passado. O desempenho do Banco apresentou, de janeiro a setembro de 2011, trajetória ascendente de crescimento no crédito.
A carteira de crédito do Banrisul totalizou R$ 19,6 bilhões em setembro de 2011, saldo que ultrapassa em 21% a posição alcançada no mesmo mês de 2010. O crédito comercial pessoa física registrou, em setembro de 2011, saldo de R$ 8,3 bilhões, com crescimento de 15,4% em 12 meses. Já o crédito comercial pessoa jurídica alcançou R$ 6,6 bilhões no final de setembro de 2011, com expansão de 24,2% em 12 meses.
Até o final de setembro de 2011, o patrimônio líquido da instituição alcançou R$ 4,3 bilhões, expansão de 14,7% em relação ao montante registrado em setembro de 2010. Os ativos totais do Banco apresentaram saldo de R$ 36,5 bilhões, ao final de setembro de 2011, com incremento de 13% sobre setembro de 2010. Os recursos captados e administrados somaram R$ 27,5 bilhões no final de setembro de 2011, incremento de 14,2% em relação ao montante registrado no mesmo mês do ano anterior.
O índice de eficiência do Banrisul atingiu 44,4% em setembro de 2011. A consistente melhora do indicador reflete a capacidade da margem financeira, sustentada pelo crescimento da receita de crédito, tesouraria e serviços, em absorver as despesas administrativas.
Avaliação
Segundo o diretor da Fetrafi-RS, Carlos Augusto Rocha, a lucratividade do Banrisul reflete o esforço coletivo feito pelos banrisulenses para melhorar a cada ano o desempenho do banco. "Esperamos que diante destes resultados a diretoria do Banrisul manifeste boa vontade em relação às demandas dos funcionários", destaca o sindicalista.
"Mais uma vez o Banrisul salienta a sua importância enquanto instituição pública, reafirmando o papel de Banco dos Gaúchos. Além da manutenção do diálogo com os banrisulenses, a gestão deve ampliar a inclusão bancária e continuar a fomentar o desenvolvimento do Estado", observa a diretora da Fetrafi-RS, Denise Corrêa.
*Banrisul com edição Imprensa Fetrafi-RS
O Banrisul alcançou lucro líquido de R$ 677,7 milhões no acumulado dos nove primeiros meses do ano, aumento de 32,5% sobre o valor registrado no mesmo período de 2010. O resultado, no terceiro trimestre de 2011, atingiu R$ 239,2 milhões, 15,9% acima em relação ao terceiro trimestre do ano passado. O desempenho do Banco apresentou, de janeiro a setembro de 2011, trajetória ascendente de crescimento no crédito.
A carteira de crédito do Banrisul totalizou R$ 19,6 bilhões em setembro de 2011, saldo que ultrapassa em 21% a posição alcançada no mesmo mês de 2010. O crédito comercial pessoa física registrou, em setembro de 2011, saldo de R$ 8,3 bilhões, com crescimento de 15,4% em 12 meses. Já o crédito comercial pessoa jurídica alcançou R$ 6,6 bilhões no final de setembro de 2011, com expansão de 24,2% em 12 meses.
Até o final de setembro de 2011, o patrimônio líquido da instituição alcançou R$ 4,3 bilhões, expansão de 14,7% em relação ao montante registrado em setembro de 2010. Os ativos totais do Banco apresentaram saldo de R$ 36,5 bilhões, ao final de setembro de 2011, com incremento de 13% sobre setembro de 2010. Os recursos captados e administrados somaram R$ 27,5 bilhões no final de setembro de 2011, incremento de 14,2% em relação ao montante registrado no mesmo mês do ano anterior.
O índice de eficiência do Banrisul atingiu 44,4% em setembro de 2011. A consistente melhora do indicador reflete a capacidade da margem financeira, sustentada pelo crescimento da receita de crédito, tesouraria e serviços, em absorver as despesas administrativas.
Avaliação
Segundo o diretor da Fetrafi-RS, Carlos Augusto Rocha, a lucratividade do Banrisul reflete o esforço coletivo feito pelos banrisulenses para melhorar a cada ano o desempenho do banco. "Esperamos que diante destes resultados a diretoria do Banrisul manifeste boa vontade em relação às demandas dos funcionários", destaca o sindicalista.
"Mais uma vez o Banrisul salienta a sua importância enquanto instituição pública, reafirmando o papel de Banco dos Gaúchos. Além da manutenção do diálogo com os banrisulenses, a gestão deve ampliar a inclusão bancária e continuar a fomentar o desenvolvimento do Estado", observa a diretora da Fetrafi-RS, Denise Corrêa.
*Banrisul com edição Imprensa Fetrafi-RS
segunda-feira, 7 de novembro de 2011
Quatro bancos lucram R$ 34,3 bi em 9 meses e bancários cobram emprego
Lucro contrasta com o número de empregos gerados pelas instituições
Os quatro maiores bancos do país - Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco e Santander - lucraram mais de R$ 34,3 bilhões nos primeiros nove meses deste ano, conforme indicam os balanços divulgados nos últimos dias. Os números gigantescos, no entanto, contrastam com o saldo de empregos dessas instituições no período, segundo dados do Dieese.
Mais empregos
Bradesco e BB abriram juntos 10.654 novos postos de trabalho até setembro. O banco privado gerou 6.086 empregos e o banco federal, 4.568. Já o Itaú Unibanco e o Santander fecharam juntos 4.132 vagas até setembro. O banco brasileiro cortou 2.496 postos de trabalho e o banco espanhol, 1.636.
Lucros astronômicos
O recorde de toda a história do sistema financeiro nacional, de acordo com a consultoria Economática, é de novo do Itaú Unibanco. Nos primeiros nove meses, o lucro líquido foi de R$ 10,9 bilhões, 15,97% maior que em 2010, sendo que R$ 3,8 bilhões foram apurados apenas no terceiro trimestre deste ano, um crescimento que chega a 25,5% em relação a igual período do ano passado.
Com o segundo melhor resultado, o Banco do Brasil apresentou em seu balanço o lucro líquido de R$ 9,1 bilhões em nove meses, 18,9% maior em comparação ao do mesmo período do ano passado, sendo que R$ 2,9 bilhões foram obtidos apenas no terceiro trimestre.
Entre janeiro e setembro deste ano, o Bradesco teve lucro líquido de R$ 8,3 bilhões, crescimento de 18,2% em relação ao ano passado. No terceiro trimestre, quando apurou R$ 2,8 bilhões, o aumento foi de 11,4%.
Já o Santander teve lucro líquido de R$ 5,9 bilhões nos primeiros nove meses, alta de 9% em relação a igual período de 2010.
Rentabilidade
De acordo com levantamento do Dieese, a rentabilidade média sobre o patrimônio líquido anualizado (setembro de 2010 a setembro de 2011) das quatro instituições financeiras chega a 21%. A maior foi verificada no Banco do Brasil (22,6%), seguido de Itaú (22,5%), Bradesco (22%) e Santander (16,9%).
*Contraf/CUT com edição da Fetrafi/RS
Os quatro maiores bancos do país - Itaú Unibanco, Banco do Brasil, Bradesco e Santander - lucraram mais de R$ 34,3 bilhões nos primeiros nove meses deste ano, conforme indicam os balanços divulgados nos últimos dias. Os números gigantescos, no entanto, contrastam com o saldo de empregos dessas instituições no período, segundo dados do Dieese.
Mais empregos
Bradesco e BB abriram juntos 10.654 novos postos de trabalho até setembro. O banco privado gerou 6.086 empregos e o banco federal, 4.568. Já o Itaú Unibanco e o Santander fecharam juntos 4.132 vagas até setembro. O banco brasileiro cortou 2.496 postos de trabalho e o banco espanhol, 1.636.
Lucros astronômicos
O recorde de toda a história do sistema financeiro nacional, de acordo com a consultoria Economática, é de novo do Itaú Unibanco. Nos primeiros nove meses, o lucro líquido foi de R$ 10,9 bilhões, 15,97% maior que em 2010, sendo que R$ 3,8 bilhões foram apurados apenas no terceiro trimestre deste ano, um crescimento que chega a 25,5% em relação a igual período do ano passado.
Com o segundo melhor resultado, o Banco do Brasil apresentou em seu balanço o lucro líquido de R$ 9,1 bilhões em nove meses, 18,9% maior em comparação ao do mesmo período do ano passado, sendo que R$ 2,9 bilhões foram obtidos apenas no terceiro trimestre.
Entre janeiro e setembro deste ano, o Bradesco teve lucro líquido de R$ 8,3 bilhões, crescimento de 18,2% em relação ao ano passado. No terceiro trimestre, quando apurou R$ 2,8 bilhões, o aumento foi de 11,4%.
Já o Santander teve lucro líquido de R$ 5,9 bilhões nos primeiros nove meses, alta de 9% em relação a igual período de 2010.
Rentabilidade
De acordo com levantamento do Dieese, a rentabilidade média sobre o patrimônio líquido anualizado (setembro de 2010 a setembro de 2011) das quatro instituições financeiras chega a 21%. A maior foi verificada no Banco do Brasil (22,6%), seguido de Itaú (22,5%), Bradesco (22%) e Santander (16,9%).
*Contraf/CUT com edição da Fetrafi/RS
Comissão de Empresa dos Funcionários do BB avalia Campanha Salarial
Reunião será na próxima terça-feira, dia 08, em Brasília
A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil – CEBB – se reúne na próxima terça-feira, dia 08, às 15h, em Brasília para avaliar as conquistas da Campanha Salarial 2011, que já estão valendo desde a assinatura do acordo coletivo junto ao Banco. A assinatura ocorreu no dia 24 de outubro, retroativa à data-base da categoria, que é 1º de setembro. A reunião também deve encaminhar as discussões das mesas temáticas. O membro da CEBB e diretor da Fetrafi-RS, Ronaldo Zeni, irá representar a entidade e os funcionários gaúchos da instituição na reunião, que acontece na subsede da Contraf/CUT.
A última negociação específica com o banco ocorreu no dia 14 de outubro, em São Paulo, quando o BB apresentou a proposta final para fechamento do Acordo Coletivo de Trabalho. Os principais itens do acordo foram a valorização do piso com reflexo no plano de carreira e PLR maior (de 9,9% a 13,1% em relação ao 1º semestre de 2010), além de alguns benefícios nas áreas sociais e de saúde, além do reajuste de 9% proposto pela Fenaban sobre todas as verbas (aumento real de 1,5% acima da inflação) e o não desconto dos dias parados na greve, que serão compensados até o dia 15 de dezembro, com anistia de eventuais saldos após essa data, seguindo a mesma redação da cláusula do ano passado.
Lucro
O banco divulgou nesta quinta-feira, dia 03, a lucratividade obtida no terceiro trimestre do ano, apurando lucro líquido de R$ 2,9 bilhões, o que representa uma evolução de 11,2% sobre o mesmo período de 2010. O BB alcançou ainda R$ 949,8 bilhões em ativos totais, com aumento de 19,2% em relação a setembro de 2010 e de 5,0% sobre junho de 2011. Já nos primeiros nove meses de 2011, foi registrado lucro recorde de R$ 9,2 bilhões, resultado 18,9% maior do que no mesmo período de 2010. Em nove meses o resultado recorrente alcançou R$ 8,7 bilhões e retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio recorrente (RSPL) de 22,4%, crescimento de 25,4% sobre o mesmo período do ano anterior.
*Imprensa Fetrafi-RS
A Comissão de Empresa dos Funcionários do Banco do Brasil – CEBB – se reúne na próxima terça-feira, dia 08, às 15h, em Brasília para avaliar as conquistas da Campanha Salarial 2011, que já estão valendo desde a assinatura do acordo coletivo junto ao Banco. A assinatura ocorreu no dia 24 de outubro, retroativa à data-base da categoria, que é 1º de setembro. A reunião também deve encaminhar as discussões das mesas temáticas. O membro da CEBB e diretor da Fetrafi-RS, Ronaldo Zeni, irá representar a entidade e os funcionários gaúchos da instituição na reunião, que acontece na subsede da Contraf/CUT.
A última negociação específica com o banco ocorreu no dia 14 de outubro, em São Paulo, quando o BB apresentou a proposta final para fechamento do Acordo Coletivo de Trabalho. Os principais itens do acordo foram a valorização do piso com reflexo no plano de carreira e PLR maior (de 9,9% a 13,1% em relação ao 1º semestre de 2010), além de alguns benefícios nas áreas sociais e de saúde, além do reajuste de 9% proposto pela Fenaban sobre todas as verbas (aumento real de 1,5% acima da inflação) e o não desconto dos dias parados na greve, que serão compensados até o dia 15 de dezembro, com anistia de eventuais saldos após essa data, seguindo a mesma redação da cláusula do ano passado.
Lucro
O banco divulgou nesta quinta-feira, dia 03, a lucratividade obtida no terceiro trimestre do ano, apurando lucro líquido de R$ 2,9 bilhões, o que representa uma evolução de 11,2% sobre o mesmo período de 2010. O BB alcançou ainda R$ 949,8 bilhões em ativos totais, com aumento de 19,2% em relação a setembro de 2010 e de 5,0% sobre junho de 2011. Já nos primeiros nove meses de 2011, foi registrado lucro recorde de R$ 9,2 bilhões, resultado 18,9% maior do que no mesmo período de 2010. Em nove meses o resultado recorrente alcançou R$ 8,7 bilhões e retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio recorrente (RSPL) de 22,4%, crescimento de 25,4% sobre o mesmo período do ano anterior.
*Imprensa Fetrafi-RS
sexta-feira, 4 de novembro de 2011
Bancários voltam a negociar com o Itaú nesta sexta-feira
COE reúne na Contraf/CUT para preparar estratégias à negociação
Os bancários voltam a negociar com a direção do Itaú nesta sexta-feira, dia 04, às 9h30, em São Paulo. Os membros da Comissão de Organização dos Empregados do Itaú se reúnem nesta quinta, às 14h30, na sede da Contraf/CUT para preparar a pauta que será debatida com o banco na negociação.
O representante dos bancários gaúchos na negociação será o diretor do Sindicato dos Bancários de Passo Fundo e Região, Carlos Henrique Niederauer. Segundo o sindicalista, o principal tema da negociação será o processo de demissões imotivadas no setor CPSA – Centro de Processamento e Serviços às Agências.
Este setor foi extinto no Rio Grande do Sul no início do mês de setembro. Entretanto, segundo o movimento sindical, o processo de reestruturação e terceirização implantado pelo banco vai extinguir outros CPSAs espalhados pelo Brasil.
De acordo com informações do SindBancários, no caso do setor fechado em Porto Alegre, os funcionários que estavam aposentados foram demitidos e os demais ainda aguardam um posicionamento do banco quanto a uma possível realocação para outras unidades.
*Imprensa Fetrafi-RS
Fonte: Fetrafi-RS
Os bancários voltam a negociar com a direção do Itaú nesta sexta-feira, dia 04, às 9h30, em São Paulo. Os membros da Comissão de Organização dos Empregados do Itaú se reúnem nesta quinta, às 14h30, na sede da Contraf/CUT para preparar a pauta que será debatida com o banco na negociação.
O representante dos bancários gaúchos na negociação será o diretor do Sindicato dos Bancários de Passo Fundo e Região, Carlos Henrique Niederauer. Segundo o sindicalista, o principal tema da negociação será o processo de demissões imotivadas no setor CPSA – Centro de Processamento e Serviços às Agências.
Este setor foi extinto no Rio Grande do Sul no início do mês de setembro. Entretanto, segundo o movimento sindical, o processo de reestruturação e terceirização implantado pelo banco vai extinguir outros CPSAs espalhados pelo Brasil.
De acordo com informações do SindBancários, no caso do setor fechado em Porto Alegre, os funcionários que estavam aposentados foram demitidos e os demais ainda aguardam um posicionamento do banco quanto a uma possível realocação para outras unidades.
*Imprensa Fetrafi-RS
Fonte: Fetrafi-RS
quinta-feira, 3 de novembro de 2011
Fetrafi-RS esclarece compensação de horas da greve
Bancários devem ficar atentos aos critérios acordados com a Fenaban
A compensação das horas da greve realizada em 2011 foi uma das conquistas dos bancários na campanha salarial. Com isso, não haverá desconto dos 21 dias de paralisação. Entretanto, a categoria deve estar atenta aos critérios que devem ser observados no momento de compensar as horas.
Segundo o acordo estabelecido com a Fenaban, as horas não trabalhadas durante a greve deverão ser compensadas até o dia 15 de dezembro deste ano, de segunda à sexta-feira (exceto feriados) e não podem ultrapassar o limite de 2h diárias. As horas não compensadas até o fim do prazo determinado pelo acordo devem ser abonadas pelas instituições financeiras.
A Fetrafi-RS tem recebido denúncias de alguns sindicatos sobre a imposição de escalas de compensação, que não consideram particularidades dos trabalhadores. “Cabe às chefias ter bom senso para adequar a compensação no caso de bancários que cursam universidades, ou têm outros compromissos particulares, por exemplo. É preciso que a compensação respeite a disponibilidade de cada empregado”, argumenta o diretor da Federação, Ronaldo Zeni.
Exceções
Em alguns casos específicos as horas não poderão ser compensadas, tais como as faltas justificadas que o empregado venha a usufruir durante o período de compensação, previstas na Convenção Coletiva de Trabalho e Acordos Aditivos: atestado médico; reuniões de delegados sindicais; ausências permitidas (Caixa); ausências autorizadas (BB) e ausências legais (Fenaban).
O descumprimento e ou exageros cometidos pelos gestores deverão ser denunciados às entidades sindicais para que sejam tomadas as medidas cabíveis visando coibir estas práticas.
Veja a cláusula da CCT que regulamenta a compensação de horas da greve:
Cláusula 55ª - Dias não trabalhados (greve)
Os dias não trabalhados entre 27 de setembro e 17 de outubro, por motivo de paralisação, não serão descontados e serão compensados, com a prestação de jornada suplementar de trabalho no período compreendido entre a data da assinatura da CCT até 15 de dezembro de 2011, inclusive, e, por consequência, não será considerada como jornada extraordinária, nos termos da lei.
Parágrafo primeiro
Para os efeitos do caput desta cláusula, não serão considerados os dias em que houve trabalho parcial, pelo empregado, durante a jornada diária contratada.
Parágrafo segundo
A compensação será limitada a duas horas diárias, de segunda a sexta-feira, excetuados os feriados.
Parágrafo terceiro
As horas extraordinárias realizadas anteriormente à assinatura desta Convenção Coletiva de Trabalho não poderão compensar os dias não trabalhados.
FONTE: Fetrafi-RS
A compensação das horas da greve realizada em 2011 foi uma das conquistas dos bancários na campanha salarial. Com isso, não haverá desconto dos 21 dias de paralisação. Entretanto, a categoria deve estar atenta aos critérios que devem ser observados no momento de compensar as horas.
Segundo o acordo estabelecido com a Fenaban, as horas não trabalhadas durante a greve deverão ser compensadas até o dia 15 de dezembro deste ano, de segunda à sexta-feira (exceto feriados) e não podem ultrapassar o limite de 2h diárias. As horas não compensadas até o fim do prazo determinado pelo acordo devem ser abonadas pelas instituições financeiras.
A Fetrafi-RS tem recebido denúncias de alguns sindicatos sobre a imposição de escalas de compensação, que não consideram particularidades dos trabalhadores. “Cabe às chefias ter bom senso para adequar a compensação no caso de bancários que cursam universidades, ou têm outros compromissos particulares, por exemplo. É preciso que a compensação respeite a disponibilidade de cada empregado”, argumenta o diretor da Federação, Ronaldo Zeni.
Exceções
Em alguns casos específicos as horas não poderão ser compensadas, tais como as faltas justificadas que o empregado venha a usufruir durante o período de compensação, previstas na Convenção Coletiva de Trabalho e Acordos Aditivos: atestado médico; reuniões de delegados sindicais; ausências permitidas (Caixa); ausências autorizadas (BB) e ausências legais (Fenaban).
O descumprimento e ou exageros cometidos pelos gestores deverão ser denunciados às entidades sindicais para que sejam tomadas as medidas cabíveis visando coibir estas práticas.
Veja a cláusula da CCT que regulamenta a compensação de horas da greve:
Cláusula 55ª - Dias não trabalhados (greve)
Os dias não trabalhados entre 27 de setembro e 17 de outubro, por motivo de paralisação, não serão descontados e serão compensados, com a prestação de jornada suplementar de trabalho no período compreendido entre a data da assinatura da CCT até 15 de dezembro de 2011, inclusive, e, por consequência, não será considerada como jornada extraordinária, nos termos da lei.
Parágrafo primeiro
Para os efeitos do caput desta cláusula, não serão considerados os dias em que houve trabalho parcial, pelo empregado, durante a jornada diária contratada.
Parágrafo segundo
A compensação será limitada a duas horas diárias, de segunda a sexta-feira, excetuados os feriados.
Parágrafo terceiro
As horas extraordinárias realizadas anteriormente à assinatura desta Convenção Coletiva de Trabalho não poderão compensar os dias não trabalhados.
FONTE: Fetrafi-RS
Negociações permanentes na Caixa serão retomadas em 11 de novembro
Pauta do encontro ainda não foi divulgada
Depois da assinatura do termo aditivo à Convenção Coletiva Nacional de Trabalho deste ano, as atenções agora se voltam para as negociações permanentes entre a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) e a Caixa Econômica Federal.
Esse processo será retomado no próximo dia 11 de novembro, em Brasília (DF), das 11h às 13h. Oportunamente será divulgada a pauta do encontro entre as representações dos empregados e do banco.
Os bancários gaúchos serão representados na negociação pelo diretor do Sindicato dos Bancários de Santa Maria, Marcello Husek Carrión, que integra a Comissão Executiva dos Empregados da Caixa.
*Fenae Net com edição da Fetrafi-RS
FONTE: Fetrafi-RS
Depois da assinatura do termo aditivo à Convenção Coletiva Nacional de Trabalho deste ano, as atenções agora se voltam para as negociações permanentes entre a Confederação Nacional dos Trabalhadores do Ramo Financeiro (Contraf/CUT) e a Caixa Econômica Federal.
Esse processo será retomado no próximo dia 11 de novembro, em Brasília (DF), das 11h às 13h. Oportunamente será divulgada a pauta do encontro entre as representações dos empregados e do banco.
Os bancários gaúchos serão representados na negociação pelo diretor do Sindicato dos Bancários de Santa Maria, Marcello Husek Carrión, que integra a Comissão Executiva dos Empregados da Caixa.
*Fenae Net com edição da Fetrafi-RS
FONTE: Fetrafi-RS
BB apura lucro líquido de R$ 2,9 bi no 3º trimestre
O Banco do Brasil apurou líquido de R$ 2,9 bilhões no terceiro trimestre de 2011, segundo dados divulgados nesta manhã pelo banco. O montante representa uma evolução de 11,2% sobre o mesmo período de 2010. Já o patrimônio líquido alcançou R$ 56,7 bilhões em setembro de 2011, representando crescimento de 17,7% sobre setembro de 2010.
Por sua vez, o índice de capital (K) do Banco do Brasil encerrou setembro de 2011 em 14,05%, considerando o montante de letras financeiras subordinadas em processo de análise pelo Banco Central para classificação como capital Nível 2. O índice de Basileia apresentado permite a expansão de até R$ 153,6 bilhões em ativos de crédito, considerando a ponderação de 100%.
O BB alcançou ainda R$ 949,8 bilhões em ativos totais, evolução de 19,2% em relação a setembro de 2010 e de 5,0% sobre junho de 2011.
No ano
O resultado do Banco do Brasil, nos nove primeiros meses de 2011, registrou lucro líquido recorde de R$ 9,2 bilhões, resultado 18,9% maior do que o apurado no mesmo período de 2010. Esse desempenho corresponde a retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio (RSPL) de 23,5%.
Em nove meses o resultado recorrente alcançou R$ 8,7 bilhões e retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio recorrente (RSPL) de 22,4%, crescimento de 25,4% sobre o mesmo período do ano anterior.
Crédito e remuneração aos acionistas
A carteira de crédito em conceito ampliado, que inclui garantias prestadas e os títulos e valores mobiliários privados, atingiu R$ 441,6 bilhões em setembro de 2011, crescimento de 4,5% no trimestre e de 21,0% em 12 meses.
Em relação à carteira de crédito às pessoas jurídicas, a do Banco do Brasil encerrou setembro de 2011 com saldo de R$ 199,1 bilhões, o que representa expansão de 4,1% em comparação ao segundo trimestre de 2011 e de 21,6% em 12 meses.
Já o crédito às pessoas físicas alcançou R$ 125,8 bilhões ao final do terceiro trimestre, evolução de 17,1% em um ano e 2,6% sobre junho de 2011. O crédito consignado atingiu R$ 49,0 bilhões, expansão de 16,2% em 12 meses.
Neste trimestre o Banco do Brasil manteve a política de remuneração aos acionistas de 40% do lucro líquido (payout). Foram destinados R$ 796 milhões na forma de juros sobre capital próprio e R$ 361 milhões em dividendos.
*Infomoney
FONTE: Fetrafi-RS
Por sua vez, o índice de capital (K) do Banco do Brasil encerrou setembro de 2011 em 14,05%, considerando o montante de letras financeiras subordinadas em processo de análise pelo Banco Central para classificação como capital Nível 2. O índice de Basileia apresentado permite a expansão de até R$ 153,6 bilhões em ativos de crédito, considerando a ponderação de 100%.
O BB alcançou ainda R$ 949,8 bilhões em ativos totais, evolução de 19,2% em relação a setembro de 2010 e de 5,0% sobre junho de 2011.
No ano
O resultado do Banco do Brasil, nos nove primeiros meses de 2011, registrou lucro líquido recorde de R$ 9,2 bilhões, resultado 18,9% maior do que o apurado no mesmo período de 2010. Esse desempenho corresponde a retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio (RSPL) de 23,5%.
Em nove meses o resultado recorrente alcançou R$ 8,7 bilhões e retorno anualizado sobre o patrimônio líquido médio recorrente (RSPL) de 22,4%, crescimento de 25,4% sobre o mesmo período do ano anterior.
Crédito e remuneração aos acionistas
A carteira de crédito em conceito ampliado, que inclui garantias prestadas e os títulos e valores mobiliários privados, atingiu R$ 441,6 bilhões em setembro de 2011, crescimento de 4,5% no trimestre e de 21,0% em 12 meses.
Em relação à carteira de crédito às pessoas jurídicas, a do Banco do Brasil encerrou setembro de 2011 com saldo de R$ 199,1 bilhões, o que representa expansão de 4,1% em comparação ao segundo trimestre de 2011 e de 21,6% em 12 meses.
Já o crédito às pessoas físicas alcançou R$ 125,8 bilhões ao final do terceiro trimestre, evolução de 17,1% em um ano e 2,6% sobre junho de 2011. O crédito consignado atingiu R$ 49,0 bilhões, expansão de 16,2% em 12 meses.
Neste trimestre o Banco do Brasil manteve a política de remuneração aos acionistas de 40% do lucro líquido (payout). Foram destinados R$ 796 milhões na forma de juros sobre capital próprio e R$ 361 milhões em dividendos.
*Infomoney
FONTE: Fetrafi-RS
Itaú tem lucro recorde de R$ 10,9 bi até setembro, mas corta 2.496 empregos
Número de empregados caiu para 99.820
O Itaú Unibanco apresentou lucro recorde de R$ 10,940 bilhões entre os meses de janeiro e setembro deste ano, alta de 15,9% ante o mesmo período do ano passado. Segundo a consultoria Economática, é o maior lucro da história entre os bancos brasileiros para o período. Apesar do resultado estrondoso, a instituição seguiu na contramão do emprego, fechando mais postos de trabalho.
Os dados do balanço revelam que em dezembro de 2010 o banco contava com 102.316 trabalhadores no Brasil. O número caiu em setembro para 99.820, o que aponta um corte de 2.496 empregos.
"Mais uma vez, o Itaú Unibanco trata com desrespeito os seus trabalhadores, porque é injustificável bater novo recorde de lucro e cortar empregos, o que comprova a imensa sobrecarga de trabalho nas unidades do banco, fruto da pressão das metas abusivas e do assédio moral", destaca Jair Alves, diretor da Contraf-CUT e um dos coordenadores da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú Unibanco.
"O banco está devendo a geração de empregos no Brasil, como aliás está fazendo no exterior. Não adianta fazer propaganda para dizer que pratica responsabilidade social e que é banco sustentável, se reduz postos de trabalho e não contribui para o desenvolvimento econômico e social do país", ressalta o dirigente sindical.
Mais números do balanço
No terceiro trimestre, o Itaú Unibanco teve lucro de R$ 3,807 bilhões. Na comparação com o segundo trimestre, houve alta de 5,6%. Em 12 meses, o resultado cresceu 25%. A carteira de crédito, que cresceu 22,7% em 12 meses, teve expansão de 6,1% na comparação com o segundo trimestre deste ano.
O banco também divulgou também lucro recorrente de R$ 3,940 bilhões no terceiro trimestre. A diferença entre este ganho e o resultado contábil se deve a provisões para ações judiciais questionando reajustes de planos econômicos e avaliação do investimento mantido pelo Itaú no Banco Português de Investimento pelo valor de mercado de suas ações em 30 de setembro de 2011.
No final de setembro, a carteira de crédito do Itaú Unibanco, incluindo avais e fianças, era de R$ 382,236 bilhões, um incremento de 22,8% em 12 meses.
O nível de inadimplência da carteira, medida pelo saldo de operações vencidas com prazo superior a 90 dias, foi de 4,7%, contra 4,5% no trimestre anterior e 4,2% em igual período de 2010.
As despesas da companhia com provisões para perdas esperadas com calotes somaram R$ 4,972 bilhões no trimestre, menos que os R$ 5,1 bilhões do trimestre imediatamente anterior, mas superior aos R$ 4,01 bilhões em igual etapa do ano passado.
Lucro recorde
O resultado superou o lucro do próprio Itaú Unibanco registrado em 2010: R$ 9,433 bilhões. Em terceiro lugar, aparece o ganho de R$ 8,30 bilhões do Bradesco, em 2011.
Entre os dez maiores lucros para o período, quatro são do Itaú Unibanco, três do Bradesco, dois do Banco do Brasil e um do Santander, de acordo com o levantamento da Economática.
*Contraf-CUT com UOL Economia e Itaú
Fonte: Fetrafi-RS
O Itaú Unibanco apresentou lucro recorde de R$ 10,940 bilhões entre os meses de janeiro e setembro deste ano, alta de 15,9% ante o mesmo período do ano passado. Segundo a consultoria Economática, é o maior lucro da história entre os bancos brasileiros para o período. Apesar do resultado estrondoso, a instituição seguiu na contramão do emprego, fechando mais postos de trabalho.
Os dados do balanço revelam que em dezembro de 2010 o banco contava com 102.316 trabalhadores no Brasil. O número caiu em setembro para 99.820, o que aponta um corte de 2.496 empregos.
"Mais uma vez, o Itaú Unibanco trata com desrespeito os seus trabalhadores, porque é injustificável bater novo recorde de lucro e cortar empregos, o que comprova a imensa sobrecarga de trabalho nas unidades do banco, fruto da pressão das metas abusivas e do assédio moral", destaca Jair Alves, diretor da Contraf-CUT e um dos coordenadores da Comissão de Organização dos Empregados (COE) do Itaú Unibanco.
"O banco está devendo a geração de empregos no Brasil, como aliás está fazendo no exterior. Não adianta fazer propaganda para dizer que pratica responsabilidade social e que é banco sustentável, se reduz postos de trabalho e não contribui para o desenvolvimento econômico e social do país", ressalta o dirigente sindical.
Mais números do balanço
No terceiro trimestre, o Itaú Unibanco teve lucro de R$ 3,807 bilhões. Na comparação com o segundo trimestre, houve alta de 5,6%. Em 12 meses, o resultado cresceu 25%. A carteira de crédito, que cresceu 22,7% em 12 meses, teve expansão de 6,1% na comparação com o segundo trimestre deste ano.
O banco também divulgou também lucro recorrente de R$ 3,940 bilhões no terceiro trimestre. A diferença entre este ganho e o resultado contábil se deve a provisões para ações judiciais questionando reajustes de planos econômicos e avaliação do investimento mantido pelo Itaú no Banco Português de Investimento pelo valor de mercado de suas ações em 30 de setembro de 2011.
No final de setembro, a carteira de crédito do Itaú Unibanco, incluindo avais e fianças, era de R$ 382,236 bilhões, um incremento de 22,8% em 12 meses.
O nível de inadimplência da carteira, medida pelo saldo de operações vencidas com prazo superior a 90 dias, foi de 4,7%, contra 4,5% no trimestre anterior e 4,2% em igual período de 2010.
As despesas da companhia com provisões para perdas esperadas com calotes somaram R$ 4,972 bilhões no trimestre, menos que os R$ 5,1 bilhões do trimestre imediatamente anterior, mas superior aos R$ 4,01 bilhões em igual etapa do ano passado.
Lucro recorde
O resultado superou o lucro do próprio Itaú Unibanco registrado em 2010: R$ 9,433 bilhões. Em terceiro lugar, aparece o ganho de R$ 8,30 bilhões do Bradesco, em 2011.
Entre os dez maiores lucros para o período, quatro são do Itaú Unibanco, três do Bradesco, dois do Banco do Brasil e um do Santander, de acordo com o levantamento da Economática.
*Contraf-CUT com UOL Economia e Itaú
Fonte: Fetrafi-RS
segunda-feira, 31 de outubro de 2011
GT do Saúde Caixa reúne nesta sexta-feira, na Fetrafi-RS
Reunião irá estruturar e organizar cronograma de atuação
O Grupo de Trabalho do Saúde Caixa no RS reúne pela primeira vez nesta sexta-feira, 04, às 9h30, na sede da Fetrafi-RS, em Porto Alegre. A Criação do GT Saúde Caixa foi proposta pelos delegados sindicais da Caixa em diversas reuniões, com o objetivo específico de estudar e elaborar propostas para melhorias no plano de saúde. As reclamações dos usuários do Saúde Caixa têm sido frequentes em todos os fóruns que reúnem empregados e empregadas da caixa.
Na avaliação do movimento sindical, a complexidade dos problemas relacionados à saúde suplementar, planos de saúde e, principalmente, ao Seguro Saúde Caixa, exige ações mais efetivas no sentido de garantir os direitos dos usuários.
Os sindicatos têm recebido inúmeras denúncias em todo o Estado sobre a falta de credenciados e a desqualificação dos serviços prestados. Este é o principal problema dos usuários do Interior, que muitas vezes são obrigados a pagar por atendimento particular em função do déficit de credenciamento médico pelo Saúde Caixa.
Durante a reunião, o GT irá definir o cronograma de atividades assim como a sua estrutura para atuação. O GT Saúde Caixa é composto por quinze integrantes que representam Fetrafi-RS; APCEF-RS; SindBancários; AGEA, as sete regionais dos sindicatos filiados à Federação e o Fórum de Delegados Sindicais da Caixa.
Comitê de Acompanhamento da Rede Credenciada do Seguro Saúde Caixa
A 5ª reunião do Comitê de Acompanhamento de Rede Credenciada do Saúde Caixa, convocada pela GIPES/PO será também será realizada nesta sexta-feira dia 04, das 14h às 16h, na Rua dos Andradas, 1234, 7º andar, no Centro de Porto Alegre.
O Comitê é o órgão institucional da Caixa, de caráter consultivo, com a finalidade de acompanhar as atividades relativas ao credenciamento e descredenciamento de profissionais e entidades prestadoras de serviços junto ao Saúde Caixa. O órgão é integrado por sete membros titulares e sete suplentes, sendo que cinco deles são empregados da Caixa indicados pelas suas entidades representativas e dois pela empresa, através do GIPES/PO.
Os indicados pelas entidades são:
Titulares:
1- Noeli Maria Serra (APCEF/RS - Aposentada)
2- Geraldo Magella Figueiredo (Porto Alegre – Empregado em licença-saúde)
3- Neivaldo Florisberto D. Giustina (Caxias do Sul - Delegado Sindical)
4- Simoni Medeiros (Pelotas – Dirigente Sindical)
5 – Regina Mariza Benincá de Farias (AGEA)
Suplentes:
1- Ricardo Adolfo Hubba (APCEF/RS)
2- Tiago Vasconcellos Pedroso (Porto Alegre)
3- Milton Gustavo Schnack (Lajeado- Delegado Sindical)
*Imprensa Fetrafi-RS
Fonte: Fetrafi-RS
O Grupo de Trabalho do Saúde Caixa no RS reúne pela primeira vez nesta sexta-feira, 04, às 9h30, na sede da Fetrafi-RS, em Porto Alegre. A Criação do GT Saúde Caixa foi proposta pelos delegados sindicais da Caixa em diversas reuniões, com o objetivo específico de estudar e elaborar propostas para melhorias no plano de saúde. As reclamações dos usuários do Saúde Caixa têm sido frequentes em todos os fóruns que reúnem empregados e empregadas da caixa.
Na avaliação do movimento sindical, a complexidade dos problemas relacionados à saúde suplementar, planos de saúde e, principalmente, ao Seguro Saúde Caixa, exige ações mais efetivas no sentido de garantir os direitos dos usuários.
Os sindicatos têm recebido inúmeras denúncias em todo o Estado sobre a falta de credenciados e a desqualificação dos serviços prestados. Este é o principal problema dos usuários do Interior, que muitas vezes são obrigados a pagar por atendimento particular em função do déficit de credenciamento médico pelo Saúde Caixa.
Durante a reunião, o GT irá definir o cronograma de atividades assim como a sua estrutura para atuação. O GT Saúde Caixa é composto por quinze integrantes que representam Fetrafi-RS; APCEF-RS; SindBancários; AGEA, as sete regionais dos sindicatos filiados à Federação e o Fórum de Delegados Sindicais da Caixa.
Comitê de Acompanhamento da Rede Credenciada do Seguro Saúde Caixa
A 5ª reunião do Comitê de Acompanhamento de Rede Credenciada do Saúde Caixa, convocada pela GIPES/PO será também será realizada nesta sexta-feira dia 04, das 14h às 16h, na Rua dos Andradas, 1234, 7º andar, no Centro de Porto Alegre.
O Comitê é o órgão institucional da Caixa, de caráter consultivo, com a finalidade de acompanhar as atividades relativas ao credenciamento e descredenciamento de profissionais e entidades prestadoras de serviços junto ao Saúde Caixa. O órgão é integrado por sete membros titulares e sete suplentes, sendo que cinco deles são empregados da Caixa indicados pelas suas entidades representativas e dois pela empresa, através do GIPES/PO.
Os indicados pelas entidades são:
Titulares:
1- Noeli Maria Serra (APCEF/RS - Aposentada)
2- Geraldo Magella Figueiredo (Porto Alegre – Empregado em licença-saúde)
3- Neivaldo Florisberto D. Giustina (Caxias do Sul - Delegado Sindical)
4- Simoni Medeiros (Pelotas – Dirigente Sindical)
5 – Regina Mariza Benincá de Farias (AGEA)
Suplentes:
1- Ricardo Adolfo Hubba (APCEF/RS)
2- Tiago Vasconcellos Pedroso (Porto Alegre)
3- Milton Gustavo Schnack (Lajeado- Delegado Sindical)
*Imprensa Fetrafi-RS
Fonte: Fetrafi-RS
GT do Saúde Caixa reúne nesta sexta-feira, na Fetrafi-RS
Reunião irá estruturar e organizar cronograma de atuação
O Grupo de Trabalho do Saúde Caixa no RS reúne pela primeira vez nesta sexta-feira, 04, às 9h30, na sede da Fetrafi-RS, em Porto Alegre. A Criação do GT Saúde Caixa foi proposta pelos delegados sindicais da Caixa em diversas reuniões, com o objetivo específico de estudar e elaborar propostas para melhorias no plano de saúde. As reclamações dos usuários do Saúde Caixa têm sido frequentes em todos os fóruns que reúnem empregados e empregadas da caixa.
Na avaliação do movimento sindical, a complexidade dos problemas relacionados à saúde suplementar, planos de saúde e, principalmente, ao Seguro Saúde Caixa, exige ações mais efetivas no sentido de garantir os direitos dos usuários.
Os sindicatos têm recebido inúmeras denúncias em todo o Estado sobre a falta de credenciados e a desqualificação dos serviços prestados. Este é o principal problema dos usuários do Interior, que muitas vezes são obrigados a pagar por atendimento particular em função do déficit de credenciamento médico pelo Saúde Caixa.
Durante a reunião, o GT irá definir o cronograma de atividades assim como a sua estrutura para atuação. O GT Saúde Caixa é composto por quinze integrantes que representam Fetrafi-RS; APCEF-RS; SindBancários; AGEA, as sete regionais dos sindicatos filiados à Federação e o Fórum de Delegados Sindicais da Caixa.
Comitê de Acompanhamento da Rede Credenciada do Seguro Saúde Caixa
A 5ª reunião do Comitê de Acompanhamento de Rede Credenciada do Saúde Caixa, convocada pela GIPES/PO será também será realizada nesta sexta-feira dia 04, das 14h às 16h, na Rua dos Andradas, 1234, 7º andar, no Centro de Porto Alegre.
O Comitê é o órgão institucional da Caixa, de caráter consultivo, com a finalidade de acompanhar as atividades relativas ao credenciamento e descredenciamento de profissionais e entidades prestadoras de serviços junto ao Saúde Caixa. O órgão é integrado por sete membros titulares e sete suplentes, sendo que cinco deles são empregados da Caixa indicados pelas suas entidades representativas e dois pela empresa, através do GIPES/PO.
Os indicados pelas entidades são:
Titulares:
1- Noeli Maria Serra (APCEF/RS - Aposentada)
2- Geraldo Magella Figueiredo (Porto Alegre – Empregado em licença-saúde)
3- Neivaldo Florisberto D. Giustina (Caxias do Sul - Delegado Sindical)
4- Simoni Medeiros (Pelotas – Dirigente Sindical)
5 – Regina Mariza Benincá de Farias (AGEA)
Suplentes:
1- Ricardo Adolfo Hubba (APCEF/RS)
2- Tiago Vasconcellos Pedroso (Porto Alegre)
3- Milton Gustavo Schnack (Lajeado- Delegado Sindical)
*Imprensa Fetrafi-RS
Fonte: Fetrafi-RS
O Grupo de Trabalho do Saúde Caixa no RS reúne pela primeira vez nesta sexta-feira, 04, às 9h30, na sede da Fetrafi-RS, em Porto Alegre. A Criação do GT Saúde Caixa foi proposta pelos delegados sindicais da Caixa em diversas reuniões, com o objetivo específico de estudar e elaborar propostas para melhorias no plano de saúde. As reclamações dos usuários do Saúde Caixa têm sido frequentes em todos os fóruns que reúnem empregados e empregadas da caixa.
Na avaliação do movimento sindical, a complexidade dos problemas relacionados à saúde suplementar, planos de saúde e, principalmente, ao Seguro Saúde Caixa, exige ações mais efetivas no sentido de garantir os direitos dos usuários.
Os sindicatos têm recebido inúmeras denúncias em todo o Estado sobre a falta de credenciados e a desqualificação dos serviços prestados. Este é o principal problema dos usuários do Interior, que muitas vezes são obrigados a pagar por atendimento particular em função do déficit de credenciamento médico pelo Saúde Caixa.
Durante a reunião, o GT irá definir o cronograma de atividades assim como a sua estrutura para atuação. O GT Saúde Caixa é composto por quinze integrantes que representam Fetrafi-RS; APCEF-RS; SindBancários; AGEA, as sete regionais dos sindicatos filiados à Federação e o Fórum de Delegados Sindicais da Caixa.
Comitê de Acompanhamento da Rede Credenciada do Seguro Saúde Caixa
A 5ª reunião do Comitê de Acompanhamento de Rede Credenciada do Saúde Caixa, convocada pela GIPES/PO será também será realizada nesta sexta-feira dia 04, das 14h às 16h, na Rua dos Andradas, 1234, 7º andar, no Centro de Porto Alegre.
O Comitê é o órgão institucional da Caixa, de caráter consultivo, com a finalidade de acompanhar as atividades relativas ao credenciamento e descredenciamento de profissionais e entidades prestadoras de serviços junto ao Saúde Caixa. O órgão é integrado por sete membros titulares e sete suplentes, sendo que cinco deles são empregados da Caixa indicados pelas suas entidades representativas e dois pela empresa, através do GIPES/PO.
Os indicados pelas entidades são:
Titulares:
1- Noeli Maria Serra (APCEF/RS - Aposentada)
2- Geraldo Magella Figueiredo (Porto Alegre – Empregado em licença-saúde)
3- Neivaldo Florisberto D. Giustina (Caxias do Sul - Delegado Sindical)
4- Simoni Medeiros (Pelotas – Dirigente Sindical)
5 – Regina Mariza Benincá de Farias (AGEA)
Suplentes:
1- Ricardo Adolfo Hubba (APCEF/RS)
2- Tiago Vasconcellos Pedroso (Porto Alegre)
3- Milton Gustavo Schnack (Lajeado- Delegado Sindical)
*Imprensa Fetrafi-RS
Fonte: Fetrafi-RS
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